Tah, calma. Sua sugestão é a de emperrar as armas por conta do dano alto (porém, agora eu coloquei o dano igual ao de armas que existem na 4e) ao mesmo tempo que vc afirma que será mais fácil um personagem se livrar da arma emperrada, tornando a regra de emperrar no máximo um incomodo (ao meu ver, desnecessário). É isso? E se usassemos a regra de quebrar armas de Dark Sun?
O problema é que as armas de fogo nos Reinos de Ferro tinham uma mecânica própria para elas que despertavam todo um interesse em um jogador usá-las, e as desvantagens em relação ao tempo de recarga e custos da balas meio que conpensavam as vantagens que as armas recebiam.
Um fuzileiro de alto nível armado com um rifle de quatro canos tinha chances reais de matar um NPC de nível equivalente com uma única ação completa devido ao fato de ser possível disparar todos os quatro canos com somente um ataque.
A menos que se aplique alguma idéia semelhante na 4.0, seja por meio de poderes ou por meio de feats, as armas de fogo meio que perdem um pouco do seu brilho. Ficam só um pouqhinho mais fortes que as armas comuns.
Então... pensei em separado justamente pela fama que alguém pode conseguir sendo um pistoleiro ou um fuzileiro.Tipo o cara que resolva entrar para os Espingardeiros de Cygnar ou para os Fazedores de Viuva de Khador, que são organizações militares no mesmo nivel dos Dragões Purpuras (que tem um PP só pra eles). Por isso pensei em fazer dois Paragons Path...
É uma idéia bem interessante, você pode inclusive criar alguns poderes associados a estas prestiges para fazer exatamente o que eu sugeri. E cria um balanceamento com as próprias regras da 4.0.