Acabei de acabar o Crises Core:
O sistema de combate ficou mais ágil, imitando a série Tales of, onde você é livre para se movimentar e agir, mas o sistema de níveis pecou e muito. Você depende de uma roleta numérica (a qual você não controla) para upar. O mesmo vale pros Limit Breaks. Sim, isso mesmo, você depende de sorte para ficar mais forte.
As vezes te salva o couro, as vezes só deixa o combate mais lento (principalmente quando aparece alguma recordação de Zack no meio, mas essas são cortáveis).
Fusion Materia: Também conhecido como "faça sua própria matéria em casa!". Muito legal, dá pra bombar as matérias em uso (próxima vez, tentarei fazer uma Drainga HP +300%) O chato é que "a ordem dos tratores pode alterar o viaduto", mas o gamesfaq deve ter uma lista de combinações dessas maravilhas.
No quesito história, o Crises Core conta como Zack, um SOLDIER 2ª Class, é treinado e promovido a 1ª Class, após a guerra de Wutai. Aqui vemos seu envolvimento com algumas personagens (e a memorável foto tirada com ele, Tifa e Sephie, em Nibelheim), como ele obteve a espada que mais tarde seria de Cloud (*rolando vontade pra não falar mal do imbecil*) e sua morte, deixando "seus sonhos e sua honra como SOLDIER" como legado para o desmemoriado Strife, ainda chapado pelos quatro anos imerso num tanque de energia mako.
Não cheguei a fazer 100% do jogo, mas creio que irei recomeçar para poder ver o que eu perdi.
E por falar em terminar...
Terminei também o Castlevania: Dracula X Chronicles, com todas as moças salvas. Isso torna o jogo beeeeeeeeeem mais difícil, pois o morcegão termina ganhando mais uma forma. E esta terceira forma é bem apelona.
O final foi um pouco fraco, com uma CG maravilhosa do castelo ruindo (coisa que acontece em TODO Castlevania), a entrada dos créditos e uma tela final bem clichê, de Richter e as donzelas salvas, olhando para o castelo destruído.
Agora falta abrir o Rondo of Blood original e terminar o Symphpny of The Night.