NOTÍCIAS D&D 4ª Edição

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Mensagempor Eltor Macnol em 29 Mai 2008, 14:08

Como mencionei antes, não li os rituais ainda, espero que eles supram esse nicho que ficou vazio até agora.
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Mensagempor Zoltar em 29 Mai 2008, 14:29

Os danos são baixos mas não são tão baixos assim, no nível 30 um personagem vai ter o atributo principal 24 ou 26 (16 + 8 pelos níveis ou 18 + 8 pelos níveis) e um implemento +6, ou seja o dano do meteor swarm vai ser 8d6+14 ou +15 (média 42 ou 43). o warlock dá bem amis dano que isso, 7d10 + 15 + 3d8 fácil (média 66) mas tem um poder melhor que dá 5d10 + con inicialmente que vc pode manter com uma ação normal, cada round que vc mantem o poder ele dá 1d10 a mais e vc toma 2d10 de dano. A 4e foi feita para que os combates durem 5 - 10 rounds com 5 pcs conta 5 monstros e os danos são compatíveis com isso.

Quanto a versatilidade dos wizards de fato grande parte vem dos rituais e os rituais são muito legais eu particularmente gostei do "teleporte" de 8 nível (linked portal eu acho que é o nome).
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Mensagempor Dinobot em 29 Mai 2008, 14:38

Eltor Macnol escreveu:Como mencionei antes, não li os rituais ainda, espero que eles supram esse nicho que ficou vazio até agora.


Uma coisa eu já gostei dos rituais: QUALQUER UM pode fazer. Magos e Clérigos ganham o feat de graça, mas qualquer guerreiro ou Ladrão pode comprar o feat e aprender a fazer o negócio.

E eu concordo com o Deicide, poderes at will tem mais é que fracos mesmo, que é pra não banalizar demais os poderes o tempo todo.
Entrem em http://www.facebook.com/hora13 e acompanhem os episódios do programa Hora 13, apresentado por esse idiota que vos fala.

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Mensagempor Mirallatos em 29 Mai 2008, 15:12

Não é bem a questão de ser fodão ou não, pelo menos pra mim. É a questão de ter mais liberdade ao usar os poderes quando e como quiser. É o que fazia eu gostar muito de feiticeiro e outros conjuradores espontâneos, e praticamente nunca fazer um mago.

Eu não me importaria de ver poderes mais fracos, mas que podem ser usados com mais liberdade. Desde que anunciaram a 4ED eu adorei a idéia de ter poderes fracos at will, e muitos poderes que são por encontro ou podem ser usados a qualquer momento durante o dia, bastando algum descanso pra poder usá-los novamente. Ambas as idéias me caem muito bem. Mas poderes diários? Sempre soou artificial demais. Me conformei pensando que bem, desde que sejam uma parte pequena do repertório do personagem e os poderes at will e per encounter possam compensar isso, tudo bem.

Mas no final das contas parece que a maioria dos Utility powers que são interessantes de usar fora de combate são 1xdia. Me explica por quê, por exemplo, "Jump" não poderia ser um Encounter Power? Não é nada game-breaking. O mesmo vale pra vários outros efeitos que não são estupidamente fortes, mas que ficam estranhos de poder usar apenas 1x ao dia.

Essa foi a primeira impressão que eu tive. Eu sou o tipo de jogador que adora ter alguns poderzinhos que mesmo não sendo coisas fortes, são legais de usar e podem ser ativadas sem um limite fixo de usos. Esperava que a mecânica de Encounter Powers fosse tornar os conjuradores infinitamente mais legais para mim, mas até agora parece uma decepção - tirando os 4 "cantrips" que o mago aprende no nível 1, parece que todos os poderes at will ou encounter estão relegados a "coisas pra machucar monstros".


Eltor, eu concordo com você. Pode só uma é impressão minha: mas notei que o novo D&D ta focando um público menos maduro e tentando remover do jogo aquela megalomania por poder, chata, que muito presenciamos no 3.5. Acho que esse é o motivo da limitação (ainda que injustamente) de alguns poderes.

Muita acha que "poder saltar em dados momentos" é "saltar toda hora porque pode". :roll:
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Mensagempor Lunguinho em 29 Mai 2008, 15:18

Dinobot escreveu:Uma coisa eu já gostei dos rituais: QUALQUER UM pode fazer. Magos e Clérigos ganham o feat de graça, mas qualquer guerreiro ou Ladrão pode comprar o feat e aprender a fazer o negócio.


Mas pra conseguir esse feat, o personagem deve ser treinado em Arcana ou Religion, o que dependendo da sua classe, pode demandar a compra de um outro feat (no caso skill training) como pre-requisito para Ritual Caster.
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Mensagempor Deicide em 29 Mai 2008, 15:58

Você também pode fazer multiclasse com Clérigo ou Mago para depois comprar o Talento dos rituais.

De qualquer forma, o que importa é que outros personagens podem usar rituais. O fato de precisar de Talentos só reforça que é algo que as outras precisam treinar em artes mágicas para fazê-lo, assim provando que "não é qualquer um que faz magia em D&D".
Há incontáveis séculos, houve um reino, Eussey-lah seu nome, que se estendeu por todas as terras do mundo conhecido. Esse tempo acabou quando o rei-destino, Khem, enlouqueceu e quase levou o mundo à ruína. Sete heróis e um oráculo o impediram.

Desde então, grandes heróis e vilões têm mantido o mundo girando a cada geração.


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Mensagempor AKImeru em 29 Mai 2008, 17:47

mas notei que o novo D&D ta focando um público menos maduro e tentando remover do jogo aquela megalomania por poder


Hm? Não saquei, não seria o oposto? Um público menos maduro vai ter uma maior megolomania por poder?
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Mensagempor ShinRyuu em 29 Mai 2008, 17:50

Só como adendo mas... sempre achei o feiticeiro mais útil em jogos eletrônicos.


Entendo o teu ponto, mas na prática, acho que ocorre o inverso. Jogos eletrônicos geralmente controlam muito pouco o sono, e isso quebra o esquema completamente. Por exemplo, em Neverwinter Nights, você pode "dormir" a virtualmente qualquer momento e renovar todas as magias. Alguns módulos de terceiros mexiam com isso, e a expansão do NWN2 penalizava isso com a perda de soul points, mas nunca foi algo "mainstream".
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Mensagempor Fëanor em 29 Mai 2008, 19:01

Como mencionei antes, não li os rituais ainda, espero que eles supram esse nicho que ficou vazio até agora.

É, mas tem uns rituais meio idiotas.

Exemplo Water Walk.
O grupo vai andando até achar um rio que tem de ser atravessado.
Os pessoal do grupo que tem atletics vai, nada e passa.
O mago gasta 10 PO e 10 minutos para fazer a mesma coisa: chegar do outro lado.

Porque deve ser muito apelão dar a habilidade por encontro do mago atravessar o rio sem precisar fazer teste.
"Tomorrow will take us away
Far from home
No one will ever know our names
But the bards' songs will remain"


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Mensagempor Templario em 29 Mai 2008, 19:55

Fëanor escreveu:
Como mencionei antes, não li os rituais ainda, espero que eles supram esse nicho que ficou vazio até agora.

É, mas tem uns rituais meio idiotas.

Exemplo Water Walk.
O grupo vai andando até achar um rio que tem de ser atravessado.
Os pessoal do grupo que tem atletics vai, nada e passa.
O mago gasta 10 PO e 10 minutos para fazer a mesma coisa: chegar do outro lado.

Porque deve ser muito apelão dar a habilidade por encontro do mago atravessar o rio sem precisar fazer teste.


ehaouahea que bizarro

mas isso deve ser pra facilitar travessias bem amiores que um rio, sem o perigo de agitar a água...
Face_Stab escreveu:I just hope we don't get a zealot bursting through the doors rubbing ketchup on himself shouting "This is the blood of previous editions, gunned down to make way for this heretical new edition!"
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Mensagempor Mirallatos em 29 Mai 2008, 20:04

Hm? Não saquei, não seria o oposto? Um público menos maduro vai ter uma maior megolomania por poder?


Se um jogador imaturo descobre que pode customizar classes overpower, eles começa a fazer aquela masturbação mental. O 3.5 oferece possibilidades de sobra para tal, ainda que as regras sejam mais complexas.

Já no 4.0, apresenta textos mais simples com as classes niveladas, aparentemente. É para um jogador novato pegar e dizer: "uau, agora etendi o que é esse tal jogo". Nem sempre o novato é imaturo, mas este último acha que tem o pinto maior que os outros, ou pelo menos tenta esticar ele. Com um sistema sem essas lacunas, ele brocha.

E veja bem, não me refiro a customização de personagens bacanas, mas sim overpowers.
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Mensagempor Fëanor em 29 Mai 2008, 20:05

mas isso deve ser pra facilitar travessias bem amiores que um rio, sem o perigo de agitar a água..

Que mago vai querer ficar gastando tempo fazendo magias para deixar de usar um simples barco?
"Tomorrow will take us away
Far from home
No one will ever know our names
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Mensagempor Dinobot em 29 Mai 2008, 20:39

Fëanor escreveu:
mas isso deve ser pra facilitar travessias bem amiores que um rio, sem o perigo de agitar a água..

Que mago vai querer ficar gastando tempo fazendo magias para deixar de usar um simples barco?


Um que não tenha um barco disponivel por perto?
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SPOILER: EXIBIR
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O resto... É silêncio...


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Mensagempor Deicide em 29 Mai 2008, 20:47

Fëanor escreveu:
Como mencionei antes, não li os rituais ainda, espero que eles supram esse nicho que ficou vazio até agora.

É, mas tem uns rituais meio idiotas.

Exemplo Water Walk.
O grupo vai andando até achar um rio que tem de ser atravessado.
Os pessoal do grupo que tem atletics vai, nada e passa.
O mago gasta 10 PO e 10 minutos para fazer a mesma coisa: chegar do outro lado.

Porque deve ser muito apelão dar a habilidade por encontro do mago atravessar o rio sem precisar fazer teste.


Se a questão é só atravessar um rio, aposto que tem opções muito melhores do que o ritual, como voar ou alguma forma de teleportação.

O ritual dura uma hora. O mago provavelmente vai lançar ele para feitos estratégicos, como lançar o rito no Ladino para ele esgueirar até o navio inimigo rapidamente, ou para possibilitar livre movimentação até a fortaleza no meio do lago, onde um barco seria facilmente notado. Além disso, a duração do rito pode permitir atravessar vários corpos aquosos ou ir e voltar várias vezes.
Há incontáveis séculos, houve um reino, Eussey-lah seu nome, que se estendeu por todas as terras do mundo conhecido. Esse tempo acabou quando o rei-destino, Khem, enlouqueceu e quase levou o mundo à ruína. Sete heróis e um oráculo o impediram.

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Mensagempor Leisses em 29 Mai 2008, 21:20

Na hora em que falaram desse rito Water Walk já imaginei um monte de situações onde ele seria mais útil que atravassar um rio nadando a começar pela liberdade de movimento que os personagens vão ter ao atravessar o mesmo rio infestado de perigos. Pessoal tem que pensar nas formas variadas de usar o poder ao invés de ter um olhar crítico depreciativo que vê a situação mais inútil e já começa a rir do poder dizendo que não presta. Isso sim parece imaturidade pra mim.
Desculpa se ofendi alguem mas é que to meio que cansado de ver a galera depreciando o negócio sem sequer tentar interpretar as coisas antes.
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