Moderador: Moderadores

mas fiquei curioso sobre o tal RPG, na mesma revista tinha um encarte com a ficha do Scorpion e outro personagem do MK que não me lembro agora, acabei voltando à banca no mesmo dia e comprando o 3D&T Mortal Kombat, foi o começo de tudo.
pois apesar de gostar de anime, eu nunca curti games, só mais tarde quando conheci os games de RPG como Final Fantasy, Diablo e meu vício atual Neverwinter Nights, mas as revistas do 3D&T serviram para me dar uma idéia de como funcionava a mecânica dos jogos de RPG.
3 Brujahs com Potência e Rapidez altas (entre 3 e 5), 3 Grangrels com Fortitude e Metamorfose também altas (a galera já jogava há meses) e 1 Toreador (eu) com Auspícios 3 e sem NENHUM ponto em Briga, Armas Brancas ou Armas de Fogo
apesar de não ter nenhuma habilidade de combateu meu personagem se tornou parte indispensável do grupo, porque era ele que investigava e desvendava os mistérios.
mestrei para meu grupo de Vampiro-D&D várias one-shots e mini-campanhas de Trevas, Arkanun, Anjos, Demônios, Anime e, nossa melhor campanha, Supers, na qual os PJs chutaram a bunda do Clube do Inferno, da Irmandade de Mutantes e até da Guarda Imperial Shiar, mas apanharam feio do Sr. Sinistro (por puro azar nos dados).
até que no final do ano passado, um cara coloca um post na comunidade RPG Recife querendo formar um grupo de Ars Magica, já tinha ouvido falar no jogo mas não tinha me interessado muito, mas era uma chance de voltar a jogar
o mestre sumiu sem dar notícias, aí eu comecei a mestrar Trevas e derivados (Anjos, Demônios, etc) para o grupo, depois um cara do grupo quis mestrar D&D, aí ocorreu um fenômeno em minha vida
o encontro mensal do RPG no Bob's, onde conheci muitos outros jogadores, mestres, sistemas e cenários.











“O projeto deu certo, e nós até organizamos uma excursão para o XIII EIRPG e muita gente da escola foi. O livro ficou com duzentas páginas, eu pedi para meu padrasto se ele conseguia fazer uma versão encadernada (ele têm uma editora), ele fez dez cópias, com encadernação profissional e eu quiz usar uma figura do Single "The Bard's Song" do Blind Guardian como capa, o resultado ficou bem legal e minha professora quase teve um treco de felicidade.”
“Lancei o livro na feira cultural de Mauá junto com o Ziraldo que era convidado especial (ele falou que gostava da minha iniciativa de jovem escritor, mas disse que RPG era coisa de louco, mas acho que ele é que está gagá). No ano seguinte expus o livro no estande da Daemon Editora dentro da Bienal do Livro, meus agradecimentos ao Dell Débio e ao Saladino (nunca gostei muito do material deste ultimo mas ele é uma pessoa excelente para se conversar e muito gentil tambem). A RedeRPG tambem deu uma grande força fazendo um artigo sobre o livro, mas vários usuários estúpidos vieram falar que eu estava usando a imagem da capa indevidamente, sem sequer pesquisar no site da Editora(Letras Jurídicas, diga-se de passagem). Em pensar que tudo começou com diários de campanha na Spell”
“E ei Aleff: EU JOGUEI AL-QADIN!”
“(...) mas fiquei curioso sobre o tal RPG, na mesma revista tinha um encarte com ...”
“mas as revistas do 3D&T serviram para me dar uma idéia de como funcionava a mecânica dos jogos de RPG.”
“"Para mestrar você só precisa de uma coisa, saber contar histórias",”
“Trevas, Arkanun, Anjos, Demônios, Anime e, nossa melhor campanha, Supers”
“mas apanharam feio do Sr. Sinistro (por puro azar nos dados).”
“A campanha de Ars Magica só durou três meses o mestre sumiu sem dar notícias,”

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