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Pensamento de manada, hein 
Kear escreveu:Hum...Isso significa que 3e tinha um bom game design e permitia isso ou você está usando uma frase fodonica e complicada pra dizer que equilibrio é importante na hora de fazer um sistema e ao mesmo tempo impressionar burros como eu?
Por exemplo: Se eu quero jogar com um personagem X para fazer Y, um jogador que fez um personagem Y para fazer X não pode também fazer Y, porque senão o primeiro jogador será inútil para o grupo de jogo. E isso ocorre em D&D desde os primordios
Silva escreveu:Por exemplo: Se eu quero jogar com um personagem X para fazer Y, um jogador que fez um personagem Y para fazer X não pode também fazer Y, porque senão o primeiro jogador será inútil para o grupo de jogo. E isso ocorre em D&D desde os primordios
"Niche protection".




ProxAlestorm escreveu:Bem apesar de todos os argumentos apresentados, que não deixam de ser válidos, ainda há um porém: o fato dos conjuradores precisarem descançar para recuperarem magias e que estas têm durações estipuladas.
Por isso eu disse que um tipo de classe fica meio dependente uma da outra.
Em uma dungeon se o mago ou qualquer outro conjurador ficar dependende apenas de suas armas ele com certeza não vai sobreviver por muito tempo sem ajuda dos combatentes.
É claro também que tenho que concordar que as classes de combatentes são muito "fracas" em comparação aos conjuradores se levarmos em consideração apenas as classes básicas.
O que faz diferença neste tipo de classe são as classes de prestígio, além dos equipamentos, pois sempre um conjurador vai ser superior ao um combatente com equipamentos mundanos, com execessão dos níveis baixos.
Se o DM não souber equilibrar esta parte de equipamentos, realmente não vale a pena jogar de combatente em níveis avançados. O que vocês acham?
ProxAlestorm escreveu:Sim, mas em relação aos componentes materiais ou implementeos, no caso do grimório do mago por exemplo? Particulamente acho a regra de usar componentes materiais muita chata, mas se você for usá-la, sim os conjuradores, ficam de certa foram impotentes. Já pararam pra analisar a quantidade de componentes é necessária para conjurar magias e seus custos? Fora que é muito fácil "perdê-los" no jogo. Acho que se usarmos realmente todas as regras do livro, o jogo não fica assim tão desequilibrado quanto vocês afirmam.





Lumine Miyavi escreveu:ProxAlestorm escreveu:Sim, mas em relação aos componentes materiais ou implementeos, no caso do grimório do mago por exemplo? Particulamente acho a regra de usar componentes materiais muita chata, mas se você for usá-la, sim os conjuradores, ficam de certa foram impotentes. Já pararam pra analisar a quantidade de componentes é necessária para conjurar magias e seus custos? Fora que é muito fácil "perdê-los" no jogo. Acho que se usarmos realmente todas as regras do livro, o jogo não fica assim tão desequilibrado quanto vocês afirmam.
Assim como contabilização de peso, penalidades por equipamentos danificados e etc.
Enquanto que o jogo "assume que um mago tem todos componentes em mãos" (o próprio livro diz), esse mesmo livro sugere que os jogadores contabilizem o "status" dos equipamentos mundanos. Além do mais, "aventuras pra pegar componentes" simplesmente continuam sendo coisas unilaterais, porque só existem POR causa dos conjuradores.
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