por Aluriel de Laurants em 29 Ago 2007, 20:02
Aluriel de Laurants (o quase humano): Um construto bizarro, construído com a função de auxiliar o Adepto do Vapor a criar suas invenções, porém o experimento não foi tão bem sucedido, o que resultou num construto de aparencia quase humana, com defeitos igualmente humanos. Costuma andar muito pela Mistério Verde tomando o famoso drink Íhkone, uma bebida verde forte que parece funcionar bem dentro de seu mecanismo.
Acabou se instalando na cidadela seguindo o rastro de X o Youkai, que ele acreditava conhecer a passagem subterrânea que o levaria a umas "cores", mas pelo visto só encontrou sépia.
Também acabou conversando com o mestre da guilhotina voadora e se comprometeu a fazer pinturas pro um tal portal do oriente, mas até agora nada.
Boatos: Dizem que na verdade Aluriel está auxiliando o Adepto do Vapor a criar uma invenção revoluicionária que irá mudar a vida de todos os habitantes da cidadela, algo conhecido como L.M.
Dizem que o tal X o Youkai conhece esse construto de outras terras, apenas habitadas por esquilos e outros seres estranhos, onde vários seres de bestiário viram almoço à preços acessíveis.
Visual: Um robô humanoide, movido a álcool, que costuma vestir-se com uma cartola vermelha e gravata azul de bolinhas.
Adepto do Vapor: O adepto do vapor chegou ainda nos tempos do Grande Reino, mas nunca foi lá muito conhecido, cria invenções bizarras constantemente e atualmente só circula no Bairro Ofi Thoppik ou em Gheimmes, é conhecido assim pois suas invenções são todas movidas a vapor, com excessão de uma (boatos dizem que ele se arrepende até hoje), atualmente não tem tomado nenhuma grande decisão na cidadela como um todo, apesar de ter participado na aniquilação dos monges, pregando a palavra inclusive em terras longínquas e atualmente está trabalhando numa invenção que ele julga revolucionária, mas que ninguém realmente ainda dá muita atenção.
Aparencia: Ninguém sabe ao certo, já que a cada conjunção lunar, ele troca de armadura.
Boatos: Dizem que ele está fundando outra cidade em outro reino, e que nesse reino não existirão Monges, nem Dor, nem pobreza e todos estarão confortavelmente dopados, adorando a um tal de Grande Diamante Louco.