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LOGs

MensagemEnviado: 15 Ago 2008, 22:36
por KYU
Aqui ficarão os LOGs da campanha. Para quem não sabe, o LOG é o arquivo de texto (ou outro formato) que tem o registro de nossas falas e ações durante as sessões.

Download em "pacotes":


Download das últimas cinco sessões:



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A baixo seguem os LOGs no formato do fórum (a partir da vigésima sexta sessão):

LOGs

MensagemEnviado: 15 Ago 2008, 22:37
por KYU
LOG 26 (Vigésima sexta sessão)
A carta de Eurydic foi aberta, a informação contida na mesma era de certa forma perturbadora. Gaellin foi levado ao druida, este tenta resolver seu problema, mas também havia dito que a maga o havia procurado antes.

Mestre: Vocês preparam-se para partir, esperando o druida Laucian...
Mestre: Durante a espera, vocês notam Gaellin, ele parece recobrar a consciência.

Laucian: Bem-vindo meu caro.
Gaellin abre os olhos e tenta recobrar a consciência.
Laucian: Está bem? Consegue se levantar?
Gaellin tenta se levantar.
Gaellin: Acho que sim.
Mestre: Laucian trás um velho baú para perto de vocês
Laucian: Antes de entregar-lhes, gostaria de saber de você Gaellin, se vai acompanhar os demais.
Gaellin: Para onde eles vão? Ainda estou meio confuso.
Gaellin passa a mão na cabeça tentando recobrar total sentido
Laucian entrega a carta de Eurydic para Gaellin
Laucian: Seus amigos conhecem a maga mais do que eu, eles podem fornecer mais detalhes.
Anoén: Eurydic aparentemente nos traiu, ela roubou algo de Laucian e pretende entregar para Percival.
Gaellin: Sim, bem que eu achei aquela maga muito estranha enquanto estávamos em sua casa.
Gaellin começa a se lembrar.
Laucian: Como ia dizendo... A maga poderá retirar coisas realmente poderosas do que ela me subtraiu, creio que poderei ceder a vocês, ao menos por agora, algo que possa ajudar.
Laucian: Ainda demorarei um pouco até preparar tudo para retirar o encantamento de Gaellin, então, para ele ficar aqui não seria boa coisa caso pudesse ajudar lá.
Gaellin: Quanto tempo até ficar pronto? Daria tempo de ir e voltar?
Laucian: Bom.... Esse é o ponto em que quero chegar.
Laucian: Encantamentos como esses são complexos, entretanto, conseguir os ingredientes é mais complexo do que preparar a reversão em si.
Laucian: Tenho o suficiente para preparar uma única reversão, que ficará pronta em dois dias no máximo.
Laucian: Entretanto, deverá ser consumida em menos de três dias após pronta, ou seu efeito se dissipará.
Anoén: Faremos o trabalho rápido, cinco dias é o suficiente.
Gaellin: Então eu vou. Dentro de quatro dias no máximo estarei de volta.
Laucian: Estou contando com vocês.
Laucian pega uma chave para abrir o baú.
Laucian: Como sabem, os analisei antes de subirem aqui.
Laucian: Enviei desafios, sei o que sabem fazer melhor.
Laucian: Esses objetos que vocês terão agora são poderosos com toda certeza.
Laucian: Sem duvida qualquer reino da Aliança tentaria obtê-los para si.
Laucian: Mas esses objetos pertencem aos mortos e vos digo antes de cedê-los...
Laucian: ...Todas as pessoas que já utilizaram esses artefatos morreram, de uma maneira ou outra, eles sempre retornam a mim.
Anoén: Eu vou morrer, mas terá de esperar 400 anos para rever qualquer coisa que me der.
Laucian: Hehehehehe! Entendo....
Laucian abre o baú e começa a retirar os equipamentos.
Gaellin olha curioso para o que provavelmente o druida estaria tirando do baú.
Mestre: O primeiro objeto trata-se de uma espada, uma grande espada de lâmina reluzente com um leve tom em vermelho, o cabo é de um metal escuro e os ornamentos lembram criaturas abissais.
Laucian: Essa arma pertenceu a um homem poderoso, muitos dizem que ela o consumiu, a beleza que demonstra agora não exibe seu poder. Para que ela seja ativada, deve ser proferida uma palavra, dita pelo usuário da arma. Ela aguarda um novo usuário, pois há anos que seu anterior passou.
Laucian retira o segundo item.
Mestre: É um arco curto, parece ser feito de uma madeira verde bem escura. O próprio arco parece ser um vegetal vivo, sua linha é dourada, leve, porém resistente.
Laucian: Para o verdadeiro atirador, essa arma é uma forte aliada, sua precisão é de tal maneira incrível que faz com que seus disparos sejam certeiros mesmo que o alvo esteja engajado em combate, caso o usuário ainda decida esperar para focar no alvo, seu efeito é ainda mais impressionante.
Mestre: O terceiro item é uma espécie de cajado, bastão, possui um metro de comprimento, parece ser feito de pedra, possui inúmeras runas e desenhos que parecem contar eventos passados. Em sua ponta há um símbolo muito bem esculpido.
Laucian: Esse objeto foi criado por conjuradores anões em escavações muito antigas. Dizem que as escavações foram tão profundas, que o próprio caos foi encontrado, e o artefato absorveu parte dessa força e por isso é capaz de gerar diversos efeitos, mas ele é instável, o símbolo do perigo e da dúvida foram esculpidos em sua ponta após tempos de uso. Entretanto, por ser o mais antigo dos equipamentos e o que por mais tempo não foi usado, muito de sua força se perdeu, mas ela poderá ser re-adquirida caso tenha um forte portador.
Gaellin: Falou de mim.
Mestre: O último equipamento é uma espada curta, sua lâmina negra emana uma fraca luz púrpura. Há um crânio em seu cabo, junto com pequenas pedras aparentemente preciosas, também púrpuras.
Laucian: Esse equipamento eu mesmo presenciei o poder. Possuindo uma aparência perturbadora, foi criada como uma armadilha. Ela deveria ser dada a um antigo e poderoso morto-vivo, entretanto, essa arma possui um efeito especial contra mortos-vivos, destruindo-os com mais facilidade.
Laucian: Estão livres para decidirem o que caberá a quem. Espero que tenham realmente utilidade e que não os corrompam, como fez com vários de seus antigos usuários.
Anoén pega a espada curta.
Anoén: Isso deve me servir bem, se ninguém tiver objeções.
Gaellin: Claro que não... Creio que cada um já tem um item em mente e nenhum deles se repete.
Kraven pega a grande espada.
Kraven: Qual a palavra de ativação, Laucian?
Laucian: Você pegou a espada, ela a você pertence, você deverá proferir sua própria palavra (trata-se de uma espada larga +1 dissonante)
Gaellin pega o cajado e começa a analisar suas inscrições.
Mestre: O cajado mostra runas antigas, feitas por anões, pelo que você entende em seu conhecimento. As inscrições revelam escavações, a fabricação do artefato e seu uso, mas detalhes estão além de seu conhecimento (trata-se de um bastão das maravilhas, ao apontar para o alvo, um efeito ocorrerá, é impossível saber esse efeito antes dele ocorrer, esse bastão possui um limite de usos por dia igual a cinco).
Anoén testa a espada, balançando-a pelo ar.
Mestre: A espada é uma caçadora de mortos-vivos (espada curta +1 anti-criatura [mortos-vivos]).
Mestre: O arco é um arco curto +1, possui os seguintes efeitos: atinge alvos engajados em combate como se o usuário tivesse o talento tiro preciso (ignora penalidades dos aliados lutando), alem disso, se o usuário gastar uma rodada, na próxima em que usar o arco, caso acerte o alvo, o ataque será considerado um crítico automático (além disso, o arco é reforçado +2).

Anoén: Já tomamos nossas decisões
Anoén: Devemos partir
Laucian: Estão todos já familiarizados com seus equipamentos? Alguma dúvida sobre sua utilização ou história?
Gaellin: Eu teria muitas dúvidas sim. Poderia passar o dia perguntando sobre o item, mas tempo é uma coisa que eu não tenho agora. Deixa para uma próxima.
Anoén: Essa espada me será de grande utilidade.
Laucian: Qualquer pergunta responderei quando voltarem, essas armas guardam muitos segredos e histórias.
Anoén: Eu devo adicionar mais uma história à minha...
Laucian: Bom... Partam o quanto antes, a reversão já está sendo preparada.
Laucian: Como eu disse, abrirei o caminho de minha floresta, nada atormentará vocês até que estejam fora dela.
Mestre: Laucian volta a seus afazeres, vocês notam que a própria descida dessa colina parece mais simples agora.
Anoén: Essa espada deverá se chamar Maihal daqui em diante. Até Laucian, nos veremos em breve.
Laucian: Assim espero!
Gaellin: Até logo. Em poucos dias estarei de volta.
Anoén aproxima-se de Laucian e fala em seus ouvidos antes de partir.
Anoén: A maga e o guerreiro, devem ser assassinados?
Laucian: Quem sou eu para julgar a vida ou a morte de alguém?
Laucian também fala baixo.
Anoén: Eles roubaram de você, você decide.
Laucian: Não serei eu com a lâmina em suas gargantas. Não, meu jovem, não serei eu quem irá decidir.
Anoén: Entendo, então.
Anoén: Vamos!
Kraven: Vamos embora, então.
Mestre: Vocês partem. Nada os perturba.
Mestre: Anoitece, mas Laucian havia dito que estavam protegidos. Vocês chegam pela manhã nos arredores da cidade. Black Hawk está a poucos passos, a entrada principal pode ser vista com clareza, o que fazem?
Anoén: Nós devemos chegar até Eurydic e Pliskin antes de qualquer coisa.
Anoén: Talvez pegando Pliskin primeiro ele nos revele alguma informação.
Gaellin: E quando chegarmos, o que iremos fazer?
Anoén: Devemos prendê-los e interroga-los na mesma hora. Eurydic pode ainda possuir o livro.
Gaellin: E você acha que a gente deve contar o que descobrimos pra alguém?
Anoén: Ainda não, essa cidade é cheia de traições, ninguém é confiável suficiente.
Mestre: Vocês falam enquanto caminham, ao chegar à entrada do local o guarda de sempre os avista, mas dessa vez indaga:
Guarda: Alto, de onde retornam?
Anoén: Estávamos revistando as terras dos arredores.
Anoén: Os líderes reclamaram de algumas criaturas perturbando os aldeões.
Voz feminina: Não creio...
Mestre: Vocês são cercados pelos soldados que guardavam a cidade e por outros que pareciam melhores equipados (são 12, ao todo).
Mestre: Uma mulher aparece, uma guerreira, aparentemente bem equipada, com um símbolo até familiar em seus equipamentos brilhantes.
Anoén: O que é isso?!
Lucrecia: Meu nome é Lucrecia Wealds e todos vocês estão presos.
Anoén: Pode me informar o por quê?
Lucrecia: São acusados de traição pela Lady Eurydic.
Lucrecia: Ficarão sob minha custódia até que os lordes se manifestem a respeito.
Anoén: Lady? E desde quando aquela mulher é de alguma importância?
Kraven: Mas que traição?
Anoén começa a exibir os comuns sinais de sua insanidade.
Lucrecia: Assim como vocês, ela já prestou serviços importantes ao reino, embora ela seja realmente confiável, ao contrário de vocês...
Lucrecia: Ela nos informou que vocês subtraíram material confidencial de Ferron.
Anoén: Eu sei que não sou confiável... Chegue mais perto e verá do que falo.
Anoén sorri sarcasticamente
Lucrecia: Até que sejam produzidas provas, estarão presos.
Anoén: Desculpe, não freqüento cadeias.
Gaellin: Você fala, até que sejam forjadas provas né?
Lucrecia: Humph! Rudes! Não posso esperar menos dos responsáveis pela morte de meu marido!
Anoén: E quem era este?
Anoén: Clareie-me a memória, são muitos...
Lucrecia: Ora... Meu marido estava cego de ódio pelo que havia acontecido com suas tropas, por isso confiou a missão a vocês, ele jamais deveria ter ido junto, vocês causaram a morte de Gregorius Wealds.
Anoén: Você está falando do paladino?
Anoén emite uma gargalhada profunda.
Lucrecia: Somos paladinos de Tyr, servimos a ordem de Tyr mantida pela Aliança.
Lucrecia: Do que está rindo elfo imundo?
Anoén: Deixe-me contar o que acho que aconteceu com seu marido
Anoén: Pela última vez que o vi, ele já não carregava o sorriso de sua gente.
Anoén: Ele se sentia culpado, deprimido e isolado em sua própria cabeça, por ter matado, um a um, todos seus companheiros.
Lucrecia: Do que está falando? Ele jamais teria feito tal atrocidade!
Anoén: Infelizmente você não sofreu os maravilhosos efeitos da torre de Demuth.
Anoén: Um brilho que lhe fecha a mente e hipnotiza os olhos.
Anoén: É verdade que seus amigos não pareciam mais do que demônios distorcidos, mas ainda sim ele os matou um por um!
Lucrecia: Do que está falando? Os companheiros de meu marido foram mortos por demônios! E tenho certeza que Gregorius além de tê-los eliminados deu um fim no maldito que conjurou tais criaturas!
Anoén: Eu não duvido que ele tenha feito, pois deve ter matado as inocentes crianças que conjuravam a poderosa ilusão!
Anoén emite outra gargalhada sonora.
Lucrecia perde o controle e se aproxima de Anoén, desferindo um tapa em sua face direita.
Anoén: Infeliz, você realmente não sabe nada do que fala. Comandada por estes cães imundos que te cercam!
Gaellin observa a conversa sem entender muito bem o que estava acontecendo e quem era aquela mulher.
Lucrecia: Você não está em condições de falar por aqui! Pare com suas mentiras, criatura élfica de língua bifurcada!
Anoén retira a espada pressiona contra o pescoço da mulher num ato relâmpago.
Mestre: (faça um teste resistido de BBA)
Mestre: [1d20+9 = 19]
Anoén: [1d20+13 = 20]
Mestre: Quando ela estava colocando a mão sobre a arma ao ver seu movimento, você o termina e a deixa imobilizada, com a faca ameaçadoramente sobre sua garganta.
Anoén: Cuidado com o que faz.
Mestre: Os soldados hesitam em avançar...
Anoén: Peça para seus homens largarem as armas, ou morra agora.
Anoén: Você tem, três segundos.
Anoén: E faça o mesmo.
Lucrecia: Grr... Larguem as armas...
Lucrecia faz o mesmo.
Gaellin, vendo o que está prestes a acontecer, fica pronto para soltar qualquer magia caso precise.
Anoén: O que fazemos agora, senhora? Você decide.
Lucrecia: O que querem de mim? O que querem de todos nós??
Anoén: Nós só queremos saber por que recebem ordens de uma traidora.
Lucrecia: Já não bastam suas mentiras! Não vejo o que lorde Mikhail viu em todos vocês para encarregá-los de assuntos da Aliança!
Anoén: O documento que roubamos provava que Eurydic quem traíra o reino.
Anoén: Era uma carta para o próprio Percival, o líder dos Maurers, sua rata ignorante.
Anoén: Ela roubou um livro do homem que fomos visitar e pretende da-lo a Percival, você ainda duvida de nós?
Anoén: Kraven, vigie os homens, não queremos nenhum deles correndo ou gritando.
Mestre: Os homens os acompanham devagar, hesitantes, prezando pela vida da paladina.
Lucrecia: Do que fala, quem diabos é Percival?
Anoén: O homem que pretende destruir esse reino decrépito. O líder do grupo que matou seu marido.
Lucrecia: O homem que o faria era Demuth, mas esse já foi detido! Está tudo nos relatórios!
Anoén: Demuth era um peão, Percival é o rei do tabuleiro. Aparentemente, andam escondendo peças da senhora.
Anoén: Eu te pergunto uma última vez, ainda quer nos prender?
Lucrecia: Grr.... Ainda quero prender vocês todos, apenas pelo que disseram a respeito de Gregorius, mas vejo que, de uma maneira ou de outra, há algo de estranho aqui. Vamos até o salão dos lordes e lá comprovaremos tudo!
Anoén: Eu vou soltar seu pescoço agora, mas lembre-se, não é difícil para mim mira-lo novamente.
Anoén: Mais uma coisa, devemos visitar Eurydic e prende-la antes de ir até seu salão.
Anoén: Esta é minha condição, faça seu juramento.
Gaellin: “Droga. E eu pensando que ia estrear meu brinquedinho”.
Lucrecia: Grr.... Que seja elfo, vamos até a maga.
Anoén solta Lucrecia.
Anoén: Homens, vocês podem pegar as armas.
Mestre: Vocês chegam até o salão, os portões de madeira não parecem estar fechados.
Anoén: (eu vou entrar furtivamente por algum canto, não vou ir com os outros).
Gaellin: “Até que enfim ação, não agüentava mais essa chatice de quererem me prender”.
Anoén fala para Gaellin:
Anoén: Cuide de tudo, estarei vigiando de longe.
Gaellin: Sem problemas, pode ir.
Gaellin: Mas antes, toma uma ajudinha.
Gaellin sussurra algumas palavras em uma língua estranha e logo depois fala para Anoén:
Gaellin: Isso vai te manter escondido. [Invisibilidade]
Anoén: Obrigado.
Anoén entra em modo furtivo.
Mestre: Você entra.... Está tudo escuro. As tochas acesas presas à parede estão lá, mas apagadas.
Gaellin: Cerquem tudo, Anoén vai entrar escondido, não deixem que ninguém fuja deste lugar.
Lucrecia: Homens, não deixem que nada saia ou entre, vigiem os arredores do local.
Gaellin: E fiquem de ouvidos e olhos atentos. (observar e ouvir ativos)
Anoén: (acender uma tocha e joga-la em algum lugar, logo em seguida se movendo, seria possível?).
Mestre: Você se lembra da casa de Eurydic. Ao jogar a tocha no chão, você nota algumas tochas que podem ser acesas nas paredes, mas isso não é o que lhe chama a atenção, mas sim os corpos. Há alguns corpos no chão, você consegue ver três.
Anoén: (consigo reconhecê-los?).
Mestre: (não, parecem ter morrido bem antes de você ter estado ali pela última vez).
Anoén acende as tochas da sala, tomando cuidado para largá-la caso escute ou veja algo.
Mestre: Você escuta o tintilar de espadas no andar de cima
Anoén: (tem luz lá em cima?).
Mestre: (parece haver luz lá em cima).
Anoén: Furtividade [1d20+14 = 33]
Mestre: Você encontra uma criatura como aquela que enfrentaram quando encontraram Percival, Noctem. Ela parecia se dissipar, como se tivesse sido morta. Ninguém te escuta, a criatura estava desaparecendo aos poucos e, ao seu lado, Pliskin estava caído, vivo, mas bem ferido, empunhando uma espada. Uma de suas pernas parecia estar quebrada, ele se arrastava, mas pouco conseguia fazer.
Anoén continua subindo.
Mestre: Há uma porta dupla, trancada. Bem reforçada, você lembra que é a que leva aos aposentos principais de Eurydic.
Anoén tenta abrir a porta com seus equipamentos.
Mestre: Parece estar selada com magia.
Mestre: Plinskin luta para tentar ficar de pé, mas com pouco sucesso...
Mestre: Ele não parece ter notado você.

Anoén sussurra para Pliskin.
Anoén: Não pergunte quem fala, não grite, não faça nada, apenas me diga como abrir a porta ou te mato.
Pliskin: Urh???
Pliskin: Grr.... É preciso de uma chave....
Anoén: Onde?
Pliskin: No laboratório...
Anoén: Se estiver mentindo, ainda te matarei. Não se mecha.
Anoén vai pro laboratório procurar a chave.
Mestre: Ao descer, você nota os outros. Lucrecia parecia ter ouvido algo.
Lucrecia: Elfo, está ai? O que houve?
Lucrecia: Por que essas pessoas estão mortas?
Anoén: Não sei.
Anoén: Vigie Plinskin, ele está lá em cima, volto já.
Lucrecia: Venham vocês!
Lucrecia chama Gaellin, Kraven e Kwalu.
Lucrecia sobe.
Anoén vai para o laboratório.
Mestre: Você entra no laboratório, Anoén, os papeis estão espalhados, como se alguém tivesse procurado por algo, mas há um outro em cima de uma mesa, preso por uma pesada chave.
Anoén procura por armadilhas.
Anoén: Procurar [1d20+10 = 16]
Mestre: Não parece haver nada.
Anoén: “Por que a chave estaria prendendo o papel?”.
Mestre: Você a pega.
Gaellin, enquanto está subindo com os outros, conjura Armadura Arcana.
Mestre: A tinta no papel parecia ser bem recente.
Anoén: (não leio)
Lucrecia aponta a espada para Pliskin, fazendo-o permanecer no chão.
Pliskin olha para Gaellin.
Pliskin: Vocês estão aqui... Então... Ugh... Devem saber.
Anoén sobe.
Gaellin: Sim, sabemos. Não mova um fio de cabelo.
Pliskin: Anoén, Kraven, Kwalu, estão desde o início comigo, sabem por que tudo isso começou!
Pliskin: Eu cooperei com John porque ele acreditava que havia algo de podre na Aliança!
Anoén: Cale a boca, traidor.
Pliskin: Quem aqui é traidor, você não serve a ninguém!
Pliskin: Agora começo a achar que John estava certo.
Pliskin: Por isso confiei na maga.
Pliskin: Ela também havia se sentido traída pelo reino, mas apenas até eu roubar o livro para ela!
Pliskin: Ela.... Ela se tornou obsessiva... Tornou-se mais parecida com o que tentamos evitar do que uma aliada. Eu tentei matá-la, mas ela conjurou mortos em mim! Eu quase morri...
Pliskin: Ao abrirem essa porta, estarão de frente com a coisa mais abominável que já...
Pliskin: ...que já vi.
Anoén: Não se preocupe, acabaremos o serviço.
Anoén: Estejam preparados, vou abri-la, se Percival estiver ai dentro, mate-o.
Anoén abre a porta
Mestre: Apenas a escuridão, a visão na penumbra o permite ver uma escada bem a frente.
Anoén taca a tocha para iluminar o local.
Mestre: A tocha ilumina algo bem à frente.
Mestre: (o efeito da magia invisibilidade havia se dissipado quando você retornou).
Mestre: Vocês vêem alguém descer as escadas lá em cima...
Mestre: ...Eurydic.

Mestre: Ela parece estar bem diferente... Não veste mais o robe que costumava, mas uma roupa mais confortável, como de uma exploradora, com botas e capas. Seu cabelo loiro estava curto, cortado pouco abaixo das orelhas e sua voz parecia estar feliz, de uma maneira macabra.
Eurydic: O druida mandou vocês?
Anoén: Também.
Eurydic: Vida interessante ele já teve, se me permitem dizer.
Eurydic: Algo até se coincide com parte de toda essa história.
Anoén: Por um lado, finalmente reencontrará Ansgar, entendo porque está tão feliz.
Eurydic: Hahahaha! Elfo, você sempre me fez rir...
Eurydic: Não quero enviar vocês ao reino de suas respectivas divindades sem antes explicar-lhes o que eu descobri.
Anoén: Fale, então.
Eurydic: Centenas de anos atrás! Havia um reino... Esse reino era governado por um homem ambicioso, seu estudo para o poder era tão profundo que ele só pode terminá-lo após sua morte.
Eurydic: Ele o nomeou Decadia.
Eurydic: Então, mesmo morto, começou estudar o fenômeno da morte, como havia conseguido tanto poder.
Eurydic: Ele se tornou um lich, mas havia feito mais do que isso. Havia criado um exercito de mortos-vivos, fazendo diversos acordos com entidades extra-planares, ele era mais do que um morto-vivo.
Eurydic: Em um plano complexo, ele havia conseguido aprisionar a entidade que lhe deu seus poderes.
Eurydic: Esse lich foi morto por Laucian centenas de anos atrás.
Eurydic: Laucian, então, encontrou as anotações de toda sua vida e após ela...
Eurydic exibe um tomo realmente grande e velho.
Eurydic: Ao ler o livro e traduzi-lo, ele soube da divindade.
Eurydic: Porém, não encontrou sinal de onde ela havia estado presa.
Eurydic: Porque homens exploradores do que viria a se tornar Ferron haviam descoberto primeiro!
Eurydic joga um pano sujo de sangue perto de vocês.
Eurydic: O sangue mostrará a verdade, eu sei o que podem fazer, vamos, revelem-na!
Gaellin: De quem é esse sangue?
Eurydic: Rosencrantz, essa era uma de suas vestes enquanto era torturado por Justifer.
Kraven utiliza o que resta do vidro na veste.
Mestre: A fumaça verde emerge, vocês começam a ver formas.
Mestre: Um grupo de soldados perseguia um homem em uma espécie de masmorra.
Mestre: Mikhail era um dos perseguidores.
Mestre: O homem encontrou um final sem saída.
Mestre: Ele carregava um baú dourado.

Mikhail: É o fim Percival! Todos os seus estão mortos!
Percival: Você os matou! Você enganou os Maurers! Você enganou o grupo a qual seus pais pertenciam!
Percival: Ao matar o antigo rei desse lugar, pensamos que estava do nosso lado, pensamos que você havia destruído a corrupção! Mas não! Você se tornou ela! Você tornou o que você matou!
Mikhail: Os Maurers estão mortos, os que restaram pouco podem fazer, assim como você! Largue isso e talvez o deixemos viver.
Percival: Você matou até mesmo ela... A mulher que amava. Como não irá me matar? Acha que sou tolo?
Mikhail: Eu não serei corrupto como o antigo! Ferron terá uma nova liderança! O passado ficará para trás, junto com a corrupção, os maurers, meus pais e minha vida!
Percival: Eu não deixarei seu passado morrer Mikhail!
Mikhail: Então eu terei que fazer seu presente e futuro morrerem, Percival.
Mestre: Com uma ordem, os homens atacam Percival com seus sabres. Ele cai inerte e ensangüentado...
Mestre: Um dos soldados, entretanto, havia hesitado, ele retira seu elmo, é Rosencrantz.
Rosencrantz: Mikhail! Então é verdade??? Como... Você matou nosso líder?!
Mikhail: Isso não poderá sair daqui soldado.
Rosencrantz: Como não??? Tudo que... Você mentiu!
Mikhail: Cale-se soldado! Não entende que...
Mestre: A discussão não os permitiu ver que Percival ainda vivia.
Mestre: Ele havia destrancado o baú dourado, todos apenas notaram quando um imenso brilho púrpura emanou do objeto.
Mestre: Uma jóia havia saído e flutuava acima do baú

Voz misteriosa: A libertação será recompensada.
A voz era inumana.
Mikhail: Não! Percival!
Percival: Eu não quero morrer aqui!!!
Mestre: A luz se tornou mais ofuscante ainda e quando ela se dissipou, a fumaça verde também e vocês retornaram ao tempo normal.
Eurydic: Assim como Justifer retirou da boca de Rosencrantz através da tortura, assim como ele mesmo me disse após eu o libertá-lo.
Anoén: Você o libertou?!
Eurydic: Libertei Rosencrantz.
Anoén parece desapontado.
Anoén: Mais trabalho terei em caçá-lo agora...
Eurydic: Entendem agora? Percival apenas uniu os Maurers e criou toda essa trama, desde o inicio com a revolução, passando por Demuth até agora! Não para tomar Ferron!!!
Eurydic: Mas para desestruturar o reino, para facilitar a tomada pelos lordes élficos com que fez um novo pacto.
Anoén: O que ele quer, então?
Eurydic: Ele se vendeu aos lordes élficos para que esses consigam remover a entidade de si.
Eurydic: Ela o está consumindo.
Eurydic: Ferron em troca da remoção de sua doença... Seria conseguir dois objetivos de uma vez.
Anoén: E o que você tem a ver com toda essa trama?
Eurydic: Eu??? Nada!!!
Eurydic: Eu não quero saber de intrigas entre os lordes de lá e os daqui.
Eurydic: Ao tomar o conhecimento do Lich, mesmo sendo mortal, eu me tornei superior a tudo isso!
Eurydic: Vejam! Eu conjurei mortos mesmo não tendo dentro de mim uma entidade como Percival. Eu fiz por minha conta!
Eurydic: Com o tempo necessário eu serei mais forte que todos esses!
Anoén: Claro...
Eurydic: Assim que eu me aprofundar ao máximo!
Anoén: E no final, terá o que?
Eurydic: Muitas são as possibilidades! Posso tomar o reino, posso fazer com que a luta entre si dos reinos da Aliança e dos lordes élficos acabem! E que tudo seja unido sob minha bandeira!
Eurydic: Até lá eu poderei controlar exércitos! E quando houver mortos dos inimigos, eles se tornarão meus aliados!
Anoén: Essa é a maldição de todos os magos, implodir com o aumento do poder que os consome!
Eurydic: Vocês podem estar lá para presenciarem, mas não vivos!
Anoén pega o arco e atira em Eurydic.
Mestre: Você dispara...
Mestre: Mas a flecha acerta alguma outra coisa.
Mestre: Algo aparece na frente da maga, e sai andando, na direção de vocês, com a flecha no peito.

Pliskin: Não... Eu jamais devia ter trazido isso de Avende...
Mestre: Com um golpe forte, o morto-vivo chega perto de vocês, e derruba Lucrecia da sacada.
Mestre: Então vocês vêem...
Mestre: A criatura revestida em uma armadura de metal vermelho saca uma arma bizarra contra vocês. O corpo era o de Ansgar...

Anoén: Ha! Você me faz rir!

Fim da sessão!

Anoén: KYU
Gaellin: Remy LeBeau
Kraven: Moon Knight
Kwalu: Tabris
Mestre: Frost



LOG 27 (Vigésima sétima sessão)
Então a maga apareceu, o golpe do elfo ladino foi bloqueado por um vulto que surgiu repentinamente. Em pouco tempo ele chegou até os atacantes e desferiu um ataque poderoso com sua espada, a paladina sofreu grande parte do golpe e caiu da escada. A maga soltou uma grande risada. Agora era a vez de vocês.

Anoén: (a porta é onde?).
Mestre: (Uma porta de 3 metros que o morto vivo bloqueia)
Eurydic: Vejam! Vejam o que eu criei! Não haverá mais mortes em guerra, pois eu posso trazê-los de volta! Eu poderei trazer todos aqueles que esse maldito reino matou para que tenham vingança!
Anoén ainda está rindo da loucura de Eurydic.
Kraven: Bruxa maldita!!! Sempre soube que deveríamos tê-la matado na primeira oportunidade que tivemos!
Mestre: iniciativa
Eurydic: [1d20 = 11]
Anoén: [1d20+9 = 16]
Kraven: [1d20+2 = 11]
Gaellin: [1d20+2 = 8]
Eurydic: [1d20 = 2]
Anoén tenta passar pelo morto-vivo (acrobacia).
Anoén: Acrobacia [1d20+14 = 21]
Mestre: Não foi o suficiente
Anoén ataca o morto-vivo com Maihal.
Anoén: Maihal [1d20+11 = 29]
Mestre: Você o atinge
Anoén: [3d6+4 = 16]
Mestre: Você o atinge com a espada curta, que brilha com uma luz púrpura intensa ao atingir a criatura por baixo de sua armadura (a mesma armadura que ele utilizava em vida).
Kraven corre em investida contra o Morto-Vivo.
Kraven: Espada Larga + 1 [1d20+11 = 24]
Mestre: Você atinge a criatura
Kraven: [2d6+7 = 11]
Mestre: Sua espada crava na criatura, arrancando algumas de suas placas.
Eurydic: Não!!! Não vão matá-lo! Não vou permitir!
Mestre: Eurydic começa a falar algo ininteligível e sua voz fica grossa de repente
Mestre: Sua mão emana uma luz arroxeada que atinge a criatura
Mestre: [3d6 = 13]
Mestre: A luz parece curar os ferimentos provocados ao morto-vivo.
Gaellin da um passo para ter uma visão melhor e tenta atingir a criatura com um raio que sai de suas mãos (raio ardente).
Gaellin: [1d20+4 = 10]
Mestre: Você não atinge ninguém com o raio ardente que bate de encontro à parede
Mestre: O morto vivo solta uma espécie de gemido, seus olhos brilham e ele tenta atacar o elfo a sua frente.
Mestre: [1d20+10 = 15].
Mestre: [1d20+5 = 23].
Mestre: [2d6+4 = 14].
Mestre: A espada perfura a armadura de couro do elfo, atingindo-o (14 de dano).
Anoén: Pedaço de carne apodrecida maldita!
Anoén bota a mão sobre o ferimento, recuando em seguida e tentando disparar uma flecha contra Eurydic.
Anoén: Arco longo [1d20+8 = 26]
Mestre: Você a atinge
Anoén: [1d8 = 2]
Mestre: A flecha raspa em seu ombro, ela solta um gemido e lança um olhar de ódio para você.
Kraven ataca ativando o poder da espada.
Kraven: BlackSabbath!!!
Kraven: Espada larga dissonante + 1 [1d20+11 = 30]
Mestre: Ao dizer a palavra de comando, sua espada brilha e rapidamente começa a mudar, seu tamanho é expandido e ela começa a pulsar como se estivesse viva, algo como veias saem da arma e unem-se ao seu braço, como se ela fosse realmente uma extensão do mesmo.
Kraven: [4d6+5 = 19]
Kraven: [1d6 = 5]
Kraven: (5 contra mim).
Mestre: Ao atingir a criatura você sente sua própria energia partir de seu corpo e causar dano à criatura.
Mestre: Eurydic agora fita Anoén, falando novamente com uma grossa voz algo que não pode ser entendido e mirando um canto especifico da sala.
Mestre: Seu braço começa a arder e brilhar em chamas, ela dispara uma esfera que aumenta gradativamente de tamanho e inflama toda área.
Mestre: [5d6 = 20]
Mestre: (teste de reflexos Gaellin e Anoén)
Anoén: Reflexos [1d20+11 = 23]
Mestre: Anoén consegue desviar com maestria e nenhuma chama o atinge
Gaellin: Reflexos [1d20+3 = 4]
Mestre: (20 de dano)
Gaellin: [1d20 = 11]
Frost_O_Mestre: O fogo quase consome o mago
Gaellin, sentindo ódio pelos ferimentos sofridos, diz algumas palavras estranhas e solta uma esfera flamejante nos dois alvos inimigos (bola de fogo).
Gaellin: [5d6 = 15]
Gaellin: [CD 18 pra metade]
Mestre: Sua bola de fogo atinge os dois indivíduos, o morto-vivo quase não se move.
Mestre: A maga tenta, mas a bola de fogo deixa suas vestes em chamas.
Mestre: O morto-vivo em fúria tenta atacar a todos.
Mestre: [1d20+10 = 12]
Mestre: [1d20 = 3]
Mestre: Ele erra ambos os ataques em Kraven
Anoén: (eu vou atrasar minha rodada de iniciativa para depois da ação de Kraven)
Kraven: Espada larga dissonante +1 [1d20+11 = 12]
Mestre: Você erra a criatura com sua espada
Anoén recua mais uma vez e ataca Eurydic a distância.
Anoén: Arco longo [1d20+8 = 20]
Mestre: Você a acerta.
Anoén: [1d8 = 2].
Mestre: Outra flecha a fere de raspão, ela solta gemido e lança novamente a magia contra o morto-vivo.
Mestre: [3d6 = 13].
Gaellin tenta acabar com o encantamento posto na criatura morta. [dissipar magia nele]
Gaellin: (rolo “1d20 + nível” contra “11 + nível do feitiço” nele pra cada feitiço).
Gaellin: [1d20+5 = 17].
Mestre: As somas de feitiços da criatura parecem superiores a sua capacidade. Você quase consegue, mas ela ainda está lá.
Mestre: [1d20+10 = 24].
Mestre: [1d20 = 20].
Mestre: A criatura acerta ambos os ataques em Kraven.
Mestre: [2d6+4 = 7].
Mestre: [2d6+4 = 16].
Mestre: 23 de dano total.
Mestre: A criatura ataca com fúria através de sua espada, que sai arrancando pedaços seus e de sua armadura.
Anoén: (novamente atraso minha ação para depois de Kraven)
Kraven: Espada larga dissonante +1 [1d20+11 = 13]
Mestre: Errou.
Anoén: É hora de um último sacrifício!!!
Anoén move-se para perto do morto-vivo e ataca com Maihal defensivamente.
Anoén: Maihal [1d20+7 = 16].
Mestre: A espada não atravessa a proteção da criatura.
Mestre: Eurydic solta uma magia em Anoén.
Mestre: [3d4+3 = 10].
Mestre: Os mísseis desviam de tudo e acertam Anoén.
Eurydic: HAHAHA!!! Não permitirei que saiam com vida daqui!!!
Eurydic: Não depois de tudo que fizeram!
Gaellin conjura 3 mísseis de energia que voam em direção a maga.
Gaellin: [3d4+3 = 11]
Mestre: Os mísseis saem de sua mão, desviam de tudo e todos e acertam de maneira precisa a conjuradora que se desequilibra totalmente com o ataque.
Eurydic: Vocês...
Eurydic: Não entendem....
Eurydic: Eu... Nunca... Vou me acostumar... Com perdas.... Em batalhas...
Eurydic: Ansgar...
Mestre: A maga cai
Mestre: Sem poder para manter a criatura, o brilho nos olhos do morto somem, vocês vêem uma mancha negra desaparecer da criatura e ela cai no chão, apenas como um cadáver.
Kraven: Bruxa Louca! Ela deveria ter aprendido quando falei que perdas acontecem.
Eurydic: Eu apenas... Queria evitar...
Gaellin: Será que ela morreu? *corre para checar.
Mestre: A ultima respiração sai de seu corpo.
Mestre: Você chega até ela, o corpo está inerte.
Anoén bota a mão sobre a testa, sentindo-se zonzo. Ele caminha para perto do corpo de Eurydic, pegando a espada de Ansgar pelo caminho.
Mestre: Vocês notam que se tratava da mesma espada que ele sempre utilizava.
Anoén: Só pra ter certeza...
Anoén crava a espada de Ansgar no crânio de Eurydic.
Mestre: Sangue jorra em seu rosto.
Gaellin: NÃO! Nós poderíamos obter mais respostas!
Anoén: Você já sabe tudo que se tem pra saber, temos que caçar Rosencrantz e impedir Percival...
Gaellin puxa sua varinha e usa Detectar Magias pra ver se ainda tem alguma “armadilha” da maga.
Mestre: Não há mais sinais mágicos presentes, a não ser o que vem do livro roubado.
Gaellin pega o livro.
Mestre: Vocês escutam passos.
Anoén move-se para trás da porta furtivamente, escondendo-se de quem entra na sala.
Mestre: Vocês vêem Pliskin.
Pliskin: Senti quando tudo acabou.
Pliskin: Arrependo-me de ter pensado que ela tinha boas intenções.
Pliskin: Seu amigo estrangeiro está cuidando da clériga, que está inconsciente.
Pliskin ainda mancava.
Anoén olha com desgosto para Pliskin.
Anoén: Eu vou chamar os lordes...
Gaellin usa uma carga de seu cinto em cada companheiro (2d8 PV por carga).
Anoén: [2d8 = 11]
Gaellin: [2d8 = 9]
Pliskin: Eu não vejo o que fazer a não ser esperar pela minha punição aqui...
Anoén enquanto sai do local, passa pela sala em que achara a chave da porta. Ele pega o pergaminho em cima da mesa, sem lê-lo, e o guarda cuidadosamente.
Mestre: Você o guarda.
Gaellin: Não tente fazer nada. *para Pliskin
Pliskin: Não tentarei...
Mestre: Anoén, você encontra soldados, que escoltavam Louis próximos ao castelo.
Anoén: Louis, venha, temos um problema.
Louis: O que houve?
Anoén: Você verá...
Louis te segue.
Mestre: Vocês chegam até o local
Mestre: Ele nota os corpos e vê Kwalu tomando conta dos ferimentos da paladina.
Louis: Pelos deuses... O que diabos houve aqui?
Anoén: Vamos subir.
Anoén abre as portas para que Louis possa ver os corpos de Ansgar e Eurydic.
Louis: Este.... Eu conheço essas pessoas...
Louis: A maga de Ferron e esse homem.... Eu lembro dele ao lado de vocês, ele não havia sido capturado e morrido em Avende?
Gaellin: Voltaram. E aí, o que faremos com esse aqui?
Anoén está calado, ele não parece estar com disposição para falar e só assiste ao espanto de Louis calmamente encostado em uma as paredes.
Louis: Amarrem-no, ele terá direito a seu contraditório em audiência.
Louis: Alguém pode me dizer o que houve aqui?
Gaellin: Uma batalha. Não vê? *falo sarcasticamente
Louis: Sim, Gaellin... Eu vejo...
Louis: Agora... Vou pedir para que os soldados chamem os peritos antes de removerem os corpos...
Anoén: Rufus está em Ferron ?
Louis: Não no momento, chegará em três dias, por que a pergunta?
Anoén: Eu gostaria de perguntar para ele se já sabe que Rosencrantz escapou...
Anoén: A pergunta também serve pra você.
Louis: Droga... Não fui informado disso e creio que ele também não.
Anoén: Bem, eu avisei sobre Eurydic... Ela o soltou...
Louis: Bom, de todo modo, arrumem-se, vão ter que ficar alguns dias aqui até que tudo se resolva.
Anoén: Não podemos ficar, temos que voltar até os domínios do druida.
Anoén: Gaellin precisa ser curado.
Louis: Mas alguém deve ficar para nos dizer tudo o que houve.
Anoén: Hum...
Mestre: Kwalu aparece, ao lado da paladina ferida.
Kwalu: Podem ir... Eu ficarei
Gaellin: Ótimo.
Kraven: Kwalu, está realmente nos deixando?
Kwalu: Essa luta não é de nenhum de nós, o que eu vi hoje apenas me mostrou que não há sentido nisso.
Gaellin: Eu concordo. Quanto antes acabarmos com isso, melhor.
Kwalu: Vou procurar Heiral e partir para onde os outros de minha tribo estão, inclusive minha esposa.
Kwalu: Mas primeiro os honrarei e ficarei aqui para explicar o ocorrido.
Gaellin se volta para Kwalu.
Gaellin: Foi um prazer lutar ao seu lado. *estende a mão
Kwalu aperta sua mão.
Kwalu: Jamais esquecerei de nenhum de vocês, até mesmo de você Anoén.
Kwalu: Também não me esquecerei dos que partiram... *olha para Eurydic e Ansgar
Kraven cumprimenta Kwalu.
Kwalu cumprimenta todos vocês.
Kwalu: Ah, mais uma coisa...
Kwalu: Entreguem isso ao druida. *mostra o arco curto
Kwalu: Ele disse que todos que utilizaram esses equipamentos morreram, esse evento ainda não me abateu, espero que não aconteça com vocês também.
Gaellin: Mais cedo ou mais tarde isso acontecerá. Não se preocupe.
Anoén: Hum... Entregarei a ele... *pega o arco
Kwalu: Bom, partam o quanto antes.
Kwalu: Que o Grande Senhor Juba-de-Leão proteja vocês.
Anoén: Adeus... Um idealista nunca serviria nesse confronto de qualquer forma...
Louis: Um de vocês é o suficiente.
Louis: Podem retornar ao druida.
Anoén fala com Gaellin e Kraven.
Anoén: Se quiserem voltar hoje não tenho objeções...
Kraven: Onde precisarem de minha espada estarei lá.
Anoén: Vamos partir agora, até.
Kraven: Vamos.
Gaellin: Adeus.
Lucrecia: Esperem...
Lucrecia parece relutante em dizer.
Kraven: Diga, mulher.
Lucrecia: Desculpem-me...
Lucrecia: Vejo que meu marido estava certo todo o tempo a respeito de vocês, eu que havia me enganado.
Lucrecia: Vejo agora que vocês não poderiam ter causado a morte dele.
Gaellin: Onde você estava quando a batalha aconteceu?
Lucrecia: Fui ferida e seu amigo meu ajudou.
Anoén: Não se engane, você estava completamente certa sobre mim, mas eu luto do lado que escolher enquanto me for conveniente. No momento, esse lado é o seu.
Lucrecia: Então espero que não mude...
Lucrecia: Agora vão.
Gaellin: Vamos. Como disse antes, eu quero terminar com isso logo.
______________________________________________________________________

Kraven: Gostei do que fez com ela, Anoén. Antecipou-me. *ri
Gaellin: Vocês notaram o que a maga disse antes de morrer?
Gaellin: Ela disse “eu gostaria apenas de evitar” e morreu, algo assim.
Gaellin: Vocês têm idéia do que foi isso?
Anoén: Hum...
Anoén: Possivelmente a morte de Ansgar... O maldito clérigo era tudo para ela.
Kraven: Acho que você não chegou a conhecer o Ansgar, não?
Gaellin: Não.
Kraven: Ansgar era quase um amante dela, só que eles não chegaram a fazer nada. *ri
Anoén: Você pensa, eu não tenho certeza...
Kraven: Pode ser... Talvez ele tenha sido o primeiro dela...
Gaellin: Talvez seja só coisa da minha cabeça. Já vi coisa demais nesses últimos dias.

Mestre: Vocês vêem a colina do druida
Mestre: Podem escolher entrar a qualquer momento. Como o druida mesmo disse: nada vai impedi-los.
Anoén: Vamos, ele deve estar esperando...
Mestre: Vocês entram.
Mestre: Ele se vira para vocês.
Laucian: Antes do que eu imaginava...
Gaellin: Falamos que seria rápido.
Laucian: Vejo que está faltando um de vocês, o que houve? Partiram em quatro. Apenas três retornam.
Gaellin: Decidiu ficar. Acho que voltará para sua tribo.
Anoén: Kwalu vai voltar para seu povo.
Kraven: Decidiu ficar com a esposa.
Laucian: E quanto ao seu equipamento, é perigoso permanecer com ele sem sua utilização.
Anoén: Eu poderia usá-lo... *ri
Laucian: Poderia, mas isso poderia trazer a morte mais rapidamente.
Kraven: Percebi que o meu sugou minha vida quando o ativei
Laucian: Agora entende o que eu disse com o ultimo usuário dessa arma morreu de tanto utiliza-la.
Gaellin: Eu ainda não tive tempo de usar a minha.
Laucian: Apenas tenha cuidado.
Laucian: Anoén, pode colocar a arma de Kwalu junto aos outros livros.
Anoén faz como Laucian pede.
Laucian: O importante eu vou perguntar agora... O livro estava com ela?
Gaellin: Sim, aqui está.
Laucian: É imperativo que isso jamais caia em mãos não ajuizadas.
Laucian: Não quero detalhes do que ela fez ou pretendia fazer com isso.
Gaellin: Eu não tive tempo nem de dar uma olhadinha.
Laucian: E não terá.
Laucian: Ao menos não agora.
Gaellin: Agora vamos ao mais importante, pelo menos para mim. A poção?
Laucian: Ficará pronta pela manhã, podem descansar aqui.
Laucian: Bom... Como estarão aqui.
Laucian: Gaellin, vou permitir que leia o livro.
Laucian: Com meu auxilio você poderá tirar algo dele.
Gaellin está feliz e curioso.
Gaellin: Sério?
Mestre: (Em termos de jogo, você adicionará às suas magias de grimório uma magia de necromancia que tem capacidade de conjurar).
Laucian: Sério, considere-se privilegiado.
Laucian volta a mexer na poção.
Kraven: Veja se não fica louco que nem ela, Gaellin.
Gaellin: Claro que não. Acho que o livro foi só uma desculpa. Aquela mulher sempre deve ter sido louca.
Anoén: Louca por Ansgar...
Kraven: E você é louco, Gaellin?
Gaellin: Você acha? *ri
Kraven: Bem, você jogou uma bola de fogo no meio de nós. Se não for louco é bastante ousado. *ri
Anoén: Nós somos todos loucos, alguns mais do que outros...
Gaellin: Eu tenho todos os meus movimentos friamente calculados.
Gaellin: A bola de fogo não o acertou, certo?
Kraven: Essa frase pode dar certo no futuro. *ri
Mestre: Com o tempo vocês descansam.
Mestre: Pela manhã vocês são acordados por Laucian.
Laucian: Acordem!
Laucian: Preparei algo para comerem! Apressem-se pois a poção está pronta.
Kraven coça os olhos e boceja.
Gaellin: Muito bom.
Kraven: Obrigado pela comida, Laucian.
Mestre: Vocês comem e logo são chamados por Laucian
Laucian: Gaellin, preciso que se sente nessa pedra.
Gaellin: Claro. *senta-se
Laucian: Não precisam agradecer, essa floresta pode me fornecer qualquer coisa.
Laucian: Agora... Eu preciso ter certeza que eles estão tentando observar você.
Laucian: Preciso fazer algo que vai chamar a atenção deles, algo que desperte o interesse.
Laucian: Pelo que eu estou notando, há algum tempo eles não fazem uma ligação forte, desde que eles o deixaram inconsciente.
Anoén: Idéias?
Gaellin: Será que a ligação enfraqueceu?
Laucian: Exato, precisamos de algo que a fortaleça, algo que chame a atenção deles.
Laucian: Creio que...
Laucian: Uma tentativa de destruição o objeto catalisador dessa espionagem seria o suficiente.
Mestre: Laucian crava uma adaga em seu estômago, bem fraco, sem nenhuma real tentativa de provocar algo letal (2 de dano).
Laucian: Gaellin é o catalisador. Isso vai chamar a atenção deles com certeza.
Laucian: Agora beba...
Laucian entrega a poção.
Gaellin pega e bebe.
Mestre: Você sente um gosto horrível.
Mestre: Sua visão escurece totalmente.
Mestre: Você sente sua cabeça muito leve.
Mestre: Logo se sente como se estivesse flutuando e não tivesse qualquer corpo material.
Mestre: Você começa a escutar vozes e a ver manchas coloridas.
Mestre: Essas manchas vão tomando forma e os sons vão fazendo sentido.
Mestre: Você vê um grande salão com muitas poltronas.
Mestre: Há uma mesa no centro, parece haver um objeto nela.
Mestre: Uma espécie de espelho.
Mestre: Há duas criaturas o observando, mas elas parecem estar confusas
Criatura desconhecida: O que está acontecendo?
Criatura desconhecida: Não sei, parece que fomos bloqueados.
Criatura desconhecida: Eles devem ter se aproveitado do sinal fraco.
Criatura desconhecida: Espere, parece que há algo a mais aqui!
Mestre: Você nota.
Mestre: As criaturas são elfos.
Mestre: Mas não elfos comuns.
Mestre: São elfos de pele escura.
Mestre: E faces agressivas..
Mestre: Cabelos brancos e frios.
Mestre: Olhos vermelhos.
Drow: Parece uma contra-mágica, devemos desativar o controle imediatamente!
Drow: Mas isso cortaria toda nossa ligação para sempre!
Drow: Não temos escolha...
Drow: Malditos sejam...
Mestre: Você nota o sinal ir ficando mais fraco, mas antes disso alguém bate a porta do salão, os elfos negros se entreolham e levantam. Com um movimento, eles parecem elfos normais, como Anoén.
Mestre: Eles atendem a porta e um outro elfo conversa com eles como se não soubesse de suas identidades.
Mestre: O sinal finalmente se dissipa e você vê Laucian, Kraven e Anoén em sua frente.
Kraven: Então?
Anoén: Diga-nos o que viu.
Laucian: Como se sente? O que ocorreu?
Gaellin: Eu vi quem estava fazendo o feitiço. E eram... Drows.
Gaellin: Se disfarçando de elfos normais.
Laucian: Disfarçando-se?
Gaellin: Sim, usando alguma magia para se passar por elfos como nós.
Laucian: Hum... *pensando
Laucian: Alguma idéia a partir desses fatos?
Anoén: Percival, drows e elfos... Não poderia ficar mais difícil de se achar uma relação coerente.
Gaellin: Eles usaram um disfarce quando foram falar com um elfo normal, talvez estejam infiltrados.
Anoén: Mesmo assim, drows estão infiltrados em quase todos os reinos élficos. São como uma praga.
Kraven: Drows? Qual seria o interesse deles nessa batalha?
Laucian: Anoén, talvez os drows sejam o elo para uma relação coerente.
Laucian: Precisamente Gaellin.
Laucian: Talvez... Seja possível que desde que Percival sobreviveu e recebeu sua nova “personalidade”, ele tentou se vingar do reino e da Aliança.
Laucian: Por isso que se “aliou” aos elfos. Entretanto, não eram elfos, ele provavelmente foi encontrado pelos drows, que souberam dos fatos e viram nisso uma oportunidade para jogar a nação élfica contra a aliança para criarem o caos entre as duas.
Laucian: Talvez esses drows tenham sempre se mantido infiltrados, mas só agora encontraram a junção perfeita de eventos para poderem ascender. E utilizaram Gaellin como um meio de saber como está o andamento desses acontecimentos.
Kraven: Como eles poderiam ter entrado em contato com você, Gaellin?
Gaellin: Foi numa das minha aventuras antes de encontrá-los. Eles se infiltraram em um grupo que encontrei pelo caminho e colocaram algo na minha comida.
Laucian: Eles provavelmente utilizaram alguém de Ferron.
Laucian: Nesse caso, alguém em Ferron sabe disso.
Laucian: A pergunta seria, quem?
Gaellin: Não sei. Mas temos que manter isso em segredo. É uma grande vantagem para o nosso lado.
Anoén: Eles já devem suspeitar que sabemos, mas concordo em não falar com ninguém em Ferron.
Laucian: De todo modo, não creio que os homens de Ferron ou qualquer outro reino da Aliança acreditaria nessa história. O conflito contra os Maurers já é antigo, assim como a disputa por terra contra os elfos. Adicionar Drows a isso tudo é algo impensável. Até mesmo eu jamais cogitaria algo do tipo.
Laucian: Mas se não contarem, eles continuarão pensando que isso é obra dos elfos, pois, como vocês disseram, alguns presenciaram o que Percival disse quando se encontraram.
Gaellin: Acho que teríamos que arrumar uma maneira de desmascara-los. Antes mesmo de contar.
Laucian: Entendo...
Gaellin: As pessoas não teriam o que questionar contra fatos comprovados.
Laucian: Ao menos está curado Gaellin, o que farão agora?
Gaellin: Eu me interessei por essa história toda. Quero me vingar e limpar o nome de minha raça.
Anoén: Sinceramente? Eu não tenho idéia...
Laucian: Eu aconselharia a seguirem o rasto de Rosencrantz, alguém em Ferron deve ter visto por onde ele havia fugido. A maga o libertou, ela também deve saber.
Gaellin: E vocês? Não gostariam de encontrar Rosencrantz mais uma vez?
Anoén: Rosencrantz... Tenho alguns negócios inacabados a tratar com ele. Persegui-lo seria interessante.
Gaellin:E o melhor. Sem ninguém saber dessa história poderíamos trabalhar do nosso jeito, sem interferências.
Laucian: Compreendo, eu estou realmente curioso a respeito de tudo isso, mas não poderei ir junto com vocês. Minha presença traria certa desconfiança, seja em terras humanas ou élficas. Além disso, caso eu esteja com vocês, eles podem suspeitar de algo.
Kraven: Gostei, enfim trabalharemos por conta própria.
Mestre: Bom, podem ficar aqui o tempo que precisarem, essas terras serão seguras para vocês, podem voltar também para repor suas energias.
Laucian: Serão sempre meus convidados.
Anoén: Ferron é o lugar para se começar...
Anoén: Vamos partir para Black Hawk.
Gaellin: Claro. Temos que buscar todas as informações sobre a fuga dele.
Laucian: A maga poderá dizer, creio.
Anoén: A maga morreu...
Gaellin: Ela já está comendo capim pela raiz a essa hora.
Laucian: Oh...
Laucian: Bom... Ela não teria conseguido libertar o prisioneiro sozinha.
Anoén: Pliskin, falaremos com ele...
Gaellin: Sim. Vamos nos encontrar com Pliskin.
Laucian: Muito bem, desejo boa viagem.
Mestre: Vocês partem
Mestre: Em pouco tempo chegam a Black Hawk.

Fim da sessão!

Anoén: KYU
Gaellin: Remy LeBeau
Kraven: Moon Knight
Mestre: Frost

LOGs

MensagemEnviado: 15 Ago 2008, 22:37
por KYU
<espaço reservado>

LOGs

MensagemEnviado: 15 Ago 2008, 22:38
por KYU
<espaço reservado>

LOGs

MensagemEnviado: 24 Ago 2008, 03:22
por Frost
Log da última sessão: http://www.4shared.com/file/60231771/18 ... dia27.html

O resto do material da sessão tá aqui: http://www.4shared.com/account/dir/5468 ... vOvdRdaqwb

quando pegarem eu deleto esse post pra ficar soh os logs aqui xD

EDIT: Belo trabalho com a limpa KYU :dança: :victory:

LOGs

MensagemEnviado: 31 Ago 2008, 02:28
por Frost
Log da de hoje, depois que o Kyu colocar la os logs dessas sessões eu apago os posts:
http://www.4shared.com/file/61143572/ba ... dia28.html

LOGs

MensagemEnviado: 14 Set 2008, 02:28
por Frost
Log de hoje:
http://www.4shared.com/file/62924945/c9 ... dia29.html


Kyu, edita o topico aih xDD

LOGs

MensagemEnviado: 14 Set 2008, 09:41
por KYU
Vou editar, meus últimos finais de semana não me permitiram limpar os LOGs...

LOGs

MensagemEnviado: 16 Set 2008, 20:42
por KYU
Pode apagar os posts Frost. Decidi fazer o seguinte: vou sempre editar com a versão original dos LOGs no post principal e usarei o "formato fórum" pra por eles "limpos".

;)

LOGs

MensagemEnviado: 28 Set 2008, 03:07
por Frost

LOGs

MensagemEnviado: 27 Dez 2008, 15:06
por Frost
Parece que meu 4shared expirou, então vou postar o log de ontem e os passados todos de uma vez. Aproveitar que a campanha está no final.