Kasuya, tá difícil. Primeiro você diz: " Como estar sempre equipado é uma vantagem situacional, o talento se justifica.", depois você coloca: "Estar equipado continuamente com uma arma não representa uma vantagem em D&D 4.0"
Peraí, estar sempre equipado com uma arma é ou não uma vantagem, ainda que só em certas situações.
Cara, eu fiz isso de propósito (sabia que você iria comentar assim), só pra te frisar o quão circunstancial é essa vantagem: sequer será uma vantagem em boa parte do tempo, mesmo quando a situação tender a favorecer o talento. O que eu quero dizer é: existem talentos muuuuito circunstanciais que fazem você ter dúvidas de se realmente vale a pena pegar. Mesmo esses talentos do PHB tem vantagens mais frequêntes que essa de estar sempre armado porque praticamente os jogadores SEMPRE vão estar armados nas horas certas, salvo emboscadas que pegam os jogadores completamente desprevinidos (dormindo, por exemplo), mas tudo que eles vão perder em relação ao cara com o talento é uma ação menor pra sacar a droga da arma. Não é uma perca muito decisiva, você há de convir.
Quais os combatentes? Só os que você considera?? Por que assim a discussão fica difícil...
Tirando o tempest (que eu ainda discordo em partes), quais outros combatentes armados com armas melee fariam algum tipo de combo apelão com essa vantagem? Estou considerando todos os melee dos PHB 1 e 2.
porém os ataques desarmados não se utilizam de uma "arma" pois fazem parto do grupo "desarmado" (e não do grupo "maça" como estão estipulando)..
Armado ou "desarmado" não faz diferença. O fato de ser considerado "maça" não é por estética absurda, é para fazer com que o punho possa ser usado em alguns poderes que o combatente tenham. Ou seja, se algum tiver como requisito o tipo de arma, considere o punho como maça. Sacou?
a característica de classe "Unarmed Combatant" do monge é oriunda de poderes psiônicos,
Pelo amor de Deus, isso é só um
FLUFF, não é regra. Se você quiser assumir que o monge tem como apenas os poderes sobrenaturais oriundos dos poderes psiônicos e que os poderes mais físicos, de um treinamento marcial especializado (o que na verdade faz MAIS SENTIDO), o jogo vai continuar funcionando normalmente.
o ladino consegue aumentar o dado de dano do shuriken e ter o bônus de +1 na adaga, por ser uma especialidade da sua classe..
Olha que interessante: o ladino não tem poder psiônico. Ele usa o treinamento marcial. O que significa que, no mundo de D&D 4e, magia NÃO MANDA NO SISTEMA. Eu posso ser poderoso e fazer coisas espetaculares sem sequer UM efeito/poder mágico. Tenha sempre isso em mente, antes de alegar que uma outra classe não pode ter um punho de dano 1d8 porque o monge tem assim via poderes "psíquicos". Até pokemons do tipo normal usam psico-raio, se isso te faz se sentir melhor.
Tudo que seu Alakasan pode faze é chorar.
+3 e 1d6 é o mesmo que uma espada curta.. sendo o +3 a vantagem de se utilizar a arma..
+2 e 1d8 é o mesmo que uma cimitarra.. sendo a vantagem dela o maior dano..
+2 e 1d6 para ataque desarmado.. a vantagem é estar sempre armado circunstancialmente..
Por tudo que é mais sagrado,
QUANDO VOCÊS VÃO NOTAR QUE TALENTOS SÂO MAIS CAROS QUE UMA ARMA???Não faz sentido você pagar um talento para ter uma arma pior que uma arma normal! Ninguém vai querer o talento.
Lorde da Dança: respeitosamente discordo de novo

, se você colocar high critical ninguém vai comprar o feat pra usar katar.
Também discordo do High Crit. Não é como se o punho se tornasse muito mais letal que uma espada quando usado para atingir no lugar certo.
até mesmo porque o ataque desarmado nunca deve ser igualado à uma arma primária à não ser que você seja monge..
Por que??? Quer dizer, os magos podem até usar armaduras nessa edição, mas NÃO PODEM USAR A DEFESA MAIS BÁSICA DE TODOS OS SERES VIVOS COM EFICÁCIA: seus membros/armas naturais.
acredito que não se deve colocar encantamentos ou qualquer aprimoramento mágico em ataques desarmados se você não for monge.. no caso de ser favorecido os ataques por unarmed, creio que apenas a classe de monge..
Meu Deus.
POR QUE??? Qual é o problema se agora eu quero ser um ranger que ataca com os punhos de forma EFICIENTE? Não percebe que você não está pensando em equilíbrio de regras, mas no seu GOSTO PESSOAL? Você claramente não vai com essa de "jogador espertinho querendo dar estilo artista marcial ao seu personagem", mas isso não quebra o sistema em NADA. E você ainda paga um talento pra isso.
E os encantamentos vão garantir que o seu punho (isto é, o seu talento) vai continuar valendo a pena em níveis mais altos. Não há problema nenhum aqui, senão ao de seu gosto pessoal.
ataque desarmado será sempre uma arma secundária, exceto se você for monge.. creio que devamos lembrar sempre disso..
Cara, que regra diz de forma indubitável que só monges podem lutar com os punhos? Sério, isso é incrível.
se não nunca mais haverá guerreiros, paladinos entre outras classes com armas.. todo mundo de todas as classes andarão por aí e combaterão monstros com as próprias mãos..
Que besteira! É como se todo mundo (menos você) gostasse de artistas marciais. Se fosse assim, todo mundo era monge e pronto. Acontece, cara que trata-se de uma OPÇÃO. Existem outras armas (mais baratas que um talento) que causam o mesmo dano (ou mais) e que poderiam ser muito melhor aproveitadas para outros poderes (que não suam maça como requisito ou que tenham melhores multiplicadores que dariam uma vantagem maior a armas de 1d10 ou 1d12 de dano).
Não há lógica em assumir que todos pegariam esse talento e nem muito meno em sustentar os esteriótipos das classes. Na minha mesa o paladino usa um mangual e não uma espada longa. E quer saber? Ficou muito melhor.
Pessoalmente, se alguém quer usar uma arma primária diferente da que lhe é mecanicamente superior, mas não quer abrir mão da superioridade mecânica, eu deixo. Por exemplo, um ladino que lute desarmado, "tecnicamente", está empunhando uma adaga. Dentro do jogo, ele luta de mãos nuas. Arremessar a adaga conta como um "hadouken". Funciona perfeitamente bem.
Voltando a dizer: e você ainda pagaria por um talento, quando podia arrumar um mestre com esse.
E faz sentido. Qualquer custo inerente a uma arma não mágica pode ser considerado NULO posi só vai fazer diferença mesmo para um personagem de primeiro nível. Então nem importa muito qual a droga da sua arma. O importante é que tudo é M.E.V. (meramente efeito visual).
Não precisa tratar o ataque desarmado como se fosse uma arma superior, se a intenção dele é ser um recurso esporádico. Deixe ele como +2/1d6 mesmo, como um "treinamento superior com as mãos nuas", e o monge com seu soco psíquico potencializado é mais letal e mais preciso.
Nesse ponto eu disordo. Como um talento, o talento tem que valer a pena. Se ele tem uma vantagem incrivelmente situacional, ele tem que ser eficiente em na situação a que ele se propõe. Supor que ele é eficiente porque seu dano deixou de ser 1d4 para 1d6 na rodada surpresa é de lascar. Francamente.