Exato! Então você concorda comigo: esses critérios só são válidos caso estejam ligados a um contexto. Fora de um contexto, não têm valor algum. E como os contextos vão variar de grupo pra grupo, tudo isso que estamos falando aqu é, afinal, subjetivo!
Não.
Pelo fato de que os contextos principais pelos quais o objeto de estudo será avaliado precisam ser expressamente definidos naquele momento em que estão sendo avaliados. E assim novamente, utilizamos os contextos baseados pelo que a maioria define como principais.
Entenda que só pelo fato dos conceitos não serem imutáveis, eles não deixam de ser objetivos por causa disso.
Mas esse critérios irão variar de grupo pra grupo, vide acima. Então a qualidade disso tudo é subjetiva, e não objetiva. Ou seja, NÃO existe música objetivamente boa ou ruim.
Percebem?
Você não está conseguindo encontrar o ponto "meio termo" dessa discussão.
Existem duas formas principais de se avaliar algo por meios objetivos: fazendo experiências, cálculos, estatísticas e afins, e utilizando
teorias.
Como sabemos, teorias diferentemente das experiências, cálculos e exatas, não são verdades absolutas. Elas podem ser refutadas. As teorias podem tomar como base as experiências, cálculos e estatísticas, mas existe algo (que depende do objeto de estudo) que não permite que todas as formas exatas que conhecemos possam ser aplicadas. Assim, entram as teorias.
E essas teorias como consenso geral, são utilizadas como verdade afim de explicar algo. São objetivas, não são apenas os gostos pessoais de um certo cientista que elaborou uma explicação tomada pelo que ele gosta.
Assim, voltando ao tema, é dessa maneira que coisas como entretenimento que era o assunto que estávamos debatendo são avaliados. Utiliza-se um contexto dentro de uma escala geral, e são aplicados todos os critérios dentro daquilo que foi feito. Aquilo não passa a ser puramente gosto pessoal devido a isso.