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Mensagempor Art__ em 27 Dez 2007, 08:04

achoo que isso eh coisa pra suplemento
eles podiam aproveitar o ritmo e tambem colocar batalha em navios
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Mensagempor Letthull em 27 Dez 2007, 17:35

Combates em massa são uma realidade em praticamente todo mundo de rpg, principalmente os de D&D.
Deveria ser obrigatório ter regras pra batalhas épicas entre exércitos no DM.
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Com escáner, e muita nostalgia.
Quer conhecer outros desenhos meus? Vai fundo, clica na imagem, não dói. :D
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Mensagempor CF em 28 Dez 2007, 00:34

De onde você tirou esta idéia? O caminho que o RPG faz é justamente o inverso: ele nasceu de uma dissociação do combate em massa para o foco em indivíduos (no lugar de unidades).
[]'s
Carlos Frederico "Spellcaster" F M Veiga

E não se esqueçam de visitar o meu site: http://www.covil.org
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Mensagempor AKImeru em 28 Dez 2007, 00:39

Combates em massa são uma realidade em praticamente todo mundo de rpg, principalmente os de D&D.
Deveria ser obrigatório ter regras pra batalhas épicas entre exércitos no DM.


Dungeons&Dragons e não Armies&Dragons.


Mantenha isso fora do core e faça disso um suplemento.
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Mensagempor Elven Paladin em 28 Dez 2007, 02:02

Nota

Saiu no site da EnWorld uma notícia que me agradou: No site da Amazon, foram encontrados mais dois livros para Forgotten Realms, sendo um o já esperado Forgotten Realms: Player´s Guide, de 160 páginas, e uma aventura de 96 páginas, Scepter Tower of Spellgard. Além do livro Magic Item Compendium I ( isso me cheira a promessa mal-cumprida. Árvores de Natal estarão de volta? :b ).

Combates em massa são uma realidade em praticamente todo mundo de rpg, principalmente os de D&D.


São mesmo ? De onde você tirou isso?

Ou uma versão renovada do war machine system E aproveitando a lista de desejos, poderiam também incluir as regras de stronghold & confidence checks. E acoplar aos Epic Destinies os caminhos da imortalidade. Tudo isso do bom e velho OD&D


Wookie, você sabe da minha opinião sobre Immortality Paths e a mecânica acoplada do 0D&D. Eram excelentes idéiaspara a época . Por outro lado, Paragon Paths e Epic Destinies, após um D&D 3ª Edição, soam para mim um retrocesso, a menos que você possa escolher o nível que vai adquirí-los, pois eles praticamente dizem "Ao chegar no nível 10, algo muito bom vai acontecer com você" ou "Quer ser um Cavaleiro? Espere até o nível 21, e lá você vira. E a partir do ponto em que é Cavaleiro, você não poderá ser um Lanceiro" ( Antes que venham dizer "Na 3ª Edição era assim", eu respondo: Não era. Você poderia ser de uma classe de prestígio a partir do nível X, mas não precisava entrar nela em tal nível. E nem seguí-la para sempre e não pegar outra ).

Sem contar o óbvio: Lembra por demais, CRPGs e VGRPGs.
"Eu não sou católica, mas considero os princípios cristãos - que tem suas raízes no pensamento grego e que, no transcorrer dos séculos, alimentaram todas as nossas civilizações européias - como algo que uma pessoa não pode renunciar sem se aviltar" Simone Weil

When you decide to grant power to government, start by thinking "What powers would I allow the government to have over me if I knew that my worst enemy in the world was going to be in charge of this government?" - Hastings & Rosenberg.
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Mensagempor Elven Paladin em 28 Dez 2007, 02:03

Nota

Saiu no site da EnWorld uma notícia que me agradou: No site da Amazon, foram encontrados mais dois livros para Forgotten Realms, sendo um o já esperado Forgotten Realms: Player´s Guide, de 160 páginas, e uma aventura de 96 páginas, Scepter Tower of Spellgard. Além do livro Magic Item Compendium I ( isso me cheira a promessa mal-cumprida. Árvores de Natal estarão de volta? :b ).

Combates em massa são uma realidade em praticamente todo mundo de rpg, principalmente os de D&D.


São mesmo ? De onde você tirou isso?

Ou uma versão renovada do war machine system E aproveitando a lista de desejos, poderiam também incluir as regras de stronghold & confidence checks. E acoplar aos Epic Destinies os caminhos da imortalidade. Tudo isso do bom e velho OD&D


Wookie, você sabe da minha opinião sobre Immortality Paths e a mecânica acoplada do 0D&D. Eram excelentes idéiaspara a época . Por outro lado, Paragon Paths e Epic Destinies, após um D&D 3ª Edição, soam para mim um retrocesso, a menos que você possa escolher o nível que vai adquirí-los, pois eles praticamente dizem "Ao chegar no nível 10, algo muito bom vai acontecer com você" ou "Quer ser um Cavaleiro? Espere até o nível 21, e lá você vira. E a partir do ponto em que é Cavaleiro, você não poderá ser um Lanceiro" ( Antes que venham dizer "Na 3ª Edição era assim", eu respondo: Não era. Você poderia ser de uma classe de prestígio a partir do nível X, mas não precisava entrar nela em tal nível. E nem seguí-la para sempre e não pegar outra ).

Sem contar o óbvio: Lembra por demais, CRPGs e VGRPGs.
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Mensagempor Lune em 28 Dez 2007, 03:42

Ué, OUTRO Magic Item Compendium? Tem certeza que não é o 3.5, Elfo?
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Mensagempor Elven Paladin em 28 Dez 2007, 05:04

Lune

A julgar pela data de lançamento ( Setembro de 2008 ) e pelo atalho no sítio da Amazon ( http://www.amazon.com/Magic-Item-Compen ... 26sr%3D1-6 ), não, ele não será D&D 3.5, mas sim, 4ª Edição.
"Eu não sou católica, mas considero os princípios cristãos - que tem suas raízes no pensamento grego e que, no transcorrer dos séculos, alimentaram todas as nossas civilizações européias - como algo que uma pessoa não pode renunciar sem se aviltar" Simone Weil

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Mensagempor Letthull em 28 Dez 2007, 06:34

De onde você tirou esta idéia? O caminho que o RPG faz é justamente o inverso: ele nasceu de uma dissociação do combate em massa para o foco em indivíduos (no lugar de unidades).

Dungeons&Dragons e não Armies&Dragons.


300 páginas em medía para cada livro, cheio de classes, raças, monstros e uma penca de opções pra eles se degladiarem. Pedir por uma regra de combate em massa, não vai mudar o sistema, é pra inserir uma opçãozinha a mais só...
A maioria das campanhas quando são pensadas, sempre tem pelo menos uma intenção de batalha em massa. Quando não tem, é porque o foco não é esse ou não passa pela cabeça do criador, mas guerras já são citadas nos próprios livros básicos (ex clássico: Blood War).


Um exemplo sobre uma regra de combate em massa muito divertida, é a de Titan. Onde são roladas várias disputas entre os líderes dos exércitos com uma perícia de Tática Militar, e dependendo da diferença, elimina-se tantos soldados. E a cada 1d6 rodadas dessas disputas, os heróis de cada exército encontram-se e enfrentam-se.

Mantenha isso fora do core e faça disso um suplemento.


Pra que lançar um suplemento, no que pode ser descrito em algumas páginas? Não justifico esse tipo de caça-nível. Fazer um livro inteiro de 100 e tantas páginas, só pra por regras de combate em massa, com mais feats e um outro bando de features que, provavelmente, teria de se adicionar às regras básicas, virando mais um adendo custável.
Algumas linhas sobre uma regra que pode ser tão simples, seria muito mais prático e proveitoso. E isso é não fazer o foco do sistema ser esse. Criar um suplemento à parte sim, que viraria um Armie&Dragons pra quem quisesse usa-lo.

São mesmo ? De onde você tirou isso?


Peraí, eu vou ter mesmo que citar todos os cenários que tiveram no mínimo 1 guerrinha?
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Mensagempor WillDice em 28 Dez 2007, 07:37

Sorcerer of Shadow escreveu:Lune

A julgar pela data de lançamento ( Setembro de 2008 ) e pelo atalho no sítio da Amazon ( http://www.amazon.com/Magic-Item-Compen ... 26sr%3D1-6 ), não, ele não será D&D 3.5, mas sim, 4ª Edição.

Pela data, eu diria que não será uma reunião de itens mágicos que já saíram em outros livros da nova edição, mas sim um suplemento especializado com toneladas de itens inéditos (ou ao menos inéditos na 4ª edição)
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Mensagempor Wykthor em 28 Dez 2007, 10:36

Wookie, você sabe da minha opinião sobre Immortality Paths e a mecânica acoplada do 0D&D. Eram excelentes idéiaspara a época . Por outro lado, Paragon Paths e Epic Destinies, após um D&D 3ª Edição, soam para mim um retrocesso, a menos que você possa escolher o nível que vai adquirí-los, pois eles praticamente dizem "Ao chegar no nível 10, algo muito bom vai acontecer com você" ou "Quer ser um Cavaleiro? Espere até o nível 21, e lá você vira. E a partir do ponto em que é Cavaleiro, você não poderá ser um Lanceiro" ( Antes que venham dizer "Na 3ª Edição era assim", eu respondo: Não era. Você poderia ser de uma classe de prestígio a partir do nível X, mas não precisava entrar nela em tal nível. E nem seguí-la para sempre e não pegar outra ).


Heh, me chame de saudosista :cool: Agora sobre os paragon paths e epic destinies, a sua maior reclamação seria a rigidez com que as classes se tornam ao optar por estes caminhos? Bem, eu não gostava mesmo da idéia de pegar três níveis de uma CdP de 10 níveis e migrar para outra e pegar um nível e assim sucessivamente. Acho legal ir até o final da classe de prestígio. Ainda assim, entendo que é uma limitação à maior liberdade de escolha na 3.5 mas uma razão que tenha contribuído para essa decisão é a definição dos 30 níveis ao invés de não haver limite. Concluindo, *para mim* não vejo problemas com isso, especialmente se publicarem mais paths/destinies para maior variedade de personagem. Na mensagem deste usuário da ENWorld (http://www.enworld.org/showpost.php?p=3 ... ostcount=1)descreve-se algo no Classes & Races:

Searching thru the Chapters on Other Classes & Tiers here are some names for Paragon Paths & Epic Destinies:

Paragon Paths
Supposed to be 24 Paragon Paths each class leads to 3 paths.

Mentioned Paths
Vigilant Defender
Battle Captain
Mystic Theurge
Weapon Master
Prince of Knaves
Cavalier

Epic Destinies
Supposed to be a much smaller group than PP.

Mentioned Destinies
Archmage
Eternal Hero

Classes mentioned under the Swordmage
Bladesinger
Runic Warrior
Dervish
Wandering Seeker
Eldritch Knight
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Mensagempor Elven Paladin em 28 Dez 2007, 11:54

Heh, me chame de saudosista


Ouvi dizer que as Alignment Tongues estarão de volta. O que seu saudosismo diz? :linguinha:

Agora sobre os paragon paths e epic destinies, a sua maior reclamação seria a rigidez com que as classes se tornam ao optar por estes caminhos?


Se for como eu descrevi na mensagem anterior, sim, essa é a minha maior reclamação.

Bem, eu não gostava mesmo da idéia de pegar três níveis de uma CdP de 10 níveis e migrar para outra e pegar um nível e assim sucessivamente. Acho legal ir até o final da classe de prestígio.


Sim, mas a questão é: E quando esses 10 níveis em uma CdP não bastam para definir o personagem, enquanto 3 em uma, 6 em outra e 1 numa terceira, encaixam-se perfeitamente? Na 3E, você simplesmente escolhia o caminho. Agora, o sistema escolhe o caminho para você.
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Mensagempor Wykthor em 28 Dez 2007, 12:17

Ouvi dizer que as Alignment Tongues estarão de volta. O que seu saudosismo diz?


Saudosismo é diferente de loucura. :b

Sim, mas a questão é: E quando esses 10 níveis em uma CdP não bastam para definir o personagem, enquanto 3 em uma, 6 em outra e 1 numa terceira, encaixam-se perfeitamente?


É uma questão de gosto mesmo. Eu não tenho problema em reduzir (até certo ponto) a variedade de classes e não vejo necessidade de múltiplas CdP para definir um personagem, mas concordo que se você gosta dessa liberdade o 4E pode lhe desagradar.

Pelo menos a ambientação toriliana ficará mais espetacular do que nunca! A morte de Helm por uma disputa amorosa com o maneta da justiça! Apagando a história para facilitar newbies! Eldath como a nova deusa da magia! (uma das afirmações acima pode não estar correta)

Agora, o sistema escolhe o caminho para você.


Confie no Grande Irmão WotC :wizard:

Falando seriamente, não sei se haverá obrigação de entrar num paragon path se você preferir continuar até o 20o nível (ou até 30o) da classe básica.
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Mensagempor Deicide em 28 Dez 2007, 12:24

Gente, acho que muita gente não entendeu uma coisa...

Paragon Paths e Epic Destinies não são a substituição de classes de prestígio.

Você pega eles em adição à sua classe normal, não no lugar dela.

Eu imagino que o mais próximo de classes de Prestígio serão os Talent Trees (que provavelmente vão vir de quilo a cada suplemento).

Ao invés de pegar níveis de Classe de Prestígio X, você seleciona vai pegando Talents que te aproximam do personagem que você concebeu.

E os PP e ED? Eles são em adição. Você chegou no nível 11, você continua pegando suas classes normais (e os Talents que achar melhor), e em adição ganha as habilidades do PP que escolher.
Há incontáveis séculos, houve um reino, Eussey-lah seu nome, que se estendeu por todas as terras do mundo conhecido. Esse tempo acabou quando o rei-destino, Khem, enlouqueceu e quase levou o mundo à ruína. Sete heróis e um oráculo o impediram.

Desde então, grandes heróis e vilões têm mantido o mundo girando a cada geração.


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Mensagempor Roquen em 28 Dez 2007, 12:27

Elfo,

tá, mas daí não é mais vantajoso utilizar um sistema um pouco mais genérico? Quero dizer, nenhuma das duas coisas me incomoda muito (trabalhar com várias classes e classes de prestígio num único personagem ou apenas uma única classe / personagem) mas acho interessante a idéia de definir o DnD como um sistema baseado em classes e fim de papo, ou seja, "prender" o cara numa única classe. E a idéia de várias talent trees por classe permitem, ainda, uma certa personalização. Vai saber se as PPs tbm não abrir umas 2 ou 3 árvores. Se for o caso, tanto melhor!

E cara, se quiser mudar de cavaleiro para lanceiro com o tempo, usa retreinamento. Simples assim.
There's a hole in the world like a great black pit,
And the vermin of the world inhabit it,
And its morals aren't worth what a pig could spit,
And it goes by the name of London.


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