FORGOTTEN REALMS - QUARTA EDIÇÃO - OPINIÔES

Venha trocar idéias sobre os mais variados sistemas de RPG e seus cenários.

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Mensagempor Allefcapt em 29 Dez 2008, 11:08

Olá a todos,

Alguém já deu uma olhada nos livros de FR para a QUARTA EDIÇÃO?
Gostaria de ler algumas opiniôes. Trocar idéias... :cool:

Abraços,
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Mensagempor Elven Paladin em 29 Dez 2008, 11:56

Já há um tópico para isso, mas hey, é uma boa idéia ter um novo para o assunto:

Sim, eu já li tanto o Forgotten Realms: Campaign Guide quanto o Forgotten Realms: Player´s Guide, e vou recolocar aqui o que comentei no outro tópico sobre FR 4E:

Sobre a Escrita

O melhor que posso dizer sobre ambos livros é que lê-los deu-me a impressão que eu lia uma matéria da Veja, ou seja, de escrita rápida, insípida e com o visual horrível usualmente visto em um Semanário. Isso é Forgotten Realms 4ª Edição. Se o Ed Greenwood escreveu algum trecho de tal livro, a capacidade de escrita dele declinou de modo assustador ( e eu mesmo não me entusiasmo com o que ele escreve ), ou os editores "cuidaram muito bem" dos trechos do Bosqueverde.

Sobre o cenário e o livro em si:

Não diria que é fraco, diria que é ralo, mal escrito e que me deu a impressão de que foi feito ás pressas e sem planejamento algum , assim como um livro de Tormenta. E em comparação ao seu antecessor, esse livro fica ainda pior: O tratamento do papel declinou, o livro novo parece um manual de jogo de PC com esse visual "clean", embora a qualidade geral das ilustrações ( especialmente as de abertura de capítulos ) seja superior, mas eles ousaram reutilizar imagens. De novo!

E quanto ao conteúdo, ele dedica cerca de 16 páginas a mais que o antecessor em descrição dos Reinos, mas como tem muito mais partes do cenário para descrever ( eles acertaram em descrever os Reinos "Menores", e também em extender a descrição de Underdark, porém ), ele dá a impressão de ter ficado mais ralo. Some isso ao capítulo de História, que sequer apresenta uma timeline resumida, e á ausência de um capítulo como Life in Fâerun ( o Adventuring até chega perto, mas é fraco ). O livro tem seu mérito em dedicar uma boa soma de páginas ( cerca de 50 ) em Vilões e Ameaças, e nisso supera o anterior com honras. Porém, a maior das falhas é: Não apresenta nada de novo em mecânica, nada. Você precisa comprar outro livro para ter uma idéia de como é o "sabor mecânico" de jogar nos Reinos. Ou seja, você tem um livro ralo em descrição e sem nenhum conteúdo mecânico ( exceto Monstros ).

Sem contar com a Invasão Oriental em Fâerun...


O por quê eu comento a Invasão Oriental? Simples:

Assim como aquele "Bairro Oriental no Meio de uma Cidade Imensa" de Tormenta, FR 4E ganhou sua "Feudo Oriental no Meio de Fâerun" ( Nathlan, no meio da Dragon Coast ) , as "yakuzas" atormentando Westgate, Telflamm e os Zhentarins, metade da população sendo Shou em Thesk ( além da intensa imigração de pessoas de Kara-Tur para Faerun entre 1380 D.R e Pós-Spellplague, relatada no Grand History ), tendo até um Suzerano de Thesk de tal etnia.


Porém, tenho que colocar que:

Apesar de desgostar do livro, em certos pontos ele seguiu um avanço de plotline bem razoável, terminando eventos que começaram nos tempos de AD&D ou no D&D 3E de maneira razoável, como por exemplo: O Retorno dos Elfos em Fâerun, o reerguimento de Netheril, a ascensão Sembiana ( seguida da queda como puppet state de Netheril ), a Guerra entre Sothylis e Amn. A única adição de fluff realmente bem feito, IMNSHO, foi feita nas Ilhas Moonshae, que viraram uma Avalon Distorcida.
"Eu não sou católica, mas considero os princípios cristãos - que tem suas raízes no pensamento grego e que, no transcorrer dos séculos, alimentaram todas as nossas civilizações européias - como algo que uma pessoa não pode renunciar sem se aviltar" Simone Weil

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Mensagempor Art__ em 30 Dez 2008, 08:54

Pow
Eu gostei muito do livro, assim, ainda não tinha parada pra analisar pelo ângulo do advogado de regras, mas ele tem muitos ganchos e coisas legais que você pode aproveitar nas suas aventuras
Não gostei do novo panteão, continua com muitos deuses, e retiraram alguns deuses clássicos
Sobre as regiões a idéia de apresentar a história delas como teste de dificuldades ficou muito pobre e pouco trabalhada, ainda tem informações legais
não li tudo do livro ainda, mas vai ser bom ler esse tópico e ver o que posso aproveitar

=D
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Mensagempor Styker em 30 Dez 2008, 09:27

Concordo com o que já foi dito pelo Art__ e pelo Advogado e acrescento que uma timeline realmente faz falta, tem gente que sumiu que voce pergunta "onde, quando e por que?" e não consegue nenhuma resposta pelo livro.
Como não abordaram isso eu devo citar que pelo lado mecânico FR peca bastante, vejamos: os reinos darem perícias? legal mas espere... há reinos que te dão resistencia a elementos, bônus na iniciativa e etc... acho isso uma completa falha, tornar o personagem mais forte em combate, coincidentemente são os reinos favoritos dos overpowers. Além disso talentos desbalanceados como shield the fallen e o righteous rage of tempus entre outros, fazem com que eu tenha a impressão que tudo que vem de FR TEM de ser mais forte porque a wizards quer assim...
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Mensagempor Allefcapt em 30 Dez 2008, 16:06

Olá a todos,

Advogado de Regras,
Fiquei bastante feliz ao ler sua opinião e perceber que não estou sozinho em algumas observações.

Esclareço que não sou um fã cego do cenário, mas o respeito e muito pelo papel que representou no imaginário de milhares de jogadores mundo afora.

Forgotten Realms, a “Disney” do D&D, talvez incomode a muitos jogadores justamente pelo seu caráter multifascetado, com "prefeitos" Beholders de um lado e revoada de dragões do outro. Mas como bem nos ensinou o mestre Gary G., as regras e descrições são apenas “norteadores”, cabendo a todos os que jogarem adaptarem a seu modo.

Mas quanto a FR quarta edição, o pai dos cenários...

“O melhor que posso dizer sobre ambos livros é que lê-los deu-me a impressão que eu lia uma matéria da Veja, ou seja, de escrita rápida, insípida e com o visual horrível usualmente visto em um Semanário.”


Pois sé. Esta é uma característica gritante, percebida principalmente por quem teve a chance de beber nas fontes do AD&D.
Os textos do D&D nos parecem então simples demais, sem muito conteúdo descritivo, mas devemos entender as mudanças aplicadas pelas editoras.

A TSR era uma criação de fundo de garagem, oriunda da paixão de verdadeiros RPGIstas. A Wizards é uma máquina agressiva de captura de grana.
A aplicação de uma linha Fordista na fabricação de livros é entendida,

“Se o Ed Greenwood escreveu algum trecho de tal livro, a capacidade de escrita dele declinou de modo assustador”


Infelizmente ele atuou mais como consultor, ou como ele mesmo prefere lembrar, apoio aos editores atuais.

No fundo está mais concentrado nas novelas que pretende escrever. E é claro, impulsionado pelos fãs...

“Não diria que é fraco, diria que é ralo, mal escrito e que me deu a impressão de que foi feito ás pressas e sem planejamento algum”


Esta é por sinal, a principal reclamação dos usuários dentro do fórum da Wizards. Realmente alguma coisa ocorreu, e a relação TEMPO X QUALIDADE parece ter sido afetada.

“O tratamento do papel declinou, o livro novo parece um manual de jogo de PC com esse visual "clean",(...)/’


MANUAL DE PC? BINGO! BEM Vindo a 4 edição. :bwaha:
Como eu já disse antes, ligue dois cabos no livro e na TV e você têm um PLAYSTATION. 

“Some isso ao capítulo de História, que sequer apresenta uma timeline resumida, e á ausência de um capítulo como Life in Fâerun”


Isso é o que mais me incomoda quanto a linha histórica de FAERUN.
Claro que todos ainda podem beber e muito nas fontes do AD&D, mas as duas novas edições só trazem alguma coisinha no Livro do Jogador no já famoso parágrafo “The Roll of Years” bem simples....

“Sem contar com a Invasão Oriental em Fâerun...”


Aqui é compreensível, uma vez que Karatur possui inúmeros fãs. E percebe-se que a Wizards não possui nenhuma intenção em seguir as linhas de cenários como Karatur, Al Qadim, Maztica, ou a A Terra da Horda.

E com toda boa Disney que se preze, vamos colocar os carinhas de olhos puxados e belas armas em algum lugar!
E ainda bem que o meu cenário apaixonante de AL QADIM permanece “escondido” em suas publicações redondinhas. :frenzied:

“Apesar de desgostar do livro, em certos pontos ele seguiu um avanço de plotline bem razoável, terminando eventos que começaram nos tempos de AD&D ou no D&D 3E de maneira razoável, como por exemplo: O Retorno dos Elfos em Fâerun, o reerguimento de Netheril, a ascensão Sembiana ( seguida da queda como puppet state de Netheril ), a Guerra entre Sothylis e Amn. A única adição de fluff realmente bem feito, IMNSHO, foi feita nas Ilhas Moonshae, que viraram uma Avalon Distorcida.”


Aqui concordo em tudo.
Sou um fá de história e uma das coisas que procuro ao menos respeitar no enredo de minha campanha é a trajetória histórica de um cenário.

E neste ponto, eles até que amarraram bem algumas coisas, que acredito, estarão mais vivas nas próximas novelas... :hmmm:

Logo, escrevo mais algumas linhas...

Abraços a todos,
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Mensagempor Torneco em 30 Dez 2008, 16:11

Mas, pelo que corre nas más línguas, o cenário estava emio abandonado pelo próprio pessoal da empresa. Além disso, pode ser que certas coisas tenham ficado de fora por causa do Grand History of the Realms que havia saido pouco tempo atrás. De qualquer forma, o livro tem seus pontos altos e baixos, espero que aprendam com os erros para fazer um Eberron Campaing Setting bem melhor.
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Mensagempor Ric.freitas em 30 Dez 2008, 21:31

Torneco escreveu:Mas, pelo que corre nas más línguas, o cenário estava emio abandonado pelo próprio pessoal da empresa.


Com a quantidade de suplementos que saiu pra ele?
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Mensagempor _Virtual_Adept_ em 31 Dez 2008, 01:36

Pois sé. Esta é uma característica gritante, percebida principalmente por quem teve a chance de beber nas fontes do AD&D.
Os textos do D&D nos parecem então simples demais, sem muito conteúdo descritivo, mas devemos entender as mudanças aplicadas pelas editoras.

Discordo em gênero, número e grau.

O DMG da 4E é o melhor guia do mestre que eu já tive o prazer de ler em meus 10 anos de RPG. Se o livro de FR está ruim, não é por culpa da editora, mas da equipe de produção do livro.
Vamos rezar para que eles corrijam falhas em suplementos futuros.
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Mensagempor Elven Paladin em 31 Dez 2008, 03:46

Os textos do D&D nos parecem então simples demais, sem muito conteúdo descritivo, mas devemos entender as mudanças aplicadas pelas editoras.

A TSR era uma criação de fundo de garagem, oriunda da paixão de verdadeiros RPGIstas. A Wizards é uma máquina agressiva de captura de grana.
A aplicação de uma linha Fordista na fabricação de livros é entendida,


Você parece estar afetado pelo "Filtro Nostálgico", já que a TSR era constantemente chamada de T$R ( e não era incomum dizer que "TSR = They Sue Regularly" ) e tinha uma política de lançamento, em especial na década de 90, de livros ainda mais extrema que a Wizards of the Coast ( eu me lembro que havia meses onde a TSR lançava 7 ou 8 livros, a Wizards fica entre 2 ou 3 por mês, mas preciso verificar ).

MANUAL DE PC? BINGO! BEM Vindo a 4 edição.
Como eu já disse antes, ligue dois cabos no livro e na TV e você têm um PLAYSTATION. 


Minha comparação não tem relação alguma com "4E é Videogame", e sim que o tratamento visual de livros da 4ª Edição lembra o tratamento visual de manuais de jogos de PCs. ;)

Aqui é compreensível, uma vez que Karatur possui inúmeros fãs. E percebe-se que a Wizards não possui nenhuma intenção em seguir as linhas de cenários como Karatur, Al Qadim, Maztica, ou a A Terra da Horda.


Não há elo algum entre a Invasão Oriental e Kara-Tur e sua fama, mas sim com o fato de quer personagens orientais são um modismo atual ( impulsionados pela popularidade de Animés e Mangás ). E oras, a Wizards não possui intenção alguma de continuar tais cenários, pois a própria TSR os abandonou anteriormente:

* Al-Qadim foi lançado entre 1992 e 1994, e deixado de lado depois disso ( exceto a aventura Reunion, de 1998, e alguns artigos na Dragon Magazine).

* Kara-Tur foi lançada em 1988 ( em 1985 no Oriental Adventures, mas era planejada para ser parte de Greyhawk ) e continuada até cerca de 1990. E também foi descontinuada desde então.

* Maztica foi lançada em 1991, e não teve mais do que o Boxed Set e uma trilogia de romances. E o mesmo pode ser dito de Hordelands, só que tal "cenário" foi lançado em 1990.

Claro que todos ainda podem beber e muito nas fontes do AD&D, mas as duas novas edições só trazem alguma coisinha no Livro do Jogador no já famoso parágrafo “The Roll of Years” bem simples....


Bem, o D&D 3E tem o Grand History of the Realms ( Que é uma timeline de 150 páginas ) e o Lost Empires of Faerun, que lidam razoavelmente bem com o passado de Forgotten Realms. E o próprio FRCS do D&D 3E tem um bom capítulo sobre a História de FR, além da história de uma porção de Reinos em sua descrição.
"Eu não sou católica, mas considero os princípios cristãos - que tem suas raízes no pensamento grego e que, no transcorrer dos séculos, alimentaram todas as nossas civilizações européias - como algo que uma pessoa não pode renunciar sem se aviltar" Simone Weil

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Mensagempor Torneco em 01 Jan 2009, 20:29

Explicando meu comentário, é que correu boatos por um bom tempo que o cenário da FR não era mais jogado pelo pessoal da empresa, ficando abandonado em detrimento de outros. Assim, quando eles começaram a pensar em mudar as coisas, tinham pouca familiaridade com o cenário.
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Mensagempor sembiano em 02 Jan 2009, 20:17

Bom,

Eu já li e venho jogando o novo Forgotten Realms.Pessoalmente me agradou muito a nova formatação do cenário e no meu conceito foi o salto mais coerente e significativo entre as edições.Existe uma abordagem nova ao desenvolvimento histórico pós Spell Plague e me passa uma impressão de abordagem parecida com a "Terra Média" na terceira era, exceto pelo fato de as ameças a raças livres não estarem personificadas em uma frente e sim em diversas.Com certeza é uma abordagem "dark", onde é muito claro que o "lado negro" esta vencendo.

Quanto aos livros em comparação a outras edições, a abordagem ao produto também mudou e ele propositalmente deixa espaços abertos a serem preenchidos, isto porque aquele conceito de ache tudo em um livro não existe mais, o novo FR tende a ter sua continuidade descritiva em outros produtos como o D&D Insider e a própria campanha Living(Living Forgotten Realms).Quem compra, deve ter isso em mente.

A verdade é que lá fora continua sendo o cenário mais jogado, Living Forfotten Realms foi campeã de mesas na Gencon disparada, os 2 livros de cenários esgotaram em segundos por lá conforme os relatos do nosso amigo Xandy que esteve presente no evento e mesmo no Brasil, é a campanha mais jogada da RPGA em todos os tempos, chega a ter lista de espera na pré-reserva de mesas para os eventos que organizamos.Considero Living Forgotten Realms um sucesso de público em escala mundial.Neste tempo que tenho de RPGA nunca vi uma campanha tão jogada e comentada.

Acho muito difícil voltarem atrás no cenário em função dos resultados que eles vem conseguindo, de uma forma geral acredito que o objetivo comercial com este cenário vem agradando a Wizards mesmo em tempos de crise e o novo FR já esta consolidado na minha opinião.


Atenciosamente,


Gustavo Santana de Souza - sembiano
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Mensagempor Art__ em 03 Jan 2009, 23:44

gosteti muito da ideia dark de forgoten, apesar da catastrofe ter sido bem grande com morte de deuses, reinos, etc ficou legal, o que acho ruim é que as vezes sinto falta de mais informações ou dela estar espalhada(como comentoram que ela pode estar com as dragons e o insider), comparando com os outros livros da 4ed toda a informação que você precisa esta num único livro, isso segue o grande exemplo do livro do jogador...
não estou dizendo que a estratégia da wizards esta errada, mas da mesma forma que atrai novos fãs decepciona um pouco antigos
mas olhando por seu lado vc tem razão, ter bons espaços em aberto favorece tanto aos mestres como jogadores

por exemplo
tinhamos um jogador que sabia de muuuuita coisa de forgoten então a descrição de qualquer npc ou criatura do reino para ele tirava gritos de animação assim como fazia ele bolar idéias ou estratégias de acordo com as informações que ele tinha do npc, se por um lado era bom pelo animo do jogador do outra era ruim pelo possivel meta jogo

enfim, preciso ler mais o livro (como tinha comentado, ainda estou lendo, e a opinião do pessoal aki da spell esta ajudando muito) :dança:
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Mensagempor Allefcapt em 05 Jan 2009, 17:23

Olá a todos,

TORNECO,
O cenário nunca foi abandonado pela editora. Pelo contrário, ele se manteve sempre vivo, seja em artigos, novelas ou acessórios como mapas e gravuras lançadas no site da Wizards regularmente.

O que acontece é que muitos fãs do cenário, dentro do fórum da Wizards cobram apaixonadamente mais materiais ligados ao cenário.

Obs: Alias, de uns meses para cá, eles têm se tornado mais apaixonados e participativos que os jurássicos fãs de Greyhawk.

RIC.FREITAS,

Exatamente. Sempre na crista da onda.

VIRTUAL,
Estou me referindo a LIVROS LIGADOS A DESCRIÇÃO DE CENÁRIOS. :aham:
As regras são papo para outra mesa...

ADVOGADO,

“Você parece estar afetado pelo "Filtro Nostálgico",(..)”


Tá, confesso que estou sempre meio afetado. hehehehehe. :hmmm:
Mas no fundo isto me alimenta. Afinal uso todos os livros e textos que você possa imaginar em minha campanha. E desta forma tenho sempre ao lado das obras mais recentes, os velhos tomos da TSR.

“eu me lembro que havia meses onde a TSR lançava 7 ou 8 livros, a Wizards fica entre 2 ou 3 por mês, mas preciso verificar”

Não precisa verificar não. Houve meses em que a TSR lançou entre livros para mesa e novelas, 12 volumes!!!

“Não há elo algum entre a Invasão Oriental e Kara-Tur e sua fama, mas sim com o fato de quer personagens orientais são um modismo atual ( impulsionados pela popularidade de Animés e Mangás ).”


Caro Watson... elementar.
É isto que quero dizer quando me refiro aos “fãs” de personagens e temas orientais, :frenzied: aqui em minhas linhas definidos como “fãs de Karatur”. Saca?

“Minha comparação não tem relação alguma com "4E é Videogame", e sim que o tratamento visual de livros da 4ª Edição lembra o tratamento visual de manuais de jogos de PCs.”


A MINHA observação é SIM referente a quarta edição e sua proximidade com os jogos de computador. Façamos nossos personagens de PLAYSTATION 4!! :jester:

Bem, apesar de não entender o porque de sua construção cronológica dos cenários lançados, valeu pela lembrança.

“Bem, o D&D 3E tem o Grand History of the Realms ( Que é uma timeline de 150 páginas ) e o Lost Empires of Faerun, que lidam razoavelmente bem com o passado de Forgotten Realms. E o próprio FRCS do D&D 3E tem um bom capítulo sobre a História de FR, além da história de uma porção de Reinos em sua descrição.”

..... e como eu disse, todos os títulos do AD&D, que trazem desde detalhes de localidades como o Mar das Estrelas Cadentes até grupos de mercenários como o GOLD & GLORY.

Ou seja, é preciso buscar fontes alternativas ao livro base.
Mas isto acaba sendo regra geral.. não?

SEMBIANO,
A “Terra Média” pode ser ainda melhor sentida no contexto do cenário, além apenas da roupa e aparência de Elminster, o Gandalf, ops.. quer dizer, o mago.

“(...)onde é muito claro que o "lado negro" esta vencendo”

Você sentiu isto? Hehehehehehe....... imagine o que não vêm por aí.

“isto porque aquele conceito de ache tudo em um livro não existe mais, o novo FR tende a ter sua continuidade descritiva em outros produtos como o D&D Insider e a própria campanha Living(Living Forgotten Realms).”


Yessssssssssssssssssssss. Como eu já escrevi antes, “WIZARDS TIME”! Aliás, isto é imprescindível para quem deseja sobreviver no mercado. :cool:

“A verdade é que lá fora continua sendo o cenário mais jogado(...)”

Aqui foi a mesma coisa entre as mesas de D&D na EIRPG de 2008.
A "DISNEY" é imbatível. E continuará sendo.

ART_
“o que acho ruim é que as vezes sinto falta de mais informações ou dela estar espalhada(como comentoram que ela pode estar com as dragons e o insider),”


Pois é.
No novo século, isto não vem mais em livros adicionaisS, mas na INTERNET,. E se bobear logo no celular.

O I-FORGOTTEN!


“mas olhando por seu lado vc tem razão, ter bons espaços em aberto favorece tanto aos mestres como jogadores”


JEFF CRUB já sabia... por isso AL-QADIM é rei.
Lá, sempre foi assim....

“enfim, preciso ler mais o livro (como tinha comentado, ainda estou lendo, e a opinião do pessoal aki da spell esta ajudando muito)”


Para isto existe a SPELL!!!! :rolando:

Um grande abraço a todos,
Um brinde a FORGOTTEN!
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Mensagempor AKImeru em 06 Jan 2009, 02:22

Uma coisa a dizer:


WIZARDS, VOCÊS ME PROMETERAM ORCS COMO RAÇAS JOGADORES, E NO LIVRO VOCÊ OS TRATA COMO ANTAGONISTAS - MESMO QUANDO ELES POSSUEM A PORCARIA DE UM IMPERIO.



QUE PORCARIA É ESSA?!

E mais uma coisa:

Minha comparação não tem relação alguma com "4E é Videogame", e sim que o tratamento visual de livros da 4ª Edição lembra o tratamento visual de manuais de jogos de PCs.



Como estudante de design de midia digital, permita-me dizer que o metodo utilizado no Forgotten Realms 4e lembra mais uma revista especializada em jogos de RPG do que um manual de video game ou um cenário de RPG.

Curiosamente, "Complete Fighter" da TSR tem um visual similar em alguns momentos.
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Mensagempor Art__ em 06 Jan 2009, 11:23

Pois é.
No novo século, isto não vem mais em livros adicionaisS, mas na INTERNET,. E se bobear logo no celular.

O I-FORGOTTEN!


não deixa de ser uma estratégia de marketing, fontes espalhadas geram mais possibilidades de vendas e lucro, não posso culpa-los :jester:

agora me lembrei de uma coisa
lembra que algum tempo atrás havia algumas reclamações sobre o mestre ser mais um contador de histórias e que tudo já vinha pronto pra ele?
Agora estamos vivendo a situação contrária caros amigos, queremos mais informações, onde temos a liberdade de criar o que quisermos, acho que a wizards pode ter se dado conta disso e deixado mais espaço para o mestre, para a diversão do mestre em poder moldar e criar no cenário sem ao mesmo tempo estragá-lo, sem muitas informações eu posso adicionar novas sem comprometer o cenário, mas o contrário não é verdade (principlamente para aqueles fãs sabe tudo...)
pow, que engraçado :duh:
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