[Divulgação] Pathfinder - Também conhecido como D&D 3.75

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Mensagempor Marduk em 01 Fev 2009, 17:10

Seu_Madrüga escreveu: "Ser babaca (ext)" não faz parte da descrição de classe do monge.


Nhé, não me leve tão a sério filhote, só tava satirizando a respeito do tanto que o jeito do monge é diferente dos outros.
É claro que ele não é diferente a ponto de ser imbecil desse jeito, muito pelo contrario, as outras classes que aprecem imbecís se comparadas a ele se você estudar a classe mais a fundo, e por ele ter um aspecto que beira a perfeição faz dele um tipo de personagem que não precisa de grupo pra quase nada se ele for bem fortão pois ele tem cura(e o egoista só pode curar ele), perícias(as melhores), resistencia(todas sendo que os principais atributos são justamente sab, dex, con), deslocamento(e até porta dimensional), pontos de vida medianos, recursos para passar da redução de dano e resistencia a magia.
Ele tem um pouco de tudo, mas não é bom em nada porém. Se ele conseguir de alguma forma ganhar muitos pontos de atributos ele acaba roubando a cena. ja presenciei isso. rsrsrs
Além do que, faz voto de pobreza quem quer... mesmo que esteja interpretando mal ignorando o voto, nada impede que ele faça isso.
Ja vi monges robados mãos de vaca que pareciam cantores de rap de tantos anéis de ouro e colares brilhantes e chegavam a ter até brincos ou piercings mágicos (aff sem falar dos criados). Ele fazia isso pq no conceito do monge diz que muito fazem voto de pobreza... porém muitos não quer dizer todos. :eca:

O que é (ext)? :P
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Mensagempor Madrüga em 01 Fev 2009, 18:01

Habilidade extraordinária.

E se for pensar em conceito alienígena, o druida a rigor também é. Não que o monge seja lá muito integrado, XD.
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Mensagempor Marduk em 01 Fev 2009, 18:12

O druida é outro bem de vida mas não me parece um conceito tão alíenígena, pois antigamente no tempo do Merlin mago era um conceito que juntava qualquer tipo de classe conjuradora que temos hoje em dia, um mago podia curar feridas, lançar bolas de fogo, se transformar em uma águia ou chamar um lobo amigo da floresta para ajuda-lo, o negócio é que agora separamos isso hoje em dia, pois sempre ouveram figuras mitologicas ligadas as forças da natureza como forma de magia, o que fizemos foi nomear esse aspecto tranformando-o em uma classe a parte do mago...

Porém mesmo assim o druida é algo que não se encaixa também em alguns cenários ainda mais específicos... mas eu digo... se ouverem conjuradores no cenário, devem haver druidas!

Ah AMEI o domínio adicional dentre os domínios elementais para o druida.
Não é querendo me gabar mas antes mesmo de saber a respeito do druida no pathfinder eu ja havia feito quase a mesma coisa com o shaman do grupo que eu mestro, só que envolvendo espiritos elementais antigos como fonte dos domínios. Amei a idéia. XD
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Mensagempor Kasuya em 01 Fev 2009, 23:29

porém a base do conceito do proprio monge não faz parte do conceito que cerca as outras classes saca? é um deslocado, enfiado em nossas goelas abaixo, alguns engolem, outros não.


Concordo. Mas eu estou votando pera variedade, não pelo conceito "medieval europeu". Veja bem. RPG é, acima de tudo, um jogo de possibilidades. Ele não tem um script perfeito de começo-meio-fim ou de como é o caminho correto a se seguir.

Aí entra aquele negócio: e se no meu mundo eu tenho um continente com cultura tipicamente oriental? O sistema deveria dar suporte à variedade, logo deveria suportar isso.

Como eu disse antes, guerreiros poderiam "enrolar" como samurais e ladinos, como ninjas. Mas isso não dá com o monge. É por isso que eu apoio a presença do monge no jogo (aliás, se tivesse a classe ninja, ela seria a classe "ladina" mais usada no jogo porque é quase uma lei: todo mudo acha ninja cool).

Você viu algum monge no Senhor dos anéis? e nas histórias do rei Arthur? Robin Wood? ...not³!


Sem querer ser chato, mas eu não vi sequer um clérigo em nenhum dos três exemplos. Quem curava (quando curava) era o mago que nada tinha a ver com as "forças divinas" ou com o "religioso".

O problema é que "só" usar a regra de defesa tem que fazer isso valer para todos, e quebra o sistema se não for feito com cuidado. E especialização de combate não adianta nesse caso. É caso de só fazer uma variante da classe.


Bem, eu não esperava que ele entendesse que eu queria dizer que era para aplicar a regra só para o bárbaro. Tinha que ser para todos mesmo. E não vejo qual vai ser o grande problema aqui. Não vejo como isso irá quebrar o sistema...

pois antigamente no tempo do Merlin mago era um conceito que juntava qualquer tipo de classe conjuradora que temos hoje em dia, um mago podia curar feridas, lançar bolas de fogo, se transformar em uma águia ou chamar um lobo amigo da floresta para ajuda-lo


Cara, veja bem, não é a classe. Talvez o druida existisse em algumas histórias medievais. Acontece que, na visão das pessoas, todo conjurador é, na verdade, um mago ou um feiticeiro. Eu gosto disso e costumo usar isso em minha mesa, de modo aos jogadores pensarem menos metajogo. Porque o feiticeiro TÊM que ser um cara, membro da classe Feiticeiro? E se ele for um druida malígno que saiu da selva em busca de conhecimento e se associou a uma guilda de feiticeiros que pretendem dar um golpe na cidade local, dominando-a numa espécie de magocracia? Você acha que alguém em sua sã consciência o chamaria de Druida em vez de feiticeiro?

Ah AMEI o domínio adicional dentre os domínios elementais para o druida.


Estou gostando do Pathfinder justamente por isso: apesar de não estar perfeito, eles colocaram muitas boas idéias. Achei muito bom o que fizeram com as escolas de especialista e os domínios (trocaram "magias extras", por "poderes extras", sendo alguns, utilização de algumas magias naturalmente).

Dentre outras coisas... ^^
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Mensagempor Marduk em 03 Fev 2009, 17:36

Kasuya escreveu:Concordo. Mas eu estou votando pera variedade, não pelo conceito "medieval europeu". Veja bem. RPG é, acima de tudo, um jogo de possibilidades. Ele não tem um script perfeito de começo-meio-fim ou de como é o caminho correto a se seguir.

Aí entra aquele negócio: e se no meu mundo eu tenho um continente com cultura tipicamente oriental? O sistema deveria dar suporte à variedade, logo deveria suportar isso.


Bem, eu acho que a base do d&d é o medieval europeu, e que ficaria mais organizado e prático, que o monge fosse mandado para um suplemento junto com as outras classes orientais, pois se você quizer uma cultura oriental, nada lhe impede.
Se você for estudar as classes orientais mais a fundo você acaba vendo que só dá pra adaptar uns 50% sem um suplemento adequado e é aí que entra o fato de termos de separar as coisas desde o princípio.
Ou você vai fazer uma cultura oriental inteira só com uma única classe do livro do jogador?

Kasuya escreveu:Sem querer ser chato, mas eu não vi sequer um clérigo em nenhum dos três exemplos. Quem curava (quando curava) era o mago que nada tinha a ver com as "forças divinas" ou com o "religioso".


resposta abaixo.

pois antigamente no tempo do Merlin mago era um conceito que juntava qualquer tipo de classe conjuradora que temos hoje em dia, um mago podia curar feridas, lançar bolas de fogo, se transformar em uma águia ou chamar um lobo amigo da floresta para ajuda-lo


Sim realmente, no caso a única coisa que está certo é que os magos não precisavam venerar um deus eles simplemente "lançavam"...
...os clérigos podem adotar o mesmo conceito, seguir um deus é uma opção seguida pela maioria somente, você pode adotar um conceito diferente e se chamar de "mago" se quizer, ou fazer um cenário em que todos os 3 conjuradores são entitulados magos, o único critério no caso do clérigo é ter um simbolo para poder canalizar algumas magias e habilidades, pode ser uma pedra, rabanete ou um frango de borracha.
Você só tem que se dedicar em uma determinada hora do dia para preparar suas magias como qualquer conjurador... pode chamar de reza, concentração, meditação, estudo, flagelação, etc...

Kasuya escreveu:Cara, veja bem, não é a classe. Talvez o druida existisse em algumas histórias medievais. Acontece que, na visão das pessoas, todo conjurador é, na verdade, um mago ou um feiticeiro. Eu gosto disso e costumo usar isso em minha mesa, de modo aos jogadores pensarem menos metajogo. Porque o feiticeiro TÊM que ser um cara, membro da classe Feiticeiro? E se ele for um druida malígno que saiu da selva em busca de conhecimento e se associou a uma guilda de feiticeiros que pretendem dar um golpe na cidade local, dominando-a numa espécie de magocracia? Você acha que alguém em sua sã consciência o chamaria de Druida em vez de feiticeiro?


Tirando o que eu quotei acima...
Um clérigo pode curar feridas e se chamar de feiticeiro dependendo do cenário, um druida poderia fazer o mesmo, não vejo razões para dizer o contrário, desde que na regra você esteja usando as classes corretamente, é por essa liberdade na parte de criação e adaptação do 3.5/3.75 que eu ainda me recuso a jogar o 4.0.

Mas e no caso do monge? Eu teria que fazer um anão beberrão que gosta de brigar em tavernas pra ganhar dinheiro?
Não, nem dá pra adaptar o monge, pois a classe é feita de tal modo que não pode ser modificada ou adaptada. Monge é tudo a mesma coisa, muda só a arte marcial.
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Mensagempor Kasuya em 03 Fev 2009, 20:53

Ou você vai fazer uma cultura oriental inteira só com uma única classe do livro do jogador?


Cara, as outras classes podem "se desfarçar" de outras classes numa adaptação. Tipo, se você der a um guerreiro uma Katana e uma armadura de samurai, quem é que vai dizer que ele não é um samurai?
Se eu der uma ninja-to a um ladino, uma roupa preta mascarada com panos deixando só aberto o espaço pro olho e chamá-lo de ninja quem vai negar?

Com o monge não. Quem é que você pode tirar as armas, tirar a armadura e o escudo, sem conjurar magias e chamar aquilo de lutador de kung fu? Não dá...

Aí é que tá. Em culturas orientais, o que nós temos são "guerreiros", "ladinos", "magos" e "outros conjuradores" exóticos que podem muito bem "enrolar" como uma core class. O monge não. Quer queira quer não, o sistema deveria dar suporte, por menor que seja. Mas, sei lá. É sua opinião... ^_^

Sim realmente, no caso a única coisa que está certo é que os magos não precisavam venerar um deus eles simplemente "lançavam"...
...os clérigos podem adotar o mesmo conceito, seguir um deus é uma opção seguida pela maioria somente, você pode adotar um conceito diferente e se chamar de "mago" se quizer,(...)


Cara, qual a idéia do clérigo? Um sacerdote de uma religião que usa os poderes e aproteção de seu deus em prol da causa da religião. Se há a possibilidade de variações do tipo "clérigos que não cultuam deus e se chamam de mago" isso é apenas uma das possibilidades do RPG. O fato é que o clérigo foi simplesmente baseado num sacerdote (provavelmente católico a se tirar pelo nome e a forma cruzada a qual ele é proposto), como um mago foi baseado num cara que estudava magias.

O que você não entendeu aqui, foi o que eu quis dizer: não há personagens com conceitos de clérigo nessas histórias. O que há alí é magos que usam magias de cura. Só. (o que, talvez, sistematicamente eles sejam de fato, druidas ou clérigos, por exemplo se fossem adaptados para o sistema de D&D, é aquela mesma história do guerreiro que quer ser ladrão, ele se entitula ladrão, mas no sistema, ele é um guerreiro).

Um clérigo pode curar feridas e se chamar de feiticeiro dependendo do cenário, um druida poderia fazer o mesmo, não vejo razões para dizer o contrário, desde que na regra você esteja usando as classes corretamente, é por essa liberdade na parte de criação e adaptação do 3.5/3.75 que eu ainda me recuso a jogar o 4.0.


Esqueça o metajogo. Não estou falando de sistema aqui. Veja bem, imagine um camponês passando em frente a um cara (druida) conjurando um relâmpago num gnoll (Convorcar Relâmpagos). Adivinha o que ele vai pensar? Que esse druida só pode ser um mago ou um feiticeiro. Não interessa se esse "feiticeiro" pode conjurar magias de cura. No sistema ele é um druida. Ponto final. Aliás, esse é um recurso capaz de tornar um personagem bem mais rico. Quem esperaria um feiticeiro (no sistema, um druida) que conjura magias de cura e tem um "familiar" bem maior que o normal (na verdade um companheiro animal)?

Mas e no caso do monge? Eu teria que fazer um anão beberrão que gosta de brigar em tavernas pra ganhar dinheiro?


O monge pode ser todo e qualquer artista marcial. Ele não precisa necessariamente ser lutador de kung fu. Estilos de luta é coisa que não falta no mundo. Escolha o seu e coloque em cima o conceito. Nem todas os estilos de luta tem aquela filosofia pacífica e "iluminada" como o kung fu. E isso dá um personagem completamente diferente.

Além disso, quem disse que o monge precisa deixar de usar arma? Ele ainda faz rajadas de golpe com armas de monge, não faz? Escolhe as melhores e usa, diz que é alguma outra coisa, sei lá....
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Mensagempor Madrüga em 03 Fev 2009, 22:49

Galera, vamos parar de discutir em dois tópicos? Tem um outro tópico do Pathfinder, mudem a discussão para lá.
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Mensagempor Kasuya em 04 Fev 2009, 04:29

Bem acredito que essa discussão nada tem a ver com Pathfinder. Então deixa ela aqui mesmo e vamo discutir Pathfinder na outra.

Aqui a discussão é sobre os pobres monges. XD
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Mensagempor Lorde da Dança em 04 Fev 2009, 11:37

"Tirando o que eu quotei acima...
Um clérigo pode curar feridas e se chamar de feiticeiro dependendo do cenário, um druida poderia fazer o mesmo, não vejo razões para dizer o contrário, desde que na regra você esteja usando as classes corretamente, é por essa liberdade na parte de criação e adaptação do 3.5/3.75 que eu ainda me recuso a jogar o 4.0."

:sobrancelha: Jogar com uma classe que é considerada outra pelas pessoas do cenário não é coisa do 3.5/3.75, dá para fazer isso na 4.0, no AD&D, e até em Mutantes & Malfeitores. Não estou negando a liberdade do Pathfinder, mas isso que você notou não é exclusivo dele.

E certamente monges não prescisam ser alguma classe "oriental", em Eberron eles são grupos religiosos, como clérigos e paladinos, mas não usam magias divinas.
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Mensagempor Madrüga em 04 Fev 2009, 14:41

Kasuya escreveu:Bem acredito que essa discussão nada tem a ver com Pathfinder. Então deixa ela aqui mesmo e vamo discutir Pathfinder na outra.

Aqui a discussão é sobre os pobres monges. XD


Se o tópico se CHAMA "Pathfinder" e a discussão não é sobre ele, é off-topic. Abra um tópico sobre monges pobres, se quiser. Como já existe um tópico sobre o sistema, vá discuti-lo por lá.
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Mensagempor Dahak em 06 Fev 2009, 15:14

Tópico trancado, como solicitado pelo Madruga.

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