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to hire = contratar
Maio 19, 2012, 11:18:48 pm
Publicano, pega um carinha bom então "hire"... esqueci o termo em PT... e comba todas as auras possiveis e mtos town portal é a melhor estratégia contra duriel
Maio 19, 2012, 10:33:48 pm
que bicho, Thales? Sou paladino kkkkk vamos marcar então, é só acertar via MP um horário
Maio 19, 2012, 10:19:47 pm
É só me chamar que eu jogo o Diablo II, to com os CDs guardados aqui.
Maio 19, 2012, 10:06:41 pm
pra matar duriel tem q ter mto town portal e mto bicho pra sumonar
Maio 19, 2012, 07:39:14 pm
A gente podia marcar uns jogos online de Diablo II, aproveitando o ensejo da máfia e aproveitando que meu PC não aguenta o III...
Maio 19, 2012, 06:47:04 pm
Desmarquei com a namorada por causa de trabalho, terminei o trabalho mais cedo e eis-me aqui tentando matar o Duriel em Diablo II... ô bicho chato dos infernos...
Maio 19, 2012, 02:56:44 pm
Boa ideia, Nibe. Sério.
Maio 19, 2012, 02:48:51 pm
No próximo post, fale de Io'lokar. XD
Maio 19, 2012, 01:16:57 pm
Dê descanso um pouco pras Casas, vá de gnomos, pq acho assunto pouco explorado que é parte forte do cenário.
Maio 19, 2012, 01:01:49 pm
Oh, thanks. Isso me lembra, qual assunto para o próximo? Ainda tem os Gnomos, meio pronto, e talvez uma das Casas (Cannith ou Vadalis).
Maio 19, 2012, 11:34:50 am
ow, esse tópico sobre Eberron é massa demais, hein? parabéns ao Dr. e seus 1d8 minions.
Maio 19, 2012, 09:17:26 am
Texto novo de Eberron, aos 1d8 leitores. xD
Maio 19, 2012, 06:52:22 am
fables about cars
Maio 18, 2012, 10:24:23 pm
Noite 5 em Diablo II, podem enviar suas ações (ou inações) se as tiverem.
Maio 18, 2012, 05:05:54 pm
Exatamente isso, ainda mais se for plano descontinuado, eles fazem de tudo para acabar com esses planos.
Maio 18, 2012, 03:18:52 pm
btw, eu baixo a 500 kbps, com picos de 700 quando o torrent é bomdimais.
Maio 18, 2012, 03:17:44 pm
Acho que todas fazem, quando resolvem dar um upgrade nas linhas. E como não podem te obrigar a pagar por um plano mais caro, eles aumentam tua velocidade sem cobrar nada a mais.
Maio 18, 2012, 12:06:49 pm
Lumine, a Oi fez isso com vários clientes, era uma norma interna.
Maio 18, 2012, 11:01:27 am
Esse ano tenho a idade de Cristo quando morreu, e feliz da vida. Dãa
Maio 18, 2012, 10:42:34 am
Nihil, crise dos 30? '-' Quero morrer antes disso. Sério... kkkk XD
Maio 18, 2012, 10:18:15 am
e eu com meus meros 700kps T_T. não to sentindo a spell lerda não xD
Maio 18, 2012, 10:03:18 am
Nem é isso, Zé. Eu consegui essa velo pra evitar processos, btw. A Velox aumentou a velocidade do serviço e não avisou. O plano que eu pagava nem existia mais, e não avisaram. Como desculpas, subi de 512kb pra 5 mega. Tipo, no mesmo dia.
Maio 18, 2012, 10:02:59 am
aqui a internet ta legal. é so a spell que ta lerda mesmo
Maio 18, 2012, 09:52:55 am
Pois é, geral reclamando da lentidão na internet? Eu achei que era só a Spell, mas andou tudo ruim aqui pra esses lados, nesses últimos dias.
Maio 18, 2012, 09:52:02 am
Noara, aguarde a Crise dos 30, querida... Hehehe...
Maio 18, 2012, 09:48:46 am
credo Lumine. 500kb/s, pra que humilhar, cara. D:
Maio 18, 2012, 09:36:16 am
Zé, eu tou baixando coisas a quase 500 Kb/s em outros sites e uns 600 kb/s em torrent, e nada mais tá dando problema de load, só a spell.
Maio 18, 2012, 09:10:53 am
incrivel como, eu que tenho a net mais merda do mundo, to navegando normal na spell...
Maio 18, 2012, 09:03:19 am
achei que fosse minha internet, Phil, mas tá muito lento também. DDOS SERÁ????!?1??;/?
Maio 18, 2012, 08:51:26 am
Sim, eu trabalho. Minha sorte é que não preciso de muitas horas para revitalizar meu corpo. *
Maio 18, 2012, 08:33:09 am
já acordou?
Maio 18, 2012, 08:24:05 am
Calma, Arcane. Não precisamos aloprar, né? '-'
Maio 18, 2012, 08:08:59 am
"Fazer 21 anos te ensina muito." ... Me fez lembrar o "Não faz Sentido" falando uma vez do Justin bieber que queria fazer o "livro sobre a vida dele". :p
Maio 18, 2012, 12:40:24 am
Fazer 21 anos te ensina muito. Descobri que não tenho mais idade p/ bancar a "gostosa que não dorme". Confesso que aproveitei bem esse dia, porém agora, está difícil até andar. Boa noite a todos e um grande beijo na bunda de cada um. ♥
Maio 18, 2012, 12:10:51 am
Viram, só? * XD
Maio 18, 2012, 12:09:01 am
@Rain, obrigada pelos parabéns e pelos... "Ferdinbeidinhos"? o.O' @MVerde, sinto muito pela sua memória. '-' @Barão, obrigada! =D @Manusouza... TIA? ¬¬ Tá, vai. obrigada... ¬¬ E obrigada a todos, também. Faria um discurso, mas não caberia na s
Maio 17, 2012, 11:18:46 pm
Erro 37 ?
Maio 17, 2012, 10:01:58 pm
Culpa do Diablo III. Dominou a Spell.
Maio 17, 2012, 09:47:05 pm
Pra mim, normal também.

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Tópico: Tópico sobre Educação  (Lida 866 vezes)

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Offline Magyar

  • Telihold
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« Online: Novembro 09, 2011, 05:27:05 pm »
Não é de hoje que se fala que, para resolver grande partes do problema de uma sociedade, basta investir em educação. Porém, a mesma sofre de paradigmas que ainda não acompanham o desenvolvimento tecnológico, mudanças de valores de uma sociedade, dentre outros.

Minha proposta desse tópico é discutir sobre o que poderia ser feito para melhorar a educação em si. Não só infraestrutura, aumento do salário dos professores, mas também em alternativas mais amplas, como didática, informática na educação, inclusão/exclusão de matérias, carga horária etc.

O que poderia e deveria mudar no modelo atual de educação para um melhor desenvolvimento dos cidadãos? Quais matérias seriam dispensáveis? Quais seriam essenciais? O que poderia ser incluso? Qual deveria ser o máximo de aluno por sala de aula para um melhor aproveitamento? Qual duração de aula?

Assim que tiver tempo (e disposição) pretendo montar o que, ao meu ver, seria um modelo ideal de educação (respondendo a maioria das questões acima). Por isso gostaria de juntar as idéias dos demais spellianos, visto que muitos trabalham na área e podem opinar cada um com o seu ponto de vista. Penso também em focar meu TCC  nisso (ano que vem) e quem tiver algum material disponível, poderia compartilhar aqui, se possível.

Creio ser um assunto pertinente, porque é fácil falar, por exemplo, que você precisa comprar um carro... o difícil é correr atrás dos orçamentos para um que se encaixe a sua pessoa, no preço mais acessível.

Então fica aqui esse tópico. O que vocês acham que seria o ideal de investimentos em educação no Brasil, para uma melhora significativa futuramente?

EDIT: segue um conto sobre o tema: http://spellrpg.net/home/contos/mundo-da-razao-(repostagem)/new/#new
« Última modificação: Novembro 09, 2011, 05:43:47 pm por Magyar »
"- A mania que minha geração tem de caçoar das coisas não está tornando o mundo melhor. Gastamos tanto tempo julgando o que as outras pessoas criaram que nós mesmos criamos muito pouco. Eu usava a revolta como um meio de me esconder. Nós usávamos a crítica como uma falsa participação. Só parece que conseguimos realizar algo. Eu nunca contribuí para o mundo com nada que valesse a pena."
Ida Mancini - No Sufoco. PALAHNIUK, Chuck.

Offline Metal Sonic

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« Responder #1 Online: Novembro 09, 2011, 05:45:30 pm »
Será que dar mais poder aos professores? Porque atualmente é um desrespeito tremendo dos alunos e pais aos nossos profissionais da educação...
"My drill is the drill that will pierce the heavens!"

Offline Nibelung

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« Responder #2 Online: Novembro 09, 2011, 07:48:50 pm »
Vídeo obrigatório sobre o assunto:

RSA Animate - Mudando Paradigmas na Educação
Aceitando voluntários para playtestar o DDN comigo no próximo fim de semana. Cadastre-se aqui.



« Responder #3 Online: Novembro 10, 2011, 01:18:03 am »
Para começar, é necessária a diminuição do número de alunos por sala. Como pode um professor conseguir enfrentar as dificuldades específicas ou incentivar o potencial específico de cada aluno numa turma com 40? Isso faz com que muitos alunos fiquem "invisíveis" ao professor, sobretudo por ele ser obrigado a dar aula para 10 outras turmas, no mínimo, para se sustentar.

ALém disso, o tempo de aulas é muito pequeno, resultanto numa jornada escolar curta demais para a quantidade absurda de matéria que o estudante deve aprender - ainda mais se considerarmos a tendência a inclusão de novas disciplinas (Filosofia, Sociologia, Informática, etc) e de novos conteúdos (História da África). Ao meu ver, seria necessário um aumento do tempo que o aluno passa em sala de aula.

Magyar, se me permite um palpite, acho que a problemática é muito ampla para um TCC. Não seria melhor pegar um aspecto especifíco e trabalhar nele?

p.s.: sou licenciado em História, já dei aula em pré-vest. comunitário e estagiei no CEFET-RJ.

Offline Iuri

  • Wonderboy
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« Responder #4 Online: Novembro 10, 2011, 01:44:47 am »
Eu dei minhas sugestões no outro tópico, mas se resumem a: incluir disciplinas amplas que preparem melhor o jovem para o convívio na sociedade moderna e seus problemas: ensinar tópicos básicos de direito e administração . Deixar de lado (diminuir carga horária) aulas de literatura, portugues, e exatas no geral. Dentro das exatas, incluir (possivelmente como conteúdo de matemática) lógica e (esse como disciplina nova) projetos (científicos), além de levar mais vezes os alunos de física e química para o laboratório.

Até aí a maior dificuldade seria o planejamento, treinamento, burocracia e adaptação por parte das escolas. Medidas um pouco mais complicadas (porque envolvem um significativo aumento do custo da educação) envolveriam diminuição do tamanho de turmas e criação de disciplinas eletivas (ao estilo eua) no turno contrário ao das aulas obrigatórias, entre alguns exemplos: "Mídias de comunicação em massa", "Educação Física" (sim, tem que sair da grade obrigatória AGORA), "Música", "Teatro", "Economia doméstica", "Culinária", "Artes" (acho que no E.M. é melhor como eletiva), "História da Ciência", "Contabilidade", "Tópicos avançados em [matemática, biologia, física, química, etc]", e assim por diante.
O simples investimento em apostilas com o conteúdo das aulas, para que os alunos não precisem ficar copiando tudo do quadro já poupa um bom tempo de aula e permite que eles foquem a atenção nas explicações (e aprendam a fazer suas próprias anotações). Deixar horários para tirar dúvidas com os professores (tipo um horário de "reforço", que eu acredito que a maioria das particulares tem) também ajudaria.

Citar
Como pode um professor conseguir enfrentar as dificuldades específicas ou incentivar o potencial específico de cada aluno numa turma com 40?
Verdade. Eu to assistindo uma disciplina esse semestre que é só eu e mais dois alunos, e é incrível o quanto eu aprendo a mais por isso (mas pode ser só porque eu sou obrigado a prestar atenção, fica chato sair mais cedo ou matar, e dormir durante a aula nem pensar).
Coisas que posso pressentir: o perigo e o caos.

Offline Metal Sonic

  • 天元突破グレンラガン
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« Responder #5 Online: Novembro 10, 2011, 09:09:13 am »
Vídeo obrigatório sobre o assunto

Excelente o vídeo. Mas eu infelizmente acho que não vai mudar, porque o poder para mudar essas coisas está nas mãos de quem mais lucra com o atual sistema (ou não).
"My drill is the drill that will pierce the heavens!"

Offline Aluriel de Laurants

  • Tenho meus desejos polêmicos
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« Responder #6 Online: Novembro 10, 2011, 06:36:55 pm »
Tudo que eu postar é apenas opinião pessoal.

  Eu acredito que em primeiro lugar é necessário revisar o conteúdo no que diz respeito a aplicabilidade das coisas, além disso aumentar o tempo das aulas reduzindo o número de tempos. Ver um tópico inteiro, praticar esse tópico. Devem haver maneiras mais interessantes de se ensinar física do que forçar a o aluno a memorizar fórmulas que na verdade, eles não fazem a menor ideia de pra que servem. Antes de se inserirem as matérias secundárias, deveria-se pensar, posso estimular o aluno a procurar isso por conta própria, é realmente necessário ao aluno saber disso, ou posso mencionar, instigar o interesse, dar uma leve degustação e icentivá-lo a buscar isso usando outros recursos como internet, bibliotecas e afins? Posso fazer algo prático nisso para que o conhecimento seja melhor sedimentado? Se for possível, por que não fazê-lo assim?

  Como posso fazer com que meu conteúdo atinja todas as modalidades de aprendiz (VISUAL VERBAL, VISUAL NÃO VERBAL, AUDITÓRIO E CINESTÉSICO) ao invés de apenas os visuais verbais? Esses questionamentos são vitais antes de qualquer mudança radical na forma como as coisas são feitas.

  É óbvio que a base de português e matemática de praticamente todos os alunos é fraca, e que algo precisa ser feito em relação a isso, mas como fazer isso sem roubar ainda mais horas das outras disciplinas?

  Como ensinar o aluno a pensar por si próprio? Como instigar a proatividade? Como fazê-lo gostar de aprender e o mais importante como ensiná-lo como aprender? Acho que devemos começar daí.

I'm not doing it because it's right. I'm doing it because it's awesome.

Offline Magyar

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« Responder #7 Online: Novembro 20, 2011, 10:22:32 pm »
Nibe:
Vídeo perfeito! Ele cita tantas coisas que podem ser melhoradas que terei que reassistí-lo pelo menos umas 20 vezes para poder dar nota de tudo.

Metal:
Não creio que dar poder seja uma solução. Muitas pessoas mudam quando tem acesso ao poder - vide os alunos de hoje em dia perante os professores. O ideal seria encontrar um meio termo.

Joe:
A idéia de diminuir a quantidade de alunos por sala, ao meu ver, é o primeiro passo que deveria ser adotado no sistema atual de educação. E sei que é um tema muito abrangente de TCC, na verdade, pretendo ver o quanto seria gasto para reformar a educação brasileira (estou cogitando a possibilidade de diminuir o foco para o Paraná ou Londrina, no caso). Tentar ver as falhas e como deve ocorrer de acordo com a região da cidade/ estado/ país. Estou pensando em ser até mais específico, fazendo apenas um plano orçamentário para uma escola nos moldes ideais de ensino na atualidade.

Preciso organizar melhor minhas idéias. Colocá-las no papel já será um primeiro passo.

Ao meu ver, o que poderia e deveria ser feito:

- Diminuir o número de alunos por sala (máximo de 20 alunos e olhe lá);

- Diminuir o tempo de aula (ao invés de 50 minutos, fazer aulas de 35 minutos - a menos que a matéria necessite de mais tempo de aula). O período que uma pessoa mantém uma concentração adequada é de aproximadamente 30 minutos sem perder o foco. Já seria um começo;

- Aumentar o número de aulas por dia. Ao invés de 5, passar para 8, sendo 4 de manhã e 4 de tarde;

- Claro, para tudo isso acima dar certo, aumentar o salário-hora seria primordial. Não só para melhor empenho do profissional, mas também para atrair novos e velhos;

- Acompanhamento de estagiário em sala de aula (sei que alguns lugares tem). Alguém que pretende dar aula acompanhar uma sala de aula na matéria visada (acompanhar não é dar aula no lugar do professor). Funcionar como um monitor, ajudando a tirar possíveis dúvidas e auxiliando na aula junto do professor;

- Maior interação entre as matérias. Isso teria de vir dos professores, mesclando matérias que se complementam. Exatas, humanas e biológicas, não separando por tipo, mas mesclando uma com a outra.

- Aumentar o número de matérias opcionais. Artes, culinária, contabilidade, administração, noções de direito e economia, esportes, primeiro socorros, agricultura, teatro, dança...

- Fazer mais uso da tecnologia para a melhora do aprendizado. Não necessariamente investir em computadores, mas levar os temas, acontecimentos e fatos que acontecem na internet e no mundo tecnológico assimilando-os às matérias;

- Mudar a estrutura da escola, possibilitando aulas mais didáticas e menos monótonas, dando mais liberdade tanto aos professores como os alunos;

- Acompanhamento psicológico e pedagógico constante, tendo pelo menos um de cada para 3 salas (60 alunos) e 5 professores - número instintivo, não faço idéia do quanto seria o ideal - para que fosse mantido a qualidade e sanidade do ensino;

- Inserir intervalos curtos em cada aula, e mais longos nos horários de lanche e almoço;

- Refeitório com comida para os alunos nos horários de lanche;

- Uma ala básica de enfermagem, para acompanhar tanto funcionários como alunos;

- Segurança básica;

- Inserir um plano de acompanhamento à família, para um maior contato da escola com os pais e alunos (maior participação do RH, no caso);

- Alguns computadores para ficarem à disposição dos alunos;

- Dar mais liberdade nas escolhas do que o aluno quer aprender, com um sistema de críticas e sugestões - talvez.

...

Bom, isso é o que me veio à cabeça até o momento. Um rascunho geral até então, pretendo correr atrás de valores ainda. Quero ver também alguns métodos de aprendizado alternativos, como o caso do bebê em sala de aula - deve ter alguns casos semelhantes em algum lugar, aceito sugestões de fontes.
"- A mania que minha geração tem de caçoar das coisas não está tornando o mundo melhor. Gastamos tanto tempo julgando o que as outras pessoas criaram que nós mesmos criamos muito pouco. Eu usava a revolta como um meio de me esconder. Nós usávamos a crítica como uma falsa participação. Só parece que conseguimos realizar algo. Eu nunca contribuí para o mundo com nada que valesse a pena."
Ida Mancini - No Sufoco. PALAHNIUK, Chuck.

Offline Cebolituz

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« Responder #8 Online: Novembro 20, 2011, 11:19:59 pm »
Eu que estou na educação pública, sei de tantos, mas tantos problemas que nem saberia por onde começar.

O problema da educação brasileira é uma soma de centenas de grandes e pequenos fatores que geram o fracasso educacional que temos.

A culpa não é só dos políticos, dos pais, dos alunos e dos profissionais da educação. É da sociedade brasileira inteira. Muita coisa na cabeça e nas ações de políticos, pais, alunos e profissionais da educação precisam mudar se quisermos ter uma educação minimamente decente.
« Última modificação: Novembro 20, 2011, 11:21:37 pm por Cebolituz »


For the king, for the land, for the mountains, for the green valleys where dragons fly!

« Responder #9 Online: Novembro 22, 2011, 11:48:35 pm »
Achei legal o vídeo, só não sei se concordo muito. (preguiça/sono de desenvolver agora, talvez outra hora) (acabou que resolvi escrever)

Não sei se o pensamento de "toda idéia diferente é válida" é muito boa. É claro que ter idéias diferentes é muito bom e deve ser sempre estimulado, porém analisar se a nova idéia é boa ou ruim é igualmente importante. Se você busca explicar um fenômeno que está estudando, por exemplo, de nada adiante ter muitas idéias nas quais nenhuma correspondam aos dados que você adquiriu estudando os eventos (portanto nenhuma sendo real), embora ter idéias diferentes faça um brainstorm que aumente as chances de você ter idéias que correspondam. Outra coisa que me questiono nesse ponto é se esse exemplo de "em quantos usos você consegue pensar para um clipe?" é se esse tipo de teste é realmente um bom teste para pensar em múltiplas opções. Obviamente isso não tem nada a ver com a educação que nós temos, mas será que a nossa capacidade de pensar em diferentes possibilidades e idéias dentro dos campos que estudamos realmente cai? E mais, a educação que temos é importante justamente para entendermos os avanços que o conhecimento teve até aqui (sendo muito importante em minha opinião dizer COMO esse conhecimento foi alcançado, e apresentar de forma a apresentar questões que as pessoas das épocas encararam é também muito interessante) e, a partir daí, apresentar novas soluções é interessante para expandí-lo (mas obviamente, no processo de aprendizam questionar o que foi desenvolvido até então é MUITO interessante. Os professores, ao menos os bons professores, reconhecem isso e gostam quando os alunos perguntam. Isso permite uma reflexão e até mesmo uma "prova de fogo" para ver se aquela idéia que hoje é aceita é realmente boa, aumentando a compreensão sobre a mesma, inclusive).

Quanto à idéia de que conhecimento é saber os clássicos, bem, isso não se reflete muito na nossa educação atual, imho. Embora esteja sim entranhado em nosso pensamento de "acadêmico", não é uma questão muito forte na escola.

Outra coisa é o lance do "capitalismo é mau, capital é mau, hurrr".

A questão do ADHD me interessou, alguém tem dados/mais informações sobre isso?

E achei legal também o questionamento que ele faz sobre agrupar alunos em grupos da mesma idade e pré-determinados, embora ache muito difícil atender a todo tipo de variável que ele coloque (mas pensamentos e reflexões disso em busca de uma alternativa melhor são muito válidos).

« Responder #10 Online: Novembro 22, 2011, 11:55:25 pm »
O simples investimento em apostilas com o conteúdo das aulas, para que os alunos não precisem ficar copiando tudo do quadro já poupa um bom tempo de aula e permite que eles foquem a atenção nas explicações (e aprendam a fazer suas próprias anotações). Deixar horários para tirar dúvidas com os professores (tipo um horário de "reforço", que eu acredito que a maioria das particulares tem) também ajudaria.

Quem já deu aula ou que tem colegas professores, sabe que a exposição de matéria no quadro não tem como objetivo principal ser um registro para que os alunos copiem. Na verdade, é um suporte visual para o professor. Isso evita com que ele se perca na explicação ou se esqueça de um ponto importante a debater com a turma. É muito difícil dar aula sem esse tipo de apoio, sobretudo nos primeiros anos da carreira.

Quanto a aulas de reforços, os colégio particulares cariocas costumam ter estagiários e monitores para isso. Motivo: a remuneração deles é mais baixa.

« Responder #11 Online: Novembro 23, 2011, 02:09:05 pm »
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O simples investimento em apostilas com o conteúdo das aulas, para que os alunos não precisem ficar copiando tudo do quadro já poupa um bom tempo de aula e permite que eles foquem a atenção nas explicações (e aprendam a fazer suas próprias anotações). Deixar horários para tirar dúvidas com os professores (tipo um horário de "reforço", que eu acredito que a maioria das particulares tem) também ajudaria.

Quem já deu aula ou que tem colegas professores, sabe que a exposição de matéria no quadro não tem como objetivo principal ser um registro para que os alunos copiem. Na verdade, é um suporte visual para o professor. Isso evita com que ele se perca na explicação ou se esqueça de um ponto importante a debater com a turma. É muito difícil dar aula sem esse tipo de apoio, sobretudo nos primeiros anos da carreira.

Mais do que isso: às vezes ajuda o aluno a se lembrar melhor da aula que ele teve só de passar pelo caderno e olhar o que ele escreveu do quadro e do professor falando. Isso é bem pessoal, mas era bom também a galera ter uma noção de que não precisa copiar cada letra e palavra do que o professor disse, por ter livro ou apostila.

Offline Assumar

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« Responder #12 Online: Novembro 25, 2011, 06:06:42 pm »
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Lynch ressalta importância da meditação transcendental para combater a violência

O cineasta americano David Lynch (de Cidade dos Sonhos, Veludo Azul e O Homem-Elefante), ganhador de três Oscar, afirmou por videoconferência, ao vivo nesta terça-feira na Câmara, que a prática da meditação transcendental nas escolas públicas americanas resultou em mais concentração e menos violência. “Foi fácil perceber a diferença entre os alunos que praticaram a meditação”.
Durante o seminário internacional sobre a importância da meditação transcendental, promovido pela Comissão de Educação e Cultura e pela Frente Parlamentar Mista da Educação do Congresso Nacional, Lynch afirmou que a técnica pode funcionar muito bem nas escolas públicas do Brasil, por ser eficiente para melhorar a aprendizagem.
David Lynch assinalou que a técnica, além da diminuir a violência, tem como consequência levar as pessoas ficarem mais calmas, mais felizes, e com maior capacidade de se focarem em algo, distinguindo problemas pequenos dos grandes. “Eu tinha muita raiva, dentro de mim, tensão e preocupação, como todo mundo. Depois da meditação minha raiva foi embora naturalmente, foi lindo. A negatividade não traz criatividade”, disse Lynch.

Experiência inglesa
O diretor de Expansão da Maharishi Free School, da Inglaterra, Richard Scott, explicou que a instituição, que tem como cultura aplicar a meditação transcendental para alunos e professores, está no ranking das melhores escolas e tem o maior desempenho dos alunos do Reino Unido.
Ele contou, durante a audiência, que a meditação é o diferencial da escola e que os alunos são mais criativos, têm maior capacidade de trabalhar em grupo e de resolver problemas por causa da técnica praticada duas vezes ao dia, por 20 minutos. “Uma vez implantada a prática da meditação transcendental, a educação em qualquer país pode ser mais efetiva”, concluiu Scott.
O deputado Alex Canziani (PTB-PR), que solicitou o debate, pretende expandir a cultura da meditação transcendental nas escolas brasileiras, como uma contribuição de aprendizagem para os estudantes e para as futuras gerações.
O diretor da Fundação David Lynch no Brasil, Joan Roura, que também estava presente na audiência, explicou que a meditação é uma técnica muito simples. Ele fez uma comparação da mente humana com o oceano. A superfície do mar, que é mais agitada, seria a parte consciente; e durante a meditação, as pessoas iriam chegar à fonte do pensamento, lá no fundo do oceano, onde é calmo. “A meditação diminui estresse, a ansiedade e a depressão. Funciona muito bem na melhora do problema de déficit de atenção e ajuda a prevenir as drogas”, acrescentou Roura.

Depoimentos de atores
No seminário foram mostrados vídeos com depoimentos de atores como Wagner Moura, Cissa Guimarães, Luiza Valdetaro e Júlia Lemmertz, além de Ralph Wolf, representante da comissão de reconhecimento de universidades. Eles falaram sobre como a meditação mudou a vida deles e quais foram os benefícios. Wolf ainda apresentou relatos sobre estudos que comprovaram a diferença nas pessoas que praticaram a meditação transcedental.
A Meditação Transcendental (MT) foi introduzida em 1958 pelo guia espiritual indiano Maharishi Mahesh Yogi, envolvendo o uso mental de sons específicos, com propriedades psicoativas, chamados mantras. A meditação com base em mantras já existia na Índia, porém, há milênios.
A técnica permite que a mente do praticante "transcenda", atingindo um estado de "vigilância tranquila". A técnica vem se popularizando em todo o mundo, sobretudo pela divulgação que diversas celebridades que a praticam vem fazendo. 

Da Redação/ RCA

Fonte: Agência Câmara de Notícias
"Vede um homem desses que andam perseguidos de pleitos ou acusados de crimes, e olhai quantos o estão comendo. Come-o o meirinho, come-o o carcereiro, come-o o escrivão, come-o o solicitador, come-o o advogado, come-o o inquiridor, come-o a testemunha, come-o o julgador, e ainda não está sentenciado, já está comido. São piores os homens que os corvos. O triste que foi à forca, não o comem os corvos senão depois de executado e morto; e o que anda em juízo, ainda não está executado nem sentenciado, e já está comido." (Padre Antônio Vieira).

Offline Assumar

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« Responder #13 Online: Dezembro 02, 2011, 03:15:55 pm »
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Câmara aprova projeto que amplia incentivo para educação a distância

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania aprovou nesta quarta-feira o Projeto de Lei 7105/06, do Senado, que amplia a lista de meios de comunicação que terão os custos de transmissão reduzidos quando usados para educação a distância.
Atualmente, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB – Lei 9.394/96) só garante o benefício para os canais comerciais de rádio e TV. O projeto inclui novos meios, como internet e TVs a cabo e digital, desde que sejam explorados mediante autorização, concessão ou permissão.
A LDB já estabelece que cabe ao Poder Público incentivar o desenvolvimento e a veiculação de programas de ensino a distância, em todos os níveis e modalidades de ensino, e de educação continuada.
O relator do projeto, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), recomendou a aprovação da matéria. A proposta foi aprovada em caráter conclusivo e seguirá para sanção da Presidência da República, a menos que haja recurso para sua análise pelo Plenário.
O projeto já havia sido anteriormente aprovado pelas comissões de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática; e de Educação e Cultura.

Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Pierre Triboli
Fonte: Agência Câmara de Notícias
"Vede um homem desses que andam perseguidos de pleitos ou acusados de crimes, e olhai quantos o estão comendo. Come-o o meirinho, come-o o carcereiro, come-o o escrivão, come-o o solicitador, come-o o advogado, come-o o inquiridor, come-o a testemunha, come-o o julgador, e ainda não está sentenciado, já está comido. São piores os homens que os corvos. O triste que foi à forca, não o comem os corvos senão depois de executado e morto; e o que anda em juízo, ainda não está executado nem sentenciado, e já está comido." (Padre Antônio Vieira).

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« Responder #14 Online: Dezembro 09, 2011, 10:40:26 am »
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Educação aprova publicação de biografias não autorizadas

A Comissão de Educação e Cultura aprovou na quarta-feira (7) proposta que autoriza a divulgação de imagens e informações biográficas de personagens públicos (PL 393/11). Na prática, o projeto, do deputado Newton Lima (PT-SP), permite a execução de filmes ou publicação de livros biográficos, por exemplo, sem a autorização da pessoa biografada ou de sua família.

A proposta altera o Código Civil (Lei 10.406/02), que hoje só permite esse tipo de divulgação em quatro casos: autorização direta da pessoa exposta; necessidade da administração da justiça; manutenção da ordem pública; ou consentimento de parente, se a pessoa exposta já tiver morrido. O projeto afasta a necessidade de enquadramento em um desses casos para divulgação de fatos biográficos de “pessoa cuja trajetória pessoal, artística ou profissional tenha dimensão pública ou esteja inserida em acontecimentos de interesse da coletividade”.

O relator do projeto, deputado Emiliano José (PT-BA), argumentou que a divulgação desses fatos é de interesse social: “Ao se escrever a biografia de um determinado personagem de nossa história, o que se está escrevendo é a própria história da sociedade na qual ele está inserido, uma vez que não existe sujeito histórico isolado, sem uma contextualização de sua vida no espaço e tempo históricos”.

Emiliano José também afirmou que o poder de vetar biografias não autorizadas vai de encontro com valores atuais. “Em plena era da sociedade do conhecimento em que vivemos, com um enorme manancial de suportes tecnológicos ao nosso alcance, é inconcebível a existência desse dispositivo legal que cerceia o direito de liberdade de expressão, o acesso à informação e à cultura”, disse.

A proposta foi aprovada pela Comissão de Educação e Cultura na forma de um substitutivo que não muda o conteúdo do texto, apenas o padroniza com as formalidades definidas em lei.

Tramitação
A proposta, que tramita em caráter conclusivo, ainda será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Reportagem – Carolina Pompeu
Edição – Marcelo Westphalem

Fonte: Agência Câmara de Notícias


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Educação aprova distribuição obrigatória de livros didáticos em formato digital

A Comissão de Educação e Cultura aprovou ontem proposta que obriga o Ministério da Educação (MEC) a oferecer suas coleções de livros didáticos e paradidáticos, destinados a alunos e professores, também em formato digital. A medida está prevista no Projeto de Lei 965/11, do deputado Romero Rodrigues (PSDB-PB).
A relatora, deputada Alice Portugal (PCdoB-BA), argumentou que a medida deverá permitir que os docentes e estudantes tenham acesso ao material distribuído pelo MEC a qualquer tempo e em qualquer lugar.
“Hoje, com o advento de novos suportes de informação, os alunos podem ter acesso aos mais diferentes recursos multimídia e de informática. Nesse sentido, os programas de distribuição de livros didáticos podem e devem se adaptar a essa nova realidade”, argumentou.

Tramitação
A proposta, que tramita em caráter conclusivo, será analisada ainda pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Reportagem – Carolina Pompeu
Edição – Marcelo Oliveira

Fonte:
Agência Câmara de Notícias
"Vede um homem desses que andam perseguidos de pleitos ou acusados de crimes, e olhai quantos o estão comendo. Come-o o meirinho, come-o o carcereiro, come-o o escrivão, come-o o solicitador, come-o o advogado, come-o o inquiridor, come-o a testemunha, come-o o julgador, e ainda não está sentenciado, já está comido. São piores os homens que os corvos. O triste que foi à forca, não o comem os corvos senão depois de executado e morto; e o que anda em juízo, ainda não está executado nem sentenciado, e já está comido." (Padre Antônio Vieira).