Olá e sejam bem vindos ao mais recente projeto meu e do usuario Vincer. Espero poder esclarecer todas as dúvidas aqui:
Oda, o que diabos é um Sim RPG?
É um jogo de RPG com o intuito de similar relações e tramoias de diversos povos, culturas e reinos diferentes dentro de um universo. Ou seja, a simulação de um reino de fantasia. Com o tempo passando a geografia mudando, os exercitos se atacando, e por ai vai. É possivel começar em um pequeno pedaço de terra, e dominar o resto do mundo.
Qual o sistema estará usando para isso?
S³ foi minha escolha. Eu e Vincer estamos adicionando, removendo e alterando outras coisas para permetir o seu uso em um SimRPG.
Como posso participar?
No momento, estamos indo bem trabalhando sozinhos. Eu preciso de alguem que possa desenhar mapas e personagens apenas para ajudar. Quando o jogo começar, você vai poder como vai se dedicar ao jogo .Você pode jogar 10 minutos por dia e se tornar um grande senhor feudal. O jogo é jogado por turnos especificos, apesar de ser aberto para "aventuras" menores e pessoais e interpretação de personagens.
E é claro, há sempre uma trama global, onde você pode se tornar o personagem principal caso a oportunidade surja.
Eu estou procurando 8 pessoas para governarem os 8 grandes reinos da grande oito culturas já posicionadas no reino de onde todos irão emergir.
Abaixo, vai um pedaço do que já está pronto.
Niangahel
Introdução:
Filhos de uma antiga tribo pequenina e frágil, os NIangahelos passaram boa parte de sua existência como raça dentro da imensa floresta de Naramah. Com o tempo, sua conexão com a natureza e consigo mesmos atingiu proporções imensas, graças a um momento de crise. A cultura Niangahel se baseia em quatro pilares. A Natureza, O Corpo, A Mente, e O Espírito. Exóticos e tímidos, é uma raça vista como graciosa pelos humanos e excêntrica pelas demais. Sua cultura é riquíssima. Porém, ela sofre por uma mudança. A ambição, um sentimento desconhecido pelos Niangahelos cresce na presença de oportunidade. Com o reino de Spellium em ruínas, as províncias se movem. Os Niangahelos tem que repelir invasores, mas se não se expandirem e se entregarem a tentação da Ambição, serão extintos. Relutantemente, a raça abraça um sentimento visto como um tabu.
Aparência:
Variando entre 1,50 e 1,80 centímetros de altura e pesando dentre 30 a no máximo 80 quilos, o corpo dos Niangahelos são esbeltos e diminutos em comparação aos humanos e Oruns. A cor da pele da raça é baseada em diversos tons de marrom, sempre pendendo para um nuance mais claro. Seus olhos variam de cores claras, nunca sendo totalmente escuros. Uma excentricidade da raça seria suas alongadas orelhas que destoam de seu tradicional nariz pequenino. Um fato digno de nota é que tirando os cabelos, os Niangahelos não possuem nenhum pelo ao longo de seu corpo inteiro. Diferentemente dos humanos e Oruns e similarmente com os Grarmrin, os Niangahelos possuem um longo período de vida, ultrapassando os cento e cinqüenta anos de idade. Seu corpo envelhece devagar ao decorrer dos anos, ao menos no exterior.
Historia e Cultura:
Descendentes de uma tribo conhecida como “Ainar”, os Niangahelos são parentes próximos dos humanos. Apesar disso, boa parte da tribo de Ainar foi empurrada para dentro da floresta de Naramah pelos ancestrais do reino de Taoca. A tribo era muito pacifica, mas o gosto da derrota e o sangue derramado de seus irmãos uniram os Ainar que antes viviam em pequenos grupos espalhados apesar de fazerem parte da mesma tribo.
A terrível derrota e o massacre feito pelos ancestrais de Taoca haviam diminuído muito o número dos Ainar e quebrado totalmente sua moral. Em um encontro histórico, onde todas as famílias e pequenos grupos de Ainar enviaram representantes para debater o futuro da tribo. Muita tristeza e pessimismo pairavam no encontro, decorrentes do grande numero de mortos. Apesar disso, uma matriarca de uma das famílias mais do sul conhecida como Niangah propôs que o povo Ainar deveria deixar de existir, em honra da memória dos perdidos. No lugar de tristeza e magoa, um novo sentimento e um novo povo deveriam imergir. Felicidade e esperança, no lugar de tristeza e pessimismo. Os caídos de Ainar deveriam receber sorrisos e não as lágrimas. Um povo que honrasse o ciclo natural da vida e da morte.
Apesar de receosos, os representantes colocaram em votação a nova política de conduta proposta pela jovem matriarca. E não houve um voto contra a proposta sequer.
Apartir daquele dia, a tribo recebeu um novo nome: “Niangahel”, ou traduzindo ao pé da letra “Filho de Niangah”.
O conselho decidiu que uma tribo unida precisaria melhor se organizar, e então começava os preparativos para a criação de uma grande cidade para Naramah, homônima.
Após três gerações de paz e prosperidade em uma meritocracia positivista, os Niangahel conheceram um sentimento novo. A ambição. O Império de Spellium bateu nas portas de madeira de Naramah Exigindo riquezas, conhecimentos e submissão. E de novo, os Niangahelos apenas abaixaram suas cabeças enquanto sua terra foi ocupada, roubada e usurpada. Durante dez longos anos os Niangahelos sofreram calados a ocupação. Até que um jovem estudioso da religião oficial de Namarah(“O Caminho Verde”) decidiu que já era hora de seu povo se libertar da opressão.
Seu nome completo foi perdido em arquivos históricos. Ele é conhecido apenas por “Ahnmar”. Este jovem instigou as mentes dos trabalhadores, guerreiros, místicos e artistas de seu povo. Ele mencionava os “Quatro Pilares da Vida e da Morte”. Eram eles: A natureza, O Corpo, A Mente, O Espírito. Cada Niangahel fazia parte de um pilar, e ao mesmo tempo continha os quatro pilares dentro de si. Era preciso respeitar não apenas a natureza, mas a saúde de seu corpo, a racionalidade de seu pensamento, e os sentimentos mais profundos contidos em seu espírito.
Ele também mencionou que a vontade dos Niangahelos era... Diferente das outras raças. A realidade era apenas sustentado pelos quatro pilares da vida, contido dentro do cerne dos Niangaelos. Compreendendo o seu espírito, mente, corpo e natureza, era possível manipular a realidade a sua volta com sua força de vontade. A arte do Psyché.
A moral dos caídos Niangahelos havia ascendido. Eles eram mais do que cordeiros do destino, eles eram o destino encarnado. Manipulando o clima e a floresta com sua própria vontade, os Niangahelos afugentaram Spellium de Naramah após diversas táticas de guerrilha, utilizando armas improvisadas.
Ahnmar desapareceu dias depois sem deixar rastros, confundindo os vitoriosos Niangahelos. Não houve muito tempo para as festividades de paz contudo, havia comoções por todo o continente. Os Niangahelos preparavam seus exércitos com desgosto. O sangue, a batalha, aquilo tudo era muito novo e muito triste para um povo tão acostumado com a paz.
Os ventos de caos empurram o pacifico povo a um precipício. Abrira ele asas e alcançara vôo? Ou estará fadado a cair no abismo do esquecimento?
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Qualquer opinião e comentario é apreciado.
Estou aguardando ansioso.





Mim quer participar, nem que seja pra desenhar roupas. Sério. 




