Sim, soh dei o contra pq sou seu arquiinimigo, lembra?
Lembro, claro

E isso é o que? Outra AC. Só que para ajudar nesse sistema prático e bem formulado e conciso devia ser calculada na hora, ao contrário do D&D3 onde tu já tinha tudo que era de interesse.
Não era todo combate em AD&D em que ocorriam situações que requeriam a "CA de Surpresa". Já em 3,5D&D, há magias de toque (requerem a CA de toque), há muitas habilidades de personagens e monstros que necessitam da CA de surpresa, etc. Por isso a distinção que o 3,5D&D faz, por isso que ele "dá na mão": ele necessita das 3 CA's. No AD&D, CA de toque e CA normal são a mesma coisa; NA EVENTUALIDADE de seu personagem ser surpreendido, ele perde o bônus de escudo e de destreza. Tenho certeza que você percebe que são duas situações completamente diferentes.
Ainda bem. Poupa a eterna pergunta de "o que não conta mesmo?" típica dos combates surpresas do AD&D.
Prática, pequeno gafanhoto. Para aprender um conjunto de regras, necessita-se de prática. A mesma coisa vem acontecendo com os "veteranos" de 3,5D&D que tem tropeçado nas "healing surges", "second winds", "minor actions" e tais de seus personagens de 4,0D&D... "qual a diferença de second wind e healing surge, mesmo?"... "como é interrupt action mesmo?"... "quantas minor actions eu posso fazer por turno mesmo?"... "quantos action points eu tenho, e como faço para 'ganhar mais' deles?". Coisas que todo mundo confunde, e só é sanado com a prática.
E "combates surpresas" me lembrou da cena final de Gamers...
Opa! Acerta automagicamente quem está na área afetada. O ladino que é ágil tinha menos chance de fugir da área de efeito que o cleric ou o fighter.
... a primeira parte é evidente: só é afetado quem está na área de efeito. A segunda parte é viagem tua: não tem "jogada para furgir" do Sopro de Dragão: se você estiver na área, ele te pega e pronto. A não ser que você permita ao personagem mover-se durante a rodada do dragão...
Mas, mesmo para isso, o AD&D te dava uma alternativa (que eu não usava, mas serviria para você): personagens com destreza alta (ladinos?) podem utilizar o "ajuste de reação" da habilidade para aprimorar qualquer teste de resistência relacionado com deslocamento. Se você acha que a mobilidade do ladino influi na possibilidade de sobreviver ao ataque, então boa: aplique o bônus, e de repente o personagem tem um reforço no seu teste por ser mais ágil, e não por pertencer à "casta dos ladinos".
OK. E o bend bars? E o Open Doors? Porque outro teste em um subatributo? Porque não deixar só força. "Ah! Mas eu não usava isso." não vale como argumento, já que não se tratava das RAW.
Porque uma coisa é fazer um teste de força para arrombar uma porta de madeira preça no batente, e outra coisa é erguer um gradil dentro de uma masmorra, ou dobrar as barras de metal de uma cela, etc.
E, posso estar errado, mas eu não disse que não utilizava... em 15 anos jogando AD&D, devo ter testado isso umas oito vezes.
Desculpa se eu sou foda e sinto cheiro de porcaria a quilômetros. A DB nunca prestou no Brasil. É como o Gygax: fez 1 coisa bacana e depois só merda.
... sua opinião. E não interessa tanto a qualidade, interessa que era um veículo de alcance nacional.
Quanto ao Gygax... você não curtia Caverna do Dragão, não? Ou é com o (A)D&D a tua bronca?
Engraçado... tenho certeza que todos os death effects (Finger of death por exemplo) rolavam contra Death Ray (aka Death). Vou verificar nos meus livros de AD&D1 e 2 em casa. (Nunca comprei os de AD&D2.5)
Aí é diferente: a magia causa um efeito de morte, e portanto utiliza-se a resistência à morte. Mesma coisa para magias que causem petrificação, transformação, etc.
...
Relendo o que você escreveu lá atrás, você está correto: há 3 resistências que podem ser aplicados a efeitos mágicos: Paralisação/Veneno/Morte; Petrificação/Transformação e Magia.
WOW! Que argumento batuta! Juro que nunca tinha ouvido. Bão, sou da mesma geração e as crianças até hoje continuam a aprender isso.
O que não torna a subtração um processo mais intuitivo do que somar.
Ainda mais quando falamos de subtrair números negativos, coisa que com 9 anos, não tínhamos aprendido ainda.
Eu não disse que subtrair negativos era intuitivo, hora nenhuma. Mas não é esse stress todo também, não.
A pergunta não era: "De onde veio essas limitações ?" e sim "Porque tem essas limitações ?" e enquanto ninguem me provar que não foram tiradas de Tolkien eu aceito isso, sim, como a verdade.
Uai... então aí está: "Por que é assim?", é assim PORQUE Tolkien definiu assim. Você mesmo disse, ó:
A verdade e que essas "limitações" ,pelo menos no caso dos halfling, vieram de Tolkien: Halfings só podiam ser ladrões (Bilbo) ou guerreiros (Pepin)...Com um mestre "mente aberta" eu podeira fazer qualquer coisa em qualquer sistema, estar escrito em um livro não é vantagem nenhuma, mesmo antes da WW vir com a famosa "regra de ouro" (o que é esse caso) já tinha mestres ignorando/modificando regras para ajudar em seus jogos. O que quero discutir e a regra nua e crua e não as excessões.
A regra nua e crua não interessa quando você quer lidar com uma exceção à regra. Interessa sim como você lida com a exceção. O livro te ajuda a lidar com essa exceção. O que mais você quer de mim?
Não irei procurar pilhas de livros velhos só pra isso, mas lhe pergunto: Tinha XP diferenciado? tinha HD própio?, tinha uma lista de combinação (ex: Bladesinguer/ladrão)? se não tinha não é uma classe, e se é uma classe os humanos poderiam pegar.
O livro citado, com menos de 150 páginas, está longe de ser "uma pilha de livros velhos". E o kit era restrito para elfos, e portanto inacessível para humanos... além disso, era baseado na multiclasse guerreiro/mago, inacessível para muitas raças... e não, uma vez em que era muito mais uma nova abordagem da multiclasse guerreiro/mago, não havia outras tabelas para XP, nível, dado de vida, nada disso. Havia apenas a caracterização, as restrições, os requisitos, os bônus e as raças élficas mais indicadas.
E porque não diz "Elf PC Class"?
Porque cada kit era associado a uma classe ou multiclasse, tratando então de melhor caracterizá-la em um nicho.
Qual o mais simples?
3,5D&D é muito mais simples, não há dúvidas. E nem é por esse aspecto apenas, é por muito, muito mais. Mas onde foi que eu disse que AD&D era mais simples que 3,0/3,5D&D??
E!