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Ric.freitas escreveu:É muito melhor um pai esclarecido que julge o que é ou não recomendável para seu filho do que um pai que se sinta traído, por aquela "ilusão" de heroísmo do RPG.
Mirallatos escreveu:Eu perguntei se era bem ou mal e ela disse: "as duas opções, mas que preferia as próprias conclusões". Achava interessante, concluiu depois. Fiquei com aquilo na cabeça. Depois descobri que ela era evangélica e sócia da mãe de um amigo meu (rachamos o aluguel) que também joga RPG. E mandou dizer que gostaria de presenciar um jogo para entender melhor do que se trata.
Ok, nem todo mundo pensa e age de tal maneira, mas que foi surpreendente o desfecho foi. Nada de preconceitos, posso afirmar.

E o rpg é o que é, mal falado por pessoas, por que certos jogadoes não sabem que existem limites, como jogar a céu aberto um live action, se portar de maneira endeusada, jogar em ambientes que nada contribuem com a imagem do jogo em si, não saber explicar pras pessoas a sua volta que aquilo é uma fantasia.
Digo que em média parte isso se deve ao fanatismo musical também, afinal associações de músicas com o jogo, fazem com que haja generalização, como conheço pessoas que adoram escutar bandas de death metal, achar que Igreja é uma merda e ficar andando pra cima e pra baixo com livro de vampiro de baixo do braço.
Admiro um amigo meu, louco que adorava escutar coisas satanistas e palavras do capeta, ateu por completo, mas que se portava bem, não ficava ridicularmente se portando e era reservado no sentido de preservar seu gosto musical e o Rpg.
Quem dera todos tivessem essa predisposição de entender as coisas, mesmo que ela venha a não gostar de RPG, pelo menos vai ser uma opinião dela, e não que alguém lhe impôs...
Aqui já discordo um pouco. Meu grupo de jogo, por exemplo, se divide em amantes do Rock, Samba, Bossa Nova, Clássica...
Acho que RPG independe de música.
Rebeldia sem causa? Ateu não é satanista.



Tabris escreveu:O segundo foi parar no psicólogo inúmeras vezes pq só conseguia falar de RPG, todas as redações dele eram relacionadas ao assunto, ele falava com quem n entendia como se conhecessem e etc.


Isso me lembra de duas figuras, uma que jogou comigo no inicio do meu grupo e uma do meu colégio:
A primeira teve os livros de RPG queimados pela mãe pq acordou no meio da noita gritando: "OS KOBOLDS ESTÃO ATACANDO!"

É muito melhor um pai esclarecido que julge o que é ou não recomendável para seu filho do que um pai que se sinta traído, por aquela "ilusão" de heroísmo do RPG.



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