O fato deles dizerem "não é obrigatório, é só um suplemento extra" é só mais uma forma deles conseguirem conformar vcs.
Aliás, funcionou.
Não nem o quê negar que o que estão fazendo é uma senhora estratégia de marketing. Eles vão arrecadar horrores com estes livros, mesmo sendo somente os mais afortunados que irão pagar.
Se bem que, com o papo "calma, só mais um suplemento" eles conseguiram acalmar vcs, então é bem possível que o mais pé rapado até prostitua-se para conseguir comprar estes.
Vejam bem, se eles vão lançar um novo livro do jogador a cada ano, com novas classes, regras etc, quem não se sentirá imbuido a comprar? Não é algo como Draconomicon, com conhecimento específico e muitas vezes dispensável e que (quase) nenhum jogador faz absoluta questão que o mestre tenha. É UM LIVRO DO JOGADOR ora essas, com aprimoramento dos problemas do ano anterior, classes, etc. É sim como se fosse um 4.5 novo a cada ano e nada do que disseram até agora chega perto de mostrar o contrário. Na verdade o extremo oposto:
O PHB2 é só um conjunto de regras opcionais, classes novas, magias novas, uma cidade-exemplo, etc
O diferencial é que nessa frase está acrescida o "só" do jogador que introjetou o papo da wizards.
Essa estratégia é porca e talvez sobreviva por deixar os fãs do jogo que têm grana e/ou que não percebam a descarada estratégia de exploração, tão extasiados por terem a cada ano mais coisas para babarem em cima das classes, mudanças, aprimoramentos etc, que talvez não enxerguem.
Ora, é a estratégia mais velha de todas: panis et circenses. No caso, circenses et circenses.
Circo e circo. para não pensarem.
Claro que funciona, e a defesa com unhas e dentes pelo seu direito de ter todo ano um livro novo ocorrerá. Oh mal-afortunados aqueles que não podem arcar com isso ou que conhecem de cór essas antigas estratégias. Terão de conviver com o "para de reclamar. Não quer não compra, quer compra."/"Mas não tenho dinheiro! E mesmo se tivesse me recusaria a aceitar isso."/"Oras decisão sua. E o livro nem é necessário.. É só um suplemento....".
Para alguns a simulação acima deve até ter parecido bem sensata. Eu acho que beira o hilariante.
Outra coisa que ocorrerá com estes excessivos suplementos é o abarrotamento do jogo. Pior será para os cenários específicos que não suportarão tantos seres coexistindo ou tanta coisa acontecendo. É o mal do qual pereceu o Storyteller, aonde começaram a abarrotar demais, ficaram sem ter onde enfiar mais coisas, desagradaram os fãs, e finito.
Convenhamos, pq vcs acham que eles simplesmente não trabalham mais, demoram um pouco mais pra lançar a 4a edição e ao invés de lançar um livro por ano não fazem algo bem feito, sem que seja necessária outro livro com "atualizações/correções", e não colocam as "informações desnecessárias" que virão nos "suplementos" em verdadeiros suplementos.
Classes nos livros das classes respectivas, talentos o mesmo, cidade o mesmo, etc. Alguns desses poderiam até ser fornecido pela internet.
Mas não, resguardar isso sobre o nome "Livro do Jogador", "Livro do Mestre" e "Livro dos Monstros" cria uma nova aura pelo fato de sempre ter sido constituido que são os livros básicos. Cria uma insinuação de obrigatoriedade para mestres e jogadores.
Sinto muito, mas se uma estratégia tão obvia vcs não conseguem ver, vcs merecem que cada vez mais parem de ligar pras novas edições, fiquem nas antigas e em alguns anos o D&D acabe.


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(Acho que isso nao é pirataria ne?)
Nos últimos anos fui muito mais seletivo, quando a grana apertou.








