kimble escreveu:Ei, não cai nesse papo. Primeiro, toda editora tem como interesse vender mais livros. Toda. Editora.
A questão das classes é uma das várias mentiras levantadas por quem critica a 4e por interesse próprio. Trazer classes em diversos livros é algo que acontece desde o D&D antigo, que eu lembre.
'Mas estou falando das classes clássicas do sistema!'
Então você não tem do que reclamar, porque todas as classes clássicas estão disponíveis ali (desconsiderando a época em que raças eram classes). O papo de que classes como bárbaros ou monges são clássicos é mentira, todos eles apareceram em suplementos de suas respectivas edições originais, todas as classes do D&D original estão presentes na 4e.
Primeiramente meu post tinha intenção de somente mostrar um ponto de vista diferente. Achei que seria interessante, e não tenho interesses próprios, não ganho nada postando aqui, então nem adianta me atacar, não estou aqui pra fazer ninguém engolir nada.
Você só esqueceu de dizer que antes de antes de "
toda editora tem como interesse vender mais livros." existe "
Como todos nós sabemos" é algo comum já estamos habituados a isso. (só pra constar porém irrelevante)
Creio eu que você deve estar se referindo como classes clássicas, porque está se referindo ao d&d desde o primeira ou segunda edição, vendo por essa ótica estaria tudo bem, se não fosse o fato deles terem cedido esse espaço de classes mais antigas e conhecidas pelo público com as novas classes como warlock e warlord a não ser que elas sejam mais clássicas que o bárbaro e o druida.
Como todos sabemos a wizard está tentando nos fazer ficar mais dependentes pelo consumismo nos empurrando miniaturas e a assinatura on-line de conteúdos, atualizações e virtualização de dungeons(essa virtualização é algo que me preocupa), retirando aos poucos as partes de conteúdo autonomo para criação de aventuras e cenários próprios fazendo com que os novos mestres aprendam jogar rpg depedendo cada vez mais desse tipo de material.
kimble escreveu:Unh, não. Isso é bobagem. Toda editora quer que você consuma cada vez mais. A White Wolf é conhecida por lançar livros sobre qualquer coisa. Eu adoro Exalted, por exemplo, mas tive que comprar uma pilha de livros pra conseguir mestrar minha campanha atual. Engraçado que nunca vi ninguém criticando a White Wolf por essa mesma atitude.
Quanto a criação de material próprio, a 4e incentiva isso muito mais que a 3e. O sistema de criação de NPCs e adversários é mais simples, a criação de aventuras é mais simples, o livro do Mestre trata desde sobre criação de campanhas até tipos de jogadores. A própria edição foi modelada com a intenção que o Mestre crie seu próprio mundo e sua própria campanha, em vez de depender de um cenário próprio que você tem que comprar da editora. Diferente da 3.0, que entendia que você iria comprar o cenário oficial após comprar os básicos.
Primeiramente, bobagem é o escambáu! Tenha modos e respeite minha opnião.
*se acalma*
Você esqueceu de mencionar, que a criação do material próprio já está ligado a arquivação direta deste mesmo na D&D insider, aonde você vai ter toda uma dungeon em 3d arquivada online, com todas as miniaturas colocadas em seus devidos lugares (realmente isso é bem conveniente, adorei, mas fico com um pé atráz quanto a isso pelo fato de ter mensalidade), e como você disse, é bem simples, porém simples até d+, você tem toda a liberdade dentro daquele parametro delimitado, bem mais limitado que na 3.X.
kimble escreveu:Estamos falando de 'mecânica para suportar o estereótipo' ou de simplesmente jogar com um estereótipo. Porque você poderia jogar com um guerreiro ambidestro só com o básico, só que não teria tanta mecânica de suporte quanto se comprar o Martial Power.
Ou, puxando para 3.0/3.5:
-Quero jogar com um ninja: compre o Complete Adventurer;
-Quero jogar com um swashbuckler: compre o Complete Warrior;
-Quero jogar com um conjurador oriental: Complete Divine ou Complete Arcane.
Ou seja, se você quer passar só da parte do 'fluff' do estereótipo para a parte do 'crunch', você sempre teve que comprar mais suplementos para cobrir mais opções. Se você não quer isso, então jogue um sistema de criação aberta por pontos, como Gurps ou M&M.
Ok, não terá tanta mecânica, tantos recursos... porém mesmo assim eu pelo menos posso criar um guerreiro ambidextro antes de sequer ter que comprar um outro livro sem ser o do jogador, eu tenho liberdade suficiente dentro do sistema que me proporciona a fazer um guerreiro diferente dos demais.
O sistema é mais maleável, e por isso você consegue aplicar melhor a sua criatividade nele (não é perfeito, mas é melhor)
...afinal de contas, guerreiro ambidextro é estereotipo?
...não chega nem a ser um estereótipo e nem isso eu consigo fazer.
Eles estão aos poucos educando a nova geração para consumir mais e mais, lançando os város livros aos poucos
kimble escreveu:Ou porque existe uma preocupação maior com a mecânica e tentar garantir o equilíbrio entre as classes, vide que eles até estão liberando material antes do lançamento dos livros para playtest pela fanbase.
Quanto ao equilíbrio entre as classes eu concordo, realmente ficou bem melhor nesse sentido era algo que eu não suportava quando estava aprendendo a jogar rpg, era ficar pra tráz porque a classe tal era pior que a outra... e quanto ao lançamento de material antes do lançamento é algo discutível, pois pode tanto ser o que você falou, quanto pode ser um outro tipo de precaução quanto a parte conceitual que eles estão remodelando na maioria das classes. Eu só acho que não é pra checar equilíbrio do sistema pois eles tem playtesters, issoae é algo relacionado a pesquiza para verificar a aceptabilidade do novo conceito da classe ctz.
kimble escreveu:A não ser que tenha saído alguma nota oficial diferente, são 2. O resto do material vem em materiais da Dragon ou romances do cenário.
Só 2? ah não foi tão ruim quanto eu esperava, mas ainda assim é o dobro de livro de antes. rs
Tomara que essa escala não continue esponencialmente.
Até mesmo as ilustrações dos livros passaram a pender para o lado dos games fantásticos deixando o estilo fiel para traz, (e chega a época das micro armaduras para mulheres) o que enfoca ainda mais o fato do d&d estar se tornando uma espécie de (-RP)Game.
kimble escreveu:Ei, mais papo de quem ataca a 4e por interesses econômicos pessoais. Não caía nessa. Na mudança do Ad&d para a 3.0 muita gente reclamou das imagens da nova edição, porque não eram aquele modelo 'anos 70 e 80'. Sobre a aparência pender mais para games fantásticos, porque isso é ruim? God of War tem imagens lindas e cenários ótimos, por exemplo. Shadow of Colossus também. Estou mestrando uma campanha épica (em outro sistema) onde estou me inspirando muito em jogos fantásticos atuais (os vários Prince of Persia, principalmente) e não é porque os jogadores fazem coisas épicas que o RP some. Aliás, principalmente nas cenas de ação eu tenho visto os jogadores descreverem as ações e se importarem em interpretar os personagens mais do que na maioria das outras campanhas.
Atacar a 4e por
interesses econômicos pessoais... vou fingir que não li isso.
No caso das ilustrações eu citei a tendencia que demonstra o que o d&d está virando, realmente os cenários do GOW são lindos e etc, concordo, mas o que me incomoda é ter o elemento fantasioso em demasia, como citei na parte das mulheres com armaduras que mais parecem biquinis, e não estamos falando de uma armadura mágica ou épica, estamos falando de uma armadura normal.
Confesso que estou com o mesmo mimimi conservador que os fãs do oldschool ficaram. hehehe
Mas poxa, tudo tem limite e eles passaram um pouco dele em nome da estectização.
kimble escreveu:Esse conceito que você está defendendo é antiquado e morreu nos anos 90, em que 'low power = interpretação' e que foi revivido para tentar apontar como falha na nova edição. Só que isso é falso, não é o fato de ser mais ou menos épico, mais ou menos fantasioso, que os jogadores irão interpretar em quantidades diferentes. Os jogadores, se quiserem interpretar, vão fazer isso independente se eles estão jogando com um personagem que tem dificuldade em levantar a própria espada ou com um personagem que corre por cima do braço do ciclope para pular em cima do olho da criatura com o machado na mão.
Isso é no nosso caso, nós somos jogadores experientes ou exepicionais, o que me incomoda a respeito disso é quanto aos novos jogadores que estão aprendendo a jogar d&d que não vão ver a interpretação como algo chave para o desenvolvimento do jogo... e não estou falando só da 4e não, isso vale pra terceira também em perícias como Obter informação, Blefar etc...
Galardron escreveu:Existem fanboys pra tudo. Jogo D&D desde 1991, acompanhei todas as edições (incluindo produtos paralelos tipo Iron Heroes e Pathfinder), e achei a 4ed a melhor. Esses discursinhos intectualóides são chatos pra cacete, e normalmente partem de fanboys (agarrados a algo que está ficando pra trás, o que lhes causa ressentimento) chamando outros de fanboys.
Eu ainda não entendi por que dentre tantas opniões aqui presentes, a favores e contras, por que a minha foi a mais odiada.
Intelectolóide pode até ser, mas eu apenas lhe convidei a ver tudo que está acontecendo por um outro angulo, se não quer ou não gostou, você pode simplesmente ignorar ou dizer que não concorda mas se não consegue ficar parado quando um cara fal mal da 4e e desconta no cara, meus parabéns você também é um fanboy.
E outra, EU (o vilão), jogo tanto a 4e quanto Pathfinder quanto 3.5 quanto a 2.0 atualmente e ativamente, e estou gostando muito de todas as 4 sabe porque? Porque tanto você quanto eu aprendemos a jogar d&d por uma "didática" diferente e temos uma visão das raças e classes que nenhum cara que começar a jogar no 4e vai ter a oportunidade de conhecer aprofundadamente.
Exemplo; ele vai saber que um anão é um cara de tamanho médio, robusto, mau humorado, com +2 em con, +2 em sab, resistente a econtrões, etc...
Galardron escreveu:Eu nunca vi nenhuma propaganda de produtos da nova linha do D&D, e não comprei um livro sequer. Mas conheci o sistema, tenho muito material dele (viva o pdf, a internet e o compartilhamento; me condenem), jogo e me divirto. Simples assim. Podem fazer o mesmo com o que quiserem, o que acharem melhor, eu prometo que não vou agredi-los com minhas opiniões a respeito. Serve pra vocês? Ótimo, sejam felizes! Juro que não vou obriga-los a jogar 4ed. Mas também não quero jogar 3.5 (nem nada que se baseie no 3.5 maquiado com paliativos sofríveis). Beleza? Joguei por um bom tempo, desanimei com o D&D por conta das quebras. Não gosto. Pode ser? Não vou argumentar com profundas e complexas análises sobre o sistema, ou capitalismo selvagem e a manipulação de massas (isso chega a ser engraçado). Eu só jogo (JOGO, não teorizo em torno do assunto) e gosto. E acho que tenho o direito de ser tão raso quanto isso; pelo menos no que diz respeito a um hobby, cujo objetivo é relaxar e divertir. Se fizerem o mesmo serão mais felizes, eu garanto. Há usos bem mais proveitosos para seus 'aguçados sensos críticos'. Tem tanta coisa errada pra mudar por aí, o mundo precisa muito de gente como vocês. Eu não defendo sistemas: eu jogo sistemas. E depois de jogar um bocado deles, tenho preferências. Estejam a vontade pra fazer o mesmo.
Não entendi... vá jogar então horas, tá fazendo o que aqui?

Obrigado por não me esmagar com todo o seu poder e conhecimento... sério mesmo, não quero levar isso adiante de jeito nenhum, ainda mais sob tantas críticas, rancor e orgulho... minha visão das coisas tá la na primeira pág, leu? concordou? sim? não? doeu? passa gelol! pronto!

(voltando ao assunto do tópico)
Mas devo dizer que esse
testemunhal é a forma de comunicação mais efetiva para convercer o público-alvo que a wizard poderia utilizar depois das convenções.