Já li umas coisas por alto, mas o que ficou claro é que há diferenças sensíveis dependendo do esquadrão, seu propósito e área de atuação. Há conceitos e táticas usadas em cenário urbano que diferem de área aberta, que diferem de floresta... etc.
Mas sem falar dos pormenores(que nunca dei atenção), duas coisa são claras e sempre presentes: altíssima prioridade em arriscar o mínimo e prioridade em ferir(acima de matar).
Tomar o mínimo de riscos parece ridiculamente óbvio, mas isso se reflete em tudo: vou mostrar a cara para mirar ou desperdiçar balas atirando em cobertura? Na maior parte é a segunda opção. Não ficam naquela de filmes e jogos de manter uma posição coberta e ficar trocando tiros... se a posição foi encontrada, a prioridade é retirada ou achar outra posição tática, mesmo com menor visibilidade. É mais interessante não perder um homem do que matar 3. Motivo pelo qual nenhum esquadrão fica em perseguições: se o inimigo foge*mesmo*, ninguém vai atrás. É a hora de chamar outra equipe que faz isso(em geral aérea) ou esquecer do assunto. Manter posição(e integridade do esquadrão) é o foco, tanto para infiltração quanto na defesa.
Ir atrás dos fugitivos é essencial para evitar que re-agrupem, re-abasteçam e preparem novo ataque; mas isso já é importante numa escala maior, planejamento militar, não para o esquadrão em campo.
Ferir ao invés de matar é velha conhecida: 1 inimigo ferido=2 adversários fora de combate. Raros os casos em que aliados deixam o companheiro ferido para trás ou para morrer. Ferir causa tanto impacto na moral do inimigo quanto matar, e se carregarem 1 ferido que seja significa mobilidade reduzida.
Não sei sobre posição, divisões, quando usar linha indiana, nada disso. Já reparei que combate urbano o foco é mobilidade constante, diferente de extração(onde não costuma haver troca de tiros, normalmente com reféns) que é outro pacing completamente distinto. Me pergunto se dependendo da área e distância, numa mata, seria válido mobilidade... sei lá, acho que as folhas devem denunciar movimento. Mas isso é achismo.