por Deicide em 29 Jan 2008, 12:49
Eu acho que a questão é a seguinte:
RPGs são jogos. Quando eu procurei a Biblioteca Nacional para saber se podia registrar um livro de RPG no direito autoral, eles falaram claramente que eu posso registrar contos, personagens e coisas assim, mas não o livro em si porque se trata de um jogo.
Só que a maioria do povo da alfândega não tem a menor idéia do que é um RPG e de como diferenciar um livro de RPG ("Jogo") de um outro tipo de livro (como os próprios romances baseados em RPG). Daí, você tem a sorte de não pagar imposto por conta da incompetência da alfândega.
Já ouvi um caso similar quando um cliente da empresa em que eu trabalhava falou que com freqüência tinha problemas na alfândega, mas era o oposto, porque os produtos dele eram confundidos com outros produtos que sofriam substituição tributária.
Pelo menos acho que é isso.
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Deicide em 29 Jan 2008, 14:23, em um total de 1 vez.
Há incontáveis séculos, houve um reino, Eussey-lah seu nome, que se estendeu por todas as terras do mundo conhecido. Esse tempo acabou quando o rei-destino, Khem, enlouqueceu e quase levou o mundo à ruína. Sete heróis e um oráculo o impediram.
Desde então, grandes heróis e vilões têm mantido o mundo girando a cada geração.