Eu já não sou como vocês. Sou marrento e não fujo do conflito. No meu ex-trabalho, todo mundo sabe que sou ateu, faço questão absoluta de informar a todos de um jeito ou de outro, e o povo me respeita meio que na marra. Isso não me impede de ter amigos profundamente religiosos e de estar fazendo um negocio potencialmente rentável com um instituto de curas holísticas, mas eu pessoalmente sou ateu o bastante pra ter uma declaração disso no meu Orklut (onde "Eu não acredito em Deus" são as primeiras palavras da descrição) e andar com um par de dogtags no pescoço com iniciais de frases ateístas (só as iniciais por falta de espaço).
É uma abordagem meio Malcolm X, de buscar a aceitação por meio do conflito, mas eu sou assim, fazer o que. Minha família teve brigas homéricas comigo por causa disso, mas eles acabaram aceitando porque eu nunca deixei de deixar bem claro que não acredito e nada do que eles façam vai me fazer acreditar. E até agora tem funcionado. Eles me respeitam e ate gostam de mim assim mesmo.














Bons tempos aqueles em que você podia por um satã travesti num desenho de criança.


