Então a maga apareceu, o golpe do elfo ladino foi bloqueado por um vulto que surgiu repentinamente. Em pouco tempo ele chegou até os atacantes e desferiu um ataque poderoso com sua espada, a paladina sofreu grande parte do golpe e caiu da escada. A maga soltou uma grande risada. Agora era a vez de vocês.Anoén: (a porta é onde?).
Mestre: (Uma porta de 3 metros que o morto vivo bloqueia)
Eurydic: Vejam! Vejam o que eu criei! Não haverá mais mortes em guerra, pois eu posso trazê-los de volta! Eu poderei trazer todos aqueles que esse maldito reino matou para que tenham vingança!
Anoén ainda está rindo da loucura de Eurydic.
Kraven: Bruxa maldita!!! Sempre soube que deveríamos tê-la matado na primeira oportunidade que tivemos!
Mestre: iniciativa
Eurydic: [1d20 = 11]
Anoén: [1d20+9 = 16]
Kraven: [1d20+2 = 11]
Gaellin: [1d20+2 = 8]
Eurydic: [1d20 = 2]
Anoén tenta passar pelo morto-vivo (acrobacia).
Anoén: Acrobacia [1d20+14 = 21]
Mestre: Não foi o suficiente
Anoén ataca o morto-vivo com Maihal.
Anoén: Maihal [1d20+11 = 29]
Mestre: Você o atinge
Anoén: [3d6+4 = 16]
Mestre: Você o atinge com a espada curta, que brilha com uma luz púrpura intensa ao atingir a criatura por baixo de sua armadura (a mesma armadura que ele utilizava em vida).
Kraven corre em investida contra o Morto-Vivo.
Kraven: Espada Larga + 1 [1d20+11 = 24]
Mestre: Você atinge a criatura
Kraven: [2d6+7 = 11]
Mestre: Sua espada crava na criatura, arrancando algumas de suas placas.
Eurydic: Não!!! Não vão matá-lo! Não vou permitir!
Mestre: Eurydic começa a falar algo ininteligível e sua voz fica grossa de repente
Mestre: Sua mão emana uma luz arroxeada que atinge a criatura
Mestre: [3d6 = 13]
Mestre: A luz parece curar os ferimentos provocados ao morto-vivo.
Gaellin da um passo para ter uma visão melhor e tenta atingir a criatura com um raio que sai de suas mãos (raio ardente).
Gaellin: [1d20+4 = 10]
Mestre: Você não atinge ninguém com o raio ardente que bate de encontro à parede
Mestre: O morto vivo solta uma espécie de gemido, seus olhos brilham e ele tenta atacar o elfo a sua frente.
Mestre: [1d20+10 = 15].
Mestre: [1d20+5 = 23].
Mestre: [2d6+4 = 14].
Mestre: A espada perfura a armadura de couro do elfo, atingindo-o (14 de dano).
Anoén: Pedaço de carne apodrecida maldita!
Anoén bota a mão sobre o ferimento, recuando em seguida e tentando disparar uma flecha contra Eurydic.
Anoén: Arco longo [1d20+8 = 26]
Mestre: Você a atinge
Anoén: [1d8 = 2]
Mestre: A flecha raspa em seu ombro, ela solta um gemido e lança um olhar de ódio para você.
Kraven ataca ativando o poder da espada.
Kraven: BlackSabbath!!!
Kraven: Espada larga dissonante + 1 [1d20+11 = 30]
Mestre: Ao dizer a palavra de comando, sua espada brilha e rapidamente começa a mudar, seu tamanho é expandido e ela começa a pulsar como se estivesse viva, algo como veias saem da arma e unem-se ao seu braço, como se ela fosse realmente uma extensão do mesmo.
Kraven: [4d6+5 = 19]
Kraven: [1d6 = 5]
Kraven: (5 contra mim).
Mestre: Ao atingir a criatura você sente sua própria energia partir de seu corpo e causar dano à criatura.
Mestre: Eurydic agora fita Anoén, falando novamente com uma grossa voz algo que não pode ser entendido e mirando um canto especifico da sala.
Mestre: Seu braço começa a arder e brilhar em chamas, ela dispara uma esfera que aumenta gradativamente de tamanho e inflama toda área.
Mestre: [5d6 = 20]
Mestre: (teste de reflexos Gaellin e Anoén)
Anoén: Reflexos [1d20+11 = 23]
Mestre: Anoén consegue desviar com maestria e nenhuma chama o atinge
Gaellin: Reflexos [1d20+3 = 4]
Mestre: (20 de dano)
Gaellin: [1d20 = 11]
Frost_O_Mestre: O fogo quase consome o mago
Gaellin, sentindo ódio pelos ferimentos sofridos, diz algumas palavras estranhas e solta uma esfera flamejante nos dois alvos inimigos (bola de fogo).
Gaellin: [5d6 = 15]
Gaellin: [CD 18 pra metade]
Mestre: Sua bola de fogo atinge os dois indivíduos, o morto-vivo quase não se move.
Mestre: A maga tenta, mas a bola de fogo deixa suas vestes em chamas.
Mestre: O morto-vivo em fúria tenta atacar a todos.
Mestre: [1d20+10 = 12]
Mestre: [1d20 = 3]
Mestre: Ele erra ambos os ataques em Kraven
Anoén: (eu vou atrasar minha rodada de iniciativa para depois da ação de Kraven)
Kraven: Espada larga dissonante +1 [1d20+11 = 12]
Mestre: Você erra a criatura com sua espada
Anoén recua mais uma vez e ataca Eurydic a distância.
Anoén: Arco longo [1d20+8 = 20]
Mestre: Você a acerta.
Anoén: [1d8 = 2].
Mestre: Outra flecha a fere de raspão, ela solta gemido e lança novamente a magia contra o morto-vivo.
Mestre: [3d6 = 13].
Gaellin tenta acabar com o encantamento posto na criatura morta. [dissipar magia nele]
Gaellin: (rolo “1d20 + nível” contra “11 + nível do feitiço” nele pra cada feitiço).
Gaellin: [1d20+5 = 17].
Mestre: As somas de feitiços da criatura parecem superiores a sua capacidade. Você quase consegue, mas ela ainda está lá.
Mestre: [1d20+10 = 24].
Mestre: [1d20 = 20].
Mestre: A criatura acerta ambos os ataques em Kraven.
Mestre: [2d6+4 = 7].
Mestre: [2d6+4 = 16].
Mestre: 23 de dano total.
Mestre: A criatura ataca com fúria através de sua espada, que sai arrancando pedaços seus e de sua armadura.
Anoén: (novamente atraso minha ação para depois de Kraven)
Kraven: Espada larga dissonante +1 [1d20+11 = 13]
Mestre: Errou.
Anoén: É hora de um último sacrifício!!!
Anoén move-se para perto do morto-vivo e ataca com Maihal defensivamente.
Anoén: Maihal [1d20+7 = 16].
Mestre: A espada não atravessa a proteção da criatura.
Mestre: Eurydic solta uma magia em Anoén.
Mestre: [3d4+3 = 10].
Mestre: Os mísseis desviam de tudo e acertam Anoén.
Eurydic: HAHAHA!!! Não permitirei que saiam com vida daqui!!!
Eurydic: Não depois de tudo que fizeram!
Gaellin conjura 3 mísseis de energia que voam em direção a maga.
Gaellin: [3d4+3 = 11]
Mestre: Os mísseis saem de sua mão, desviam de tudo e todos e acertam de maneira precisa a conjuradora que se desequilibra totalmente com o ataque.
Eurydic: Vocês...
Eurydic: Não entendem....
Eurydic: Eu... Nunca... Vou me acostumar... Com perdas.... Em batalhas...
Eurydic: Ansgar...
Mestre: A maga cai
Mestre: Sem poder para manter a criatura, o brilho nos olhos do morto somem, vocês vêem uma mancha negra desaparecer da criatura e ela cai no chão, apenas como um cadáver.
Kraven: Bruxa Louca! Ela deveria ter aprendido quando falei que perdas acontecem.
Eurydic: Eu apenas... Queria evitar...
Gaellin: Será que ela morreu? *corre para checar.
Mestre: A ultima respiração sai de seu corpo.
Mestre: Você chega até ela, o corpo está inerte.
Anoén bota a mão sobre a testa, sentindo-se zonzo. Ele caminha para perto do corpo de Eurydic, pegando a espada de Ansgar pelo caminho.
Mestre: Vocês notam que se tratava da mesma espada que ele sempre utilizava.
Anoén: Só pra ter certeza...
Anoén crava a espada de Ansgar no crânio de Eurydic.
Mestre: Sangue jorra em seu rosto.
Gaellin: NÃO! Nós poderíamos obter mais respostas!
Anoén: Você já sabe tudo que se tem pra saber, temos que caçar Rosencrantz e impedir Percival...
Gaellin puxa sua varinha e usa Detectar Magias pra ver se ainda tem alguma “armadilha” da maga.
Mestre: Não há mais sinais mágicos presentes, a não ser o que vem do livro roubado.
Gaellin pega o livro.
Mestre: Vocês escutam passos.
Anoén move-se para trás da porta furtivamente, escondendo-se de quem entra na sala.
Mestre: Vocês vêem Pliskin.
Pliskin: Senti quando tudo acabou.
Pliskin: Arrependo-me de ter pensado que ela tinha boas intenções.
Pliskin: Seu amigo estrangeiro está cuidando da clériga, que está inconsciente.
Pliskin ainda mancava.
Anoén olha com desgosto para Pliskin.
Anoén: Eu vou chamar os lordes...
Gaellin usa uma carga de seu cinto em cada companheiro (2d8 PV por carga).
Anoén: [2d8 = 11]
Gaellin: [2d8 = 9]
Pliskin: Eu não vejo o que fazer a não ser esperar pela minha punição aqui...
Anoén enquanto sai do local, passa pela sala em que achara a chave da porta. Ele pega o pergaminho em cima da mesa, sem lê-lo, e o guarda cuidadosamente.
Mestre: Você o guarda.
Gaellin: Não tente fazer nada. *para Pliskin
Pliskin: Não tentarei...
Mestre: Anoén, você encontra soldados, que escoltavam Louis próximos ao castelo.
Anoén: Louis, venha, temos um problema.
Louis: O que houve?
Anoén: Você verá...
Louis te segue.
Mestre: Vocês chegam até o local
Mestre: Ele nota os corpos e vê Kwalu tomando conta dos ferimentos da paladina.
Louis: Pelos deuses... O que diabos houve aqui?
Anoén: Vamos subir.
Anoén abre as portas para que Louis possa ver os corpos de Ansgar e Eurydic.
Louis: Este.... Eu conheço essas pessoas...
Louis: A maga de Ferron e esse homem.... Eu lembro dele ao lado de vocês, ele não havia sido capturado e morrido em Avende?
Gaellin: Voltaram. E aí, o que faremos com esse aqui?
Anoén está calado, ele não parece estar com disposição para falar e só assiste ao espanto de Louis calmamente encostado em uma as paredes.
Louis: Amarrem-no, ele terá direito a seu contraditório em audiência.
Louis: Alguém pode me dizer o que houve aqui?
Gaellin: Uma batalha. Não vê? *falo sarcasticamente
Louis: Sim, Gaellin... Eu vejo...
Louis: Agora... Vou pedir para que os soldados chamem os peritos antes de removerem os corpos...
Anoén: Rufus está em Ferron ?
Louis: Não no momento, chegará em três dias, por que a pergunta?
Anoén: Eu gostaria de perguntar para ele se já sabe que Rosencrantz escapou...
Anoén: A pergunta também serve pra você.
Louis: Droga... Não fui informado disso e creio que ele também não.
Anoén: Bem, eu avisei sobre Eurydic... Ela o soltou...
Louis: Bom, de todo modo, arrumem-se, vão ter que ficar alguns dias aqui até que tudo se resolva.
Anoén: Não podemos ficar, temos que voltar até os domínios do druida.
Anoén: Gaellin precisa ser curado.
Louis: Mas alguém deve ficar para nos dizer tudo o que houve.
Anoén: Hum...
Mestre: Kwalu aparece, ao lado da paladina ferida.
Kwalu: Podem ir... Eu ficarei
Gaellin: Ótimo.
Kraven: Kwalu, está realmente nos deixando?
Kwalu: Essa luta não é de nenhum de nós, o que eu vi hoje apenas me mostrou que não há sentido nisso.
Gaellin: Eu concordo. Quanto antes acabarmos com isso, melhor.
Kwalu: Vou procurar Heiral e partir para onde os outros de minha tribo estão, inclusive minha esposa.
Kwalu: Mas primeiro os honrarei e ficarei aqui para explicar o ocorrido.
Gaellin se volta para Kwalu.
Gaellin: Foi um prazer lutar ao seu lado. *estende a mão
Kwalu aperta sua mão.
Kwalu: Jamais esquecerei de nenhum de vocês, até mesmo de você Anoén.
Kwalu: Também não me esquecerei dos que partiram... *olha para Eurydic e Ansgar
Kraven cumprimenta Kwalu.
Kwalu cumprimenta todos vocês.
Kwalu: Ah, mais uma coisa...
Kwalu: Entreguem isso ao druida. *mostra o arco curto
Kwalu: Ele disse que todos que utilizaram esses equipamentos morreram, esse evento ainda não me abateu, espero que não aconteça com vocês também.
Gaellin: Mais cedo ou mais tarde isso acontecerá. Não se preocupe.
Anoén: Hum... Entregarei a ele... *pega o arco
Kwalu: Bom, partam o quanto antes.
Kwalu: Que o Grande Senhor Juba-de-Leão proteja vocês.
Anoén: Adeus... Um idealista nunca serviria nesse confronto de qualquer forma...
Louis: Um de vocês é o suficiente.
Louis: Podem retornar ao druida.
Anoén fala com Gaellin e Kraven.
Anoén: Se quiserem voltar hoje não tenho objeções...
Kraven: Onde precisarem de minha espada estarei lá.
Anoén: Vamos partir agora, até.
Kraven: Vamos.
Gaellin: Adeus.
Lucrecia: Esperem...
Lucrecia parece relutante em dizer.
Kraven: Diga, mulher.
Lucrecia: Desculpem-me...
Lucrecia: Vejo que meu marido estava certo todo o tempo a respeito de vocês, eu que havia me enganado.
Lucrecia: Vejo agora que vocês não poderiam ter causado a morte dele.
Gaellin: Onde você estava quando a batalha aconteceu?
Lucrecia: Fui ferida e seu amigo meu ajudou.
Anoén: Não se engane, você estava completamente certa sobre mim, mas eu luto do lado que escolher enquanto me for conveniente. No momento, esse lado é o seu.
Lucrecia: Então espero que não mude...
Lucrecia: Agora vão.
Gaellin: Vamos. Como disse antes, eu quero terminar com isso logo.
______________________________________________________________________
Kraven: Gostei do que fez com ela, Anoén. Antecipou-me. *ri
Gaellin: Vocês notaram o que a maga disse antes de morrer?
Gaellin: Ela disse “eu gostaria apenas de evitar” e morreu, algo assim.
Gaellin: Vocês têm idéia do que foi isso?
Anoén: Hum...
Anoén: Possivelmente a morte de Ansgar... O maldito clérigo era tudo para ela.
Kraven: Acho que você não chegou a conhecer o Ansgar, não?
Gaellin: Não.
Kraven: Ansgar era quase um amante dela, só que eles não chegaram a fazer nada. *ri
Anoén: Você pensa, eu não tenho certeza...
Kraven: Pode ser... Talvez ele tenha sido o primeiro dela...
Gaellin: Talvez seja só coisa da minha cabeça. Já vi coisa demais nesses últimos dias.
Mestre: Vocês vêem a colina do druida
Mestre: Podem escolher entrar a qualquer momento. Como o druida mesmo disse: nada vai impedi-los.
Anoén: Vamos, ele deve estar esperando...
Mestre: Vocês entram.
Mestre: Ele se vira para vocês.
Laucian: Antes do que eu imaginava...
Gaellin: Falamos que seria rápido.
Laucian: Vejo que está faltando um de vocês, o que houve? Partiram em quatro. Apenas três retornam.
Gaellin: Decidiu ficar. Acho que voltará para sua tribo.
Anoén: Kwalu vai voltar para seu povo.
Kraven: Decidiu ficar com a esposa.
Laucian: E quanto ao seu equipamento, é perigoso permanecer com ele sem sua utilização.
Anoén: Eu poderia usá-lo... *ri
Laucian: Poderia, mas isso poderia trazer a morte mais rapidamente.
Kraven: Percebi que o meu sugou minha vida quando o ativei
Laucian: Agora entende o que eu disse com o ultimo usuário dessa arma morreu de tanto utiliza-la.
Gaellin: Eu ainda não tive tempo de usar a minha.
Laucian: Apenas tenha cuidado.
Laucian: Anoén, pode colocar a arma de Kwalu junto aos outros livros.
Anoén faz como Laucian pede.
Laucian: O importante eu vou perguntar agora... O livro estava com ela?
Gaellin: Sim, aqui está.
Laucian: É imperativo que isso jamais caia em mãos não ajuizadas.
Laucian: Não quero detalhes do que ela fez ou pretendia fazer com isso.
Gaellin: Eu não tive tempo nem de dar uma olhadinha.
Laucian: E não terá.
Laucian: Ao menos não agora.
Gaellin: Agora vamos ao mais importante, pelo menos para mim. A poção?
Laucian: Ficará pronta pela manhã, podem descansar aqui.
Laucian: Bom... Como estarão aqui.
Laucian: Gaellin, vou permitir que leia o livro.
Laucian: Com meu auxilio você poderá tirar algo dele.
Gaellin está feliz e curioso.
Gaellin: Sério?
Mestre: (Em termos de jogo, você adicionará às suas magias de grimório uma magia de necromancia que tem capacidade de conjurar).
Laucian: Sério, considere-se privilegiado.
Laucian volta a mexer na poção.
Kraven: Veja se não fica louco que nem ela, Gaellin.
Gaellin: Claro que não. Acho que o livro foi só uma desculpa. Aquela mulher sempre deve ter sido louca.
Anoén: Louca por Ansgar...
Kraven: E você é louco, Gaellin?
Gaellin: Você acha? *ri
Kraven: Bem, você jogou uma bola de fogo no meio de nós. Se não for louco é bastante ousado. *ri
Anoén: Nós somos todos loucos, alguns mais do que outros...
Gaellin: Eu tenho todos os meus movimentos friamente calculados.
Gaellin: A bola de fogo não o acertou, certo?
Kraven: Essa frase pode dar certo no futuro. *ri
Mestre: Com o tempo vocês descansam.
Mestre: Pela manhã vocês são acordados por Laucian.
Laucian: Acordem!
Laucian: Preparei algo para comerem! Apressem-se pois a poção está pronta.
Kraven coça os olhos e boceja.
Gaellin: Muito bom.
Kraven: Obrigado pela comida, Laucian.
Mestre: Vocês comem e logo são chamados por Laucian
Laucian: Gaellin, preciso que se sente nessa pedra.
Gaellin: Claro. *senta-se
Laucian: Não precisam agradecer, essa floresta pode me fornecer qualquer coisa.
Laucian: Agora... Eu preciso ter certeza que eles estão tentando observar você.
Laucian: Preciso fazer algo que vai chamar a atenção deles, algo que desperte o interesse.
Laucian: Pelo que eu estou notando, há algum tempo eles não fazem uma ligação forte, desde que eles o deixaram inconsciente.
Anoén: Idéias?
Gaellin: Será que a ligação enfraqueceu?
Laucian: Exato, precisamos de algo que a fortaleça, algo que chame a atenção deles.
Laucian: Creio que...
Laucian: Uma tentativa de destruição o objeto catalisador dessa espionagem seria o suficiente.
Mestre: Laucian crava uma adaga em seu estômago, bem fraco, sem nenhuma real tentativa de provocar algo letal (2 de dano).
Laucian: Gaellin é o catalisador. Isso vai chamar a atenção deles com certeza.
Laucian: Agora beba...
Laucian entrega a poção.
Gaellin pega e bebe.
Mestre: Você sente um gosto horrível.
Mestre: Sua visão escurece totalmente.
Mestre: Você sente sua cabeça muito leve.
Mestre: Logo se sente como se estivesse flutuando e não tivesse qualquer corpo material.
Mestre: Você começa a escutar vozes e a ver manchas coloridas.
Mestre: Essas manchas vão tomando forma e os sons vão fazendo sentido.
Mestre: Você vê um grande salão com muitas poltronas.
Mestre: Há uma mesa no centro, parece haver um objeto nela.
Mestre: Uma espécie de espelho.
Mestre: Há duas criaturas o observando, mas elas parecem estar confusas
Criatura desconhecida: O que está acontecendo?
Criatura desconhecida: Não sei, parece que fomos bloqueados.
Criatura desconhecida: Eles devem ter se aproveitado do sinal fraco.
Criatura desconhecida: Espere, parece que há algo a mais aqui!
Mestre: Você nota.
Mestre: As criaturas são elfos.
Mestre: Mas não elfos comuns.
Mestre: São elfos de pele escura.
Mestre: E faces agressivas..
Mestre: Cabelos brancos e frios.
Mestre: Olhos vermelhos.
Drow: Parece uma contra-mágica, devemos desativar o controle imediatamente!
Drow: Mas isso cortaria toda nossa ligação para sempre!
Drow: Não temos escolha...
Drow: Malditos sejam...
Mestre: Você nota o sinal ir ficando mais fraco, mas antes disso alguém bate a porta do salão, os elfos negros se entreolham e levantam. Com um movimento, eles parecem elfos normais, como Anoén.
Mestre: Eles atendem a porta e um outro elfo conversa com eles como se não soubesse de suas identidades.
Mestre: O sinal finalmente se dissipa e você vê Laucian, Kraven e Anoén em sua frente.
Kraven: Então?
Anoén: Diga-nos o que viu.
Laucian: Como se sente? O que ocorreu?
Gaellin: Eu vi quem estava fazendo o feitiço. E eram... Drows.
Gaellin: Se disfarçando de elfos normais.
Laucian: Disfarçando-se?
Gaellin: Sim, usando alguma magia para se passar por elfos como nós.
Laucian: Hum... *pensando
Laucian: Alguma idéia a partir desses fatos?
Anoén: Percival, drows e elfos... Não poderia ficar mais difícil de se achar uma relação coerente.
Gaellin: Eles usaram um disfarce quando foram falar com um elfo normal, talvez estejam infiltrados.
Anoén: Mesmo assim, drows estão infiltrados em quase todos os reinos élficos. São como uma praga.
Kraven: Drows? Qual seria o interesse deles nessa batalha?
Laucian: Anoén, talvez os drows sejam o elo para uma relação coerente.
Laucian: Precisamente Gaellin.
Laucian: Talvez... Seja possível que desde que Percival sobreviveu e recebeu sua nova “personalidade”, ele tentou se vingar do reino e da Aliança.
Laucian: Por isso que se “aliou” aos elfos. Entretanto, não eram elfos, ele provavelmente foi encontrado pelos drows, que souberam dos fatos e viram nisso uma oportunidade para jogar a nação élfica contra a aliança para criarem o caos entre as duas.
Laucian: Talvez esses drows tenham sempre se mantido infiltrados, mas só agora encontraram a junção perfeita de eventos para poderem ascender. E utilizaram Gaellin como um meio de saber como está o andamento desses acontecimentos.
Kraven: Como eles poderiam ter entrado em contato com você, Gaellin?
Gaellin: Foi numa das minha aventuras antes de encontrá-los. Eles se infiltraram em um grupo que encontrei pelo caminho e colocaram algo na minha comida.
Laucian: Eles provavelmente utilizaram alguém de Ferron.
Laucian: Nesse caso, alguém em Ferron sabe disso.
Laucian: A pergunta seria, quem?
Gaellin: Não sei. Mas temos que manter isso em segredo. É uma grande vantagem para o nosso lado.
Anoén: Eles já devem suspeitar que sabemos, mas concordo em não falar com ninguém em Ferron.
Laucian: De todo modo, não creio que os homens de Ferron ou qualquer outro reino da Aliança acreditaria nessa história. O conflito contra os Maurers já é antigo, assim como a disputa por terra contra os elfos. Adicionar Drows a isso tudo é algo impensável. Até mesmo eu jamais cogitaria algo do tipo.
Laucian: Mas se não contarem, eles continuarão pensando que isso é obra dos elfos, pois, como vocês disseram, alguns presenciaram o que Percival disse quando se encontraram.
Gaellin: Acho que teríamos que arrumar uma maneira de desmascara-los. Antes mesmo de contar.
Laucian: Entendo...
Gaellin: As pessoas não teriam o que questionar contra fatos comprovados.
Laucian: Ao menos está curado Gaellin, o que farão agora?
Gaellin: Eu me interessei por essa história toda. Quero me vingar e limpar o nome de minha raça.
Anoén: Sinceramente? Eu não tenho idéia...
Laucian: Eu aconselharia a seguirem o rasto de Rosencrantz, alguém em Ferron deve ter visto por onde ele havia fugido. A maga o libertou, ela também deve saber.
Gaellin: E vocês? Não gostariam de encontrar Rosencrantz mais uma vez?
Anoén: Rosencrantz... Tenho alguns negócios inacabados a tratar com ele. Persegui-lo seria interessante.
Gaellin:E o melhor. Sem ninguém saber dessa história poderíamos trabalhar do nosso jeito, sem interferências.
Laucian: Compreendo, eu estou realmente curioso a respeito de tudo isso, mas não poderei ir junto com vocês. Minha presença traria certa desconfiança, seja em terras humanas ou élficas. Além disso, caso eu esteja com vocês, eles podem suspeitar de algo.
Kraven: Gostei, enfim trabalharemos por conta própria.
Mestre: Bom, podem ficar aqui o tempo que precisarem, essas terras serão seguras para vocês, podem voltar também para repor suas energias.
Laucian: Serão sempre meus convidados.
Anoén: Ferron é o lugar para se começar...
Anoén: Vamos partir para Black Hawk.
Gaellin: Claro. Temos que buscar todas as informações sobre a fuga dele.
Laucian: A maga poderá dizer, creio.
Anoén: A maga morreu...
Gaellin: Ela já está comendo capim pela raiz a essa hora.
Laucian: Oh...
Laucian: Bom... Ela não teria conseguido libertar o prisioneiro sozinha.
Anoén: Pliskin, falaremos com ele...
Gaellin: Sim. Vamos nos encontrar com Pliskin.
Laucian: Muito bem, desejo boa viagem.
Mestre: Vocês partem
Mestre: Em pouco tempo chegam a Black Hawk.
Fim da sessão!
Anoén: KYU
Gaellin: Remy LeBeau
Kraven: Moon Knight
Mestre: Frost