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Review da quarta edição by Massawyrm

MensagemEnviado: 16 Fev 2009, 16:17
por Leisses
Hola all. Massawyrm here.
I’ve waited a long time to write this review. And let it be known now that what you’re about to read isn’t from someone who has gotten a hold of a bootleg playtest copy and gave it a quick once over. No. This is a long time coming. I’ve been playtesting 4th edition since late October. Long under an NDA, my excitement for this new edition has been bubbling over into something of a churning froth for the better part of four months now. Every Saturday of those four months (holidays be damned) our group (comprised of three married couples and a single friend) has gotten together to nosh some potato chips, guzzle some coffee and roll some god damned dice. One of our members, a freelancer for WotC, needed to learn the rules for an upcoming 4E book he got hired to work on. But as he apparently learns the rules better playing than he does running, he turned to me over a cup of coffee, narrowed his eyes and told me point blank that I was about to jump in head first. That’s right. Dungeon Massawyrm. There. Now the joke is out of everyone’s system.
Let me just say this upfront. I. Love. 4E. And I didn’t want to. Much like many of you out there, the 3.5 partial reboot just five years ago pissed me off. But we’ve spent 8 years now with the better part of this system. And hell, even 5 years is a long time. But Massawyrm, you’re thinking you don’t know how much I’ve spent on 3.5. No? Here at the Casa de la Wyrm we don’t have a D&D bookshelf. We have a D&D closet. It’s where I keep my boxes of Dwarven Forge Master Maze, my big plastic bins of D&D Minis, and two long shelves of over $1000 in 3.5 books. But just 2 weeks into playing 4E, I boxed up every non-fluff heavy book I owned, drove down to Half Price Books and sold them for as much cash as I could get. I knew I would never, ever, touch them again. Yes. 4E really is that good. It is the XBOX 360 to your XBOX. And it is time to upgrade my friends.

Continuação

Review da quarta edição by Massawyrm

MensagemEnviado: 16 Fev 2009, 18:50
por Lune
Eu já tinha lido essa review. Ela é engraçada, mas foi lançada ainda no começo da 4e, a essa altura nós já sabemos de alguns defeitos que não eram óbvios na época, como o problema dos skill challenges difíceis demais ou os monstros solo fáceis demais. Entretanto, mesmo tendo uma visão mais crítica da 4e, eu concordo com ele em um ponto: é um upgrade.

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MensagemEnviado: 17 Fev 2009, 00:10
por AKImeru
Para mim, 4e é AD&D só que dessa vez o combate é divertido.


Por favor não deixem o Luminus ler isso.

Review da quarta edição by Massawyrm

MensagemEnviado: 18 Fev 2009, 16:53
por Galardron
Bem, minha experiência com a 4ed é bem semelhante à desse sujeito: estava descrente com o D&D, e "I didn't want to love it"; resisti até mesmo em conhecer o novo sistema. Mas depois que tomei ciência da nova mecânica e experimentei na prática pensei: "Taí: finalmente assumiram o caráter primordialmente action da coisa e construíram um sistema que sustenta isso."

A grande sacada, na minha opinião, foi justamente ser legítimo, não mais tentar disfarçar um sistema focado na ação com regras que não condizem com isso. A ambientação, a profundidade narrativa, é coisa pro mestre construir. O sistema tem que propor regras que funcionem pro foco da coisa: AÇÃO! É "video-game de papel"? É! Mas o resultado prático é fantástico: uma ação fluída, regras que não dão dor de cabeça, e assim podem ficar trabalhando em segundo plano, restritas a sustentar o jogo, nos dando tempo e disposição para nos concentrarmos na história. Eu adorei, e voltei a jogar D&D.

Review da quarta edição by Massawyrm

MensagemEnviado: 19 Fev 2009, 18:12
por AKImeru
é coisa pro mestre construir



Isso é evidenciado principalmente no livro do mestre - um Livro que a maior parte dos criticos gosta de ignorar.

Review da quarta edição by Massawyrm

MensagemEnviado: 20 Fev 2009, 23:41
por Elven Paladin
Na verdade, eu não questionei com inspiração em qualquer coisa da White Wolf ( a maioria do sistema é tão retrógrado, parece que ficou firmado nos anos 90 e não quis avançar. Claro, há exceções notáveis, como eu citarei adiante), e sequer quero ir para o tocante de Interpretação ( a interpretação em D&D é diferenciada em RPGs da White Wolf que é diferenciada de certos RPGs como Houses of the Blooded. E eu estou entendiado com essa visão fechada e blasé que Roleplay = Teatralidade ), e sim para lidar com o tocante de profundidade narrativa ( descrição de personagens no contexto de D&D, como motivação do heroísmo, a causa de se aventurar e por aí se segue ) e para a questão dos ambientes ( descrição e diferenciação mecânica de ambientes e locais, como por exemplo, utilizado em Damnation City para Vampire: Requiem ). Eu quero saber o que os defensores da 4E podem escrever sobre o assunto.

Review da quarta edição by Massawyrm

MensagemEnviado: 21 Fev 2009, 05:37
por Marduk
Acho que olhando por um angulo mais carnal fica mais facil... o foco da wizard para o d&d neste momento com o 4e é fazer ele vender mais livros... ja começando pelo fato deles terem dividido as classes básicas em 2 ou mais livros, inserindo as novidades obrigatórias de um sistema novo.
Como todos sabemos a wizard está tentando nos fazer ficar mais dependentes pelo consumismo nos empurrando miniaturas e a assinatura on-line de conteúdos, atualizações e virtualização de dungeons(essa virtualização é algo que me preocupa), retirando aos poucos as partes de conteúdo autonomo para criação de aventuras e cenários próprios fazendo com que os novos mestres aprendam jogar rpg depedendo cada vez mais desse tipo de material.
Quanto a criação de personagens, é como o Advogado falou, tudo extremamente estereotipado, se você quizer algo diferente daquilo, terá de comprar um outro livro com o estereotipo exato que você quer, como o caso do guerreiro ambidextro.
Creio eu que eles devem ter aprendido isso com os erros do 3.0, que teve poucos produtos para a linha básica e venderam todos em um curto período de tempo, sem ter como atrair os jogadores para suplementos além da linha básica, eles re-lançaram os livros novamente, com uma versão corrigida, estendendo o tempo de vida da linha 3.X até planos futuros.

Eles estão aos poucos educando a nova geração para consumir mais e mais, lançando os város livros aos poucos, assim a grande massa que vai comprar assim que saírem não vai se assustar com a quantidade absurdas de livros que viraram os livros básicos (apesar de terem de esperar mais pelas mesma coisa, acho que o povo gosta da espectativa)... imagino quando começarem a sair os suplementos e cenários. Se brincar vão dividir o livro de Forgotem em vários livros (não sei de nada estou chutando, mas eu diria uns 3).
E farão o mesmo processo com todos os outros.
Até mesmo as ilustrações dos livros passaram a pender para o lado dos games fantásticos deixando o estilo fiel para traz, (e chega a época das micro armaduras para mulheres) o que enfoca ainda mais o fato do d&d estar se tornando uma espécie de (-RP)Game. Tchau imaginação e roleplay, olá aventuras prontas e poderes por encontro estereotipados.
Se for seguir o livro, aventura agora é que nem receita de bolo.

Pra mim quem só fala bem de uma coisa sem citar os prós e contras imparciavelmente, é fan boy, e fan boy não tem opinião, não passa de uma propaganda ambulante resultante de uma estratégia de comunicação bem efetuada.

Testemunhal; possívelmente não verídico (não passa de um marketing de vendas convenientemente não vinculado a empresa)

*Nóiado*
Creio eu que eles não precisariam tomar desse tipo de ação focando a desvalorização da 3.X se não fosse por uma pedra no sapato deles chamada... Pathfinder.
xD

Review da quarta edição by Massawyrm

MensagemEnviado: 21 Fev 2009, 11:57
por kimble
Lamento apenas pelos DM's menos experientes, que terão maior dificuldade em aumentar essa profundidade em suas campanhas nos atuais cenários publicados.


Se por isso você quer dizer 'mais material de descrição sobre os cenários para usar em campanha', isso ainda tem várias fontes possíveis. Os romances e as edições virtuais da Dragon, principalmente.

Embora eu ache que imaginação e roleplay sejam atribuições mais pessoais do que sistemáticas. Cabe a cada grupo de jogadores aplicá-las ou não, independente do volume de suporte que o sistema atribui a elas.


Exatamente. Tanto que sistemas que tentam obrigar o jogador a interpretar muitas vezes falham porque isso é uma decisão pessoal do jogador. Vide Vampiro antigo e suas sessões 'super heróis góticos que bebem sangue'.

Acho que olhando por um angulo mais carnal fica mais facil... o foco da wizard para o d&d neste momento com o 4e é fazer ele vender mais livros... ja começando pelo fato deles terem dividido as classes básicas em 2 ou mais livros, inserindo as novidades obrigatórias de um sistema novo.


Ei, não cai nesse papo. Primeiro, toda editora tem como interesse vender mais livros. Toda. Editora.
A questão das classes é uma das várias mentiras levantadas por quem critica a 4e por interesse próprio. Trazer classes em diversos livros é algo que acontece desde o D&D antigo, que eu lembre.
'Mas estou falando das classes clássicas do sistema!'
Então você não tem do que reclamar, porque todas as classes clássicas estão disponíveis ali (desconsiderando a época em que raças eram classes). O papo de que classes como bárbaros ou monges são clássicos é mentira, todos eles apareceram em suplementos de suas respectivas edições originais, todas as classes do D&D original estão presentes na 4e.

Como todos sabemos a wizard está tentando nos fazer ficar mais dependentes pelo consumismo nos empurrando miniaturas e a assinatura on-line de conteúdos, atualizações e virtualização de dungeons(essa virtualização é algo que me preocupa), retirando aos poucos as partes de conteúdo autonomo para criação de aventuras e cenários próprios fazendo com que os novos mestres aprendam jogar rpg depedendo cada vez mais desse tipo de material.


Unh, não. Isso é bobagem. Toda editora quer que você consuma cada vez mais. A White Wolf é conhecida por lançar livros sobre qualquer coisa. Eu adoro Exalted, por exemplo, mas tive que comprar uma pilha de livros pra conseguir mestrar minha campanha atual. Engraçado que nunca vi ninguém criticando a White Wolf por essa mesma atitude.
Quanto a criação de material próprio, a 4e incentiva isso muito mais que a 3e. O sistema de criação de NPCs e adversários é mais simples, a criação de aventuras é mais simples, o livro do Mestre trata desde sobre criação de campanhas até tipos de jogadores. A própria edição foi modelada com a intenção que o Mestre crie seu próprio mundo e sua própria campanha, em vez de depender de um cenário próprio que você tem que comprar da editora. Diferente da 3.0, que entendia que você iria comprar o cenário oficial após comprar os básicos.

Quanto a criação de personagens, é como o Advogado falou, tudo extremamente estereotipado, se você quizer algo diferente daquilo, terá de comprar um outro livro com o estereotipo exato que você quer, como o caso do guerreiro ambidextro.


Estamos falando de 'mecânica para suportar o estereótipo' ou de simplesmente jogar com um estereótipo. Porque você poderia jogar com um guerreiro ambidestro só com o básico, só que não teria tanta mecânica de suporte quanto se comprar o Martial Power.
Ou, puxando para 3.0/3.5:
-Quero jogar com um ninja: compre o Complete Adventurer;
-Quero jogar com um swashbuckler: compre o Complete Warrior;
-Quero jogar com um conjurador oriental: Complete Divine ou Complete Arcane.
Ou seja, se você quer passar só da parte do 'fluff' do estereótipo para a parte do 'crunch', você sempre teve que comprar mais suplementos para cobrir mais opções. Se você não quer isso, então jogue um sistema de criação aberta por pontos, como Gurps ou M&M.

Eles estão aos poucos educando a nova geração para consumir mais e mais, lançando os város livros aos poucos


Ou porque existe uma preocupação maior com a mecânica e tentar garantir o equilíbrio entre as classes, vide que eles até estão liberando material antes do lançamento dos livros para playtest pela fanbase.

imagino quando começarem a sair os suplementos e cenários. Se brincar vão dividir o livro de Forgotem em vários livros (não sei de nada estou chutando, mas eu diria uns 3).


A não ser que tenha saído alguma nota oficial diferente, são 2. O resto do material vem em materiais da Dragon ou romances do cenário.

Até mesmo as ilustrações dos livros passaram a pender para o lado dos games fantásticos deixando o estilo fiel para traz, (e chega a época das micro armaduras para mulheres) o que enfoca ainda mais o fato do d&d estar se tornando uma espécie de (-RP)Game.


Ei, mais papo de quem ataca a 4e por interesses econômicos pessoais. Não caía nessa. Na mudança do Ad&d para a 3.0 muita gente reclamou das imagens da nova edição, porque não eram aquele modelo 'anos 70 e 80'. Sobre a aparência pender mais para games fantásticos, porque isso é ruim? God of War tem imagens lindas e cenários ótimos, por exemplo. Shadow of Colossus também. Estou mestrando uma campanha épica (em outro sistema) onde estou me inspirando muito em jogos fantásticos atuais (os vários Prince of Persia, principalmente) e não é porque os jogadores fazem coisas épicas que o RP some. Aliás, principalmente nas cenas de ação eu tenho visto os jogadores descreverem as ações e se importarem em interpretar os personagens mais do que na maioria das outras campanhas.
Esse conceito que você está defendendo é antiquado e morreu nos anos 90, em que 'low power = interpretação' e que foi revivido para tentar apontar como falha na nova edição. Só que isso é falso, não é o fato de ser mais ou menos épico, mais ou menos fantasioso, que os jogadores irão interpretar em quantidades diferentes. Os jogadores, se quiserem interpretar, vão fazer isso independente se eles estão jogando com um personagem que tem dificuldade em levantar a própria espada ou com um personagem que corre por cima do braço do ciclope para pular em cima do olho da criatura com o machado na mão.

Pra mim quem só fala bem de uma coisa sem citar os prós e contras imparciavelmente, é fan boy, e fan boy não tem opinião, não passa de uma propaganda ambulante resultante de uma estratégia de comunicação bem efetuada.


E eu já apontei as coisas que não gostei uma pilha de vezes. Principalmente a questão da multiclasse e da falta de mais poderes utility.

e sim para lidar com o tocante de profundidade narrativa ( descrição de personagens no contexto de D&D, como motivação do heroísmo, a causa de se aventurar e por aí se segue )


E onde a 3.0/3.5 ou mesmo o Ad&d possuía mecânica pra isso?

e para a questão dos ambientes ( descrição e diferenciação mecânica de ambientes e locais, como por exemplo, utilizado em Damnation City para Vampire: Requiem )


Pode desenvolver? Porque eu não li o DC do Vampire: Requiem, mas pelo menos os livros similares em conceito no sistema antigo eram só uma grande checklist (Prefeito é controlado por algum clã? ( ) Sim; ( ) Não) ou eram só uma série de conselhos para Mestres sobre como criar cidades.

Dizer que tem capítulos que falam sobre como conduzir é um mérito DO LIVRO, não do sistema.


Afinal, você não precisa do livro para aprender e o que está no livro básico não é o sistema.
Unh, não.

E o resto? Que regras sólidas temos para insentivar a interpretação???

e:
Não precisa ser um sistema como Storyteller que leva tudo em consideração: humanidade, honra, consciência, força de vontade, etc... etc.... etc...


Duas falhas no raciocínio:
1) Porque são necessárias regras para incentivar a interpretação? Se é isso que o grupo quer, ela não vai existir independente da existência de regras para isso?
2) O que são regras sólidas para incentivar a interpretação? Por favor, sem 'Humanidade em Vampiro' ou algo do tipo. Esses modelos da WW normalmente são só cabrestos para personagens, só servem para dizer 'não faça isso' não para te obrigar a interpretar o personagem.
'Mas tinha a questão de recuperação de FV pela interpretação de Natureza e etc.!'
Uhum, que poderiam ser ignorados na maior parte do tempo até você precisar de pontos de FV, o que significa que o jogador só precisava começar a agir da forma determinada pelo livro quando e se precisasse se recuperar e mesmo assim por tempo limitado.
'Mas o XP!'
Inteiramente dependente da opinião do Mestre se o jogador interpretou ou não. O sistema não traz nenhuma fórmula ou modelo que permita ao Mestre verificar se o jogador estava interpretando.

Review da quarta edição by Massawyrm

MensagemEnviado: 21 Fev 2009, 12:09
por Galardron
Pathfinder.

Existem fanboys pra tudo. Jogo D&D desde 1991, acompanhei todas as edições (incluindo produtos paralelos tipo Iron Heroes e Pathfinder), e achei a 4ed a melhor. Esses discursinhos intelectualóides são chatos pra cacete, e normalmente partem de fanboys (agarrados a algo que está ficando pra trás, o que lhes causa ressentimento) chamando outros de fanboys. Eu nunca vi nenhuma propaganda de produtos da nova linha do D&D, e não comprei um livro sequer. Mas conheci o sistema, tenho muito material dele (viva o pdf, a internet e o compartilhamento; me condenem), jogo e me divirto. Simples assim. Podem fazer o mesmo com o que quiserem, o que acharem melhor, eu prometo que não vou agredi-los com minhas opiniões a respeito. Serve pra vocês? Ótimo, sejam felizes! Juro que não vou obriga-los a jogar 4ed. Mas também não quero jogar 3.5 (nem nada que se baseie no 3.5 maquiado com paliativos sofríveis). Beleza? Joguei por um bom tempo, desanimei com o D&D por conta das quebras. Não gosto. Pode ser? Não vou argumentar com profundas e complexas análises sobre o sistema, ou o capitalismo selvagem e a manipulação de massas (isso chega a ser engraçado). Eu só jogo (JOGO, não teorizo em torno do assunto) e gosto. E acho que tenho o direito de ser tão raso quanto isso; pelo menos no que diz respeito a um hobby, cujo objetivo é relaxar e divertir. Se fizerem o mesmo serão mais felizes, eu garanto. Há usos bem mais proveitosos para seus 'aguçados sensos críticos'. Tem tanta coisa errada pra mudar por aí, o mundo precisa muito de gente como vocês. Eu não defendo sistemas: eu jogo sistemas. E depois de jogar um bocado deles, tenho preferências. Estejam a vontade pra fazer o mesmo.

EDIT: Correções ortográficas.

Review da quarta edição by Massawyrm

MensagemEnviado: 21 Fev 2009, 13:06
por Youkai X
com a 4E (e materiais online em PDF, como as dragons e cia) e toda essa praticidade dela, montar aventurar é muito, mas muito mais fácil que na 3.5. Pra montar fichas de monstros e NPCs novos é simples de doer, bastando ver algum monstro e poderes-base e daí criar a ficha nova em uns 10 minutos, no máximo. É muito mais fácil estipular encontros e a organização deles (até pelos papéis que os monstros vão assumir na luta) que não sei como falam que a 4E desestimula o mestre a pensar sobre os encontros. Na 3.5 criar fichas de adversários e NPCs era um suplício, especialmente se você quisesse algo melhor do que um NPC genérico e sem sal ou mais personalizado.


Existe algum maluco que ande fazendo material de fluff para a 4E e de qualidade XD ?

Review da quarta edição by Massawyrm

MensagemEnviado: 21 Fev 2009, 13:30
por Lorde da Dança
Existe algum maluco que ande fazendo material de fluff para a 4E e de qualidade ?


*levanta a mão*

Mudando de assunto, porque postou esse review aqui, Leisses? Estou com uma pequena impressão de que foi para criar conflito e caos.

Review da quarta edição by Massawyrm

MensagemEnviado: 21 Fev 2009, 15:22
por Marduk
kimble escreveu:Ei, não cai nesse papo. Primeiro, toda editora tem como interesse vender mais livros. Toda. Editora.
A questão das classes é uma das várias mentiras levantadas por quem critica a 4e por interesse próprio. Trazer classes em diversos livros é algo que acontece desde o D&D antigo, que eu lembre.
'Mas estou falando das classes clássicas do sistema!'
Então você não tem do que reclamar, porque todas as classes clássicas estão disponíveis ali (desconsiderando a época em que raças eram classes). O papo de que classes como bárbaros ou monges são clássicos é mentira, todos eles apareceram em suplementos de suas respectivas edições originais, todas as classes do D&D original estão presentes na 4e.


Primeiramente meu post tinha intenção de somente mostrar um ponto de vista diferente. Achei que seria interessante, e não tenho interesses próprios, não ganho nada postando aqui, então nem adianta me atacar, não estou aqui pra fazer ninguém engolir nada.
Você só esqueceu de dizer que antes de antes de "toda editora tem como interesse vender mais livros." existe "Como todos nós sabemos" é algo comum já estamos habituados a isso. (só pra constar porém irrelevante)
Creio eu que você deve estar se referindo como classes clássicas, porque está se referindo ao d&d desde o primeira ou segunda edição, vendo por essa ótica estaria tudo bem, se não fosse o fato deles terem cedido esse espaço de classes mais antigas e conhecidas pelo público com as novas classes como warlock e warlord a não ser que elas sejam mais clássicas que o bárbaro e o druida.

Como todos sabemos a wizard está tentando nos fazer ficar mais dependentes pelo consumismo nos empurrando miniaturas e a assinatura on-line de conteúdos, atualizações e virtualização de dungeons(essa virtualização é algo que me preocupa), retirando aos poucos as partes de conteúdo autonomo para criação de aventuras e cenários próprios fazendo com que os novos mestres aprendam jogar rpg depedendo cada vez mais desse tipo de material.


kimble escreveu:Unh, não. Isso é bobagem. Toda editora quer que você consuma cada vez mais. A White Wolf é conhecida por lançar livros sobre qualquer coisa. Eu adoro Exalted, por exemplo, mas tive que comprar uma pilha de livros pra conseguir mestrar minha campanha atual. Engraçado que nunca vi ninguém criticando a White Wolf por essa mesma atitude.
Quanto a criação de material próprio, a 4e incentiva isso muito mais que a 3e. O sistema de criação de NPCs e adversários é mais simples, a criação de aventuras é mais simples, o livro do Mestre trata desde sobre criação de campanhas até tipos de jogadores. A própria edição foi modelada com a intenção que o Mestre crie seu próprio mundo e sua própria campanha, em vez de depender de um cenário próprio que você tem que comprar da editora. Diferente da 3.0, que entendia que você iria comprar o cenário oficial após comprar os básicos.


Primeiramente, bobagem é o escambáu! Tenha modos e respeite minha opnião.
*se acalma*
Você esqueceu de mencionar, que a criação do material próprio já está ligado a arquivação direta deste mesmo na D&D insider, aonde você vai ter toda uma dungeon em 3d arquivada online, com todas as miniaturas colocadas em seus devidos lugares (realmente isso é bem conveniente, adorei, mas fico com um pé atráz quanto a isso pelo fato de ter mensalidade), e como você disse, é bem simples, porém simples até d+, você tem toda a liberdade dentro daquele parametro delimitado, bem mais limitado que na 3.X.

kimble escreveu:Estamos falando de 'mecânica para suportar o estereótipo' ou de simplesmente jogar com um estereótipo. Porque você poderia jogar com um guerreiro ambidestro só com o básico, só que não teria tanta mecânica de suporte quanto se comprar o Martial Power.
Ou, puxando para 3.0/3.5:
-Quero jogar com um ninja: compre o Complete Adventurer;
-Quero jogar com um swashbuckler: compre o Complete Warrior;
-Quero jogar com um conjurador oriental: Complete Divine ou Complete Arcane.
Ou seja, se você quer passar só da parte do 'fluff' do estereótipo para a parte do 'crunch', você sempre teve que comprar mais suplementos para cobrir mais opções. Se você não quer isso, então jogue um sistema de criação aberta por pontos, como Gurps ou M&M.


Ok, não terá tanta mecânica, tantos recursos... porém mesmo assim eu pelo menos posso criar um guerreiro ambidextro antes de sequer ter que comprar um outro livro sem ser o do jogador, eu tenho liberdade suficiente dentro do sistema que me proporciona a fazer um guerreiro diferente dos demais.
O sistema é mais maleável, e por isso você consegue aplicar melhor a sua criatividade nele (não é perfeito, mas é melhor)
...afinal de contas, guerreiro ambidextro é estereotipo? :blink:
...não chega nem a ser um estereótipo e nem isso eu consigo fazer.

Eles estão aos poucos educando a nova geração para consumir mais e mais, lançando os város livros aos poucos


kimble escreveu:Ou porque existe uma preocupação maior com a mecânica e tentar garantir o equilíbrio entre as classes, vide que eles até estão liberando material antes do lançamento dos livros para playtest pela fanbase.


Quanto ao equilíbrio entre as classes eu concordo, realmente ficou bem melhor nesse sentido era algo que eu não suportava quando estava aprendendo a jogar rpg, era ficar pra tráz porque a classe tal era pior que a outra... e quanto ao lançamento de material antes do lançamento é algo discutível, pois pode tanto ser o que você falou, quanto pode ser um outro tipo de precaução quanto a parte conceitual que eles estão remodelando na maioria das classes. Eu só acho que não é pra checar equilíbrio do sistema pois eles tem playtesters, issoae é algo relacionado a pesquiza para verificar a aceptabilidade do novo conceito da classe ctz.

kimble escreveu:A não ser que tenha saído alguma nota oficial diferente, são 2. O resto do material vem em materiais da Dragon ou romances do cenário.


Só 2? ah não foi tão ruim quanto eu esperava, mas ainda assim é o dobro de livro de antes. rs
Tomara que essa escala não continue esponencialmente.

Até mesmo as ilustrações dos livros passaram a pender para o lado dos games fantásticos deixando o estilo fiel para traz, (e chega a época das micro armaduras para mulheres) o que enfoca ainda mais o fato do d&d estar se tornando uma espécie de (-RP)Game.


kimble escreveu:Ei, mais papo de quem ataca a 4e por interesses econômicos pessoais. Não caía nessa. Na mudança do Ad&d para a 3.0 muita gente reclamou das imagens da nova edição, porque não eram aquele modelo 'anos 70 e 80'. Sobre a aparência pender mais para games fantásticos, porque isso é ruim? God of War tem imagens lindas e cenários ótimos, por exemplo. Shadow of Colossus também. Estou mestrando uma campanha épica (em outro sistema) onde estou me inspirando muito em jogos fantásticos atuais (os vários Prince of Persia, principalmente) e não é porque os jogadores fazem coisas épicas que o RP some. Aliás, principalmente nas cenas de ação eu tenho visto os jogadores descreverem as ações e se importarem em interpretar os personagens mais do que na maioria das outras campanhas.


Atacar a 4e por interesses econômicos pessoais... vou fingir que não li isso. :what:
No caso das ilustrações eu citei a tendencia que demonstra o que o d&d está virando, realmente os cenários do GOW são lindos e etc, concordo, mas o que me incomoda é ter o elemento fantasioso em demasia, como citei na parte das mulheres com armaduras que mais parecem biquinis, e não estamos falando de uma armadura mágica ou épica, estamos falando de uma armadura normal.
Confesso que estou com o mesmo mimimi conservador que os fãs do oldschool ficaram. hehehe
Mas poxa, tudo tem limite e eles passaram um pouco dele em nome da estectização.

kimble escreveu:Esse conceito que você está defendendo é antiquado e morreu nos anos 90, em que 'low power = interpretação' e que foi revivido para tentar apontar como falha na nova edição. Só que isso é falso, não é o fato de ser mais ou menos épico, mais ou menos fantasioso, que os jogadores irão interpretar em quantidades diferentes. Os jogadores, se quiserem interpretar, vão fazer isso independente se eles estão jogando com um personagem que tem dificuldade em levantar a própria espada ou com um personagem que corre por cima do braço do ciclope para pular em cima do olho da criatura com o machado na mão.


Isso é no nosso caso, nós somos jogadores experientes ou exepicionais, o que me incomoda a respeito disso é quanto aos novos jogadores que estão aprendendo a jogar d&d que não vão ver a interpretação como algo chave para o desenvolvimento do jogo... e não estou falando só da 4e não, isso vale pra terceira também em perícias como Obter informação, Blefar etc...

Galardron escreveu:Existem fanboys pra tudo. Jogo D&D desde 1991, acompanhei todas as edições (incluindo produtos paralelos tipo Iron Heroes e Pathfinder), e achei a 4ed a melhor. Esses discursinhos intectualóides são chatos pra cacete, e normalmente partem de fanboys (agarrados a algo que está ficando pra trás, o que lhes causa ressentimento) chamando outros de fanboys.


Eu ainda não entendi por que dentre tantas opniões aqui presentes, a favores e contras, por que a minha foi a mais odiada.
Intelectolóide pode até ser, mas eu apenas lhe convidei a ver tudo que está acontecendo por um outro angulo, se não quer ou não gostou, você pode simplesmente ignorar ou dizer que não concorda mas se não consegue ficar parado quando um cara fal mal da 4e e desconta no cara, meus parabéns você também é um fanboy.
E outra, EU (o vilão), jogo tanto a 4e quanto Pathfinder quanto 3.5 quanto a 2.0 atualmente e ativamente, e estou gostando muito de todas as 4 sabe porque? Porque tanto você quanto eu aprendemos a jogar d&d por uma "didática" diferente e temos uma visão das raças e classes que nenhum cara que começar a jogar no 4e vai ter a oportunidade de conhecer aprofundadamente.
Exemplo; ele vai saber que um anão é um cara de tamanho médio, robusto, mau humorado, com +2 em con, +2 em sab, resistente a econtrões, etc...

Galardron escreveu:Eu nunca vi nenhuma propaganda de produtos da nova linha do D&D, e não comprei um livro sequer. Mas conheci o sistema, tenho muito material dele (viva o pdf, a internet e o compartilhamento; me condenem), jogo e me divirto. Simples assim. Podem fazer o mesmo com o que quiserem, o que acharem melhor, eu prometo que não vou agredi-los com minhas opiniões a respeito. Serve pra vocês? Ótimo, sejam felizes! Juro que não vou obriga-los a jogar 4ed. Mas também não quero jogar 3.5 (nem nada que se baseie no 3.5 maquiado com paliativos sofríveis). Beleza? Joguei por um bom tempo, desanimei com o D&D por conta das quebras. Não gosto. Pode ser? Não vou argumentar com profundas e complexas análises sobre o sistema, ou capitalismo selvagem e a manipulação de massas (isso chega a ser engraçado). Eu só jogo (JOGO, não teorizo em torno do assunto) e gosto. E acho que tenho o direito de ser tão raso quanto isso; pelo menos no que diz respeito a um hobby, cujo objetivo é relaxar e divertir. Se fizerem o mesmo serão mais felizes, eu garanto. Há usos bem mais proveitosos para seus 'aguçados sensos críticos'. Tem tanta coisa errada pra mudar por aí, o mundo precisa muito de gente como vocês. Eu não defendo sistemas: eu jogo sistemas. E depois de jogar um bocado deles, tenho preferências. Estejam a vontade pra fazer o mesmo.


Não entendi... vá jogar então horas, tá fazendo o que aqui? :blink:
Obrigado por não me esmagar com todo o seu poder e conhecimento... sério mesmo, não quero levar isso adiante de jeito nenhum, ainda mais sob tantas críticas, rancor e orgulho... minha visão das coisas tá la na primeira pág, leu? concordou? sim? não? doeu? passa gelol! pronto!

Imagem

(voltando ao assunto do tópico)
Mas devo dizer que esse testemunhal é a forma de comunicação mais efetiva para convercer o público-alvo que a wizard poderia utilizar depois das convenções.

Review da quarta edição by Massawyrm

MensagemEnviado: 21 Fev 2009, 17:37
por Marduk
Ok ok eu desisto, você me convenceu na maioria dos pontos citados, tem algumas coisas que eu ainda discordo, mas agora parecem irrelevantes perante as demais e deu até preguiça de cita-las.

Parabéns you win.

Tudo que eu tinha eram supozições vindas de um ponto de vista estratégico-comunicacional corporativo baseado em experiancia pessoal mal fundada... nem vale a pena defender isso além desse ponto mesmo, meu segundo post foi mais pra me defender mesmo.

...mas ainda prefiro o Pathfinder!!!

MUAHUAhauhuaauhhauhaa....

*sai correndo*

Review da quarta edição by Massawyrm

MensagemEnviado: 21 Fev 2009, 19:47
por Nibelung
Marduk escreveu:o que me incomoda é ter o elemento fantasioso em demasia, como citei na parte das mulheres com armaduras que mais parecem biquinis, e não estamos falando de uma armadura mágica ou épica, estamos falando de uma armadura normal.



Imagem reduzida. Clique na imagem para vê-la no tamanho original.


Três modelos são femininos (leather, scale, plate), e três são masculinos (cloth, hide, chain). NENHUM nem ao menos se aproxima de uma "armadura de biquini".

Review da quarta edição by Massawyrm

MensagemEnviado: 21 Fev 2009, 20:47
por Youkai X
Nibelung, acho que só a leather e a scale são femininas.