Essa semana começamos uma campanha nova e o grupo ficou bastante insatisfeito com um personagem lá, basicamente ele é um elfo clérigo de Tempus (deus da guerra) que sofre de dupla personalidade, na hora do combate é sanguinário e fora dele medroso e de difícil relacionamento (clichê, o jogador é fã de animes). A insatisfação ocorreu porque o grupo não consegue ver na interpretação do personagem que ele é um elfo, se ele fosse um humano ou dragonborn ou tiefling o personagem ia ser a mesmíssima coisa, além disso não entendemos como o deus da guerra aceitou um personagem que não segue sua doutrina fora do campo de batalha, afinal ele é um sacerdote de Tempus e ser medroso quando não esta batalhando não é algo lá muito digno.
O jogador em questão disse que estávamos sendo muito puritanos e que só porque ele é um elfo não necessariamente ele tem de agir feito um elfo. Concordo com ele, diferenças existem, ninguém é um robô, mas um elfo louco deve agir dfierente de um humano louco que por sua vez é diferente de um dragonborn louco. Outro argumento usado é que a 4e destruiu muita vaca sagrada e por isso esses "conceitos" não deviam ser levados em conta, no que eu respondi que mesmo com a 4e quem dita o rumo da mesa é o grupo e não o sistema, se o grupo adota alguns conceitos desses não é o sistema que vai força-los a abandonarem.
O que voces acham a respeito?
Outra coisa, (agora mais generalizado), como lidar com um jogador que sempre faz personagens "anime" em um grupo que o pessoal tenta manter a idéia de fantasia mais clássica?

) elfo doido assim eu entenderia; eu faria ele mais caçador que berserker, mas enfim. Poderia até gritar "por Tempus!" eu seus momentos selvagens, sem precisar ser clérigo.






), acho que na 4E elfos são daquele tipo, selvagem de poucas palavras, que esperam antes de agir, mas quando agem são implacáveis.
Bons tempos aqueles em que você podia por um satã travesti num desenho de criança.

