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Acho que a sua visão de spellcasters está meio AD&D, Oda. Até mesmo as classes de NPC têm um par de magias de invocação no nível 1. Qualquer aventureiro minimamente treinado tem ao menos noção de que usuários de magia podem invocar criaturas temporariamente. E que nenhum usuário de magia pode usá-las infinitamente.
Não é metajogo. É coerência. Se uma habilidade existe no mundo e é razoavelmente conhecida, é natural que outras pessoas levem elas em consideração quando vão planejar suas ações. Pensar que uma academia militar em Forgotten, por exemplo, não ensina aos seus guerreiros pelo menos estratégicas básicas para enfrentar spellcasters (procure lutar de perto e espere eles abrirem a guarda, por exemplo) é bem forçado. Em Eberron então, que é o cenário que eu tenho mais contato, seria ridículo.
De qualquer forma, a sua restrição não é totalmente descabida. Só é desnecessária, e prejudica um bocado builds inteligentes como um Malconvoker, por exemplo. Eu creio que não seria danoso à campanha reconsiderá-la.
Oda Nobunaga escreveu:Não acredito que um guerreiro tenha algum conhecimento arcano. A não ser que seja um NPC especial, que estudou magia arcana/divina.
Como eu raramente jogo em cenarios High Magic, é praticamente impossivel um guerreiro ter enfretado um spellcaster(e ter sobrevivido) o suficiente para aprender o "timing" de magias especificas.
Metajogo com uma desculpa ainda é metajogo.

3) "LOL EU INVOCO GORILAS NESSE TURNO. E NO PROXIMO TURNO. E NO PROXIMO TURNO" não é minha ideia de "forma inteligente de se usar magia".
Não é metajogo. É coerência. Se uma habilidade existe no mundo e é razoavelmente conhecida, é natural que outras pessoas levem elas em consideração quando vão planejar suas ações. Pensar que uma academia militar em Forgotten, por exemplo, não ensina aos seus guerreiros pelo menos estratégicas básicas para enfrentar spellcasters (procure lutar de perto e espere eles abrirem a guarda, por exemplo) é bem forçado. Em Eberron então, que é o cenário que eu tenho mais contato, seria ridículo.
E mesmo assim, ele não tem como saber QUANTO tempo elas duram.

Não, é estupido.
O cara vai ganhar essa batalha e não vai ter magias para a próxima.
Além disso, qualquer oponente, mesmo o mais burro, fugiria ao ver 15 gorilas na sua frente e atacaria mais tarde.
Mas é por esses motivos que não precisa proibir nada.
Exata não. Mas saberia se é segundos, minutos ou horas se teve qualquer contato com magos.
Uma maneira interessante de resolver isso é ver se ele tem Conhecimento (arcano).
No caso isso é regra específica de sua mesa, e como toda boa house-rule ela mais atrapalha a discussão do que ajuda. Como o Lune disse qualquer aventureiro sabe que criaturas invocadas vão desaparecer, agora, eles nao sabem o tempo exato e dificilmente vao saber diferenciar um portal (exceto porque portal tem o efeito de realmente criar um portal) de um invocar criaturas IX o que poderia gerar um erro do pobre fighter que volta acreeditando que a criatura jah se dissipou e ela ainda está lá. Num tem NADA de metajogo nisso e é totalmente coerente com o PADRÃO de D&D.
Oda Nobunaga escreveu:E não. Não acreidto que o Combatente nivel 1 tenha alguma noção que as magias sequer tem uma duração. Um guerreiro nivel 15 talvez tenha alguma ideia no meio do chutometro.


Oda Nobunaga escreveu:Não, é estupido.
Saber o quanto tempo em rodadas/minutos dura um monstro que foi invocado se o seu personagem/npc não tiver nenhum conhecimento arcano ou/e nunca ter enfretado tipo de criaturas nesse estilo ou/e nunca ter descoberto o quanto tempo dura "mais ou menos" é metajogo. É usar um conhecimento de regra e aplicado sobre a interpretação do personagem, A DEFINIÇÃO de metajogo do livro do mestre.
Correr e voltar? Sem problema. Eu apliquei a regra pois algumas vezes os jogadores invadem lugares/fazem outras coisas onde se os NPCs recuarem, eles perdem. Como fui vitima de um "Zerg Rush" de um Warlock(Warcraft d20) decidi a limitação. O jogador ficou satisfeito, pois ele prefere ter uma criatura invocada poderosa que dua uns 4 encontros que umas 20 que vão embora em um.

Talvez eu esteja pegando mais no pé do exemplo que da idéia em si, mas eu sinceramente acho que nesse nível ele está melhor que isso.
Nesse ponto devo concordar com você, realmente se o cara nunca lutou com um arcano ou mesmo se nunca lutou com um arcano que conjura magias várias vezes pra aprender isso que não seja com conhecimento arcano realmente é metajogo o cara saber disso.
Como o Oda enfatizou, isso depende bastante do cenário. Assumindo o D&D padrão, é bom lembrar que mesmo uma vila de proporções modestas tem alguns usuários de magia - adeptos - e que portanto até um commoner tem certo contato com magias quando machuca a perna ou coisa do gênero.
Isso é conhecimento comum (novamente, assumindo D&D segundo o Livro do Mestre).
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