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Smaug escreveu:Para isso existe em praticamente todos os rpgs testes de pericia que ditam se o personagem sabe/ouvir falar alguma coisa daquele bicho... Venhamos e convenhamos, essa idéia de que personagens são tabulas rasas, recém-inseridos no mundo de jogo, cujos mentores NUNCA comentaram nada sobre criatura alguma ou qualquer tipo de aventura que tiveram antes de treina-los é meio fraca.. peça o teste para o jogador, se ele passar ele pode ter ouvido falar de alguma habilidade da criatura, se ele falhar vc diz que ele não sabe de nada...



Vou usar full defence, ver como ela age e assim ver como agir contra ela.





Então, não é assim "meu personagem vive em um mundo medieval, e por isso conhece bem os dragões". Testes de perícia, ok. Testes de atributos, ok. Agora, ler o livro e assumir aquilo ali como conhecimento do personagem... aí já é demais.



É uma pena que os dragões da 4e não tem magia, porque era divertido na 3,5 colocar dragões que conjuravam ilusão em si mesmos para parecerem dragões de outra cor. Por exemplo, era engraçado ver um mago se matando pra conjurar raio ardente maximizadp em um dragão vermelho com ilusão de dragão branco.
Quanto ao que o personagem conhece, uma boa medida é avaliar o histórico daquele personagem. Onde ele viveu? Quais foram seus mentores? Qual o seu conhecimento acerca de criaturas fantásticas?
Então, não é assim "meu personagem vive em um mundo medieval, e por isso conhece bem os dragões". Testes de perícia, ok. Testes de atributos, ok. Agora, ler o livro e assumir aquilo ali como conhecimento do personagem... aí já é demais.

Leisses escreveu:Sou muito mais adepto da idéia de imaginar como meu personagem vai agir diante diante uma situação do que ter que fazer isso na hora e correr o risco de cair numa das seguintes situações: reagir de modo inadequado para meu personagem, já que no calor do momento uso meu pensamento ao invés do pensamento do personagem; demorar para pensar em como meu personagem vai reagir e atrapalhar o bom andamento da partida.
Improvisar é lidar com uma situação inesperada.
Inclusive jogar contra um monstro que você já conhece a ficha, e lidar com isso como se não conhecesse.
E de onde tu tirou que a "essência" do RPG é o improviso, ein?

"Eu estou enfrentando um demônio de fogo, que usa espadas de fogo, dentro de uma caverna pegando fogo... que magia eu deveria usar nele, Fogo? Claro que é Gelo! E eu tinha 10 anos quando joguei esse jogo pela primeira vez, e ainda consegui me ligar nisso!"; ou: "Nossa, um demônio gigante. Onde será que eu devo atirar... oh, talvez na joia azul gigante na testa dele!"
Ou ainda o Argh e o Locke: "Eu sei que lobisomens não existem, mas sei que se usa prata contra eles!"
Enfim, não é justo mandar personagens para a morte certa, quando o próprio livro fala que um teste de Perícia com CD X revela detalhes da criatura.



Embora eu ache que qualquer pessoa com um mínimo de bom senso é capaz de adivinhar que um monstro feito de fogo é imune a fogo, logo de cara.

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