O Argh é um querido, um fofo, um exemplo para todo brasileiro.
Quanto às reflexões, a única coisa que aconteceu nesse tópico foi... bem, tu propôs os seguintes... "questionamentos":
O que acham?
Como seria possível defini-la?
Acham possível chegar àquele "mundo imaginativo" numa mesa de D&D 4ed?
Ainda existem sistemas/cenários dessa "fantasia medieval clássica" sendo publicados? Quais?
Tua tese: AD&D tinha uma aura, era mais fantasia medieval heróica, muita emoção, blabla
Nossa tese: troca por troca, de que adianta escrever pilhas de livros de cenário, com ilustrações de época, e as regras estarem ultrapassadas? É só pegar algo atualizado e jogar a roupagem em cima.
Ainda para constar, no meio da discussão ainda veio a tona o velho assunto "videogame de papel"... e, err... Fallout usou uma versão de GURPS, e D&D teve bazilhões de jogos em plataformas diversas... até Vampiro: A Máscara teve um jogo.
E aí, agora é penpaper digital... ou videogame? Videogame, óbvio. E por que o inverso nunca é verdadeiro para os fãs de jogos indies e oldschool? (crítica genérica, não intentada contra ninguém deste tópico)
A conclusão que nós chegamos é... nenhuma. Concordo sim com as teses dos amigos de que tu estaria sim sob efeito do Filtro Nostálgico. Em tese, tu pode pegar GURPS e jogar encima o que tu quiser, ou M&M, ou Opera.
Mas agora, D&D sempre foi "entrar na masmorra, matar os monstros, pegar o tesouro... sigamos para a próxima aventura!" Ele veio disso, e continua nisso.
Não é por que o sistema proíbe anões de serem magos ou que somente meio-elfos podem ser multiclasse, ou por que a arte era de época que vai agregar valor a ele. Tu tem que: pôr na mesa? Funcionou? Beleza.
Vide o tópico de fichas de monstros 3.x: mestrar na 3e era um saco, por que para cada NPC, tinha magias, pontos de perícia, compra de equipamentos.
Todos os sistemas tem vantagens e falhas... mecânicas. Agora, quanto ao feeling? Bom, isso tu pega o cenário, e põe as regras que tu quiser em cima. Se funcionar na tua mesa, beleza.