The One Ring

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Re: The One Ring

Mensagempor Smaug em 04 Jul 2011, 17:38

Ou talvez eu sou um fã heterodoxo demais de Tolkien e quero que retratem a Terra Média em todas suas facetas.

Aqui tem uma idéia legal, ia ser bem interessante se o livro focasse em trazer um "sandbox" da Terra-média, com os grupo podendo utilizar as facetas que mais lhe agradassem (tipo, um aventura mais mitologica, estilo silmarillion, ou mais infantil como o hobbit, ou adulta como o senhor dos anéis).
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Re: The One Ring

Mensagempor Armitage em 04 Jul 2011, 17:43

Smaug, se entendi bem a caralhada de texto do site italiano, os caras querem um sistema mais fiél possível à obra. Então acho que não vão "deixar na mão do jogador" o estilo de jogo que quiserem não, vão implementar o estilo que eles acham fiéis a Tolkien e pronto. A parte abaixo explica isso..

SPOILER: EXIBIR
Tolkien's stories deal with themes of human heroism and sacrifice and struggle with the difficulties; the whole game is then directed to re-create these kinds of stories in the best possible way. No need, therefore, to provide a complete atlas of Middle-earth when the only playable area is actually Mirkwood. No need to draw on the thousands of years of history of Arda if the only playable period is actually the time when, after Smaug died, the frontiers were opened to travelers with curiosity and hopes for an eventful life. No need to list statistics for unplayable races like the Numenoreans or the High Elves. No need, like the old rulebooks, to offer every possible option to do anything in any way, but then not be used, in fact damaging the playing group that was trying to deal with many different and often conflicting demands that almost always went beyond the style of the Tolken canon.

Therefore, a closed environment but very detailed and rich in opportunities for adventure, a pre-determined period of time but chosen for its potential to play; races selected for their effective usability issues within the "humanity" of the work.

But this is only the beginning! Where the base module lays the foundation, subsequent releases will carry forward the chronology of the story, expanding the available playable area, gradually darkening the tone and themes until you reach the period of the war and the events of Mount Doom. In essence, the game features a world where Frodo and the original members of the company never existed. There may be players to take their place... or not. The great historical events go on, and players have the opportunity to influence them step by step, altering the great history of the world. All this while respecting the spirit, style and themes of the works of Tolkien.

Not only that, but every game rule is designed to evoke some aspect of Tolkien. For example, the characters have three basic statistics (the typical triad of values physical, mental and spiritual) that directly recall a phrase from Gandalf to Frodo, in which the text listed the qualities that the young hobbits would need to overcome the expected trials. Skills improve the more you successfuly use them. This rule takes on a very evocative value when we learn that with the passage of time and the accumulation of power they can "corrupt" the characters by increasing a value called Shadow, and all races react differently: for example, Elves (as Legolas) become increasingly detached from worldly matters physical and mortal, which is translated into rules in the gradual inability to use the bonuses stemming from abilities. The game also plans to follow the life of the characters, to the idea that human players create a series of characters to simulate the fact that one grows old and retires and is replaced by his heir (biological or spiritual). The game time is in fact divided into "seasons". Every great adventure is followed by a rest period (at a Safe Haven with their companions, or at their homeland with their family). In this way, the heroic abilities of the character, or its personal and family life, are developed.

It also presents a strict system of classes/careers with multiple choice also designed to ensure that the characters in the game reflect the typical heroes of the saga and Tolkien, and do not become super-rounded characters that would have very little to do with Middle-earth. This is supported by a number of traits that confer special bonuses to the character and ability, but always with a view to increase the consistency with respect to race and class.


Cara, Silmarillion tem algumas descrições e cenas que são ainda mais exageradas do que filmes de Wire-Fu. Fingolfin cavalgou sozinho em direção à Angband e nenhuma criatura teve coragem de pará-lo, até que ele ficou às portas de Angband e não só enfrentou Morgoth mano-a-mano como feriu o mesmo no tornozelo e fez um Vala ficar com medo. Feanor enfrentou uma legião de Balrogs com poucos elfos ao seu lado e só foi morrer nas mãos de Gothmog. Turim Turambar matou o maior de todos dragões sozinho, e no começo da vida matou um elfo com uma canecada (se a minha memória não me engana). Finrod Felagund não só enfrentou Sauron quanto depois de ser aprisionado pelo mesmo, conseguiu quebrar suas correntes e matou um lobisomem no tapa.

Tá, mas cadê os fireballs e magic missiles nessa história?
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Re: The One Ring

Mensagempor taverneiro em 04 Jul 2011, 18:26

Elven Paladin, concordo com seus argumentos no sentido de que Tolkien criou o cenário que definiu (ou re-definiu, se preferir) o gênero de alta fantasia. É normal que as tramas estejam envoltas de grandes façanhas. Mas todas as cenas que você descreveu sobre Silmarillion, o poder reside de maneira interior e menos direta do que vemos nos Magos de D&D, por exemplo. Eu entendi o seu ponto de vista, mas para mim esses personagens são lendas grandiosíssimas do cenário. Eles chegaram ao status com grande tragédias atreladas ao seu histórico (Feanor, Glorfindel, e especialmente Hurín, talvez o personagem mais trágico de toda a terra média).

É natural que os jogadores queiram um personagem assim. Mas que, por favor, isso seja um objetivo a ser percorrido como nas histórias de Tolkien. Acho que, pelo que eu li do sistema, eles focarão nisso e não num possivel começo de campanha com os poderes "lá em cima". A liberdade eu deixo para sistemas genéricos, como D&D, GURPS, M&M, True20 que não necessariamente estão presos a um único cenário. Espero ver sim os fatores que emulam a tônica do cenário de Tolkien. Se bem feito, o sistema será visto como adaptação natural e não como um sistema "limitado". Nesse sentido, acho que o sistema CODA falhou. O que me fará comprar o One Ring será a presença desses elementos refletidos nas regras.

Por fim, também concordo que o Hobbit abre muitos precedentes. Incluindo o fato de que Bilbo possa ser descendente de fada... nada a ver com o cenário que Tolkien criou posteriormente. Tanto que, em um momento da vida do autor, ele desejou reescrever 'O Hobbit' para alinha-lo ao resto da sua obra.
Editado pela última vez por taverneiro em 04 Jul 2011, 18:32, em um total de 1 vez.
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Re: The One Ring

Mensagempor Elven Paladin em 04 Jul 2011, 18:31

Tá, mas cadê os fireballs e magic missiles nessa história?


Leia meu post direito :b . Eu respondi especificamente a esse trecho " ou Elfos saltando de um cavalo para outro, ou levitando, como naqueles filmes chineses, nao faria sentido nenhum.". Quando à magia, eu já respondi: Gandalf em "O Hobbit". Ele mete fogo em orcs e lobos (ou eram Wargs?) a torto e direito, antes do resgate feito pelo Senhor das Águias.

Smaug, se entendi bem a caralhada de texto do site italiano, os caras querem um sistema mais fiél possível à obra. Então acho que não vão "deixar na mão do jogador" o estilo de jogo que quiserem não, vão implementar o estilo que eles acham fiéis a Tolkien e pronto. A parte abaixo explica isso..


É, vai se basear praticamente só em Senhor dos Anéis e não no Legemdarium de Tolkien. Uma grande pena, vão se focar na obra mais restrita e monótona dele (claro que aqui é a minha opinião falando mais alto).

e especialmente Turín, talvez o personagem mais trágico de toda a terra média).


Corrigindo: O desgraçado que mais se ferra em toda história. É incrível, ele não tem um momento de felicidade que não seja acompanhado de algo assustadoramente trágico. :b

Por fim, o Hobbit abre muitos precedentes. Incluindo o fato de que Bilbo possa ser descendente de fada... nada a ver com o cenário que Tolkien criou posteriormente. Tanto que, em um momento da vida do autor, ele desejou reescrever 'O Hobbit' para alinha-lo ao resto da sua obra.


E contudo, ele nunca fez isso. Portanto O Hobbit continua bem de pé, graças a Eru Ilúvatar. ;)
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Re: The One Ring

Mensagempor taverneiro em 04 Jul 2011, 18:36

Corrigindo: O desgraçado que mais se ferra em toda história. É incrível, ele não tem um momento de felicidade que não seja acompanhado de algo assustadoramente trágico.

O período mais feliz da vida dele foi quando ele cometeu incesto com a irmã sem saber... até ele descobrir, obviamente.

E contudo, ele nunca fez isso. Portanto O Hobbit continua bem de pé, graças a Eru Ilúvatar.

Foi quase isso que os amigos disseram a ele. Quando leram o manuscrito os amigos disseram "Legal, mas... não é O Hobbit!" Mesmo assim, só usei esse fato para demonstrar que O Hobbit abre muitos precedentes por sua ingenuidade. Pensando como game designer, por mais liberdade que você queira dar aos jogadores, você levaria em conta esses fatores destoantes para uma adaptação? Eu não sei se é o que meu publico alvo iria querer em suas mesas. Historicamente, todos os jogos da terra média foram assim (ainda mais o MERP), nao imagino One Ring diferente.
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Re: The One Ring

Mensagempor Elven Paladin em 04 Jul 2011, 18:51

Foi mal, escrevi errado. Tava falando do Húrin (e nao Turin). Para Hurin o período mais feliz da vida dele foi quando ele cometeu incesto com a irmã sem saber... até ele descobrir, obviamente.


Não, quem cometeu incesto foi o Túrin. O Húrin Thalion foi prisioneiro do Morgoth e depois, o responsável pela descoberta (e queda) de Gondolin e lançou uma maldição em Thingol Capa-Cinzenta, Rei de Doriath, que também levou Nargathrond a cair . Ou seja, pai e filho juntos foram os responsáveis pela queda de nada menos que 3 Reinos Élficos :b

Mesmo assim, só usei esse fato para demonstrar que O Hobbit abre muitos precedentes por sua ingenuidade. Pensando como game designer, por mais liberdade que você queira dar aos jogadores, você levaria em conta esses fatores destoantes para uma adaptação? Eu não sei se é o que meu publico alvo iria querer em suas mesas. Historicamente, todos os jogos da terra média foram assim (ainda mais o MERP), nao imagino One Ring diferente.


Como eu coloquei, eu devo ser um fã bastante heterodoxo de Tolkien. Eu sinceramente queria uma adaptação mais próxima ao clima épico e trágico de Silmarillion (e dos feitos grandiosos) ou do estilo mais leve e engraçado de Hobbit do que algo fiel apenas à Senhor dos Anéis, como foi feito sempre (embora CODA permitia os jogadores brincarem de Magos - com direito a Relâmpagos e controle massivo do Clima).
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Re: The One Ring

Mensagempor GoldGreatWyrm em 04 Jul 2011, 21:32

Quando à magia, eu já respondi: Gandalf em "O Hobbit". Ele mete fogo em orcs e lobos (ou eram Wargs?) a torto e direito, antes do resgate feito pelo Senhor das Águias.

Isso é quando eles estão nas cavernas orcs.

Gandalf solta um relâmpago nos soldados orcs e quase faz a caverna desmoronar. O Bilbo acaba caindo nos túneis por causa disso e encontra o Gollum, quem eventualmente venceria em um jogo de charadas, ganhando o Um Anel, que ele usa para escapar sem ser notado pelos orcs.
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Re: The One Ring

Mensagempor Armitage em 04 Jul 2011, 21:44

Pelo relatado até aqui, to com a impressão de que usuários de magia da forma tradicional que conhecemos (que lançam raios dos dedos e fazem monstros explodir) não é algo comum na obra de Tolkien, mais ou menos análogos aos magos/druídas das lendas arturianas. Se for isso mesmo, então o tratamento do RPG Pendragon me pareceria adequado aqui também: a ocupação/classe "mago" está fora dos limites para os jogadores. MAgos seriam recursos exclusivos do mestre pra causar efeitos e reviravoltas na estória/aventura como bem entender, e sua magia tampoico precusa ser explicada pra compreensão dos jogadores. Magia é misteriosa e PONTO.
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Re: The One Ring

Mensagempor Elven Paladin em 04 Jul 2011, 22:11

Pelo relatado até aqui, to com a impressão de que usuários de magia da forma tradicional que conhecemos (que lançam raios dos dedos e fazem monstros explodir) não é algo comum na obra de Tolkien, mais ou menos análogos aos magos/druídas das lendas arturianas. Se for isso mesmo, então o tratamento do RPG Pendragon me pareceria adequado aqui também: a ocupação/classe "mago" está fora dos limites para os jogadores. MAgos seriam recursos exclusivos do mestre pra causar efeitos e reviravoltas na estória/aventura como bem entender, e sua magia tampoico precusa ser explicada pra compreensão dos jogadores. Magia é misteriosa e PONTO.


Eu tenho sérias dificuldades em ver esse paralelo por alguns motivos:

1. Um dos personagens mais icônicos da Trilogia e o único a aparecer tanto em Senhor dos Anéis quanto O Hobbit era um Mago. Restringir a magia apenas a NPC impede os jogadores de acessar um dos estereótipos mais comuns para um fã da Terra-Média.

2. A magia da Terra-Média não é exatamente misteriosa, ela sequer é explicada por Tolkien. Se quer perder seu tempo, existem dois trabalhos de fãs que lidam com isso de formas diferentes, vide aqui e aqui.

3. Tanto MERP quanto CODA tinham classes ou meios de personagens acessarem poderes mágicos, sendo que CODA tinha um livro só para expandir as duas classes capazes de utilizar magia (Magician e Loremaster), ou seja, ao menos em RPGs é relativamente tradicional a presença de Magos - claro que esses mesmos RPGs, especialmente MERP, expandiram consideravelmente o "Lore" de Tolkien.
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Re: The One Ring

Mensagempor Iuri em 04 Jul 2011, 22:22

Vale lembrar que gandalf e todos os outros magos da terra média (total de 5) eram criaturas meio únicas... equivalentes a anjos. Claro, se o jogo deixar claro que tal personagem (o mago) é uma criatura criada ao mesmo tempo que os outros deuses do lugar, não vejo porque não permitir bolas de fogo.
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Re: The One Ring

Mensagempor Lumine Miyavi em 04 Jul 2011, 22:27

...fora que o Gandalf e Saruman nem magos eram, seria o equivalente de "anjos" ou algo parecido com isso. XD

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Re: The One Ring

Mensagempor Armitage em 05 Jul 2011, 00:14

Elven, eu li os dois links que você passou, e ambos só corrobaram minha posição: não faz sentido para um game fiél à Tolkien, que os jogadores, by default, possam ser "magos" (Istari?). A magia existente deveria ser na forma de poderes inatos relacionados a raças, e mesmo esses nunca seriam do tipo FIREBALLZ!!!!!, mas sim bastante sutis, como encantamentos, comunicação com animais, presságios, rituais pequenos, etc. A magia parece ser algo mais ligado ao mundo do que às pessoas.
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Re: The One Ring

Mensagempor Russel em 05 Jul 2011, 07:47

Só lembrando que o rei bruxo de angmar era humano e aprendeu a fazer magia com sauron.
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Re: The One Ring

Mensagempor Iuri em 05 Jul 2011, 12:06

Mais ou menos né... porque ele tinha um dos Anéis do Poder, e era daí que vinha sua magia.
Apesar de não ter muita magia, itens maravilhosos são bastante recorrentes...
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Re: The One Ring

Mensagempor Russel em 05 Jul 2011, 12:10

"O Príncipe Negro foi para Barad-dûr durante a primeira semana de SE 1883 e virou pupilo do Senhor dos Anéis. Durante os próximos centro e quinze anos, ele aumentou seu conhecimento de encantamentos e magia, tornando-se um Feiticeiro muito poderoso. O conhecimento de Mûrazôr das Artes Negras era menor apenas que o de Sauron, e ele logo se transformou no mais confiável tenente do Maligno. Com suas lições aprendidas, ele submeteu seu espírito a seu Mestre, que deu-lhe um Anel de Poder em SE 1998. O primeiro dos nove Nazgûl, o Príncipe Negro passou a ser conhecido como o Rei-Bruxo ou Senhor de Morgul ("Feitiçaria Negra")."


retirado daqui: http://janeladearda.sites.uol.com.br/hi ... /muraz.htm

ele se tornou um feiticeiro antes de ganhar o anel
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