É, mas geralmente o cara da biografia já morreu. Então tanto faz se ele morre como "herói" ou não, ele não tem mais como realizar nada de que ele vá se beneficiar dessa "popularidade forjada" (afinal, ele já morreu).
Nesse caso, a anti-ética está no fato de que o resultado buscado é o MESMO, mas com o intuito de desfrutar da popularidade possivelmente angariada.
E outra, quando se é morto, não se idealiza um filme autobiográfico e nem se "mexe os pauzinhos" para que esse filme se realize (pelo menos não geralmente). Alguém gostava desse cara e queria eternizá-lo como um grande homem.
