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Mensagempor Kasuya em 19 Ago 2009, 10:28

Monge é uma classe específica que vive de usar os punhos, diferente de um sorcer que quer colocar o feat por que acha manero.


Da mesma forma, bardos usam espadas longas. Qual é o problema de um mago pagar por um talento para ter a mesma arma porque ele acha estiloso um mago de espada longa?

Voltamos ao esteriótipo espartano das classes de video-game: mago só usa cajado e nada de armaduras e não pode aprender a usar.

O talento para pode aprender a usar arma foi feito para te dar uma variabilidade maior. Ora e se a droga do meu feiticeiro resolveu treinar artes marciais? E daí? O que vai determinar que o monge (por ser especializado) é melhor lutador que o feitieiro são os poderes dele, não a forma como se comporta a arma. O mesmo vale para guerreiros e magos de espada larga, por exemplo. Não dá pra comparar.


A idéia dos feats é dar vantagens situacionais, ou quer algo mais situacional do que Action Surge, Defensive Mobility ou Powerfull Charge?


O que justifica o talento. Se a vantagem não fosse situacional o talento seria apelão, como tentaram demonstrar. Como estar sempre equipado é uma vantagem situacional, o talento se justifica.

Bom, um Tempest discordaria desse inútil...


Bom, não me lembro de ter lido sobre um Tempest. Então, pode explicar por que? :aham:
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Mensagempor Nibelung em 19 Ago 2009, 10:59

Kasuya escreveu:Bom, não me lembro de ter lido sobre um Tempest. Então, pode explicar por que? :aham:


Tempest é uma build pra guerreiros que surgiu no Martial Power. Basicamente, ele ganha +1 no acerto e +2 no dano quando usa armas com a característica Mão Inábil. Com exceção das armas duplas (que são genericamente aceitas como apelonas), não existe nenhuma arma de mão inábil com dano maior que 1d6, embora quase todas tenham +3 no acerto.
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Mensagempor ferdineidos em 19 Ago 2009, 14:22

Kasuya escreveu: O talento para pode aprender a usar arma foi feito para te dar uma variabilidade maior. Ora e se a droga do meu feiticeiro resolveu treinar artes marciais? E daí? O que vai determinar que o monge (por ser especializado) é melhor lutador que o feitieiro são os poderes dele, não a forma como se comporta a arma. O mesmo vale para guerreiros e magos de espada larga, por exemplo. Não dá pra comparar.


O guerreiro padrão tem +1 com o tipo de arma escolhida por ele...logo, se colocarmos um mago com força 18 e com proficiência em espada larga vai ter um acerto menor do que o guerreiro com as mesmas estatísticas.

Cara, o feat dando 1d6 de dano ao invés de 1d8 está longe de ser inútil, você está pagando um feat pra ter uma espada curta atochada ao seu braço todo tempo. Onde isso é ruim?


O que justifica o talento. Se a vantagem não fosse situacional o talento seria apelão, como tentaram demonstrar. Como estar sempre equipado é uma vantagem situacional, o talento se justifica.


Um feat pra ter proficiência em uma arma superior (+3 de acerto, 1d8 de dano e off-hand não tem nenhuma arma off-hand boa dessa forma) + ter essa arma acoplada em seu braço 24/7. Me desculpe, mas pra mim esse feat parece dar duas vantagens pelo preço de um.

Bom, não me lembro de ter lido sobre um Tempest. Então, pode explicar por que? :aham:


Nibelung resumiu o apelo do feat para o Tempest. E vale lembrar também que é, no mínimo, um bom feat pra Rufless Rufian também. (só pra esclarecer é outro build do martial powers, esse permite ao rogue usar maça com seus poderes de classe, inclusive Sneak Attack)
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Mensagempor Fëanor em 19 Ago 2009, 14:54

Cara, o feat dando 1d6 de dano ao invés de 1d8 está longe de ser inútil, você está pagando um feat pra ter uma espada curta atochada ao seu braço todo tempo. Onde isso é ruim?

Spiked Gauntlet
SIMPLE* one-handed melee weapon
Damage 1d6
Prof: +2
Properties: Off-hand.

*Isso quer dizer que qualquer idiota sabe usar, menos Mago e Ladino. Yep, até Feiticeiro e Bardo usam.
Para o talento valer a pena, tem que fazer melhor. Deve ser no minimo +2 / 1d8, ou +3/1d6.
Eu ficaria com o +3/1d6, por fazer mais sentido ser facil de acertar com uma parte do corpo, mas não causar tanto dano.
"Tomorrow will take us away
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No one will ever know our names
But the bards' songs will remain"


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Mensagempor Lorde da Dança em 19 Ago 2009, 15:32

ou +3/1d6.
Eu ficaria com o +3/1d6, por fazer mais sentido ser facil de acertar com uma parte do corpo, mas não causar tanto dano.


Acho que essa era a opção do talento.
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Mensagempor Kasuya em 19 Ago 2009, 15:50

Tempest é uma build pra guerreiros que surgiu no Martial Power.


E voltamos aos velhos problemas dos suplementos. É por isso que eu não lembrava do tempest. Eu não cheguei a ler o martial power e não tenho muito interesse nesses suplementos.

O problema do suplemento é que vão ser feitos muitos mais e a confusão vai ser tamanha que vai ser impossível não aparecer regras/classes/poderes/talentos/builds/etc totalmente desbalanceadas.

Não que esse seja de fato o caso, é só um comentário pra mostrar porque eu não considero tanto assim suplementos quando for analisar a viabilidade ou não da criação de uma coisa nova. Vejam bem: suplementos, por definição, não são básicos (assim como a nova regra que se pretende criar), logo um talento criado não pode ser "impedido" por uma build de um suplemento. Você usa o que quiser e quando quiser. E os jogadores (junto ao narrador) podem determinar certas builds obviamente apelonas. Nesse caso, todo o problema do tempest seria terminado quando o narrador virasse e dissesse: "Bom, o talento existe, mas tempests não podem tê-lo, por razões de equilíbrio". (não é como se os jogadores de D&D não já tivessem acostumados com esse tipo de situação).


O guerreiro padrão tem +1 com o tipo de arma escolhida por ele...


O guerreiro foi só um exemplo, pois o bárbaro, por exemplo, não vai ter +1 nenhum. A diferença está nos poderes. Se tivermos um feiticeiro e um bárbaro de força 18 com uma espada larga, quem vai ser mais perigoso? O Bárbaro, é claro. Os poderes dele vão favorecer o golpe com a espada larga, enquanto os feiticeiros nem chegam a ter poderes cujo dano seja influenciado pelo dano da arma (pior ainda em uma arma específica).

O mesmo vai para o monge: o dano dele e o bônus de prof vão ser os mesmos do mago que usa talento? Vão, mas ele vai ter poderes que favorecem o punho, ao contrário do mago que, muito provavelmente, vai acabar com a arma mais para manter o estilo que para combater, pois vai preferir usar as magias em 90% do tempo.

Cara, o feat dando 1d6 de dano ao invés de 1d8 está longe de ser inútil, você está pagando um feat pra ter uma espada curta atochada ao seu braço todo tempo. Onde isso é ruim?


Não é ruim. É inútil. Perceba: voltando à questão do esteriótipo, dos conjuradores "raquíticos", o único que tem chances de se interessar pelo talento é o feiticeiro com a build de For. Contudo, ele ainda não vai fazer grandes coisas com isso porque ele vai preferir usar magias.

Voltando à questão agora do público alvo: os combatentes. Eles não vão largar em hipótese alguma a sua espada bastarda só pra dar um soco de 1d6 de dano. Nem de longe.

E além disso, eu já disse isso antes: Estar equipado continuamente com uma arma não representa uma vantagem em D&D 4.0. Logo, pouco importa se é 1d6 ou 1d8 de dano, não vai fazer diferença.

A diferença aqui é a atratividade. Ninguém vai gastar um talento inteiro para ter u8ma arma de 1d6 de dano que ele raramente vai usar. Nesse ponto eu encaro o 1d8 como uma COMPENSAÇÃO, não como uma vantagem.

Um feat pra ter proficiência em uma arma superior (+3 de acerto, 1d8 de dano e off-hand não tem nenhuma arma off-hand boa dessa forma) + ter essa arma acoplada em seu braço 24/7. Me desculpe, mas pra mim esse feat parece dar duas vantagens pelo preço de um.


Mas não é bem isso, cara. "Estar sempre equipado" é uma vantagem quase nula, já ter algum talento baseado num "usar arma superior" é a real vantagem do talento, mas ele acarreta uma desvantagem inerente: ela geralmente vai ser uma arma secundária. Por que? Porque os combatentes pesados já usariam armas de maior dano para obter maior proveito de suas habilidades e combatentes mais leves já usariam armas de exatamente o mesmo dano (ou melhor) e, se não, já iria pagar um talento para ter esse tipo de arma. Ou seja, é como se você pegasse dois talentos "usar arma superior" (um de graça da classe e o outro pagando), só para ter um estilo e uma vantagenzinha situacional (a de estar sempre equipado, nem que seja da arma secundária).

Ou seja, mais uma vez, o 1d8 de dano se mostra como uma compensação, não como uma vantagem power player.

E vale lembrar também que é, no mínimo, um bom feat pra Rufless Rufian também. (só pra esclarecer é outro build do martial powers, esse permite ao rogue usar maça com seus poderes de classe, inclusive Sneak Attack


Francamente, isso não me parece nem um pouco incômodo. O ladino já poderia gastar talento para ter 1d8 de dano de arma. Ele só ganhou mais uma opção.

Para o talento valer a pena, tem que fazer melhor. Deve ser no minimo +2 / 1d8, ou +3/1d6.
Eu ficaria com o +3/1d6, por fazer mais sentido ser facil de acertar com uma parte do corpo, mas não causar tanto dano.


Concordo que tem que ser melhor, mas discordo que deva ser +3/1d6, visto que +1 não justifica um talento para uma arma secundária, mas o +1 acompanhado da transposição do dado de dano para d8 já ficam outros quinhentos.


Cara, é só lembrar o que dizia o livro do mestre 3.0 sobre criação de house rules/classes/talentos/whatever novos:

Se você está criando algo pense em duas coisas:

- Essa nova opção é tão boa que todos iriam querer pegar?
- Essa nova opção é tão ruim que ninguém pegaria?

Se uma das duas tiver resposta sim, então é melhor repensar. Com o talento sendo 1d6 de dano, eu não tenho dúvidas de que a segunda resposta é SIM.
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Mensagempor ferdineidos em 19 Ago 2009, 17:21

Kasuya, tá difícil. Primeiro você diz: " Como estar sempre equipado é uma vantagem situacional, o talento se justifica.", depois você coloca: "Estar equipado continuamente com uma arma não representa uma vantagem em D&D 4.0"
Peraí, estar sempre equipado com uma arma é ou não uma vantagem, ainda que só em certas situações.

Depois: "Voltando à questão agora do público alvo: os combatentes."
Quais os combatentes? Só os que você considera?? Por que assim a discussão fica difícil...

Já coloquei meu ponto mais de uma vez e o repito pela última: O feat sendo +3 de prof, 1d6 de dano, off-hand e sendo considerado maça acho que tá ótimo. Aqui você paga um feat pra ter a vantagem de estar sempre armado com uma arma equiparada às marciais (sim, a vantagem é situacional, como a maioria dos feats).

Eu sei que o Lorde da Dança optou pelo 1d8 de dano, e ei, é direito dele, mas eu respeitosamente discordo do equilíbrio e seguimos em frente.
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Mensagempor Lorde da Dança em 19 Ago 2009, 17:52

Eu sei que o Lorde da Dança optou pelo 1d8 de dano, e ei, é direito dele, mas eu respeitosamente discordo do equilíbrio e seguimos em frente.


olha, se você olhar de volta no primeiro post, vai perceber que o dano mudou para... 1d8? Bem, pensei ter mudado para 1d6. Talvez fique equilibrado se eu mudar para 1d6 e adicionar a característica "high crit"
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Mensagempor Riketz em 19 Ago 2009, 18:08

este talento é comparável ao talento "Proeficiência com Arma" que permite à qualquer um utilizar a arma escolhida.. porém os ataques desarmados não se utilizam de uma "arma" pois fazem parto do grupo "desarmado" (e não do grupo "maça" como estão estipulando)..

legal fazer um feat em que o ataque desarmado passe a ser uma arma com proeficiência e dano melhor.. que qualquer classe pode treinar seus ataques desarmados(pegando este feat) para se beneficiar de um acerto melhor e com um dano melhor do que um camponês qualquer..

a característica de classe "Unarmed Combatant" do monge é oriunda de poderes psiônicos, torna seus ataques desarmados mais precisos e fortes que um treinamento normal (o feat que estamos criando) poderia oferecer.. por isto um monge tem proficiencia +3 e dano de 1d8 e o feat que estamos criando deveria ser inferior à isto..

não se pode colocar dano desarmado padrão como 1d8 para um treinamento físico comum.. monges treinam intensamente corpo e mente, por isso a fonte de poder é psiônica..

o ladino consegue aumentar o dado de dano do shuriken e ter o bônus de +1 na adaga, por ser uma especialidade da sua classe.. mesmo que outras classes possam utilizar o shuriken ou adaga, ninguém usará melhor do que os ladinos.. o mesmo ocorre para os monges, mas apenas para ataque desarmados, então eles acertam melhor e dão mais dano..

spiked gauntlet é +2 e causa 1d6 de dano, do grupo "desarmado" e propriedade "mão inábil"
mas ela ocupa o espaço de item mágico de mãos e dependendo do mestre não se pode usar anel..

---

minha opinião é: quer ter um ataque desarmado bom? o feat deve conceder:
proeficiência +2, dano de 1d6, grupo "desarmado", propriedade "mão inábil"
podem ser encantados magicamente, não ocupa o espaço de item mágico para mão e/ou anel..
o personagem precisa ter uma mão livre, mesmo que esteja chutando, cabeceando e etc..


+3 e 1d6 é o mesmo que uma espada curta.. sendo o +3 a vantagem de se utilizar a arma..
+2 e 1d8 é o mesmo que uma cimitarra.. sendo a vantagem dela o maior dano..
+2 e 1d6 para ataque desarmado.. a vantagem é estar sempre armado circunstancialmente.. embora esta não seja o seu ponto forte (pois você não é monge), já está razoável até você conseguir uma arma.. além de poder dar um soco mesmo que você esteja com um escudo leve.. hehehe
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Mensagempor ferdineidos em 19 Ago 2009, 18:32

Lorde da Dança: respeitosamente discordo de novo :b , se você colocar high critical ninguém vai comprar o feat pra usar katar.

Riketz, entendo seus pontos, mas acho que +2, 1d6 e mão inábil muito sem atrativos. O bom de +3 e 1d6 é que ela se equipara a uma arma marcial e pode ser usada como arma primária por algumas classes. Se diminuir o acerto o talento só será uma questão de estilo, pois deixa de ser uma opção que compensa.

Com relação a unarmed cai no mesmo problema aí de cima. Unarmed é considerado uma arma improvisada e armas improvisadas não podem ser treinadas (PH pg. 215). Assim, pelo que eu entendo, se você quiser colocar weapon focus em unarmed você não poderia. E quais encantamentos poderíamos colocar nela? Existem algum poder de classe que seja favorecido por unarmed?
Por essas questões, se escolheu uma categoria de arma pra integrar nesse feat, tornando-o assim mais útil.
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Mensagempor Riketz em 19 Ago 2009, 18:49

ferdineidos escreveu:Riketz, entendo seus pontos, mas acho que +2, 1d6 e mão inábil muito sem atrativos. O bom de +3 e 1d6 é que ela se equipara a uma arma marcial e pode ser usada como arma primária por algumas classes. Se diminuir o acerto o talento só será uma questão de estilo, pois deixa de ser uma opção que compensa.

realmente ser apenas +2 não é muito atrativo.. mas o bônus de proeficiência não deve ser o atrativo.. o atrativo é você estar armado sempre, poder agarrar, utilizar escudo, pegar e utilizar item e continuar lutando.. até mesmo porque o ataque desarmado nunca deve ser igualado à uma arma primária à não ser que você seja monge.. se não for monge, ataque desarmado é arma secundária (se pá terciária)..

ferdineidos escreveu:Com relação a unarmed cai no mesmo problema aí de cima. Unarmed é considerado uma arma improvisada e armas improvisadas não podem ser treinadas (PH pg. 215). Assim, pelo que eu entendo, se você quiser colocar weapon focus em unarmed você não poderia. E quais encantamentos poderíamos colocar nela? Existem algum poder de classe que seja favorecido por unarmed?
Por essas questões, se escolheu uma categoria de arma pra integrar nesse feat, tornando-o assim mais útil.

se pela regra uma arma do grupo unarmed são armas improvisada e desta forma não podem ser treinadas, como uma spiked gauntlet tem proeficiência de +2? adverturer's vault pág 9

olha a WotC vacilando aí.. hehehe.. de qualquer forma, o talento em si torna o ataque desarmado em uma arma treinável, incluindo assim sua proeficiência.. desta maneira você poderia pegar o weapon focus e weapon expertise (ou algo do gênero) normalmente..

acredito que não se deve colocar encantamentos ou qualquer aprimoramento mágico em ataques desarmados se você não for monge.. no caso de ser favorecido os ataques por unarmed, creio que apenas a classe de monge..

---

ataque desarmado nunca deve ser capaz de substituir uma arma principal.. ataque desarmado será sempre uma arma secundária, exceto se você for monge.. creio que devamos lembrar sempre disso.. se não nunca mais haverá guerreiros, paladinos entre outras classes com armas.. todo mundo de todas as classes andarão por aí e combaterão monstros com as próprias mãos..
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Mensagempor Nibelung em 19 Ago 2009, 19:31

Pessoalmente, se alguém quer usar uma arma primária diferente da que lhe é mecanicamente superior, mas não quer abrir mão da superioridade mecânica, eu deixo. Por exemplo, um ladino que lute desarmado, "tecnicamente", está empunhando uma adaga. Dentro do jogo, ele luta de mãos nuas. Arremessar a adaga conta como um "hadouken". Funciona perfeitamente bem.

Se a intenção do talento é criar algo explicitamente cosmético e situacional, pras raras situações da campanha nudista surgir, então não vai fazer diferença se o dano ou o acerto são +2/1d6 ou +3/1d8. O ataque desarmado normal é +0/1d4, e a manopla com cravos tem a desvantagem de lhe tomar o espaço de um item mágico em troca de ser +2/1d6, e na suposta situação onde os jogadores vão estar desarmados, creio que a manopla também não estaria acessível.

Não precisa tratar o ataque desarmado como se fosse uma arma superior, se a intenção dele é ser um recurso esporádico. Deixe ele como +2/1d6 mesmo, como um "treinamento superior com as mãos nuas", e o monge com seu soco psíquico potencializado é mais letal e mais preciso.
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Mensagempor Riketz em 19 Ago 2009, 19:53

Nibelung escreveu:Pessoalmente, se alguém quer usar uma arma primária diferente da que lhe é mecanicamente superior, mas não quer abrir mão da superioridade mecânica, eu deixo. Por exemplo, um ladino que lute desarmado, "tecnicamente", está empunhando uma adaga. Dentro do jogo, ele luta de mãos nuas. Arremessar a adaga conta como um "hadouken". Funciona perfeitamente bem.

concordo e discordo
concordo que fica tudo mecanicamente e tecnicamente tudo +ou- igual.. mas apenas se o jogador também comprar o talento Quick Draw.. pois num é preciso sacar sua mão do bolso pra atacar.. e o "hadouken" foi fods.. ahuahuahhua :victory: .. mas eu não deixaria.. hehehe..

Nibelung escreveu:Se a intenção do talento é criar algo explicitamente cosmético e situacional, pras raras situações da campanha nudista surgir, então não vai fazer diferença se o dano ou o acerto são +2/1d6 ou +3/1d8. O ataque desarmado normal é +0/1d4, e a manopla com cravos tem a desvantagem de lhe tomar o espaço de um item mágico em troca de ser +2/1d6, e na suposta situação onde os jogadores vão estar desarmados, creio que a manopla também não estaria acessível.

concordo em partes (muito já se foi dito sobre +3 e 1d8)

Nibelung escreveu:Não precisa tratar o ataque desarmado como se fosse uma arma superior, se a intenção dele é ser um recurso esporádico. Deixe ele como +2/1d6 mesmo, como um "treinamento superior com as mãos nuas", e o monge com seu soco psíquico potencializado é mais letal e mais preciso.

concordo totalmente
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Mensagempor Kasuya em 19 Ago 2009, 22:23

Kasuya, tá difícil. Primeiro você diz: " Como estar sempre equipado é uma vantagem situacional, o talento se justifica.", depois você coloca: "Estar equipado continuamente com uma arma não representa uma vantagem em D&D 4.0"
Peraí, estar sempre equipado com uma arma é ou não uma vantagem, ainda que só em certas situações.


Cara, eu fiz isso de propósito (sabia que você iria comentar assim), só pra te frisar o quão circunstancial é essa vantagem: sequer será uma vantagem em boa parte do tempo, mesmo quando a situação tender a favorecer o talento. O que eu quero dizer é: existem talentos muuuuito circunstanciais que fazem você ter dúvidas de se realmente vale a pena pegar. Mesmo esses talentos do PHB tem vantagens mais frequêntes que essa de estar sempre armado porque praticamente os jogadores SEMPRE vão estar armados nas horas certas, salvo emboscadas que pegam os jogadores completamente desprevinidos (dormindo, por exemplo), mas tudo que eles vão perder em relação ao cara com o talento é uma ação menor pra sacar a droga da arma. Não é uma perca muito decisiva, você há de convir.

Quais os combatentes? Só os que você considera?? Por que assim a discussão fica difícil...


Tirando o tempest (que eu ainda discordo em partes), quais outros combatentes armados com armas melee fariam algum tipo de combo apelão com essa vantagem? Estou considerando todos os melee dos PHB 1 e 2.

porém os ataques desarmados não se utilizam de uma "arma" pois fazem parto do grupo "desarmado" (e não do grupo "maça" como estão estipulando)..


Armado ou "desarmado" não faz diferença. O fato de ser considerado "maça" não é por estética absurda, é para fazer com que o punho possa ser usado em alguns poderes que o combatente tenham. Ou seja, se algum tiver como requisito o tipo de arma, considere o punho como maça. Sacou?

a característica de classe "Unarmed Combatant" do monge é oriunda de poderes psiônicos,


Pelo amor de Deus, isso é só um FLUFF, não é regra. Se você quiser assumir que o monge tem como apenas os poderes sobrenaturais oriundos dos poderes psiônicos e que os poderes mais físicos, de um treinamento marcial especializado (o que na verdade faz MAIS SENTIDO), o jogo vai continuar funcionando normalmente.

o ladino consegue aumentar o dado de dano do shuriken e ter o bônus de +1 na adaga, por ser uma especialidade da sua classe..


Olha que interessante: o ladino não tem poder psiônico. Ele usa o treinamento marcial. O que significa que, no mundo de D&D 4e, magia NÃO MANDA NO SISTEMA. Eu posso ser poderoso e fazer coisas espetaculares sem sequer UM efeito/poder mágico. Tenha sempre isso em mente, antes de alegar que uma outra classe não pode ter um punho de dano 1d8 porque o monge tem assim via poderes "psíquicos". Até pokemons do tipo normal usam psico-raio, se isso te faz se sentir melhor.

Tudo que seu Alakasan pode faze é chorar. :linguinha:


+3 e 1d6 é o mesmo que uma espada curta.. sendo o +3 a vantagem de se utilizar a arma..
+2 e 1d8 é o mesmo que uma cimitarra.. sendo a vantagem dela o maior dano..
+2 e 1d6 para ataque desarmado.. a vantagem é estar sempre armado circunstancialmente..


Por tudo que é mais sagrado,

QUANDO VOCÊS VÃO NOTAR QUE TALENTOS SÂO MAIS CAROS QUE UMA ARMA???

Não faz sentido você pagar um talento para ter uma arma pior que uma arma normal! Ninguém vai querer o talento.

Lorde da Dança: respeitosamente discordo de novo :b , se você colocar high critical ninguém vai comprar o feat pra usar katar.


Também discordo do High Crit. Não é como se o punho se tornasse muito mais letal que uma espada quando usado para atingir no lugar certo.

até mesmo porque o ataque desarmado nunca deve ser igualado à uma arma primária à não ser que você seja monge..


Por que??? Quer dizer, os magos podem até usar armaduras nessa edição, mas NÃO PODEM USAR A DEFESA MAIS BÁSICA DE TODOS OS SERES VIVOS COM EFICÁCIA: seus membros/armas naturais.

acredito que não se deve colocar encantamentos ou qualquer aprimoramento mágico em ataques desarmados se você não for monge.. no caso de ser favorecido os ataques por unarmed, creio que apenas a classe de monge..


Meu Deus. POR QUE??? Qual é o problema se agora eu quero ser um ranger que ataca com os punhos de forma EFICIENTE? Não percebe que você não está pensando em equilíbrio de regras, mas no seu GOSTO PESSOAL? Você claramente não vai com essa de "jogador espertinho querendo dar estilo artista marcial ao seu personagem", mas isso não quebra o sistema em NADA. E você ainda paga um talento pra isso.

E os encantamentos vão garantir que o seu punho (isto é, o seu talento) vai continuar valendo a pena em níveis mais altos. Não há problema nenhum aqui, senão ao de seu gosto pessoal.

ataque desarmado será sempre uma arma secundária, exceto se você for monge.. creio que devamos lembrar sempre disso..


Cara, que regra diz de forma indubitável que só monges podem lutar com os punhos? Sério, isso é incrível.

se não nunca mais haverá guerreiros, paladinos entre outras classes com armas.. todo mundo de todas as classes andarão por aí e combaterão monstros com as próprias mãos..


Que besteira! É como se todo mundo (menos você) gostasse de artistas marciais. Se fosse assim, todo mundo era monge e pronto. Acontece, cara que trata-se de uma OPÇÃO. Existem outras armas (mais baratas que um talento) que causam o mesmo dano (ou mais) e que poderiam ser muito melhor aproveitadas para outros poderes (que não suam maça como requisito ou que tenham melhores multiplicadores que dariam uma vantagem maior a armas de 1d10 ou 1d12 de dano).

Não há lógica em assumir que todos pegariam esse talento e nem muito meno em sustentar os esteriótipos das classes. Na minha mesa o paladino usa um mangual e não uma espada longa. E quer saber? Ficou muito melhor.

Pessoalmente, se alguém quer usar uma arma primária diferente da que lhe é mecanicamente superior, mas não quer abrir mão da superioridade mecânica, eu deixo. Por exemplo, um ladino que lute desarmado, "tecnicamente", está empunhando uma adaga. Dentro do jogo, ele luta de mãos nuas. Arremessar a adaga conta como um "hadouken". Funciona perfeitamente bem.


Voltando a dizer: e você ainda pagaria por um talento, quando podia arrumar um mestre com esse.
E faz sentido. Qualquer custo inerente a uma arma não mágica pode ser considerado NULO posi só vai fazer diferença mesmo para um personagem de primeiro nível. Então nem importa muito qual a droga da sua arma. O importante é que tudo é M.E.V. (meramente efeito visual).

Não precisa tratar o ataque desarmado como se fosse uma arma superior, se a intenção dele é ser um recurso esporádico. Deixe ele como +2/1d6 mesmo, como um "treinamento superior com as mãos nuas", e o monge com seu soco psíquico potencializado é mais letal e mais preciso.


Nesse ponto eu disordo. Como um talento, o talento tem que valer a pena. Se ele tem uma vantagem incrivelmente situacional, ele tem que ser eficiente em na situação a que ele se propõe. Supor que ele é eficiente porque seu dano deixou de ser 1d4 para 1d6 na rodada surpresa é de lascar. Francamente.
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[4e] Mongerização

Mensagempor Fëanor em 19 Ago 2009, 23:31

Nesse ponto eu disordo. Como um talento, o talento tem que valer a pena. Se ele tem uma vantagem incrivelmente situacional, ele tem que ser eficiente em na situação a que ele se propõe. Supor que ele é eficiente porque seu dano deixou de ser 1d4 para 1d6 na rodada surpresa é de lascar. Francamente.


Bom, pensando bastante acho que +3/1d8 é muito.
Eu faria +3/1d6a off-hand. Se você acha muito fraco, coloca Brutal 1 nela, que seria o equivalente a um 1d7.
Naaão é tão ruim como 1d6, nem tão poderosa quanto 1d8.
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Far from home
No one will ever know our names
But the bards' songs will remain"


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