D&D4 - o role-playing é opcional?
Monstros que são puramente stat-blocks, (super) poderes por raça, classe e nível e com nomenclatura apelativa ao publico de anime e MMOs, alinhamentos simplificados, tabelas de tesouro rigidas, incapacidade de se fazer algo simples e natural se não tiver poderes praquilo (como empunhar 2 armas), obrigatoriedade de tabuleiro e bonequinhos, e um punhado de dicas como essa:
Voltamos à era inicial, o hobbie volta a suas origens, fecha o ciclo, retorna aos primeiros prototipos de RPG - Chainmanil, D&D de 1974, etc. onde o role-playing era o simples fato de assumir 1 pecinha no tabuleiro (ao invés de um exército) e falar, esporadicamente, frases de efeito em primeira pessoa ?
Uma era onde o role-playing é um opcional, um acessório (perfeitamente descartável) para apoiar o gerenciamento tático-estratégico de recursos ? Onde o prazer de se contar uma historia em grupo, de interpretar um alter-ego em suas minucias, de se imergir numa atmosfera bem elaborada, tudo isto é opcional, jogado de lado em favor de equilíbrio, tabuleiros e bonequinhos, rolagens de dados incessantes e super-poderes implausiveis... onde o lema é:
"... Move the PCs quickly from encounter to encounter, and on to the fun" ?
...fast-forward through parts of an adventure that aren't fun. An encounter with two guards at the city gate isn't fun. Tell the players they get through the gate without much trouble and move on to the fun. Niggling details of food supplies and encumbrance usually aren't fun, so don't sweat them, and let the players get to the adventure and on to the fun. Long treks through endless corridors in the ancient dwarven stronghold beneath the mountains aren't fun. Move the PCs quickly from encounter to encounter, and on to the fun."
Voltamos à era inicial, o hobbie volta a suas origens, fecha o ciclo, retorna aos primeiros prototipos de RPG - Chainmanil, D&D de 1974, etc. onde o role-playing era o simples fato de assumir 1 pecinha no tabuleiro (ao invés de um exército) e falar, esporadicamente, frases de efeito em primeira pessoa ?
Uma era onde o role-playing é um opcional, um acessório (perfeitamente descartável) para apoiar o gerenciamento tático-estratégico de recursos ? Onde o prazer de se contar uma historia em grupo, de interpretar um alter-ego em suas minucias, de se imergir numa atmosfera bem elaborada, tudo isto é opcional, jogado de lado em favor de equilíbrio, tabuleiros e bonequinhos, rolagens de dados incessantes e super-poderes implausiveis... onde o lema é:
"... Move the PCs quickly from encounter to encounter, and on to the fun" ?


