Então Kimble, eu disse muito do trabalho. É óbvio que a mecânica de algumas classes podem atrapalhar a diversão do grupo. Mas é como você mesmo disse, o conhecimento das regras geralmente interefe também. Primeiro porque enxergar essa falha requer uma certa experiência e observação, coisa que o iniciante carece. Em geral ele demora para associar as falhas à classe, e como não é sempre que um personagem falha, ele continua jogando.
O que não significa que ele está se divertindo. Como você mesmo disse, 'ele demora para associar as falhas à classe'. Jogar com monge em qualquer mesa que não exista sub-utilização de personagens é irritante. Em algum momento ele vai perceber que o problema é a classe e vai querer mudar. Ou vai aparecer em algum fórum tentando encontrar uma forma de compensar isso. O que já aconteceu diversas vezes, nas várias versões da Spell.
Resumindo: o fato da pessoa não perceber que o problema vem da classe não significa que o jogo de repente se torna interessante ou que não vai ser frustrante jogar com um.
Monge é história velha. Acabou gerando critiquismo, mania de perseguição e comparação. Como eu disse às vezes nos centramos na classe e suas funções, geralmente comparando-a a outras. Mas uma boa aventura adota situações diversas e quando a expericência chega,o jogo melhora. 25% de uma aventura de D&D 3.5 deveria favorecer o brilhantismo de uma classe, certo? Pelo menos considerando que o grupo possui 4 jogadores e que as funções estão muito bem separadas.
O que já respondi no post anterior. Sim, a diversão deveria ser de todos. Se uma classe é underpower mas não é facilmente suplantada por outras, é possível tentar equilibrar. Se uma classe é underpower E é facimlente suplantada, nós temos um problema. É o caso do monge e algumas outras.
É óbvio que não só um ladino venceria um desafio de armadilha, mas uma masmorra não possui apenas uma armadilha. Se conjuradores focarem suas magias para substituir o ladino, é claro que a perspectiva muda, assim como quando o clérigo foca ser um combatente primário. O mestre deve sim estar atento a isso.
Claro. Mas é função do spellcaster substituir o ladino? Não. Ele pode? Em níveis altos, eles substituem a maioria das classes. Mas é desnecessário. Vale muito mais a pena investir em magias mais úteis para o nicho onde ele se encontra. Não é a questão do monge. Mesmo sem querer, as outras classes superam ele por muito. Os combatentes acertam mais e causam mais dano, os spellcasters tem todas as habilidades disponíveis dele com mais qualidade, os ladinos ganham a quantidade de perícias como característica da classe e os magos pelo bônus de int. Entende, no teu exemplo o personagem está se esforçando em trabalhar num nicho que não é o dele. No caso do monge e similares, ninguém está se dedicando a sair do próprio nicho para entrar no de outro personagem. É a simples questão que sem esforço em sair do seu padrão, os outros personagens substituem o monge com facilidade.
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Porque quando vier uma aventura destinada a matar somente mortos-vivos ele deve estar atento à função do ladino no jogo.
Ladino ainda tem várias habilidades úteis, o maior número de graduações em perícia contando somente o valor recebido pela classe e o acesso a melhor lista de perícias. Onde está Use Magic Device, aliás. Ah, o zumbi não toma sneak? Varinha de Bola de Fogo nele.
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O mesmo eu digo para o combate, pois algumas classes possuem Dv's medianos, mas lutam. Significa que o combate para elas não deve ser bruto (não muito dano), mas talvez estratégico (um pouco mais de manobras e ousadias).
Desculpe, mas essa tua opinião demonstra a falta de conhecimento que eu citei ali atrás. Se nós estamos ainda falando sobre o monge (que eu acredito que é o caso), ele não presta para combate estratégico. Ele é péssimo para a maioria das manobras disponíveis no básico e a maioria que ele poderia comprar com feat, o guerreiro poderia comprar mais cedo e/ou utilizar melhor. Esse conceito de que monge é bom para desarmar, quebrar armas ou bater e correr, é falta de compreensão sobre o funcionamento destas manobras.
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Ou seja, muito da diversão está no que é desafiador para determinada classe, ou para o conjunto, pois é um jogo de cooperação. Uma boa experiência é conflitar classes contra classes, múltiplos oponentes...coisa que D&D4 pretende fazer.
Concordo. Mas o teu desafio não devia vir da dificuldade em ser útil para o grupo, porque constantamente tuas habilidades são diminuídas pelas capacidades dos outros personagens.


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