Ric.freitas:
Parece que um dos possíveis motivos da demissão foi a referencia ao Bradesco. O próprio era um dos patrocinadores do jornal. Porém, não creio que esse vídeo em exclusivo tenha sido o verdadeiro motivo da demissão.
Lune escreveu:O jornalismo "indignado" que ela aparentemente incorporou do Boris Casoy acaba tendo o efeito contrário ao desejado, chamando a atenção mais pro teatro do apresentador que para a informação que a matéria deveria passar.
Para falar a verdade, eu odeio esse tipo de jornalismo que sai concluindo coisas por conta própria. Por exemplo: o link do batousai. É interessante ver a postura dele? sim, é ótimo ver os diferentes pontos de vista. Mas fico indignado que aquilo é mostrado como se fosse a realidade do fato e ponto, sendo que na verdade existem outros pontos de vistas e variáveis tão importantes quanto (Outro exemplo: os casos de crimes relacionados ao RPG).
Os jornais, na minha opinião, deveriam separar bem os fatos das conclusões, já que muita opinião pública é formada baseada em tais fatos.
Em relação a confiança do jornal:
Não só os jornais(empresa) são movidos pela confiança. Sinceramente? o mundo é movido pela confiança.
Explicando: As pessoas preferem comprar algo graças à confiança que a marca tem no mercado. Senão o mundo inteiro iria comprar coisas falsificadas e o Paraguai seria uma superpotencia economica. rs
Outro exemplo mais próximo: Os bancos. Ninguém guarda o dinheiro próprio num lugar que não confia. Se um Banco quebra, as pessoas entram em panico e tiram o dinheiro do banco com medo de perde-lo. Nisso, quem precisaria daquele dinheiro para ter crédito não o tem, e a economia fica estagnada.
A própria economia é assim. Ninguém investe em algo que não demonstra confiança.
Logo, o que me assusta não é o fato da mídia se preocupar com tal "confiança", mas sim do poder que ela tem para dar/tirar confiança das coisas. Por mais que as pessoas divulguem algo equivocado de alguma mídia suspeita, quem se torna o responsável pelo equívoco (que eu entendi) acaba sendo o dono da matéria, e não a mídia em si. Não foi o Jornal da Cultura que falou mal dos bancos, mas sim a Salete Lemos.
VA:
Um ponto interessante. Mas quem garante que o mesmo político não patrocinou um político que fala bem dele? E os outros políticos, não teriam também influencia em tais jornais? Como definir a veracidade de notícias que podem estar sendo influenciadas por terceiros?
Miralatos escreveu:Hoje, a melhor maneira de se informar é listar alguns bons sites e nunca acatar uma só visão.
Exatamente. Porém, o que garante que os próprios sites já não estão sobre tais influencias? É um tanto paranóico, mas ignorar essa possibilidade não entra na minha cabeça

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3libras escreveu:e essa notícia não foi veiculada largamente, apenas em pequenas notas.
Outra coisa que me irrita. Quando a notícia é sensação, aquela manchete que ocupa 3 folhas. Quando se descobre a farsa da mesma, uma nota de rodapé assumindo o equívoco. Deveriam dar muito mais atenção aos próprios erros! Mas não, isso abaixa a credibilidade das pessoas sobre o jornal... Por mim, notas de rodapé com erros é o que deveria abaixar a credibilidade de um jornal.
Em relação a política e religião nas mídias:
A pior verdade é que não tem como correr disso. Ao meu ver, não existe imprensa imparcial. O fato da mídia dar mais atenção a um fato e ignorar outro já é a prova disso.
Alguém teria dicas de boas mídias para se conseguir informações???
Inté!