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Eltor Macnol escreveu:Enfim, minha parte preferida no rpg definitivamente é a criação do personagem, pois é a parte em que consigo criar o que bem entendo e imagino, depois eles costumam virar algo muito chato pra se jogar, eu diria inútil.
Hmmm... detecto um problema aqui.
Jogar com o personagem que você criou deveria ser tão divertido quanto criá-lo, especialmente porque você pode expandir e refletir melhor sobre as características que escolheu. Se a única graça pra você é criar o personagem, talvez fosse gostar mais de investir sua criatividade escrevendo contos ou algo assim, quem sabe?
Lumine Miyavi escreveu:Akleks, lembra da partida com o Faraó, Doofie, Sérginho Você-Sabe-Quem e o Falecido aonde todo mundo morreu?
Era ruim interpretar daquela maneira?

pois é eu já escrevo histórias, mas, se quiser conferir...




enigmati escreveu:Reescrevendo o que já disse em outro tópico:
Vivemos em um mundo em que o homem se tornou corrupto e fraco e a mulher se tornou promiscua (não generalizem, minha crítica é referente a quantidade emergente de pessoas assim).
Querendo ou não, vivemos em um regime escravista imposto pela própria sociedade, uma sociedade construída por nós homens e agora ela que nos constrói, gostando ou não nascemos em cativeiros e jamais saímos dele, pois não queremos sair, nos acomodamos a essa grandiosa gaiola imperfeita e frágil, vivemos para mante-la sempre forte e cada vez mais apertada... Nossas crenças nos manipulam, nossos empregos nos escravizam, nosso passatempo nos futiliza, nossa música nos segmenta, nossas escolas nos fabricam e no final, nossa felicidade é o nosso "status".
Talvez seja por isso que o RPG nos fascina tanto, a possibilidade de viver por alguns momentos em um mundo ilusório em que ironicamente o controle de nossas vidas não é apenas uma ilusão.
No meu caso, dentro do RPG o que eu mais gosto de fazer é encontrar saídas e soluções que nem mesmo o narrador esperava, e por esse motivo minhas mestragens normalmente são repletas de enigmas cuja solução é sempre simples porém impensável aos jogadores...
Quanto a D&D, sofro do mesmo problema que você... crio o personagem de um modo beeeeeem legal, começo a jogar e ele é uma droga, aí passo de nível ansiando uma melhora significativa e o personagem ao invés de melhorar, piora...

Arekusu in sd escreveu:enigmati escreveu:Reescrevendo o que já disse em outro tópico:
Vivemos em um mundo em que o homem se tornou corrupto e fraco e a mulher se tornou promiscua (não generalizem, minha crítica é referente a quantidade emergente de pessoas assim).
Querendo ou não, vivemos em um regime escravista imposto pela própria sociedade, uma sociedade construída por nós homens e agora ela que nos constrói, gostando ou não nascemos em cativeiros e jamais saímos dele, pois não queremos sair, nos acomodamos a essa grandiosa gaiola imperfeita e frágil, vivemos para mante-la sempre forte e cada vez mais apertada... Nossas crenças nos manipulam, nossos empregos nos escravizam, nosso passatempo nos futiliza, nossa música nos segmenta, nossas escolas nos fabricam e no final, nossa felicidade é o nosso "status".
Talvez seja por isso que o RPG nos fascina tanto, a possibilidade de viver por alguns momentos em um mundo ilusório em que ironicamente o controle de nossas vidas não é apenas uma ilusão.
Você aprendeu tudo isso sozinho? Acha que há alguma forma de sair de tal gaiola???


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