É bom lembrar que nem todo mundo gosta de encarnar um "herói" quando joga RPG.
Mas boa parte das ambientações de fantasia têm esse foco e público-alvo.
Moderador: Moderadores
É bom lembrar que nem todo mundo gosta de encarnar um "herói" quando joga RPG.
_Virtual_Adept_ escreveu:É bom lembrar que nem todo mundo gosta de encarnar um "herói" quando joga RPG.
Mas boa parte das ambientações de fantasia têm esse foco e público-alvo.

Falou tudo, mais uma vez.É possível fazer um cenário coerente E envolvente E jogável, e acho que isso que estão esquecendo aqui. Não se trata de uma disputa. Se trata de cenários mal feitos, que por razões históricas são o mainstream.






Silva escreveu:Concordo com tudo, Jeremiah. Apenas uma observação: não acho Tolkein incoerente. Minha crítica a ele foi com relação ao seu bem e mal absolutos, algo que me incomoda em cenários de fantasia.

Mas aí você falha em entender duas coisas: background do autor e espírito de época. Tolkien era supercristão e escreveu a obra durante a guerra. Não justifica, mas ajuda a explicar.
É como aquelas pessoas que reclamam que "a Mona Lisa é muito feia, meu, como que isso é arte?" sem parar minimamente para pensar que ela não foi pintada ontem.

Bem, que eu saiba a era Hyboriana nasceu antes da Segunda Guerra mundial, em revistas pulp, como contos, entre os anos 20 e 30. Senhor dos Anéis surgiu durante a Segunda Guerra (e um pouco depois, também, com o pós-guerra), e a Inglaterra tava sofrendo bastante com a guerra e problemas como os bombardeios dos alemães.



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