Seu_Madrüga escreveu:Engraçado, não lembro dessa drama do desarme na 3a edição. Desarmar não era "at will" pra quem cumpria requisitos?
Não haviam requisitos, só penalidades por tamanho/categoria da arma e gente sem o talento tomava oportunidade. E na falha, o alvo do desarme poderia tentar um contra desarme.
Mas daí você tinha um guerreiro com corrente de cravos e... bem... o vilão principal era desarmado, imobilizado e levava ainda todos os ataques restantes com -4 por estar no chão
Isso é uma beleza no começo. Focar ataques de imobilização no inimigo principal, desarmado, era muito desequilibrado. Enquanto isso, o mago era um besteiro capaz de disparar magias de 1º nível 4 vezes ao dia, e seu arsenal era 1d6 de dano elétrico corpo-a-corpo ou 1d4+1 a distancia. E ainda precisava de uma armadura arcana para não ser atingido por qualquer 10 no dado de um kobold xD
Depois, em níveis altos, no total, era um ataque de desarme, um por imobilizar e dois ataques regulares no chão... ou 3, se o guerreiro está acelerado.
Mas daí, volta o situacional... na hora de enfrentar um animal atroz quadrupede/dragão/tarrasque, ele não podia ser desarmado e imobilizar ele era tenso por causa de seu +4 por ter quatro patas.
Enquanto isso, o mago continua a ser uma máquina de destruição/petrificação/imobilização/dominação/etc. voadora...
Em resumo, a possibilidade existia, mas necessitava de muita direção para se tornar efetiva e ainda tinha defeitos em situações diversas...