1- Uma magia de mago/feiticeiro que tenha como alvo: "1 humanóide/nível"
conjurada por um feiticeiro de 13°/Clérigo de 5°, tem 13 ou 18 alvos?
Só um complemento: lembre-se sempre que "nível de conjurador" é igual ao seu nível na classe cuja qual você lança uma magia. E isso inclui feiticeiros e magos. Se você for mago 3 e feiticeiro 1, ao lançar mãos flamejantes como mago você causa 3d4 de dano (e não 4d4) e ao lançar como feiticeiro, 1d4 (não 4d4).
O mesmo se aplica, logicamente, para passar pela RM. O sistema simplesmente não funciona para multiclassear conjuradores (exceto as classes de prestígio roubadíssimas para conjuradores, em que você continua ganhando as magias como se tivesse subindo na sua classe conjuradora e ganha outros poderes MUITO BONS, no geral, que você jamais sonharia em ganhar).
2- Visão da verdade revelaria em "Qual cópia" o mago está, quando o mago está sob efeito da magia "Reflexos".
Um druida com visão da verdade, seria capaz de identificar qual seria a 'cópia correta' e alertar suas criaturas invocadas para atacarem aquela cópia em específico?
Cara, você está fazendo confusão com essa magia. VIsão da verdade vê A VERDADE, ou seja, distingue o que é ilusão e o que não é. Isso significa que você veria as cópias do mago e ele mesmo, mas sabendo quem ele é. E até onde eu sei, você, mesmo com visão da verdade, terá plena consciência não só do que é verdade, mas também do que é ilusão. Por exemplo. Se você usasse visão da verdade antes de encontrar um mago (que já estava com reflexos) você saberia que ele está com o efeito da magia.
E outra, você sempre pode dizer "ataque aquele lá" sem problemas, até onde eu sei.
3- Um guerreiro com visão da verdade poderia, com trespassar maior, ir atacando e trespassando cada cópia 'errada', e destruindo a magia em uma rodada apenas?
Se pode, eu não tenho certeza. Por mim, como narrador, poderia. Mas não faz sentido: não é melhor atacar logo o verdadeiro e dizer para os aliados atacar quem você está atacando? Se o mago "se misturasse" às cópias novamente, é só todo mundo adiar a iniciativa para depois do guerreiro e atacar quem ele está atacando.
4- Toque da idiotice, 2° círculo de magia arcana, diz não ter teste de resistência, e causa 1d6 de penalidade em inteligencia, sabedoria E carisma do alvo. Essa informação, do livro do jogador 3,5, está correta?
Correto. E não se preocupe tanto assim quanto a chegar perto e tocar. Invisibilidade, familiares que tocam por você, recuo acelerado, reflexos, dentre outras opções, estão aí pra isso. Definitivamente, esse não é um ipencílio para um mago realmente inteligênte.
5- Globo de invulnerabilidade menor é como se fosse uma 'área de magia morta'? qualquer magia de 3° circulo ou inferior não funciona dentro dele.
Minha questão é: se o conjurador, que está com armadura arcana, conjura esta magia, a sua armadura arcana é 'suprimida'? ou só se ele sair e então retornar ao globo?
Eu interpreto assim: coisas vindas de fora não funcionam. Coisas vindas de você, funcionam.
Mas o texto da magia é realmente inconclusivo.
6- Chama contínua: 1 ação padrão pra fazer, 50 po pra conjurar (componente material), Permanente.
Poderia ser conjurada com Ampliar Magias, para ter sua área de iluminação dobrada? Isso alteraria algo alem do círculo de magia superior? (Algo me diz que isso não é possivel, e fico me indagando: por que não?)
Se não tem área, não funciona.
7- O mesmo Feiticeiro13/Clérigo5, se precisar jogar um teste para superar a RM de um alvo, terá de rolar 1d20+18? (ou 1d20+13 se for magia arcana e 1d20+5 se for divina ?)
Vide resposta 1: níveis de conjuradores não se acumulam.