Diplomacia é um jogo de tabuleiro; lançado comercialmente pela primeira vez em 1959, atualmente pertence à Avalon Hill, empresa que foi comprada pela Hasbro INC., a maior industria de brinquedos do mundo. Diplomacia já foi lançado no Brasil pela Grow, mas como as vendas não foram significativas, acabou sendo retirado do mercado. Entretanto, na Europa e nos Estados Unidos, este é um dos jogos de tabuleiro mais vendidos dos últimos 16 anos. Assim como o Xadrez, Diplomacia pode muito bem ser jogado por carta, e-mail, ou mesmo por fórum. o objetivo do jogo é simples: conquiste a Europa utilizando toda a sua diplomacia e estratégia.
O jogo se passa às vésperas da 1º Guerra Mundial e as 7 grandes potências da Europa estão reunidas em volta da mesa de negociações. Em quem você confia? O que você promete? Quem irá atacar primeiro? Essa é a proposta de Diplomacia. Cada jogador representa uma das potências européias e o preço do poder da hegemonia é a habilidade em negociar e em planejar estratégias complexas. Entretanto, nenhuma das potencias é forte o suficiente para triunfar sozinha e a cooperação pode ser perigosa.
Em Diplomacia não há dados, não há cartas, não há aleatoriedade. Apenas a sua capacidade de traçar estratégia, forjar alianças, manipular seus aliados e antecipar as reações de seus inimigos. Diplomacia é jogado em turnos. Nesses turnos os jogadores escolhem como suas forças se movimentarão no cenário europeu e ao mesmo tempo traçam estratégias, forjam alianças e executam traições. O negociador mais habilidoso irá alcançar a vitória passando por cima de seus inimigos... e de seus aliados também.
Objetivo
O Objetivo de Diplomacia é ser a primeira potência européia a conquistar 18 centros de produção. um centro de produção é conquistado quando uma unidade fica nele ou o invade com sucesso durante o outono (veja abaixo). é possível identificar as regiões que são (possuem) centros de produção por meio de um sinal em cima delas no mapa.
Os turnos e suas etapas
O jogo se alterna entre turnos de primavera e outono, e ambos se dividem em duas etapas (três, no caso do outono):
Diplomacia: esta primeira etapa é a mais importante, onde todos determinam as ações que suas unidades farão, visando capturar centros de produção. é nesta etapa também que os jogadores são livres para fazerem acordos, alianças e pactos entre si, como for conveniente para cada um.
Recuos: nesta etapa unidades que foram atacadas e desalojadas (forçadas a bater em retirada) recebem instruções de seus jogadores para onde ir. elas podem recuar para qualquer região adjacente que esteja vazia após as movimentações (com a exceção da região de onde veio a unidade que a fez recuar e aquelas na qual ocorreram empates, ou seja, para onde duas unidades tentaram avançar e, por terem apoio equivalente, não conseguiram, ficando onde estavam). caso não tenha para onde se retirar, a unidade é destruída.
No outono (e apenas no outono), temos mais uma etapa:
Criação/destruição de unidades: qualquer jogador que estiver com mais centros de produção que unidades nesta etapa poderá construir mais unidades em seus centros de produção originais que estejam desocupados. qualquer jogador que esteja com menos centros de produção que unidades deverá indicar quais serão as suas unidades que vão ser destruídas. A tendência é equilibrar o número de unidades com o número de centros de produção controlados.
Unidades
Em Diplomacia, apenas UMA unidade pode ficar em uma região. Existem dois tipos de unidades:
Exércitos (Terrestres): este tipo de unidade só pode ficar/ se movimentar/ realizar ações em áreas terrestres do mapa.
Frotas (Marítimas): este tipo de unidade pode ficar/ se deslocar/ realizar ações em áreas marítimas e áreas terrestres que façam fronteira com áreas marítimas (áreas costeiras).
As quatro ações possíveis
Manter: a unidade vai permanecer na área que está, defendendo-a caso seja atacado, fora isso não fará mais nada.
Avançar: a unidade tenta se mover em direção a (atacar) um território vizinho (adjacente). Frotas que estejam em regiões costeiras podem se mover para uma região marítima ou para outra região costeira, desde que essa região esteja na mesma linha costeira (algumas regiões podem ter mais de um litoral, indicados no mapa. nesses casos, para as frotas, é preciso especificar para que litoral se está indo, e é preciso que esse litoral seja adjacente ao mar/ região costeira de onde a frota esteja vindo).
Apoiar: o apoio é o elemento fundamental do jogo de Diplomacia. como nenhuma unidade é mais forte que outra, é necessário combinar a força de várias unidades (que não precisam ser de um mesmo jogador, apesar de não ser possível ordenar uma unidade apoiar uma ofensiva contra uma outra unidade sua) para que se possa invadir ou defender um território ocupado. o apoio será detalhado na seção "Apoio", logo abaixo.
Transportar: as frotas que estejam em territórios marítimos podem transportar um exército (que não precisa ser do mesmo jogador que realiza o transporte) de um território litorâneo para outro. tanto a região de origem quanto a região de destino da unidade transportada devem fazer fronteira com a região marítima onde a frota se encontre. Não é possível transportar um exército que não receba, também, a ordem de se mover à região para a qual ela vai ser transportada.
É possível também realizar um transporte combinado entre várias frotas que estejam em regiões marítimas adjacentes, podendo assim transportar uma unidade terrestre por grandes distâncias num único turno. Um transporte só é interrompido quando a frota for desalojada (ou seja, precisar recuar).
Apoio
Em Diplomacia nenhum exército ou frota é mais forte que outro. Uma unidade que permanece em um lugar sempre vai conter o avanço de outra unidade que avance para lá recebendo apoio equivalente. Duas unidades com apoios equivalentes que avancem para uma mesma região, ou então tentem "trocar" de região, irão entrar em choque, e nenhuma delas conseguirá avançar.
A única maneira de vencer uma batalha e fazer a ação de sua unidade se sobrepor à ação de outra é recebendo apoio de outras unidades que estejam em áreas vizinhas e que poderiam se deslocar para aquela onde a sua unidade vai realizar a ação (ou seja: a região onde sua unidade está, caso ela mantenha a posição, ou a região para onde ela pretenda ir, no caso de um avanço. note que por este motivo frotas não podem apoiar exércitos que avancem ou se mantenham em uma região que não faz fronteira com o mar).
Se uma unidade for atacada ela precisará se defender, e seu apoio a outra unidade será bloqueado. No entanto, uma unidade que esteja sofrendo um ataque não consegue bloquear o apoio de uma unidade que esteja apoiando aquela que a está atacando, a menos que consiga fazê-la recuar.
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O mapa, para checar o nome de alguma região:
(clique nele para uma versão maior)

Ou então clique aqui
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A situação:
Os seguintes governantes estão envolvidos:
Rei Nelioo da Inglaterra (Vitorioso com 17 Centros de produção)
Príncipe Vinicius da França (Vitorioso com 17 Centros de produção)
Chanceler Juma da Alemanha
Duce DracoDruida da Itália
Czar Lanzi da Rússia
Arquiduque Sampaio do Império Austro-Húngaro
Sultão LorD da Turquia
A questão está sendo Mediada pelo papa Freesample I.





























