Madrüga escreveu:E, morrendo, os chapéus somem? Quero mestrar isso.
Monge da Dungeon escreveu:Aparentemente não.
Enquanto existir o "portfólio" na existência automaticamente o Deus pode ser morto, ressucitado, deletado, reciclado e qualquer outra possibilidade imaginada que ele continua existindo. No seu exemplo o Deus Kobrecukacarekkah não desapareceria da existência.
O Kobrecukacarekkah seria destruído se todos os bonès, chapéus e afins fossem destruídos.
Pelo menos foi o que entendi.
Direto do panteão:
- Por seus crimes além do perdão, Kallyadranoch, eu o condeno ao esquecimento.
O silêncio imperou por alguns instantes, até ser cortado pela gargalhada afiada do deus ajoelhado.
- Ah, mas alguém irá se lembrar. É a lei. Tillian sempre saberá quem foi. As crias de Valkária um dia irão se esconder sob sua sombra, feitos passarinhos sob as asas da mãe. E quanto a mim, quem se lembrará de Kallyadranoch?
O deus da justiça permaneceu impassível. As espada firme em suas mãos.
- Sempre seis dos meus filhos irão se lembrar, e carregarão meu legado. E enquanto pelo menos um deles viver, eu viverei. Nem você, nem qualquer um dos demais pode mudar isso. É a lei. Jamais se esqueça, Khalmyr."
É claro que não deu certo, lol.
Novamente, destruir um deus maior não anula seus feitos retroativamente. Apenas se tornam feitas por um "autor desconhecido". Nesse caso, assume-se que o Megalokk, deus dos monstros 'tomou' os dragões como se fossem seus filhos, mas é conjectura. Por isso que eu falei, o conceito de "morte divina" em Tormenta é literalmente "matar o cara, mas não anular o que ele fez, lol".
Por isso que eu citei Nobilis; os "flower rites" dos Excrucians são uma forma mais plausível (pra mim) da aniquilação completa de um portifólio, alterando a realidade e as percepções das pessoas via disseminação de falsidades ou mesmo pela corrupção da sua idéia.
Vou dar um exemplo bobo aqui:
Digamos que Keen queira que as pessoas parem de depender de magias de cura, dependendo apenas de suas habilidades naturais de recuperação. Ele "corrompe" o fluxo da energia positiva que flui em Arton após subjugar Lena (a deusa da Cura) e usar sua energia divina para esse propósito. Esse efeito começa em algum reino pequeno, e se extende gradualmente até cobrir toda Arton.
Qualquer magia de cura que seja conjurada nessa área fazem com que dolorosas pústulas cresçam na pessoa afetada pelas magias de cura; quanto mais poderosa a magia, maior o efeito; ser alvo de uma cura completa transformaria o local atingido numa massa de tumores e pus que infeccionam as feridas que a magia deveria curar, com efeitos quase sempre letais.
Acha que depois de alguns anos... não, MESES sob esse efeito, alguém se arriscaria numa magia de cura exceto em ultimo caso?
Um deus menor não é um conceito encarnado; ele é fortalecido
por uma idéia / conceito / portifólio menor e não
é essa idéia, portifólio ou conceito. Assim, se o Deus menor do comércio (Tibar) for morto, isso não significa que de repente o mundo perderá o conceito de compra, venda e lucro. Só vai perder um "ex-mortal" que usava estes conceitos como fonte de seu poder. Assim, matar o Deus dos Chapéus não destruiria todos os chapéus de Arton.
Só destruiria o chapeleiro louco de lá.
Gladius Dei escreveu:Ué, mas deuses menores não podem ascender ao status de deus maior? Comofas comofik ii'
Smaug escreveu:O lider do panteão sacode sua varinha e puff, as leis do universo não fazem sentido e o deus menor vira deus maior...
Espada. Enfim. Um Deus Menor só vira um maior quando há "vagas" no panteão. Mesmo destituído de seu reino e habilidades, Sszzaas
não perdeu sua vaga de deus maior. Já Tillian (que não foi julgado, e sim 'devorado' por Nimb) perdeu sua (termo bem vago aqui)
essência divina e Kallyadranoch, que foi "esquecido" abriram duas vagas: Ragnar e Hynnin entraram no lugar.
Esclareci algumas dúvidas?
No multiverso de Arton? Sim, são. Não tem nada que ninguém possa fazer pra mudar isso.
Russel escreveu:e mesmo assim eles levaram um sarrafo
Sim, levaram, por que Ragnar ascendeu a um posto divino maior que Glórienn devido a arrogância da raça em adorar a deusa. E Lin Wu é adorado num bairro e não caiu ainda.
