Crônicas de Contonópolis: A Guerra dos Sonhos

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Crônicas de Contonópolis: A Guerra dos Sonhos

Mensagempor Dahak em 04 Out 2008, 19:41

:victory:
Gostei de ver \o/

Dahak Out
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Mensagempor Malkavengrel em 13 Out 2008, 23:02

Minha mais sinceras desculpas.

Eu darei minha cara a tapa aqui... esse final de semana o imprevisivel pegou o despreparado de surpresa. Um familiar acabou falecendo e sexta feira tive que voltar a minha cidade para prestar homenagens... Eu estou bem, nada de mais... E essa semana eu tenho duas provas, uma amanhã e outra na Quinta...

Por questão condicional de pena monetária (conhecida como bolso vazio), eu terei um final de semana sozinho e me concentrarei em terminar o meu capitulo. Na segunda, máx. terça ao meio dia, meu capitulo estará aqui.

Minha mais sinceras desculpa, novamente, enforquem-me se quiserem.

Atenciosamente,
Malkavengrel.
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Mensagempor Lobo_Branco em 14 Out 2008, 22:00

Sem problemas Malka...mesmo que estivesse estourando o prazo, ainda estaria de boa... :victory:

Abraços!
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Crônicas de Contonópolis: A Guerra dos Sonhos

Mensagempor Dahak em 15 Out 2008, 13:25

Sem problemas Malka [2]
=)
Bem sei como é ser atacado pelo imprevisto.

Abração.


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Mensagempor Malkavengrel em 20 Out 2008, 22:57

Para poder cumprir com minha palavra. Pulei a ultima revisão.
Se encontrarem algo Grave não temam em me alertar.

Ficou maior que esperava... mas com é o retorno, acho que não se importam de ser um pouco maior não é.

Boa leitura.
------
Guerras de Contonópolis - Parte 10
Por Malkavengrel
Encarceramento e Trevas, Liberdade e Redenção.

Na sala dos tronos de Contonópolis, Ronaldo degustava mais uma vitima, era um escritor que fora capturado na rua. O salão - antes cheio de vida e iluminado pelas mais belas luzes mágicas – se resumia a um tapete encharcado por sangue e água da chuva, a única luz que iluminava o local eram os relâmpagos vermelhos. O cheiro de rosas do verão foi substituído pelo vinagre e pelo ferro do inverno. Os três sábios regentes substituídos por um tirano glutão por criatividade, que não sabia nem mais sua verdadeira forma. E este se atirava de forma debochada sobre o trono central.

Só havia Ronaldo na sala, só havia ele e um homem pálido caído no chão, um homem que um dia se chamara Seth. O vilão sorria, e ficava triste. Ele tocava um Sax, parando em seguida entediado.

- Eu preciso de mais – suspirou – muito mais. Apenas esses não me satisfaze...

A porta do salão bateu na parede, a Dama das Trevas entrava com pressa no salão. Sua face seria atravessou a chuva e chegou em seu mestre, curvando-se diante da criatura que sorria.

- Minha Rainha – falou ele se levantando do trono lentamente – levante-se. Levante-se e me conte as notícias.

Ela se levantou e tirou um pedaço de pergaminho de seu vestido negro. O pergaminho surrado e sujo não selado. O pergaminho marcado em preto com os dizeres “Deus Ex Machina”. A face do demônio se distorceu, se contorceu, se deformou, trocou e assumiu a forma de todos aqueles que ele já havia devorado.

- Deus Surgido da Maquina – falou ele rindo desacreditado, inicialmente baixo, e novamente, porém gritando - Deus Surgido da Maquina!

DarkLady se move para traz assustada ficando sob a chuva que cai, nunca vira o vilão tão irritado. E o vilão nunca imaginou tamanho ultraje. Seus olhos flamejavam em raiva, sua boca tremia e sua língua passava repetidamente pelos lábios. Seu rosto, já provindo dos contos de horror mais grotescos, aterrorizava a dama conforme os raios vermelhos iluminavam o recinto.

- Quem mandou isso?! – Ronaldo perguntou gritando, e avançando em direção a senhora das trevas – Onde está o corpo daquele verme que devorei nas montanhas?! Estão todos aqueles, que lutaram nessa sala, encarcerados?! Onde está o Sapo?!

A Dama Sombria tentou se afastar conforme o “homem” se aproximava, mas logo sentiu as mãos do mesmo em seu ombro, prendendo-a no lugar. Viu a mandíbula do Devorador se deslocar, tentou se soltar, tentou retrucar, mas pode apenas falar.

- Não sei... Não sei meu senhor... Não encontraram... Não encontraram o corpo dele ainda, acham que os ursos o levaram embora... – ela chorava e tremia – Prendemos os regentes e os outros no calabouço... Ceifador está cuidando de... deles meu s... senhor...

A mandíbula do demônio voltou ao lugar, e ele se virou de costas para a Senhora Sombria.

- Traga-me mais um petisco... Deixarei os encarcerados para o final.... Quero os melhores para celebrar no fim de tudo – falou sorrindo enquanto caminhava para o trono.

- Sim meu senhor – falou a dama sombria fazendo uma mesura – Trarei um contista, o mais rápido o possível.

A contista aliada ao vilão se vira e retira-se do aposento apressada e encharcada.

*

Nas ruas o caos se espalhava. Orcs, jedis, robôs gigantes, elfos, drows e até mesmo crianças pequenas, usavam qualquer coisa a disposição para destruir escritores desavisados. Não importava o quanto fugissem ou se escondessem, os contistas estavam destinados a enfrentar seus piores pesadelos ali, seus demônios não acabados. Seus próprios espectros.

A cidade pegava fogo apesar da chuva grossa, o bosque se mantinha inteiro por algum motivo, mas a cidade pegava fogo. As nuvens de fumaça saiam das cinzas das casas para chegar às cinzas nuvens do firmamento chuvoso.

Um contista corria desesperado pela rua, fugindo de seus próprios fantasmas. Aquele horror, aquele pavor, aquele pânico. Sem querer entrou em um beco, apenas para encontrar um homem aparentemente normal sem nada de mais, demasiadamente normal.

- Não tu, não – disse o contista andando para traz – eu juro que um dia terminarei de te escrever. Não me mate. E te descrevo melh...

O escritor nunca mais foi visto. Nem sua ultima palavra foi escutada, mas se ouvia o som da garganta engasgada em sangue, ou pelas sombras do esquecimento.

*

Ermel pulava pelos calabouços do castelo de Contonópolis. Gostara do local, era úmido e vazio. Na história de Contonópolis, houve raras necessidades de uso de grades. Alguns personagem de Sant’Maria estavam de guarda. Seguindo o escritor sapo vinha um dos seus personagens - Adolfo o protagonista de Capuccino – que olhava fascinado o local.

- Alto – falou o guarda francês – Ninguém é permitido nessa área.

Ermel se ergueu ficando apenas sobre seus pés, estufou o peito e falou:

- Ordens diretas do Ronaldo. Vim pegar um contista.

O francês olhou para o lado, olhou para o outro e então viu a pistola de Adolfo apontada para sua cabeça, depois nada mais.

- Droga, Adolfo – falou o Escritor – Eu falei diplomacia antes, guerra depois.

- Desculpa – retrucou ele – não me contive, não é minha culpa que sou tão lunático... Você me fez assim.

Restou ao Cronista Anfíbio apenas concordar. Ele pegou sua própria pistola - um lápis e um caderno - e se pós a escrever conforme o lunático de seu próprio conto atirava nos guardas. Os desgraçados caiam com balas nos pés, ou por armadilhas que apareciam do nada. Depois de alguns segundos, apenas sangue e corpos mortos podiam ser vistos no corredor de pedras. O silêncio da carnificina permitiu ouvir um grito de raiva e desgosto provindo do fim do corredor.

- COMO ASSIM VOCÊ PERDEU A ARMA?!

*

Nas sombras apenas uma luz de esperança, um brilho inalcançável. Um silêncio extremo, quebrado pelo som de múrmuros. Nada mais, nenhuma imagem, nenhum pensamento, nenhuma palavra. Eram essas coisas que o contista possuía em sua mente, antes de ser jogado para fora de seu sono.

A sua frente um homem de túnica se aquecia na fogueira improvisada com gravetos. Um homem usando um pesado casaco, e bebendo um pouco de vinho. Um dos lados de seu rosto estava encoberto pela sombra capuz, o outro sorridente. O jovem estava confuso e fraco, uma dor de cabeça invadia sua mente, e uma ânsia de vomito embrulhava seu estômago. A mesma pessoa pareceriam duas.

- Que bom que você acordou – falou o homem – estava deverás preocupado. Espero que tudo esteja bem com você Malka.

O contista se olhou, viu que ainda usava o sobretudo negro, mas ele não parecia aquecer. Pôs-se a sentar próximo a fogueira.

- Eu acho que bem estou. Mas não sei o quê de mim restou. – falou o contista, com a mão na cabeça – Se me permite perguntar, quem é este que se dispôs a me ajudar?

- Tome cuidado com a métrica – respondeu ele debochando – Mas tenho vários nomes meu caro.

O escritor - pálido e esquelético, um tanto sem graça que até poucos minutos poderia ser dado como morto pelo frio – levou a mão na cabeça. Sentia dor, muita dor. Pensou um pouco, mas sua mente não conseguia juntar os fatos, não se lembrava de muita coisa para formular alguma teoria.

- Peço em carecidamente, já que minha mente não trabalha direito, seu nome em conceito – falou o contista, abismado. Por que ele falava em rimas?

- Há tempos me chamavam de Zaratrusca – respondeu aquele que o ajudara – Hoje me chamam de Sr. Personna.

Restou ao recém desperto apenas o silêncio e a lembrança. Memórias dolorosas dos ensinamentos do Profeta Zaratrusca que trouxe métrica e teoria para o bairro da poesia, reabilitando a gangue do pós-modernismo desordenado e caótico que dominava as ruas. “Grandes tempos”, pensou Malka.

*

No calabouço do castelo de Contonópolis, os heróis e contistas iam despertando um a um. Sentiam-se fracos e debilitados. A Rainha dracônica - agora aprisionada em sua forma humana por um objeto mágico, que lembrava uma coleira – forçava as barras das portas de forma inútil, enquanto guardas riam da futilidade. O Rei – despojado de suas bolas – ficava em posição fetal no canto de sua cela suja e úmida. A Rainha Elara – sempre energética e comunicativa – era consolada por Aka enquanto chorava.

Do outro lado do corredor cheio de guardas ficava Gehenna, que se levantava com ajuda da Garota-Fada. A túnica negra do Contista-que-já-foi-Sombra estava rasgada e queimada em alguns pontos, os olhos do mesmo estavam opacos em dor. Na cela ao lado o lobo branco se encontrava acorrendo a uma coleira, enquanto franceses tentavam estocá-lo com lanças. O irlandês ruivo, se encontrava desmaiado e amordaçado. Fapra, que se encontrava em outra alcova, porém sentado em uma banqueta de madeira, sorria enquanto via Chucro matar LePeti pela enésima vez.

Então o som de pólvora explodindo vez tudo parar. Soldados gritavam, e corriam para entrada das masmorras de Contonópolis. Os olhos daqueles que estavam acordados tentavam olhar o que acontecia, mas nada podia ser visto.

- Daniele – falou Gehenna-que-um-dia-foi-Sombra – Pegue a arma, vamos precisar dela.

Todos os personagens olharam em choque para Daniele. E ela apenas deu um passo para traz.

- A... Ar... A Arma – gaguejou a garota – E... Eu... Perdi.

- COMO ASSIM VOCÊ PERDEU A ARMA?! – Vociferou Gehenna avançando com raiva para cima de Daniele.

O contista estava próximo a agarrar a garota pela garganta, quando um rosnado vindo de Lobo-Branco fez todos olharem para o inicio do corredor, era Ermel.

*

Algumas batidas na porta fizeram o escritor Anônimo sair de traz de uma mesa metálica, em suas mãos uma arma de raio laser e na outra um escudo metálico. A sala de entrada estava totalmente revirada e bagunçada, parcialmente destruída e quase por completa coberta por algo que parecia ser sangue. A passos curtos e silenciosos o contista foi até a porta. E se pós ao lado dela, encostando as costas na parede. Uma nova batida na porta.

- Quem é que bate a minha porta? – indagou.

- Sou eu – falou uma voz feminina – DarkLady, vim com noticias do castelo.

Alguns minutos de silêncio, o contista teria verificado pela câmera de segurança se ela não tivesse fritado no ultimo combate com um de seus espectros. Pensou duas vezes, mas abriu a porta, seus espectros não sabiam mentir tão bem.

- Entre milady – falou o contista abrindo a porta automática de correr – desculpe a bagunça.

- Não tem problema, mas não entrarei – respondeu ela do lado de fora – você deve me acompanhar, não temos tempo.

Anonimous000 olhou com desconfiança para aquela que parecia Morticia Adams. Apontou para ela sua arma laser e falou:

- Como posso confiar em você?

- Não pode – ela respondeu rapidamente – é sua opção ficar aqui ou vir comigo, e com os outros.

- Que outros – indagou abaixando um pouco a arma.

- Os nossos lideres obvio – respondeu ela suspirando – Os regentes estão no castelo tentando resolver a situação, juntamente com outros contistas.

Para o contista anônimo aquilo era suficiente, abaixou a arma e saiu de seu refugio. A senhora sombria apenas sorriu e fez um sinal para que ele a seguisse. Foram apenas alguns passos para que ele caísse inconsciente no chão devido a uma pancada na cabeça. Um inglês elegante saía das sombras, com um pedaço de madeira na mão.

- Está feito, Milady – sorriu o inglês – algo mais?

- Sim. Ajude-me a levá-lo até o castelo.

E assim contista e personagem levavam mais uma refeição para o Lorde Ronaldo, o novo regente de Contonópolis... por hora.

*

CONTINUA....

AGORA.

*

Na caverna gélida poeta e aprendiz de tal, não fizeram mais confabulações, apenas se olhavam, um com a mão sobre as têmporas, ou outro envolvendo a garrafa de vinho. Ambos encaravam-se com ar de desafio, com um ar sorridente de grandiosidade. Quando os dois se levantaram e olharam-se falaram em conjunto:

- Vou me entregar – disse Personna.

- Vou lutar – disse Malka.

Personna apenas sorriu, enquanto outro se entregava a perplexidade e a dor de cabeça que o consumia.

- Mas antes vou procurar um analgésico para você, devo ter um aqui – falou o poeta procurando em seus bolsos – você não me parece nada bem. Mas vamos andando.

Após alguns minutos, o contista estava tomando um analgésico enquanto saia da caverna que parecia nunca acabar. Uma nevasca dominava as montanhas geladas, mas dali era possível ver a cidade em chamas, o caos, a destruição.

- Aqui nos separamos – falou o poeta estendendo mão – Eu espero que você pare de rimar logo, estava me dando nos nervos com suas pobres rimas. Eu me vou, pois está não é minha batalha para lutar.

- Eu sorte lhe desejo, mas trevas prevejo – respondeu o contista ainda perplexo, mas apertando a mão de seu breve aliado – lhe peço mais um momento, um prevê momento de conhecimento. Por onde esse homem de pobre alma deve seguir?

- E de pobre rima também – respondeu – acho que deves ir em direção ao bosque, lá parece haver uma resistência. Agora vá, e vá rápido, antes que te achem aqui nesse eterno inverno.

E assim o caminho dos dois se distanciou, o Jovem contista corria pela nevasca em direção ao bosque, enquanto o Poeta andava sorridente e exaurido em direção ao portal. Dera grande parte de sua criatividade para o contista, o Vilão não lhe roubaria muita coisa.

*

Os contistas encaravam Ermel com raiva e desprezo. Muitos se pudessem o atacariam, mas eles apenas latiam por de traz de grandes. Os olhos flamejantes dos escritores traídos pareciam intimidar Ermel de maneira efetiva, já que este se afastava do corredor andando de costas.

- Traidor – gritou a voz de Gehenna.

- Sapo infame – latiu o Lobo – você é o verdadeiro vilão aqui.

- Quando eu sair dessa grade eu vou te devorar... – falou a rainha draconica forçando as barras – pata por pata.

- Ermel, venha aqui – falou Elara notando que ele possuía as chaves das barras – quero lhe agradecer... – interrompendo sua fala ao perceber que sua lábia estava falha – depois de jogar álcool em sua pele e pedir para a Nasti soprar.

Todos olharam para Faprassem a espera de um comentário.

- Ah – resmungou Fapra – LePeti pod... não, cruel demais... Chucro te desmembrará lentamente sapo.

Então restava apenas o rei em posição fetal, no seu canto. Então, lentamente ele foi se endireitando e conseguiu ficar de pé, apoiando-se nas barras. Então com sua voz enfraquecida, pela falta que as bolas lhe fazem, falou:

- Ermel. Meu amigo. Por quê? Por que traíste nossa confiança? Qual o motivo de tua traição?

Todos ficaram calados pela carga de sinceridade do rei. Então o Garoto-Sapo pode se aproximar das celas. Parando a frente da cela do rei, se ajoelhou. Abaixou a face e falou:

- Meu rei, minhas rainhas, meu amigos, peço desculpas, errei. Mas um sapo precisa fazer o necessário para sobreviver. Vim corrigir meus erros, vim soltá-los.

Todos olharam, e por um momento quase perdoaram o Traidor, mas lembraram dos espectros e puderam apenas ficar com as desculpas.

- Mas o que faremos agora? – perguntou a Garota-Fada, enquanto Ermel abria as selas – Estamos sem a Pistola.

- Há uma resistência na parte norte do bosque – falou Ermel enquanto abria a cela de Lobo-Branco – podemos ir até l...

Ermel parou de falar quando lobo pulo sobre ele, imobilizando-o e ameaçando morde-lo no que poderia ser seu pescoço. Seu rosnado alto assustou a todos.

- Me dêem um bom motivo para não matá-lo agora – rosnou o lobo.

- Porque ele sabe onde estão as minhas bolas – falou Dahak – e ele nos libertou, devemos algo a ele. Também pressinto que ele é um dos personagens principais dessa história.

Todos olharam para o sábio rei, que andava suportado nas duas rainhas insatisfeitas. Seu semblante de dor e sofrimento parecia motivar a todos a continuar. Assim o selvagem se moveu libertando o antigo aliado de Ronaldo.

- Como dizia, podemos ir até lá – suspirou Ermel – porém não é o lugar mais amigável.

- Porque não? – falaram em coro os personagem.

- Pois é terra de Salver Mão Leve – murmurou o Lobo-Branco – e ele desenha o Capitão Nascimento.

Todos deram um passo para traz.

- Ermel, leve-me até onde estão minha bolas – suspirou o Rei – Eu sei uma passagem secreta criada pelo Rei Ent que nos deixará próximos da parte norte do Bosque.

- Sim meu senhor – falou o Sapo.

E todos passaram a caminhar pelas masmorras de Contonópolis.

*

Enquanto isso escondido nas sombras da masmorra, Ceifador era levado pela sua assistente.

- Vai deixá-los escapar? – perguntou ela.

- Estou deixando – respondeu ele.

- Às vezes me pergunto de que lado você está.

- Do meu lado – falou sorrindo – do meu lado apenas.
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Mensagempor Lobo_Branco em 20 Out 2008, 23:35

Suuucesssoooooo!!!!! :dança:

Estamos de volta a guerra e voltamos com grande estilo, depois do inverno tenebroso e estéril, que os fantasmas-mortos-vivos-comedores-de-cérebros nos temam!!!! :frenzied:

Muito bom Malka, parece q esse tempo em que passamos esquecidos pode ter feito bem a alguns de nós, ainda bem..rs :victory:

Só uma coisinha, Fapra num tinha sido chupado que nem gelo em deserto na ultima parte? Ele me pareceu bem "saudável" nas suas aparições...

Gostei muito do texto, ainda mais por ele ñ ter sido pequeno...daqui a pouco tá q nem eu, te cuida..hahaha :hmmm:

Spark meu querido, tua vez!!!

Abraços!
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Mensagempor Gehenna em 20 Out 2008, 23:44

Oooopa! Muito bom, Malka!

É isso aí, a guerra continua!

Voltem às armas, pessoal. Contonópolis ainda precisa ser salva... de novo.
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Mensagempor Malkavengrel em 20 Out 2008, 23:45

adicionando ao conto:

Então Faprassem cai inerte no chão e morre.

...

:parede: :parede: :parede:

Mil perdões, falha critica em continuidade.

Spark é com você para arranjar uma desculpa para ele estar inteiro. :b
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Mensagempor Anonimous000 em 21 Out 2008, 00:51

Arma laser e escudo de aço? OK, vai, eu perdôo. Tem pouco material meu aqui pra ter deixado um padrão claro...

Nem foi uma parte muito longa.

E criticar falta de continuidade depois de uma pausa dessas é sacanagem, vai...
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Mensagempor Lady Draconnasti em 21 Out 2008, 09:17

Vamos encontrar o Capetão Nascimento?

CORRAM POR SUAS VIDAS!!!

(ainda bem que eu sempre favorito os cartoons do Salver XD)
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Mensagempor Irish Carbon em 21 Out 2008, 18:54

Isso, isso, só me f*** nessa m**** ¬¬

Vou dar uma lida em tudo, todo o conto, e em duas semanas minha parte tá aqui, prometo. :victory:
Here come the test results:
You are a horrible person.

That's what it says: A horrible person. We weren't even testing for that.


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Mensagempor Malkavengrel em 21 Out 2008, 21:15

Resposta completa....

Obrigado lobo,

Lobo_Branco escreveu:Muito bom Malka, parece q esse tempo em que passamos esquecidos pode ter feito bem a alguns de nós, ainda bem..rs

Só uma coisinha, Fapra num tinha sido chupado que nem gelo em deserto na ultima parte? Ele me pareceu bem "saudável" nas suas aparições...


Também espero, mas se fosse para retornar retornaria em alto estilo. :cool:

Como disse antes, falha critica em continuidade. :duh:
Na realidade minha mente pulo a parte que o farpa é comido vivo, que me desculpe, mas foi em uma linha.


O Texto per se seria um pouco menor, mas eu em minha "bondade plena" retirei das costas do Spark de escrever a libertação do heróis.

Abraços.

Gehennna,

Obrigado. Agora depende dos outros, minha parte nesse arco está feita, tinha algumas idéias, porém por falta de tempo não escrevi.


Anonimous000,

Poutz, desculpa cara, mas eu lembre do seu épico de sci-fi (que não cheguei a ler muito) e dos ninjas. Fiz o que deu na telha.

Devo lembra-lo que meus contos (normais) não passam de 2 paginas, esse é apenas um capitulo com 7.

E acho justo criticar sim, falhei em minha tarefa, nada mais justo se cobrado por tal falha.

Obrigado por passar aqui cara.


Nasti,

Quem manda não dar sua opinião e deixar nas mão da minha sádica decisão. xP
Acho que o Capetão Nascimento não gosta de puxa sacos.
(Quero ver como personagem do Gehenna vai se virar com a tunica preta!! :twisted: )


Spark,
Ah! Deixei tudo encaminhado para você, pior eu que tive que dar um pulo no tempo e espaço. (horas para os heróis, mas 7 mês e dois dias para nós.)

Estaremos esperando :victory:

Um abraço.
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Mensagempor Anonimous000 em 21 Out 2008, 23:24

Nme esquenta cara. Eu postei poucas coisas por aqui, então ainda não deixei alguma marca pra ser usada de referências nesses casos.

Só acho que a Darklady é quem vai dançar no final desse história. Com o bloqueio criativo que eu estou passando vou ser um prato razo pra vilão...
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Mensagempor Elara em 28 Out 2008, 08:28

Nhaaaaaa...

Um pouco atrasada para o recadastramento, mas ainda viva. XD

Tem tempo ainda para eu participar?

Dentro em breve comento a parte do Malka.

Chero!
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Mensagempor Lobo_Branco em 01 Nov 2008, 11:03

Claro que ainda tem vaga para você senhora minha!!!!

Bem vinda ao navio, uma vez mais!!

Você escreve depois de Gehenna.


Nova Ordem:

Lobo_Branco
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Spark
Dahak
Gehenna
Elara


ps: Precisaremos de mais um p/ voltarmos a ser um numero de poder, viu sra Dragoa?..rs :b
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