Bom, pra falar a verdade, eu simplesmente joguei idéias ao ar para ver no que é que dava, mas, particularmente, eu também prefiro simplesmente deixar o d8 de dano mesmo.
Lembrando que não precisamos dizer que o punho vai causar 2d8 no 21º nível porque a definição de um ataque corpo a corpo já prevê um 2[W] de dano nos níveis épicos. ^^
Sobre a "arma punho" ser levada em conta com relação aos poderes, basta fazer o que já foi citado antes: fazer ela contar como uma maça para todos os efeitos, assim, poderes que envolvam maças, armas em geral ou alguma especificação que englobe de alguma forma uma arma off-hand, do tipo maça vão poder ser usados em conjunto com o punho (sem contar os itens mágicos).
Quanto a questão de "um encanto por punho", não faz muito sentido, mas é o mais correto a se fazer.
E digo mais, na verdade seria um encanto "por arma", o que significa que se você for "encantado" uma vez e usar algum poder que use uma segunda arma (um ranger, por exemplo), você vai fazer um ataque desarmado (punhos, pernas, etc...) com os benefícios do encanto e o outro SEM os benefícios, ou seja, cortar o braço do cara (não que se espere que isso venha a acontecer) não vai impedir ele de dar um chute com o bônus de encantamento (acredito eu que vai ser mais ou menos essa a premissa do monge, visto que agora ele pode "encantar" o punho, ao que parece).

Bons tempos aqueles em que você podia por um satã travesti num desenho de criança.



) leva uma vantagem grande demais de quem depende de uma ter uma arma em mãos.