Ao trabalhar em Saquibé(Ou também conhecido como "Simulação Spellium) e mexendo no sistema S³, eu vivia me perguntando:
"O que eu posso fazer para deixar o jogo mais intuitivo e divertido?"
O meu primeiro passo foi eliminar as "desvantagens". O segundo foi criar habilidades interessantes e divertidas que se pode comprar com pontos.
E então veio as "mágias".
A "mágia" no mundo de Saquibé é um tanto diferente de um cenário normal, ela se dá pelo contado do digamos, "Mundo Material" com o "Outro Mundo", e é moldada pelo "Mago". E cada raça trabalha com o "outro lado" com uma afinidade diferente.
Foi ai que eu esbarrei:
Classes ou não?
O sistema de classes faria as coisas mais intuitivas e divertidas, ou mais resntringidas, chatas?
Eu sou um mero estudante, um ninguém. Por isso trago aqui a discussão:
Classes, em cenários de fantasia heroica, ajudam, ou atrapalham?
Ou melhor:
Cenários de fantasia heroica devem aspirar criar grupos equilibrados e com funções programadas?
Ou, é mais interessante permetir os jogadores fazerem o que bem entendem na criação de seus personagens?










Bons tempos aqueles em que você podia por um satã travesti num desenho de criança.









