[TimeLine] Video-Games, Qual a sua história?

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Mensagempor Cebolituz em 10 Fev 2010, 23:35

Minha timeline também vai fundo.

Ganhei meu primeiro videogame no meu aniversário de 4 anos (e eu lembro desse dia!). Era o distante ano de 1990 e meu pai comprou um Phantom (um dos milhares de clones do NES). No começo até me assustei com ele e demorei uns 4 dias para pegá-lo pela primeira vez.

Meu primeiro jogo foi o lendário Super Pitfall. Joguinho bem interessante pra época, embora atualmente seja muito criticado. Tem até seus mistérios até hoje inexplicados como aquele fantasma que sempre aparece voando, é invencível e passa na direção do portal do mundo dos zumbis. Depois ainda ganhei Gauntlet (nunca terminei esse jogo, mas cheguei no lendário estágio 100), Dudes With Attitude (jogo muito épico, também faltou acho que dois estágios para terminar) e Darkman (paia demais).

Depois era tempo que as locadoras estavam começando a fazer sucesso no Brasil e alugava muitos jogos diferentes.

Então me desfiz do meu Phantom e adquiri um Master System 3 em 93, com Sonic na memória. Ótimo videogame. Eu acabei ganhando um Phantasy Star 3 de presente (mas nunca joguei direito, era muito novo e achava muito difícil, mas minha mãe que nunca foi jogadora de RPG avançou muito mais nele do que eu :b ). Também alugava diversos cartuchos.

Então readquiri um Dynavision em 95, que na época estava em promoção. Voltei a jogar os antigos jogos.

Aí em 96 estava querendo mudar de plataforma. Comprei um Megadrive, influenciado por uns conhecidos de escola que tinham. Confesso que esse foi a pior compra de todas. Poucos jogos me interessavam e passava mais tempo jogando o SNes do meu amigo do que meu Mega.

Em dezembro de 97 ganhei meu N64. Joguei quase tudo nele. Fechei praticamente todos os jogos clássicos. Um dos melhores videogames que já tive.

Em 2000 influenciado pela febre Pokémon, comprei um Gameboy Color com Pokémon Azul. Joguei bastante mas não aproveitei muito pelo fato de não conhecer ninguém com um Gameboy para jogar junto. Vendi ele 1 ano depois.

Aí em 2004, comprei meu Gamecube. Sim, sempre fui Nintendista. Ainda havia uma locadora aqui e aluguei alguns jogos. Tenho ele aqui, mas tá parado depois que a locadora fechou e porque não tenho nenhum jogo (sempre enjoava toda vez que comprava, por isso preferia alugar).

No momento faz uns 2 anos que não jogo nada (pelo menos nada muito direto). Essa geração eu passarei em branco. Quem sabe na próxima.
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Mensagempor Nibelung em 11 Fev 2010, 00:51

A minha teve boas fases. Primeiramente, eu comecei com videogames na época dos primeiros fliperamas a hora (91-92) na região. Era um jogador tão bom, que considerava o Dhalsim apelão no Street 2 porque o soco dele pegava a tela inteira. Embates épicos de Dhalsim vs. Dhalsim na locadora a 1 real a hora. Os mais experientes jogavam de Honda, Blanka, ou Chun-Li, porque sabiam fazer "golpe especial" com eles.

Em 1992 eu ganhei um NES (sim, nada de clones paraguaios compatíveis, Eu tinha o original) com Mario 3. Como sabiam que eu jogava vários jogos, junto com ele eu ganhei mais dois jogos: Megaman 6 e Vice: Project Doom (recomendo a todos jogarem, foi um dos melhores jogos de NES que eu já joguei). Eu demorei cerca de meia hora pra aprender a passar da fase 1-1, e obviamente, alguns meses pra passar da primeira fase de Vice. Ironicamente, Megaman 6 eu jogava bem porque "hackeava" passwords aleatoriamente, e sempre tinha uma arma usável que me ajudava bastante.

Mesmo como NES em casa, eu nunca deixei de frequentar fliperamas. Nessa época, ainda só tinha flipers com SNES e Master System. Nunca achei uma locadora com jogos de NES, e a loja onde meus tios compravam os jogos pra me dar de presente tinha esgotado o estoque. Como todo pré-adolescente normal, pedi um upgrade.

Eis que em 95 eu fui levado no natal pra loja, e tinha a opção de ganhar um SNES (com mario world), ou um mega drive (com sonic 2 e mortal kombat 3, jogo lançamento da época). Como a febre por MK3 era altíssima, não tive muita dúvida e fiquei com o MD. Já esperando jogar com os colegas, adicionei dois joysticks de 6 botões no pacote. E começa a minha fúria contra a Tec Toy: Demoraram SETE meses pra enviar o maldito jogo pra minha casa, e o joystick do mega tinha uma séria tendência a quebrar a cada 4 meses. Eu estava acostumado com o joystick feito de pedra do NES (que nunca deu defeito), e ter um contorle descartável me afetou negativamente.

Não me arrependo de ter escolhido o mega ao invés do SNES. Tudo bem, eu conhecia apenas uma locadora que tinha cartuchos de mega, e SNES tinha uma baita concorrência. Só que os jogos de SNES eu ainda podia jogar na casa dos meus primos, ou nas locadoras. Enquanto Mega apenas eu tinha. E sem ele, eu não teria conhecido Sonic 3&K, Streets of Rage, Ristar, Aladdin (a versão do mega é melhor), e outros clássicos que infelizmente pouca gente jogou.

Em 1996 eu ganhei um gameboy tijolão (primeiro modelo) com Donkey Kong Land 1, e Krusty Fun House. Infelizmente ele durou menos de 3 meses, pois ele me foi roubado (antes de terminar de pagar, claro). Triste forma pra um garoto de 12 anos aprender a carregar melhor seus pertences no meio da rua.

Então chega o fatídico ano de 1997. Nessa época eu já era rato de fliperama, e aida tirava leite de pedra com o meu mega. O que mudou nesse ano foi que a única locadora que tinha jogos de mega fechou. Obviamente, eu aproveitei o momento e comprei umas 10 fitas. Mas era triste saber que a partir daquele momento, meu mega não experimentaria nenhum outro jogo diferente além dos que eu já tinha.

E então chegou FF7.

os anos de 97 até 2001 foram feitos de PS1 e seus RPGs, devidamente jogados em locadora. Meu único investimento fixo em videogame dessa época foi o meu memory card de PSX (que eu tenho até hoje), que me permitia jogar em qualquer fliperama da região, e o meu CD original de Final Fantasy Tactics. Sim, eu tinha um CD original de PSX mesmo sem tero videogame. Era engraçado chegar no fliperama, eles perguntarem "Que jogo?", e eu responder "Eu trouxe ele. Quero alugar só o aparelho".

De 2001 a 2004, eu entrei em crise financeira pessoal com a separação dos meus pais. O PS2 era cobrado mais caro no fliperama, e FFX não me atraiu muito pra jogar. Então nessa época eu entrei num hiato fliperamístico. Esporadicamente, eu ia jogar algumas fichas no The King of Fighters. Nunca gostei muito dos arcades da série versus porque a ficha "não durava". KoF eu fazia cada ficha durar cerca de meia hora, enquanto um x-men vs street durava menos de 10 minutos, e a ficha ainda era mais cara (exigia gabinete original, enquanto kof usava gabinete "genérico").

E infelizmente, nessa época, fui forçado pela situação financeira familiar a me desfazer de meus dois aparelhos. Como ambos eram videogames BEM velhos, o preço não valia mais a pena vender, mas a gente estava numa situação de vender o almoço pra comprar a janta. Mesmo tendo saudade dos meus VGs velhos, com os emuladores quase perfeitos de hoje em dia, não vejo muito interesse em recomprá-los.

Até que em 2004 eu consegui um emprego, e em 2006 eu pude novamente ser dono de um aparelho de entretenimento eletrônico caseiro: Um PS2 slim. God of War, Shadow of the Colossus, FFXII (que eu ainda gosto), Guitar Hero (que eu posterguei a compra da guitarra o máximo que pude), e outros jogos. Ele ainda está conectado na minha TV, mas já faz quase seis meses que eu não ligo ele pra jogar qualquer coisa. E quase um ano que eu não jogo um jogo de PS2 mesmo (as ultimas jogatinas foram pra jogos de PS1).

E em janeiro desse ano eu "me dei" de natal um Nintendo DSi. Por enquanto ele está indo bem, e está até cumprindo o papel de portátil: Levo ele bastante pra passear, e eu consigo ligar e sair jogando em 30 segundos. New Super Mario Bros, Trauma Center, Zelda: Phantom Hourglass, Peegle, e Castlevania: Order of Ecclesia estão fazendo o videogame durar.

Editado: tl;dr: Nintendinho em 92, mega em 95, game boy classic em 96 (roubado no mesmo ano), ambos vendidos em 2001, PS2 em 2006, DS em 2010
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Mensagempor Eltor Macnol em 11 Fev 2010, 07:02

Acho que o primeiro jogo da minha vida foi Frogger, no Atari de um primo. Anos mais tarde ganhei um daqueles clones de atari (usado... sim, família bem humilde) e meu jogo preferido era River Raid, mas também gostava bastante de Donkey Kong e aquele jogo da praia.

Nunca tive um clone de NES, mas um amigo meu tinha e eu jogava bastante com ele. Lembro com carinho de jogos como Ducktales, Robocop, Megaman, aquele baseado no desenho da Disney “Esquadrilha Parafuso”... mas já nessa época meu negócio era jogar em fliperamas, na esquina tinha um com máquinas de Golden Axe, Tartarugas Ninja, Mortal Kombat, Street Fighter piratão (o que dava pra trocar de personagem com um botão, e todos tinham golpes modificados...).

Quando chegou a geração do SNES, as locadoras (onde você pagava por hora de jogo) viraram minha segunda casa. Foi aí que comecei a aprender inglês, e virar um “cara que entende de jogos e adora dar dicas pra quem precisa”. Nessa época ainda jogava principalmente jogos de ação, não sabia nem que o conceito de RPG existia (nem mesmo Zelda ou Mario RPG eu cheguei a jogar na época, porque as locadoras do bairro não tinham).

Com a chegada do Playstation, a única diferença é que o preço da locadora aumentou. XD Foi a melhor época, especialmente quando a complexidade de alguns jogos começou a aumentar e descobrimos os RPGs. Era comum juntar 3 ou 4 amigos e começar um jogo em conjunto, rachando o tempo de jogo e revezando o controle, ou quando chegava um jogo novo vários começavam a jogar simultaneamente e trocavam ideias sobre ele (qualquer semelhança com o Spell Game Club não é mera coincidência). Essa experiência compartilhada com amigos foi o que me levou a entrar pro mundo de fóruns da Internet, também (o fórum da saudosa revista Gamers, que no seu auge era disparado a melhor publicação do Brasil).

Dessa época, menções obrigatórias a Wild Arms (primeiro RPG que joguei), FF7, Castlevania: Symphony of the Night, Tomb Raider (primeiro jogo que fizemos em conjunto, e isso persistiu até o Tomb Raider 3), Deception 2: Kagero, e... bem, basicamente qualquer RPG de PS1. Além disso, menção honrosa ao Nintendo 64 (IT’S A-ME, MARIO!) e suas incontáveis horas de diversão multiplayer com Smash Bros, Goldeneye, Perfect Dark e Turok (Cerebral Bore!). O Playstation 1 foi o primeiro videogame de verdade que eu tive, comprado com o suor do meu primeiro emprego – isso depois de ter deixado na locadora dinheiro equivalente a uns 5 ou 6 videogames, mas valeu a pena. Os primeiros jogos que tive em casa foram Final Fantasy Tactics e Vagrant Story, amo eles até hoje.

Com o Playstation 2, a cultura de jogar em locadoras meio que acabou. Muitas fecharam, as que sobraram cobravam mais caro e tinham muitos problemas com o hardware... minha adolescência também estava chegando no fim, o que tornava o tempo livre algo mais escasso. Joguei muito mais no PC e em emuladores nessa época, apesar de eventualmente acabar cedendo e comprando meu PS2. Ainda assim, joguei relativamente pouco nele, comparado com os anteriores.

Ano passado, comprei meu PSP, e foi realmente meu melhor investimento em games dos últimos anos. Além de ter na palma da mão todos os clássicos das minhas eras preferidas dos games, a biblioteca de jogos originais do PSP também tem muita coisa boa que ainda estou descobrindo. Inclusive, bem... remakes de meus jogos preferidos de PS1, como Star Ocean, Lunar e Valkyrie Profile. :) Além disso, como a vida adulta não deixa sobrar tanto tempo pra jogar em casa, é ótimo ter esse portátil pra jogar em qualquer momento livre que eu tenha, não importa onde estou.
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Mensagempor Lumine Miyavi em 11 Fev 2010, 08:56

Eu peguei essa fase de locadoras do bairro também, mas meu pai trabalhava no exterior e me trouxe um no mês seguinte do lançamento. Demorou outro mês pr'eu jogar porque o videogame foi "transcodificar", pra trocar de NTSC pra PAL-M.

Super Mario World virou um jogo lendário, que eu adoro até hoje. E aí, no meu segundo mês de snes, meu pai me vem com outra fita lançamento, que era FEBRE na época. Street Fighter 2. Nossa, os amigos do meu irmão, o próprio e eu jogavamos horrores. Rachas de Top Gear eram típicos, e até hoje eu ainda jogo SF com meu irmão no ps2 dele, digo, do filho dele. (ele mesmo disse que não consegue fingir que ainda adora jogar)

Eventualmente, meu irmão alugou um tal de "Legend of Zelda", e eu comecei a acompanhar ele jogando. Ele não curtiu muito, mas eu acabei amando. Não sabia inglês, mas ele sim... Então eu jogava com ele. Alugava todo final de semana, e eventualmente cheguei ao final.

Meu irmão disse que se você quer jogar jogos desse tipo, cê tem que saber inglês". E assim que eu comecei a me interessar por inglês. Essa mesma locadora que tinha o Zelda também tinha jogos absurdamente obscuros e rpgs raros, até, como Alcahest, Lufia 1 (e outra locadora tinha o 2), Breath of Fire 1 (a mesma coisa, na outra locadora tinha o 2) entre outros. E a pérola que me fez amar o gênero RPG, apesar de ser complexo demais pra um moleque de 8-10 anos. FF4, e no ano seguinte o FF6.

Na era do (e o meu primeiro jogo me fez curti o gênero ritmo, Parappa the Rapper), eu adquiri um FF7 japa ainda, e curti. Peguei gosto pelo gênero tática com FFT. Um colega de escola (que é amigo até hoje, alias) tinha um N64, e jogavamos horas de Goldeneye e SSB, e revezamos Zelda até o final. Briga de garrafas vs Phantom Ganon... XD Outro amigo tinha um Saturno e pegavamos pra jogar uns jogos mais pseudo como Nights e coisas como o D&D sem ter que torrar toda grana no arcade do tio. xD

Na mesma época, o dono da locadora da época que eu jogava snes colocou uns Neo Geo cartuchão mesmo, e investiu numas placas, colocando uma hora a 1,50 jogos como KoF, e outros de NG. Desbancou todos outros arcades do bairro, que colocavam ficha a 0,25-0,50. Partidas mortais de KoF entre Lumine e amigos foram travadas. Moon Knight era um rival em KoF, e em mais de uma ocasião já "travamos" a máquina, com bugs que nem sabiamos que existiam.

Na era , o primeiro videogame que eu comprei, eu peguei o começo da febre de FFX. Como eu já disse pro Led, o jogo, pra época, é visualmente deslumbrante e... chato. As lutas são lerdas e o grind se torna necessário lá pro final do jogo (Yunalesca, estou olhando pra você...); um dos primeiros jogos de ps2 que eu peguei foi Shinobi, um verdadeiro jogo Nintendo Hard que apesar de ser difícil, consegue ser ótimo. Peguei o primeirão Devil May Cry e adorei, além é claro de Viewtiful Joe.

Entretanto, acabei mais usando emuladores no que jogar no próprio ps2, proporcionalmente, apesar de ter jogado muitos jogos divertidos (como Onimusha 3, que estou até rejogando no momento), Resident 4, entre outros. Também tive um , onde desperdicei horas de viagens de ônibus jogando Megaman Battle Network 3 Blue, Mega Man Zero e Pok. Ruby.

Atualmente, estou sem videogame, jogando apenas no PC e ps2 emprestado. Quem sabe eu não arranjo um portable logo...
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Mensagempor Paul Kersey em 11 Fev 2010, 12:30

Por volta do ano 1995, eu ganhei meu primeiro video game, um SNES, que me foi um leal companheiro de longos finais de semana. E eventualmente de meios de semana também. Lembro dele com muito carinho, foi um videogame que realmente era fantástico. Um amigo, na mesma época, tinha ganho um Mega Drive, e revezávamos fins de semana com jogos diferentes em cada um dos aparelhos.

Acho que foi por volta de 1999 que eu resolvi que queria um Nintendo 64. Na época, ele, PSX, Saturn e o falecido Neo Geo CD concorriam mais ou menos em igualdade no mercado de consoles. Eu, tolo que era, resolvi eleger o número 64 como fator determinante para minha escolha. Ledo engano. Não que o console fosse ruim, mas a escassez de bons títulos e, principalmente, de RPGs me fez logo abandoná-lo (uns 2 anos depois) por um PSX. Mesmo assim, lembro de ótimos jogos do 64. Star Fox 64, Wave Race e Turok 2 são alguns deles.

O PSX foi outro console que durou muito tempo, até estragar de vez. Quando eu o comprei, ele já era amplamente popular, e tinha a liderança no mercado. A variedade estrondosa de jogos e as FMVs (que eram novidade pra mim na época) eram pontos altos do console.

Por fim, meu último console foi um Dreamcast. Na época que o comprei, por volta de 2002, já existia PS2, mas o preço era tão absurdamente alto comparado ao Dreamcast que nem o considerei. Foi um console bom ate a Sega desistir de investir nele, deixando os donos no ostracismo. Adorava Shenmue, Skyes of Arcadia, Soul Calibur e Crazy Taxi.
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Mensagempor Batata em 12 Fev 2010, 22:07

Minha jornada começa em 1992. Com apenas 4 anos, estava longe de ser um jogador compulsivo, mas acordava cedo, e sempre pedia para o meu irmão deixar o seu Master System ligado com algum dos jogos.

Eu só podia jogar um a cada dia, pois as fitas eram muito duras para serem retiradas, e quando ele voltava da aula, eu era expulso do quarto. Altered beast, Alex Kid in the Shinobi World, Paper Boy, Pit Fighter, Super Cross e Zaxxon 3d são os jogos que eu consigo lembrar.

Apesar da grande variedade, os preferidos eram Paper Boy, e o ‘papel, pedra e tesoura’ que existia em Alex Kid.

Em 1993, ganhei um SNES. Street Fighter II, Mortal Kombat, O Rei Leão, F-Zero, Super Mario World, International Superstar Soccer, Donkey Kong Country, Metal Warriors, Bomberman, X-Men – Mutant Apocalypse, Top Gear 2 foram alguns dos jogos que marcaram época na minha família. Mas dois deles foram especiais: Rock’n’Roll Racing e Biker Mice From Mars.

Nesses jogos, nos atingimos um nível altíssimo de diversão, e com o tempo, fiquei tão bom, que somente um dos meus 8 primos da mesma faixa etária conseguia competir. Estou falando do coordenador dos Jogos Sociais, MVerde. Grande adversário!

Em 1996, quando todos estavam comprando SNES, eu migrei para o Playstation. Foi o momento áureo da minha vida de jogador. Twisted Metal, Metal Gear Solid, Resident Evil, Silent Hill Poy-poy, Ace Combat, Civilization, Gran Turismo, Driver, Need For Speed 4, Monster Rancher, Final Fantasy VIII, Vagrant Story, Jet Moto, Destruction Derby, Fifa 1998: World Cup, Soul Edge, Tekken, Bloody Roar, Duke Nukem 3d. A lista ainda é longa, mas já citei os mais importantes

1999, ano do Gameboy Color. Pokémon é o único jogo que me recordo de possuir. Tinha apenas duas fitas: Uma ‘backup’, que gravava até duas (Versão Blue e Pokémon: Trading Card game), e a versão Gold.

Em 2000, o Dreamcast. Fiquei alguns meses com o vídeo-game em preto e branco, pois não possuía um transcoder, e a minha televisão era de um modelo antigo. Mas não foi o suficiente para tirar a graça do console. Phantasy Star Online, Record of Lodoss War, Soul Calibur, Virtua Tennis, Ready 2 Rumble, Shenmue, Skies Of Arcadia, Soldier Of Fortune, Toy Commander, Unreal Tournament, Tony Hawk’s Pro Skater 2, Power Stone, Crazy Taxi, Le Mans, Sonic e Army Men.

Playstation 2 em 2003. Fiquei 1 ano com um emprestado antes de comprar, mas tinha me distanciado dos jogos, principalmente porque o vídeo-game não era destravado.

Poucos jogos verdadeiramente notáveis aqui. Metal Gear Solid 3, Stella Deus, Need For Speed Underground, X-Men, Marvel VS. Capcom II, Winning eleven, Spider Man.

Em finalmente, em 2008, o Playstation 3. Apenas 3 jogos, até agora. Metal Gear Solid 4, Street Fighter 4, Pro Evolution Soccer 2010.

O passado recente deixa a desejar como gamer. Desde que comecei a jogar RPG e mexer com música, acabei tendo pouco tempo disponível...
Citei bastante jogos aqui, e exceto pelos de Master System, todos de memória.
Tomara que alguém leia algum jogo que tinha ‘semi-esquecido’ e tenha uma nostalgia boa!
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