10 Coisas que eu ainda quero ver em uma edição de D&D...

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10 Coisas que eu ainda quero ver em uma edição de D&D...

Mensagempor Sr. Pichu em 05 Jun 2008, 23:49

holy fug, eu dizer algo mas o Luminus falou o que eu ia falar!
mas é isso ae...
em termos de habilidades ganhas: SMITE EVIL
e na verdade a minha comparação era de que na eterna guerra entre o bem e o mal, paladinos são os tanques de guerra do exército do bem

e fala sério! Redimir Baatezus e Tanar´ris é besteira?
PLANESCAPE tem uns 2 exemplos (tá... eles viraram neutros)
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Mensagempor cigano em 06 Jun 2008, 00:12

Eu gostaria que os paladinos fossem o que o Gladius disse, pena que eles são no D&D exatamente o que o Luminus disse!

[]s
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10 Coisas que eu ainda quero ver em uma edição de D&D...

Mensagempor Madrüga em 06 Jun 2008, 08:48

Lumine Miyavi escreveu:Omniscificer. Sim. É um combo que causa um loop de dano "infinito", em troca de testes "infinitos", zerando os pvs num balde com água.

Técnicamente não funciona, mas...


Tinha o cara que tirava galinhas flamejantes do balde também, não tinha?
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Mensagempor Luminus em 06 Jun 2008, 09:26

... será que a Hasbro revisou o balde para a 4,0D&D?

E!
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10 Coisas que eu ainda quero ver em uma edição de D&D...

Mensagempor Gladius Dei em 06 Jun 2008, 17:08

1. Eu não disse que paladinos resumem-se a SMITE EVIL, e não é isso que eu quero passar;


Então eu recomendo refrasear quase todas as suas menções à Smite Evil, esta em especial:

E eu não sei não, mas pelo que eu sei dos Paladinos da 3,0/3,5D&D, eles não têm habilidades de "Persuadir o Mal", "Remover o Mal"... eles só tem "DETECTAR/DESTRUIR o mal"...


Porquer realmente o que parece é que você está dizendo que eles se resumem só a isso. Sua argumentação não fica muito atrás dessa idéia errônea.

2. Este uso de habilidade fere o princípio de individualidade que o paladino deveria proteger, você não acha? De quê adianta ouvir de alguém que ele quer se redimir, se você irá confirmar com a habilidade? Melhor é nem perguntar nada e usar a habilidade logo de cara para obter a resposta. De uma forma ou de outra, você está colocando o uso de uma habilidade acima do discernimento de alguém, e isso não é o comportamento de uma pessoa que acredite realmente na redenção, é sim o de alguém que não confia em seus semelhantes (para não falar de outras criaturas inteligentes).

E imagine a reação da pessoa que quer se redimir quando percebe que o paladino está confirmando o lance com uma magia, habilidade extraordinária, etc... não deve pegar muito bem, não.


Sentir Motivação fere o escambau, já que é uma algo passivo e não é explícito/aparente. Zona da Verdade provavelmente só vai ser utilizada em uma situação em que tal seja realmente importante, e não sendo usada a ermo (afinal, paladinos nem tem tantas magias para ficar gastando por aí). Se for utilizada a ermo pelo paladino, nada mais justo que os NPCs começarem a reagir de outra maneira, incluindo a divindade do paladino impedindo o uso da magia. Ademais, Zona da Verdade não vai obrigar a pessoa a seguir determinada conduta, isso é coisa de Marca da Justiça e Tarefa/Missão. E se a criatura estiver determinada a se redimir, ela já tem que ter alguma noção de que, adivinha, suas ações estavam ERRADAS, e é por isso que ela não tem a confiança dos outros, e deve conquistá-la com tempo e boas ações. Qualquer ser inteligente não vai ficar choramingando contra o paladino porque ele tinha que ter certeza que as intenções eram verdadeiras e de que tal criatura não ia colocar outros em risco.

Eu já falei e repito: não é porque o paladino acredita que a redenção é possível que ele tem que ser um idiota que vai acreditar no que foi dito só porque foi dito. Se ele pode, ele DEVE tomar medidas que não facilitem algum mentiroso a causar dano.

3. "Dependendo" inclui muita coisa.


Exatamente. Incluso as outras possibilidades que não só ficar gritando "SMITE EVIL!".

Eu admito a possibilidade, e até mesmo a tendência do paladino não recorrer à uma maneira marcial ou a não conceder apenas a morte aos seus inimigos. Porque você não? Simplesmente porque o paladino não tem habilidades de classe para isso? De repente, para o paladino INTERPRETAR sua própria tendência e código de honra e inspiração divina, ele tem que ter ALGUM BÔNUS MECÂNICO para isso? Desculpe, mas isso é desculpa de munchkins. Não de um powergamer, não de um optimizer, de um munchkin mesmo, e não é da veia cômica que lançou aqueles livrinhos de jogo para brincar com eles.

a) No primeiro trecho, são citados clérigos leais e bons como companheiros ideais... e não suporta atos malignos (imagine então uma tendência maligna!) de seus copanheiros. Personagens bondosos podem, vez ou outra, agir de forma maligna. Esceto, é claro, se estiverem aliados a um paladino e quiserem manter essa aliança. Se isso não é exigir que eles igualem a postura "LEAL E BOM" do paladino, eu não sei o que é... algo além disso exigiria que o paladino amarrasse cordinhas nos braços de seus amigos e guiasse as ações deles.


Fato: ser um paladino demanda uma posição moral forte.
Fato: grupos que contêm paladinos, se não compartilharem ao menos um campo comum com suas posições morais, podem acabar tendo vários desentendimentos, que poderão levar a ruptura do paladino com o grupo ou de alguns membros com o grupo. Por isso, é sempre recomendado para os Mestres (tá lá escrito no Defensores da Fé também) que quando planejarem os grupos e aventuras, levem em consideração esse fator "paladino" para não tornar as aventuras chatas ou criar tensões fora do jogo por discussões sobre isso.
Mito: um paladino obriga à ponta de espada que os outros ajam como ele age. Ninguém é obrigado a ficar perto do paladino se não quiser. Mas se ficar, terá de tentar ao menos se abdicar de fazer o mal (e consequentemente, com o tempo ter sua tendência alterada em direção à neutro, e talvez bom).

Personagens bondosos podem acabar fazendo atos malignos? Claro que sim. Até mesmo o paladino pode acabar fazendo algum ato maligno (coff coff, matar bebês orcs, coff coff). O interessante é ver COMO o paladino e os outros PCs e NPCs vão lidar com isso, já que o código exige punição (repetindo, não necessariamente morte) de atos malignos. Redenção, atos de remissão, penas, consertar os erros, arrependimento... mas, se você não quer ter que lidar com isso nos seus jogos, não lide: só não culpe a classe paladino e sua visão de mundo porque VOCÊ não concorda e não gosta da mesma.

b) No segundo trecho, do Defensores da Fé, temos a visão filosófica de um paladino. Veja como ele se coloca como líder do grupo: são os OUTROS personagens que o acompanham em SEUS objetivos. Veja a posição superior na qual a classe é tratada, como as outras classes são tratadas como "ávidos por riquezas, ouro, etc" e como se isso fosse ERRADO, e ainda citam que, para "os outros", ajudar pobres e indefesos é uma "perda de tempo". Aqui, não só temos um grupo que é levado daqui para lá por um paladino, como o grupo é retratado como mesquinho, covarde e anti-heróico. O paladino lidera pelo exemplo... não, os personagens não devem ter a mesma tendência que o paladino: eles apenas devem ser bons/leais/neutros, segui-lo em suas aventuras, ajudar pobres e indefesos em primeiro lugar... tudo isso porque "o paladino é guiado por uma entidade superior"... entendeu ou eu preciso desenhar?


Acho que você perdeu o "Talvez o restante do grupo sinta-se reduzido a função de auxiliares", seguido do fator "Felizmente, o personagem não é obrigado a corrigir todos os erros do mundo pessoalmente, não importa quão pequeno seja - se tentar, apenas ficará louco. O paladino não existe num vácuo". Se o grupo for bondoso/leal/neutro, o fator de avidez por ganhos diminui seu poder na equação. Se o grupo for neutro/caótico/mal com um paladino dentro, as opções são: o paladino cai; o grupo se regenera; o grupo se separa. Esse é o preço de se jogar com paladinos em um grupo: ou todo mundo está lá para se divertir sendo heróis, ou alguma parcela vai ser excluída. É essa forte posição moral, dentre outras coisa, que me faz dizer que os paladinos não vão agir apenas com "SMITE EVIL!". E para você, o que significa essa posição moral e função como porta-voz de grupo e talvez até lider? De suas respostas, dá para entender que você não gosta. Mas seu gosto não lhe dá mais conhecimento sobre o que é um paladino de D&D, e nem como ele deve agir, e portanto eu peço que o retire da sua avaliação da classe.

Ademais, você reclamou de que falaram que o grupo retratado é "mesquinho". Ora, se você ler o que você descreveu de um aventureiro típico:

E, com os aventureiros em geral, ocorre quase o inverso: só importa fazer o bem e destruir o mal se houver algo a se ganhar (XP, tesouros, ítens mágicos, fama, vingança, etc).


Naquele texto, eles retrataram exatamente esse tipo de aventureiro que você pensou (porque outros aventureiros com visão semelhantes às do paladino não vão cair facilmente em picuinhas, por isso não é necessário tratar desse tipo de interação). E ainda reclama que de um ponto de vista essa visão é considerada mesquinha, sendo que é a descrição típica que você mesmo dá de um aventureiro?

c) no BoeD, perceba como é citado a malignidade em "retirar da pessoa a liberdade de escolha", e compare com o que vc disse antes, de "oferecer a rendenção após a rendição". E perceba como a redenção é descrita em "variant rules"... uma variação dentro de um livro opcional... E veja como a redenção é subordinada ao julgamento de "good characters", personagens, e não às divindades em si. Ou seja, não é a pessoa que pede clemência que demonstra potencial para ser redimida, é a sua percepção (HUMANA, FALHA, EQUIVOCADA) que julga se ele(a) merece essa chance de seredimir. Mas o melhor trecho de todos é este:

" This is not to say that a good character's first thought in an ambush should be "How can I redeem these poor orcs?""

Haahahaha, você não pode entrar sempre disposto a redimir as pessoas... tem de entrar disposto a outra coisa... hmmmm... o q seria???

SMITE EVIL!!!


Deixe-me ver então, depois de lutar com criaturas que iniciaram um confronto, MAS se renderam antes da morte, de acordo com você, o certo é passar a faca neles? Ou então alguma criatura aparentemente ou notoriamente maligna se render porque busca redenção, ela deve ser morta com Destruir o Mal, e não ser testada/sondada/inquirida se realmente sua intenção é verdadeira, e dar uma chance dela se corrigir?

A redenção está em variant rules porque adquiriu uma mecânica que não teve tempo e espaço de ser trtada no livro básico: antes dependia completamente da interpretação, agora os mestres tem uma idéia de como é possível, mecanicamente falando, redimir um ser maligno. Redenções já aconteciam anteriormente, sendo tratadas caso a caso por mestres e personagens que interpretavam suas tendências Bondosas, mas agora há um suporte do sistema para fazer isso, demonstrando que não só mecanicamente os personagens podem combater o mal de variadas formas, mas também redimi-lo. E o seu ponto é...?

Quanto ao julgamento mortal e sua possibilidade de falha: quando o personagem utilizar uma magia ou habilidade de classe (como, digamos... Zona da Verdade; Missão; Marca da Justiça, ou talvez um treinamento especial da classe numa técnica de percepção, como o fato de Sentir Motivação ser perícia de classe) e essa magia ou habilidade funciona, e realmente demonstra o desejo de redenção da criatura, é porque a dividnade está concedendo aquele dom para o paladino (assim ele normalmente acreditaria, creio), e também está a divindade acreditando na possibilidade de redenção daquele ser. Ah, mais uma coisa: divindades de D&D não são oniscientes, e podem errar, elas só acabam fazendo muito menos falhas do que se tivessem percepções humanas. Mais uma coisa, entre errar fazendo uma ação boa e fazer uma malignidade certa e absoluta, a maioria dos seres bons vai tentar a primeira, tendo o máximo de cuidado para que os danos sejam mínimos, isso se não for Leal e Burro ou Lento e Bom (que tant gente assume que esses personagen TEM que ser :roll: ).

Tem certeza que você sabe o que significa tendência Bondoso em D&D?

E, para finalizar... o que alguém pensa quando é emboscado? Smite Evil? Ou "Droga, o que está acontecendo? Emboscada? Droga, tenho que sobreviver... proteger meus companheiros (se for bom)"? O paladino não entra sabendo na hora se aqueles seres são malignos (embora o pré-conceito seja de que orcs são malignos), e usar um destruir um mal sem saber se eles o são pode não só ser um desperdício, mas também um sintoma de uma visão moral deturpada.

P.S.: Cara, entenda logo o meu ponto de vista e aceite que eu tenho uma "certa" razão, porque eu estou ficando sem alternativas para escrever smite evil...


Ahm, deixe-me pensar: dizer que um paladino não pode ser um redentor porque ele não tem habilidades de classe para tal, como se para a interpretação de sua tendência, código e inspiração divina ele necessitasse de algum bônus mecânico, ao invés do jogador interpretar ele por amor à interpretação; dizer que o paladino é apenas um combatente do bem, mesmo tendo à sua disposição poderes de cura, proteção, fortalecimento, libertação e o dever moral e sagrado de ajudar as pessoas das mais variadas formas, e punir (não necessariamente matar) malfeitores. Tudo isso combinado com sua demonstração de que não gosta da classe, não gosta de jogar com ela e tem uma visão equivocada de como ela age e pensa.

Nope, arranje maneiras diferentes de ficar falando SMITE EVIL, já que acha tão hilário e que está demonstrando o seu ponto tão bem com esse gracejo.

SE você refrasear suas palavras, dependendo de como e o que você disser, talvez eu concorde com algo. Para dar uma colher de chá, eu já disse que concordo que muita gente joga e/ou vê paladinos de maneira que ele seja apenas SMITE EVIL, e que tal forma não é a correta, e isso dentro da própria interpretação das tendências do personagem, corroborado pelos textos do Defensores da Fé e Book of Exalted Deeds.

E às vezes, muitas das vezes, a única alternativa é destruir o mal. E, em muitas ocasiões, o resto do grupo (os personagens) vê essa atitude como exagerada, pois eles se contentariam com uma solução neutra (em contraponto ao mal ou ao caos). Não sejamos tolos ou ingênuos: D&D é um jogo de interpretação e de combates, e o motor do jogo são os combates. Daí, você junta:

Mundo maniqueísta + Arauto do Bem e da Ordem + Foco em Combate = SMITE EVIL!


Correção: todas as vezes a alternativa é punir o mal. COMO será essa punição é outra história. Concordo que muitas vezes será com Destruir o Mal, mas limitar-se a dizer que essa é a única maneira porque o sistema tem foco em combate é tão tolo ou ingênuo quanto dizer que você não come ou dorme porque não está no livro que seu personagem precisa disso, e também porque não faz parte do combate. Assumir automaticamente que todos os aventureiros não concordarão com punir o mal 9nem que seja apenas "ficar de castigo") é um salto lógico que ainda não consigo ver onde está escrito.

Outra coisa: mesmo nos mundos maniqueístas de D&D, ocorre sim a diferenciação entre bondosos e bondosos, neutros e neutros, maus e maus, todas dependentes das situações e das personalidades dos envolvidos. Eu fico entristecido que ninguém vê o como seria interessante se por motivos variados duas nações boas se enfrentassem em guerra, ou que nem todos os malignos são Serial Killers, e sim por vezes apenas mesquinhos, egoístas, grossos, traiçoeiros, etc, sem quebrarem as leis.

Não é que o paladino tenha desapego às vidas alheias: ele tem desapego às vidas das coisas malignas. Ele as destrói com o maior prazer e eficiência. Ele é criado para tal. Seus poderes o direcionam para isso, são seus objetivos, motivações... paladinos são máquinas de fazer o bem e destruir o mal. O resto para eles não importa. E, com os aventureiros em geral, ocorre quase o inverso: só importa fazer o bem e destruir o mal se houver algo a se ganhar (XP, tesouros, ítens mágicos, fama, vingança, etc).


Correção: ele é um guerreiro que luta contra o mal. Isso não significa que ele TEM que ter desapego à vida de seus inimigos, ou matá-los com prazer, porque isso apenas o tornaria igual a eles. Book of Exalted Deeds:

MERCY

For good characters who devote their lives to hunting and exterminating the forces of evil, evil's most seductive lure may be the abandonment of mercy. Mercy means giving quarter to enemies who surrender and treating criminals with compassion and even kindness. It is, in effect, the good doctrine of respect for life taken to it's logical extreme - respecting and honoring even the life of one's enemy. In a world full of enemies who show no respect for life whatsoever, it can be extremely tempting to treat foes as they have treated others, to exact revenge for slain comrades and innocents, to offer no quarter and become merciless.
A good character must not succumb to that trap. [...]


Além disso, máquinas? O resto para eles não importa? Só se eles não sentirem emoções, que é o que parece que você prega sobre paladinos. Mas como este ponto é obviamente falho, não precisarei nem mesmo refutar: qualquer pessoa entenderá o absurdo dele.

Eu não gosto de paladinos, eles são limitados e centrados demais em si e nas divindades. Eles não vivem de entender as dúvidas alheias e procurar oferecer as pessoas uma alternativa, sempre respeitando a escolha de cada um, tentando fazer com que elas vejam como os deuses respeitam a variabilidade dos indivíduos. Eles vivem de esfregar na tua cara como o caminho BOM E LEAL é o ÚNICO caminho verdadeiramente correto. ELES decidem o que é certo e errado, não você e seu livre arbítrio, sua cultura, etc.


Então deixa eu ver: você não gosta de paladinos, não demonstrou compreender como eles devem agir, não demonstrou compreender como eles pensam, e não demonstrou compreender que eles também são seres vivos com sentimentos. Baseou-se no que viu numa parcela pequena de jogadores e outras informações sobre paladinos, e determinou que o seu paradigma quanto o que é um paladino é que ele é SMITE EVIL!

Sinceramente, pensei que você tivesse uma compreensão melhor do que isso, Luminus. Estou decepcionado.

holy fug, eu dizer algo mas o Luminus falou o que eu ia falar!
mas é isso ae...
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e na verdade a minha comparação era de que na eterna guerra entre o bem e o mal, paladinos são os tanques de guerra do exército do bem

e fala sério! Redimir Baatezus e Tanar´ris é besteira?
PLANESCAPE tem uns 2 exemplos (tá... eles viraram neutros)


Já respondido: não é porque não ganha bônus mecânico em algo que você deve deixar de fazê-lo, principalmente quando é uma interpretação correta de como tal personagem deve agir.

Quanto a ser um guerreiro do bem: "água é molhada". Quanto a ser APENAS um guerreiro do bem, já demonstrado que não.

Quanto à demônios e diabos redimidos: apenas dois exemplos conhecidos dentro de uma infinitude desse seres? Significa que as chances são tão ínfimas, mas tão ínfimas que teria mais sorte de 20 meteoritos acertarem sua cabeça naturalmente, cada um em um período exato de 24 horas de diferença, ou qualquer outro exemplo esdrúxulo de quão difícil isso é (algo digno de personagens épicos e histórias que podem mudar a cosmologia ou a interação entre planos superiores e inferiores, como o caso de anjos caídos que se tornaram lordes de planos inferiores). É muito mais verossível a redenção de drows, orcs, goblinóides... que é exatamente o que estou defendendo, e o Luminus está dizendo que não, não é possível, paladino só mata, etc.

Eu gostaria que os paladinos fossem o que o Gladius disse, pena que eles são no D&D exatamente o que o Luminus disse!

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cigano, essa é fácil de achar o problema: ele se encontra entre a cadeira e a mesa de jogo. ;)
Inteligência é perceber que, daqui a dez anos, você será menos tolo.
Sabedoria, portanto, é compreender que você é um tolo agora.
Bom senso, por fim, é tentar não ser um tolo hoje.
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(Gladius, tentando sempre ser menos tolo)

Gladius desencanou. Ele sabe quem ele é, o que faz, e o que foi feito à ele. Nada disso pode ser mudado. Procure uma contra-resposta, ela existe. Tenha um bom dia.

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10 Coisas que eu ainda quero ver em uma edição de D&D...

Mensagempor cigano em 06 Jun 2008, 17:29

Gladius Dei escreveu:
Eu gostaria que os paladinos fossem o que o Gladius disse, pena que eles são no D&D exatamente o que o Luminus disse!

[]s


cigano, essa é fácil de achar o problema: ele se encontra entre a cadeira e a mesa de jogo. ;)


Hum. temos duas opções

Ou você tá disendo que eu não sei o que é o paladino, ou você tá dizendo, "ignore o livro e faça como você quer".

Uma é inverdade e a outra e forçar a barra!

Mas é um ponto de vista!

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10 Coisas que eu ainda quero ver em uma edição de D&D...

Mensagempor Gladius Dei em 06 Jun 2008, 17:45

Exatamente como o Luminus disse?

*olha toda a argumentação do Luminus que vai contra o próprio livro básico e outros*

Ceeeeeerto.......
Inteligência é perceber que, daqui a dez anos, você será menos tolo.
Sabedoria, portanto, é compreender que você é um tolo agora.
Bom senso, por fim, é tentar não ser um tolo hoje.
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10 Coisas que eu ainda quero ver em uma edição de D&D...

Mensagempor Lofwyr em 06 Jun 2008, 17:54

Eu não li o tópico inteiro, então não sei se alguém já deu as dicas que eu irei dar. Espero não estar sendo repetitivo.

Como ja foi dito em algum lugar do tópico, diversos dos ítens que você citou são mais questão de cenário do que realmente do sistema D&D. Para tanto, recomendo a você um cenário que talvés, com ênfase no TALVÉS, tenha um bocado do que você quer.

Procure pelo Reinos de Ferro.

Luminus escreveu:4. Uma caracterização um pouco menos rasa das raças e menos atrelada ao padrão humano, ao invés do "po/pp/pc genérico, idioma pasteurizado, visões de mundo idênticas, deuses polivalentes e universais, etc";


No Reinos de Ferro as raças, em menor número do que em outros cenários, possuem uma individualidade muito maior. Não existe idioma comum (nem mesmo entre os povos humanos), as religiões são independentes uma das outras (inclusive os humanos possuem mais de 1 religião diferente... pontos de vistas dogmáticos se sobrepões... raças diferentes possuem explicações diferentes para as coisas e etc...).

Exemplo: Os humanos possuem uma religião que acredita que as pessoas possam se tornar divindade se seguirem uma vida regrada... outros humanos acreditam em um deus mais tirano e menos benevolente... elfos tinham deuses que andavam entre eles e morreram... os anões acreditam em outro tipo de panteão (os Patriarcas) e por aí vai.


Luminus escreveu:7. O fim da visão do grupo de aventureiros como o único grupo ativo em um raio de 10.000 Km, e sim o início da sua interação com outros grupos de aventureiros;



Na aventura Trilogia do Fogo das Bruxas é normal você encontrar restos de aventureiros em alguns ambientes, e até mesmo um aventureiro perdido em uma das partes da aventura. Ainda assim, é claro, isto é uma questão muito mais dependente do mestre.

A não ser, claro, que vc esteja pensando em algo mais do tipo:
"1d6 Aventureiros Nível 2d6" nas tabelas de Encontros Aleatórios.


Luminus escreveu:8. O fim da influência zero dos personagens jogadores e seus feitos na sociedade ao seu redor, e sim o início de uma tendência natural de envolvimento das pessoas/cidades/regiões/reinos em seus planos com o aumento de seu poder;


Um dos contos encontrados no site oficial da Privateer sobre o Reinos de Ferro trata exatamente das consequências dos atos dos jogadores durante a Trilogia do Fogo das Bruxas. Além de que no final da aventura/campanha, o resultado pode ser beeeeem negro para a Cidade de Corvis se os jogadores marcarem bobeira.


Luminus escreveu:10. O fim das divindades boas e das divindades ruins, e o surgimento de divindades realmente acima do bem e do mal.E!


Bem, como citei acima, as religiões em Reinos de Ferro seguem uma linha diferente das que você vê normalmente... não existe um panteão universal... sequer existe um pensamento universal, ou uma única versão para a criação do mundo. Cada raça possui um conceito de religião diferente, algumas mais de um.

Alguns humanos acreditam em Menoth, outros em Morrow, e a visão deles de religião é diferente... não é como se ambos fossem deuses opostos de um panteão (até pq não são opostos, mas sim diferentes em um sentido bem mais profundo), mas sim crenças diferentes e formas diferentes de ver o que é bom e certo.




Só como um adendo:
Luminus escreveu:1. Um sistema de perícias baseado nas descobertas do personagem dentro do cenário de campanhas, e não com o mero avançar de níveis;


O único sistema que eu conheço que assume este tipo de avanço como parte das regras é o Call of Cthulhu, aonde seu avanço em perícias depende do sucesso no uso delas durante a aventura. Se você pensa em mexer no sistema do D&D neste sentido, dar uma olhada em como isto funciona no CoC pode ajudar.


Espero ter ajudado.
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Mensagempor cigano em 06 Jun 2008, 17:56

Ok, sem o exatamente!

:b

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Mensagempor Gladius Dei em 06 Jun 2008, 19:30

cigano escreveu:Ok, sem o exatamente!

:b

[]s


Heheh, tudo bem então.

Mas deixa eu esclarecer: eu entendo que poderia ter uma abordagem melhor para explicar o que é o paladino, explicações melhores do sistema de tendências, clarificação do código do paladino, etc. Só que também não é como se não tivessemos nada falando o que é o paladino e seus dogmas, apenas está fragmentado (precisa se referir a coisas como o que é o bem e o mal, a ordem e o caos de AD&D e D&D, como o código do paladino funciona e o que ele permite, qual é a relação dos personagens religiosos com suas divindades, como é o dogma da divindade em questão, como é a interação dos planos superiores e inferiores no plano comum, e por aí vai). Dessa almalgama dá para pegar a informação completa e que corrobora a idéia do livro do jogador, quando apresenta tendências e a descrição da classe.

Mas eu fico bolado quando aparece gente que não gosta do estilo de jogo dos paladinos, não jogou ou procurou informação sobre tal classe, viu um ou outro jogador de paladino que agia, sinceramente, como Leal e Burro ou Lerdo e Bom, que só sabia lutar lutar lutar, e acha que esse é o paradigma da classe, e sai por aí querendo desmerecer a classe porque não a viu em toda sua plenitude. Não compreendo muito esse sentimento, eu por exemplo não gosto de jogar com necromantes, não significa que vou sair por aí e ficar falando de toda a irracionalidade de seu mal, ou que são idiotas que ficam levantando corpos "for the lulz" e bla bla bla.

Assim eu fico triste. Triste. :bwaha:
Inteligência é perceber que, daqui a dez anos, você será menos tolo.
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Gladius desencanou. Ele sabe quem ele é, o que faz, e o que foi feito à ele. Nada disso pode ser mudado. Procure uma contra-resposta, ela existe. Tenha um bom dia.

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Mensagempor cigano em 06 Jun 2008, 19:41

@Gladius

Mas no D&D paladinos SÂO combatentes, a proposta pe matar sim, talvez não tão exageradamente, mas o que o sistema incentiva é isso. O que eu não gosto paticurlamente e não aplico, mas é o que é!

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Mensagempor Gladius Dei em 06 Jun 2008, 21:06

cigano escreveu:@Gladius

Mas no D&D paladinos SÂO combatentes, a proposta pe matar sim, talvez não tão exageradamente, mas o que o sistema incentiva é isso. O que eu não gosto paticurlamente e não aplico, mas é o que é!

[]s


Todas as classes tem a capacidade de derrotar oponentes e contornar situações perigosas, e todas tem a possibilidade de matar em combate. D&D tem foco em combate e ação, oras, nada mais lógico. E também já concordei que paladinos são combatentes do bem (vide "água é molhada"), isso também é lógico e faz parte dele.

Mas disso para aquele pulo do Luminus de só falar disso negativamente quando é o paladino, e que "Paladino bom é só paladino que usa SMITE EVIL! toda hora porque essa é a única habilidade que tem" é outra história, não concorda?
Inteligência é perceber que, daqui a dez anos, você será menos tolo.
Sabedoria, portanto, é compreender que você é um tolo agora.
Bom senso, por fim, é tentar não ser um tolo hoje.
- Desconhecido

(Gladius, tentando sempre ser menos tolo)

Gladius desencanou. Ele sabe quem ele é, o que faz, e o que foi feito à ele. Nada disso pode ser mudado. Procure uma contra-resposta, ela existe. Tenha um bom dia.

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10 Coisas que eu ainda quero ver em uma edição de D&D...

Mensagempor Luminus em 06 Jun 2008, 21:34

Eu havia escrito um texto ótimo aqui, mas o pc travou e eu o perdi :evil:

Vai o arroz com feijão então... agradeço ao colega que deu uma dica, orientou-me a procurar o reinos de ferro. Eu o farei, pode ter certeza.


Gladius,

" "Paladino bom é só paladino que usa SMITE EVIL! toda hora porque essa é a única habilidade que tem""

Agora, veja você, quem é que está botando palavras no texto de quem... e, só para encerrar esse negócio, porque já me deu no saco, eu vou te mostrar, no teu texto, porque é que a gente não concorda:

Eu admito a possibilidade, e até mesmo a tendência do paladino não recorrer à uma maneira marcial ou a não conceder apenas a morte aos seus inimigos. Porque você não? Simplesmente porque o paladino não tem habilidades de classe para isso? De repente, para o paladino INTERPRETAR sua própria tendência e código de honra e inspiração divina, ele tem que ter ALGUM BÔNUS MECÂNICO para isso?


Dizer que a descrição da classe vale mais que suas habilidades, ou vice-versa, ou querer tratar as duas em ambientes separados é um erro. É justamente pelo fato de o Paladino não possuir habilidades de classe/bônus/vantagens/etc para uma tarefa que ela não está contida entre as OBRIGAÇÕES do personagem. Ao contrário, vc parece desmerecer a quantidade de modificadores de combate que um paladino tem, alguns somente aplicados contra seres malignos. e não vê aí justamente a OBRIGAÇÃO da classe nesse aspecto do jogo. Detectar o mal, sem limite... mal detectado, e agora? Qual a melhor habilidade de classe que se pode utilizar? Aí, eu digo que é o SMITE EVIL, e você... você diz que é... a interpretação? A negociação? Sentir motivação? Olha, em uma situação de exceção, pode até ser. Mas, via de regra...

simte :evil:
smite :evil:
smite :evil:

E chega, se vc discorda, eu aceito sua opinião como válida, respoda aí que eu leio, mas não responderei, ok? Nós dois não vemos a coisa do mesmo jeito (e, provavelmente, não a vemos como ela realmente é!). Então chega desse off todo no tópico.

E!
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10 Coisas que eu ainda quero ver em uma edição de D&D...

Mensagempor Gladius Dei em 06 Jun 2008, 22:42

Agora, veja você, quem é que está botando palavras no texto de quem...


Você afirmou isso anteriormente mais de uma vez, e deu a entender mais uma vez logo depois nesta mesma mensagem. Desculpe, mas isso é ilógico.

Dizer que a descrição da classe vale mais que suas habilidades, ou vice-versa, ou querer tratar as duas em ambientes separados é um erro. É justamente pelo fato de o Paladino não possuir habilidades de classe/bônus/vantagens/etc para uma tarefa que ela não está contida entre as OBRIGAÇÕES do personagem.


Não estou vendo os bônus automáticos em Identificar magias para os magos aprenderem magias, por exemplo. Ou os bônus de classe para interação social com o bardo. Por não ter bônus nessas atividades, eles não fazem isso, e portanto essas atividades não fazem parte da classe? Balela, e você sabe disso.

Ao contrário, vc parece desmerecer a quantidade de modificadores de combate que um paladino tem, alguns somente aplicados contra seres malignos. e não vê aí justamente a OBRIGAÇÃO da classe nesse aspecto do jogo.


Destarte, você parece desmerecer todas as habilidades não-marciais do paladino, querendo socar na minha garganta abaixo o seu modelo (torto) de paladino.

Você diz que só vê Destruir o Mal e Detectar o Mal.
Eu vejo Cura Pelas Mãos.
Eu vejo Remover Doenças.
Eu vejo Aura de Coragem.
Eu vejo Diplomacia, Sentir Motivação, Conhecimento (Religião; Nobreza e Realeza) como perícias de classe.
Eu vejo Benção, Abençoar Água, Proteção Contra Mal/Caos, Resistir Elementos, Proteger Outro, Esconder Tendência, Zona da Verdade, Discernir Mentiras, Remover Cegueira/Surdez/Maldição, Restauração, Quebrar Encantamento, Proteção contra a Morte, Dissipar o Mal, Marca da Justiça e Remover Venenos, dentre dezenas de outras magias que não são destruidoras/pró-ativas contra o mal dentro da lista de magias dele.

Em momento algum neguei a tendência combativa do paladino. Entretanto, está mais do que claro que essa não é sua única vocação, conforme bem demonstram suas capacidades.

Detectar o mal, sem limite... mal detectado, e agora? Qual a melhor habilidade de classe que se pode utilizar? Aí, eu digo que é o SMITE EVIL, e você... você diz que é... a interpretação? A negociação? Sentir motivação? Olha, em uma situação de exceção, pode até ser. Mas, via de regra...

simte :evil:
smite :evil:
smite :evil:


Sim, por favor, ignora todos os meus argumentos anteriores demonstrando que nem sempre ele vai poder lidar com os oponentes dessa boa maneira de redenção/remissão que falei, e que como um combatente do bem ele vai ter que se defender e a seus companheiros, seja através do combate ou outras habilidades, vistas as variáveis da situação. Você parece ter um dom para isso. :roll:

E chega, se vc discorda, eu aceito sua opinião como válida, respoda aí que eu leio, mas não responderei, ok? Nós dois não vemos a coisa do mesmo jeito (e, provavelmente, não a vemos como ela realmente é!). Então chega desse off todo no tópico.


Ao menos você mudou seu discurso: deixou de ser "paladinos sempre vão usar SMITE EVIL e foda-se o resto, mata o filhote de orc, é assim que D&D é!" e passou para "a maioria das vezes eles acabarão usando smite evil". Mudança pequena mas vá lá. Congratulo-o por ter entendido um pouco melhor o lado que quis desmerecer.

E uma feliz quarta edição para você! :victory:
Inteligência é perceber que, daqui a dez anos, você será menos tolo.
Sabedoria, portanto, é compreender que você é um tolo agora.
Bom senso, por fim, é tentar não ser um tolo hoje.
- Desconhecido

(Gladius, tentando sempre ser menos tolo)

Gladius desencanou. Ele sabe quem ele é, o que faz, e o que foi feito à ele. Nada disso pode ser mudado. Procure uma contra-resposta, ela existe. Tenha um bom dia.

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10 Coisas que eu ainda quero ver em uma edição de D&D...

Mensagempor Fëanor em 06 Jun 2008, 22:43

Impressionante como depois do monge, paladino é a classe que mais gera discussão.
"Tomorrow will take us away
Far from home
No one will ever know our names
But the bards' songs will remain"


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