Ou ele viajou ou pensou algo diferente do que escreveu.

Eu sei que tou satisfeito de ter acertado que o druida será controlador. Já deve fazer aniversário que Mearls (ou seria Noonan?) comentou que tava esboçando a classe, e disse que teria papel "híbrido"... mas a essa altura sabemos que todas as classes são um pouco híbridas, especialmente os defensores e líderes.
Daí pensei, bem, druida sempre teve cura e buffs, mas nunca foi seu foco... não acreditei que fosse ter CA suficiente pra ser defensor, mas a armadura física não impediu o swordmage de sê-lo... por outro lado, o druida sempre teve um estilo mais místico do que combativo, mesmo sendo competente em combate, então achei mais provável ser agressor (striker) do que defensor. Entre concentrar muito dano em um alvo só ou afetar vários alvos com relâmpagos e vinhas conjuradas, não restou muita dúvida, teria que ser controlador pra se manter fiel às edições anteriores.
Por outro lado, eu esperava maior diferenciação entre as formas selvagens, algo na linha dos arquétipos do PH2 3.5. Mas resolveram limitar essas variações à seleção de poderes de cada personagem. Dá pro gasto. Por sinal, esse esquema de 3 at-wills claramente é pra não prejudicar ambas as formas. Você pode ter 2 at-wills como humanóide ou como fera, não ambos, mas uma das duas tem. Seria realmente tosco se tivesse só 1 at-will em cada forma. Agora, achei tosco todos os poderes serem baseados em Sabedoria; os ataques de fera deveriam ser de Força. Do jeito que está, não existe grande vantagem mecânica para ser predador em vez de guardião, pois o primeiro só precisa de Constituição e Sabedoria, enquanto o segundo também precisa de Destreza. Se o guardião também precisasse de Força, ficaria mais simétrico e diferenciaria melhor os dois.