O QUE ACONTECEU COM MINHA RESPOSTA ESCRITA ANTES DO POST DO Gun_Hazard ?
Eu hein?

OLÁ A TODOS,
LUMINE,
Valeu pelos links, eu os li sim. E ajudam muito.
Talvez você não tenha entendido.
Eu comecei a mestrar em AD&D, e não tenho como fugir disto. As raízes do sistema estarão impregnadas em mim e nos meus jogadores mais antigos mesmo que eu tente negá-las. (O que eu não faria).
Eu sou um fã de D&D e particularmente acho importante aplicar as mudanças na mesa de jogo até mesmo para ver se há funcionalidade nas regras.
Na verdade sou até bicão demais. Procuro participar dos CHATS, listas, dos papos nas editoras e vou dando pitaco em tudo, mesmo se ão conseguir depois aplicar estes conceitos já oficializados.
A questão é COMO fazer com que os jogadores aceitem algumas das mudanças, de forma gradual sem INTERFERIR demais nos personagens que são históricos do próprio sistema.
Essa discussão está ocorrendo em maior ou menos grau em outro fórum, uma lista de discussão e até no fórum da WIZARDS onde chegou a se tornar uma FLAME, já resolvida.
“Portanto, eu termino este post SIM afirmando que há um excesso nocivo de nostalgia que impede não só a você, mas outros participantes de ver a 4ª edição pelos seus méritos.”
Sabe o que tenho notado?
Após o impacto inicial do lançamento e apresentação da quarta edição, os jogadores da escola mais antiga estão aceitando as novas regras e até admitindo a transformação total. O problema é a quase impossibilidade de você recomeçar do zero. Para alguns destes jogadores ( e isto aparece em todos os locais de discussão) fica uma sensação de que estão “perdendo algo” ligado ao histórico dos personagens.
ADVOGADO DE REGRAS,
Cara, o seu nick por si já denota um frio na espinha. Mas vejo que é equilibrado nas palavras.
“A maioria extrema dos problemas vistos por Old Schoolers/Jogadores de Edições antigas em novas edições ocorre não por problemas de facto da nova edição, mas sim por aplicar a lógica de funcionamento de edições anteriores na nova edição.”
Concordo plenamente, sendo este inclusive um dos pontos discutidos na Mesa de Vidro lá na EIRPG onde muitos destes velhos dragões estavam reunidos.
O exemplo dos jogadores de VAMPIRO é muito bom. Para eles, no início da transformação apocalíptica do sistema, era quase inviável aplicar os novos conceitos, afinal estavam lidando teoricamente com um público mais adulto, que inclusive participava de LIVES, onde as regras e a interpretação são levadas ao extremo.
PICHU,
“SE as regras de AD&D tivessem sido tão boas não haveriam tantas mudanças de uma edição [/b]para outra pega Gurps!”
Não concordo com esta visão não.
Continuo argumentando que o processo de evolução é uma conseqüência natural da saturação de aplicação do sistema pelos fãs.
Mas tudo bem. Respeito seu ponto de vista e talvez se tivéssemos a chance de conversar pessoalmente com mais tempo chegasses-mos a um denominador comum. Ou não.
SHYNRYUU,
“A prerrogativa do jogo é que todos se divirtam. Se um jogador avacalha e fere a diversão dos outros, a consequência natural é que não jogue mais com o grupo. Eu nunca conheci um jogador que fizesse questão de aloprar as premissas estabelecidas da mesa, pelo menos não depois que saí do ginásio. É simplesmente infantil.”
Concordo com você também.
Mas lembro que há aqueles jogadores que sabotam o jogo, de forma quase velada.
Mas esta é a premissa mesmo: Priorizar quem quer se divertir de forma sadia.
Um abração,












