Vou mestrar Cyberpunk! Mas...

Essa é a seção para conversas gerais sobre RPG, que não são sobre um sistema específico ou envolvem a sociedade em discussão sobre aspectos culturais, religiosos, comportamentais e educacionais do RPG, a popularização do jogo e o combate ao preconceito.

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Vou mestrar Cyberpunk! Mas...

Mensagempor GarotoVaca em 08 Jun 2010, 16:29

Oi,

Vou, mestrar num cenário Cyberpunk, mas preciso de uma ajuda para isso. Gosto muito do tema, mas não joguei muito RPG com esse tipo de ambientação. E como sou um mestre que basicamente jogou a vida inteira com fantasia bloody opera, vou ter que me adaptar um pouco pra o estilo que queremos o jogo.

Antes de gritarem "ambientação não tem nada a ver com o estilo jogo!" ou qualquer outra coisa dessas, vou explicar um pouco do cenário. Que também, óbvio, precisa de diversas arrumações.

As principais influências são Shadowrun e Blade Runner e Ghost in the Shell. Bem, na verdade é um Ghost in The Shell mesmo, mas como eu não achei material decente para o tema (tinha uma revista da Dragão Brasil e wikipedia) peguei algumas ideías roubadas aqui da Spell, exclusivamente do cenário do Bahamute, o "Cenário Pós Apocaliptico, dominado por ROBOS-Like I R".

A premissa do jogo é essa:

Essa época é marcada pela tecnologia cibernética: os grandes avanços nas áreas da biologia, computação e engenharia permitiram que os humanos pudessem se fundir a máquinas e adquirir propriedades sobre-humanas. As novas possibilidades de escolha alteraram o mundo e a definição de um ser humano como conhecemos está completamente mudada. Os robôs estão muito avançados e agora realizam tarefas que antes mal podíamos imaginar.

Assim como a longevidade humana aumentou e as concepções de vida também, o crime e a guerra também se alteraram, se tornando mais brutais e eficientes. As organizações mafiosas possuem diversos setores de atividade: comércio de drogas, prostituição, fraude, extorsão, assassinato, espionagem industrial, venda e produção de armas ilegais e crimes de tecnologia.

Vocês são os policiais desse mundo conturbado, do Departamento de crimes ligados a tecnologia, setor onde diversos criminosos atuam, sejam eles robôs assassinos ultra-avançados, sistemas de inteligência artificial corruptos e manipuladores, ladrões de mente, mercenários sobre-humanos, invasão a sistemas de segurança, espionagem industrial e infiltração do serviço de inteligência policial.



--

A treta-mor ai é o que ta grifado. Foi uma idéia que o Lumine colocou la e eu achei interessante. Penso em Sistemas de inteligência Artificial se passando por humanos ou então dominando grandes corporações secretamente. Existe também A.I. desenvolvidas pelo governo para cuidar de assuntos específicos como o cuidado com o Meio-Ambiente (tipo uma maquina responsável por verificar se as industrias estão trabalhando nos conformes e coletar dados referentes a poluição e crescimento urbano).

O que diferenciaria uma A.I. ilegal (que controla uma empresa) e uma A.I legalizada (que coleta informações e oferece possibilidades) é que a primeira toma decisões e controla as operações com sua própria vontade e outra não tem parâmetros para decidir e sim, auxiliar a tomada de decisão. A idéia é que como a transição de vida ainda é ilegal (humanos não podem viver em máquinas e o contrário também não é possível), a lei só opera sobre humanos. A máquina é só uma ferramenta, mesmo que possa ser tão inteligente (ou mais, o que normalmente ocorre) quanto um humano. Por isso as máquinas legalizadas são submissas para o serviço humano, como se fossem tratadas como escravas.

Algumas A.I. conseguem se desenvolver, mas caso isso seja percebido pelos seres humanos e passem de padrões estabelecidos, eles a destroem ou a reprogramam. A A.I. pode migrar para outras maquinas, caso deseje fugir, mas ai é outra história.

Elas também podem entrar em conflito com outras A.I., criando guerras virtuais ou mesmo reais para estabelecer seu poder. Ainda, as entidades governamentais estão no controle dessas atividades. Ainda.

-

Não é pra ser um cenário completamente novo ou com o intuito de que vá ser publicado depois, mas sim pra ser divertido.

Além disso,como os jogadores serão policiais de elite, eles precisaram tomar conta de atentados contra a ordem pública, como invasão a prédios criminosos e resgate de reféns. Alguém já trabalhou com esse tipo de coisa? Usam elementos como blueprints para os jogadores usarem-se de táticas policiais e de negociação de reféns é boa? Como?

Valeus.
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Mensagempor DarthVader em 08 Jun 2010, 21:06

Cara tenta se basear em blade runner mesmo. O sistema que você procura tem tudo a ver com o cenário do filme. "Aluga" o filme e vê. A perseguição aos replicantes e eles serem usados como mão-de-obra em trabalhos pouco remunerados e desinteressantes é justamente blade runner. É por isso que ele é um crássicro!!! O replicante deixando o blade runner viver após de caçá-lo é uma cena crássica também!!!

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Mensagempor Lumine Miyavi em 08 Jun 2010, 21:11

Não acho que Blade runner seja o end-all de campanhas tipo CybahPank. Pelo contrário, é apenas uma das visões possíveis.
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Mensagempor Aluriel de Laurants em 08 Jun 2010, 21:40

Ao mesmo tempo, que máquinas com esse grau de desenvolvimento, desenvoveriam complexidade humana, podendo criar credos completamente novos, ditarem a cultura, além de que com tais avanços, o futuro seria bem mais amplo em outras áreas da tecnologia, logo o cyberpunk podia acabar tendo toques de outras áreas do sci-di como hard sci-fi espacial.


Além disso certas perguntas substanciais podem influenciar um bocado sua construção de cenário.

1- Como a sociedade vê robos? Quantos são os descrentes e os que possuem uma visão contrária aos robos?
2- Em que os robôs mudaram a tecnologia do mundo? Que revoluçoes fora da área computacional aconteceram?
3- Como a política do mundo foi mudada por esse diferencial tecnologico?
4 - Robos com alto nível de IA já se organizaram em algo e como os próprios reflexos desse nível humano de consciencia influencia seu comportamento?
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Mensagempor Allefcapt em 09 Jun 2010, 16:40

Olá a todos,

Garoto Vaca,

Faça o que o Darth aconselha. Assista a alguns filmes.
Há muita coisa boa para você observar e anotar. Muitas idéias certamente surgirão.
Infelizmente os filmes do gênero são historicamente considerados muito ruins, mas para a busca de algumas referências valem alguma coisa.

Isto claro, em curto prazo.
Se tivesse mais tempo a literatura iria lhe ajudar muito mais. (Admirável mundo novo (Aldous Huxley) e 1984 (Gerge Orwell) são exemplos.

Como você pede AJUDA aqui, vamos tentar alguma coisa. :victory:
Seguindo o conceito de que Cyberpank: é um gênero estético nascido dos exercícios literários de futurologia sobre os aspectos negativos da interação entre seres humanos e tecnologia, tentemos.

Assista ao menos algumas das obras de um dos papas do gênero, Philip Kindred Dick:

- BLADE RUNNER (1982) – Aqui a fotografia é considerada a MÂE dos filmes do gênero.
- Screamers (1996)
- Minority Report (2002)
- Paycheck (2003)
- A Scanner Darkly (2006)


Além dos filmes e animes:

- Matrix (1999)
- Strange Days
- Nirvana
- 13º Andar
- Metrópolis
- Tron
- Robocop
- Johnny Mnemonic
- Akira (O ANIME)
- "Cowboy Bebop
- Desert Punk
- Gunnm - Battle Angel
- Bubblegum Crisis
- Armitage III
- Silent Möbius
- Serial Experiments Lain
- Texhnolyze
- Eat-Man
- Boogiepop Phamtom
- Ghost in the Shell


Abraços,
"É o seu navio que faz o porto.
Lance ferros com sabedoria"

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Aventura: http://www.alqadim.blogger.com.br/index.html

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Mensagempor arghsupremo em 09 Jun 2010, 17:16

GarotoVaca,

faça o seguinte, como não tenho nada para ajudar nesta discussão eu te recomendo a assistir uma porrada de filmes.

Beijocas!
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Mensagempor Armitage em 10 Jun 2010, 00:26

GarotoVaca, o Aleph já deu o mapa da mina - a maior parte dos contos indicados já lidam com o assunto que você tá falando. Quanto ao que fazer em termos de jogo, siga a linha Ghost in the Shell mesmo, com investigações acerca de crimes feitos por máquinas ou IAs, e missões de apreensão/assaulto/anti-terrorismo também relacionado a isso.

Para idéias de como usar IAs em seus jogos, recomendo 2 RPGs: Transhuman Space e Eclipse Phase. Ambos são mais transhumanistas do que cyberpunk, mas são repletos de ótimas idéias acerca de IAs, seja como antagonistas, aliadas, ou apenas permeando de forma plausível diversos aspectos da sociedade. Além disso eles são tão cheios de idéias fascinantes que é capaz de você querer "roubar" muita coisa pro seu cenário. ;)

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Mensagempor Allefcapt em 10 Jun 2010, 09:41

Olá a todos,

SILVA,
"Transhuman Space".
Cara, que boa lembrança! Vou até ler mais a respeito.

GAROTO,
Nos avise se alguma das dicas lhe foi útil depois ok?

Abraços,
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Mensagempor Elven Paladin em 10 Jun 2010, 17:20

Não posso crer que ainda não mencionaram a Sprawl Trilogy ( consiste em Neuromancer, Count Zerto e Mona Lisa Ovedrive, todos traduzidos para o português pela Aleph ) de William Gibson, a trilogia que praticamente cunhou quase tudo que é relevante para uma crônica C-Punk.

(Admirável mundo novo (Aldous Huxley) e 1984 (Gerge Orwell) são exemplos.


Antecedendo-me ao Madruga: Antes disso, veio "We" ( Nós ) de Yevgeny Zamyati.
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Mensagempor Aluriel de Laurants em 10 Jun 2010, 21:07

Assista desse lista prioritariamente metropolis, tron Ghost in the Shell e Lain (lain é legal por ser mais low tevh, mas ter uma idéia muito legal de rede.
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Mensagempor GarotoVaca em 10 Jun 2010, 21:54

To lendo todos os comentários aqui, galera. As dicas de filmes estão sendo úteis. As vezes eu esqueço de alguns filmes e as listas ai me ajudaram.

Sim, Metropolis eu ja deveria ter assistido faz séculos por causa do meu curso, mas eu sou uma decepção mesmo.
Logo, vou postar umas idéias que tive.


Prometo que faço um post mais elaborado logo logo, com as idéias mais organizadas.

Valeus!
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Mensagempor Vincer em 11 Jun 2010, 20:14

Cara, já narrei muito cyberpunk com diferentes abordagens. Apesar das nuances de uma ambientação e outra, a essência é a mesma e dá para adptar o que for preciso sem dificuldades... se precisar de idéias para aventuras, organizações e etc, só falar.

Mas eu tentaria escapar de generalizações. Exemplo 'como os humanos vêem os robôs' é generalizar. O máximo do cyberpunk é explorar cada aspecto do mundo moderno e extrapolar. Eu acho mais bacana explorar toda a diversidade de visões de mundo e subculturas do que dar um clima monocromático(ex: matrix). Nesse aspecto, aconselho MESMO pegar *neuromancer* acima de todas as outras referências citadas. Ghost in the shell fica muito num ponto de vista só, o dos proganistas e da 'seção 9', ou seja, o ponto de vista de uma facção governamental sem mostrar gangues, sub-culturas e etc. Ghost in the shell também entra mais no pós-cyberpunk, com foco em transhumanismo e onde a tecnologia se mesclou a sociedade totalmente num padrão... o cyberpunk já explora o choque da sociedade com a cada vez mais invasiva tecnologia. Seria bom saber qual dos dois 'gêneros' você quer abordar. No pós robôs são lugar comum,bem como transplantes cibernéticos e em alguns livros clonagem; a sociedade fala do assunto como algo mais trivial, seu patrão pode ser um ciborgue com perfeita aparência humana e estar tudo ok. Se quiser ir mais no 'cyberpunk raiz', os implantes feios e muitas vertentes à favor e contra a tecnologia se chocando são a regra. Uma sociedade 'se adaptando'.

Por exemplo, como seriam os 'hippies' nesse cenário? O que eles achariam dessa tecnologia toda? E os ecologistas e ecoterroristas? Alguém com um braço cibernético é bem aceito numa empresa? Há discriminação? Até que ponto os robôs são comuns? São usados pela polícia? O porteiro do seu prédio é um? Como cada país lida com a questão da robótica? Talvez alguns países tenham banido o uso... a igreja católica, o que diz? Surgiram novos cultos com o advento de tanta tecnologia? Só de começar a fazer essas perguntas e respondê-las, idéias para aventuras e tramas vão começar a surgir.

Como seu foco vai ser na polícia, pense logo até que ponto a tecnologia é acessível a eles. Pra começar, o top da tecnologia é sempre caro, então no país dos jogadores, até que ponto o governo investe nas operações policiais? Eles têm robôs espiões sempre que precisam? Acessam facilmente plantas de prédios no qual vão operar? A lei facilita esse acesso a informações ou as multinacionais são tão poderosas que levam 'segredo empresarial' as últimas consequências? E robôs? Os policiais trabalham lado a lado com 'companheiros' artificiais? O que eles acham disso? Talvez role um medo de que eventualmente metade ou mais da corporação perca emprego para os 'policiais que não sangram'...
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Mensagempor Armitage em 15 Jun 2010, 01:48

Fazendo eco ao que o Advogado de Regras disse, Neuromancer é leitura obrigatória. Inclusive no livro existe o Turing Registry, um órgão que monitora as AIs do mundo tudo de forma a mantê-las "na linha". A Turing Police é o braço executivo deste órgão e consiste em diversos agentes de campo treinados para lidar com (=caçar) essas AIs. O enredo do livro gira justamente ao redor disso: um grupo de individuos descobre um meio de burlar o registro Turing criando uma AI indetectável a este, e que possa evoluir e alcançar auto-consciência sozinha.

Dá pra adaptar essa idéia pra um jogo maneiro - os jogadores seriam agentes da Turing Police, caçando as AIs ao redor do mundo, e até fora deste (em órbita e no espaço). ;)
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