
até que ficou bem unico afinal eh o unico cenário/continente/seila o que que possui esses tipo de traços
e a história do surgimento dos moreau tambem é interessante
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Lumine Miya escreveu:concordo eltor mas o que deve acontecer é que de tanto ressucitar e matar o infeliz ( nas primeiras vezes o infeliz deve aparecer né) ele acaba desistindo de viver e nunca mais aceita ser ressucitado
Meu amigo, pensa comigo. O cara me matou, ele tem fama de matar / ressucitar / matar.
Opa, um clérigo DELE está me chamando a vida. Claro que eu vou aceitar, não é?










Claro, na prática ele é exatamente isso que você descreveu, mas não é assim que ele é vendido.
Então, a existência de Triunphus não justificaria Sckhar ter o poder de reviver alguém contra a vontade.
E se não fosse, quem demonios teria o poder de teletransportar tanta coisa?
Mas não entendo como engolem Nitamu-ra. É o cumulo do ruim. A pior parte do cenario.
O problema é que qualquer reino em Arton é descrito na frase "_____________, o reino do ____________". E aí tudo naquele reino tem aquele tema. Tudo. Fica uma coisa ridiculamente forçada, infantil, monocromática.

Não se esqueça da ilha dos furries. Aquilo sim me deu medo... Cassaro quer cobrir TODOS os fetiches possíveis.
Eltor Macnol escreveu:A cidade só é assim porque uma divindade maior a fez assim. Divindades maiores podem tudo (especialmente em Arton, onde eles não cansam de nos relembrar que os deuses deles têm o pênis maior que todos os deuses dos outros cenários juntos).
Cassaro quer cobrir TODOS os fetiches possíveis.

Isso já não é em Arton e lá não tem Tormenta. Foi um cenário criado a parte e q ele decidiu colocar no mesmo universo de Arton. Funciona separado ou junto, a gosto do freguês. Pra mim, funciona separado.
Não preciso de uma ilha de licantropos, quando em Arton já havia licantropos.





Ele ainda não adotou minha sugestão de colocar saias colegiais como uniforme obrigatório na Academia Arcana.
Furriesnãosãolicantroposfurriesnãosãolicantropos
Não, são meio-licantropos. Humanos com características animais, tipo os shifters de Eberron. Em Arton, eram chamados de licantropos animais (para diferenciar dos ferais e dos bestiais).






Ora, todos sabemos a verdade. Não é isso que importa?
Não, mas justifica mais do q bem a mudança nas regras de ressurreição, para q tal vilão possa ter como característica o hábito de aniquilar almas como punição maior.
Bem, aí depende do narrador. Se os jogadores foram burros de esperar ladrões apenas no reino q eles leram como "O Reino dos Ladrões", então eles serão roubados com frequência.
O Reino da Magia Proibida é um bom título pq simplifica a principal característica do reino: A lei que proíbe o uso de magia arcana.
O Reino dos Minotauros é um reino governado principalmente por minotauros, assim como o Reino dos Anões o é por anões. O reino dos elfos não, pq não existe mais.
Enfim, não é pq cada reino tem uma característica principal q obriga a ser a única característica dele.
Lumine Miya escreveu:Não, são meio-licantropos. Humanos com características animais, tipo os shifters de Eberron. Em Arton, eram chamados de licantropos animais (para diferenciar dos ferais e dos bestiais).
Ingênuo.
( muitos que seguem sckar são neutros)
Ora bolas, me dá a possibilidade de usar ninjas e samurais, caso eu sinta vontade. Na minha mesa, eu havia pensado em colocar em Tamu-ra o q eu havia lido de L5R (visto q não tem muita informação sobre os tamuranianos), mas decidi fazer isso só quando fosse usar Nitamu-ra pra alguma coisa.
E estou com o Nibelung. Japoneses, chineses e wtfeneses, pra mim, é tudo uma coisa só.
Essa ilha seria composta de tribos germanicas e Vikings andando LADO A LADO. Sem nenhuma diferença de costume.

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