Sou um ultra-mais-que-iniciante-mega-beginner de D&D.
Como se cria um personagem? Já ouvi falar de 4d6 menos o menor dado.
Também ouvi falar de pontos.
Mas minha dúvida é como é construído um personagem. Digamos que seja um humano clérigo/feiticeiro, tendência Caótica/Neutra...
Como defino os perícias, habilidades, e mais tudo que um personagem tem direito?
(dúvida: quero que se torne um discípulo de dragão de prata... como consigo isso? é preciso procurar em algum lugar por um dragão de prata, ou meu personagem pode ser descendente dracônico no background sem precisar de mentor dragão?)
(meu personagem será inteiramente feito para combate... um matar-pilhar-destruir - ou em inglês, como eu prefiro para zoar, "rape, kill and pillage!" : KRAP... huahuahuahua... usará maças, terá feitiços de cura simples, e seu principal serão feitiços de dano elemental, necromancia, e também terá feitiços de medo)
Qual a melhor maneira de construí-lo na ficha?
O background eu já tenho uma idéia de um dragão de prata milenar, de vinte gerações atrás, que tomou com uma clériga renegada como esposa... e bem, tiveram descendência. O personagem teve uma maldição rogado pelo deus menor da clériga, que se faz na forma de duas cicatrizes estilizadas em forma de linha com curvas abaixo dos olhos totalmente negras, e também uma aura luminosa prateada quando os olhos estão abertos. (a maldição, além de ser alvo nítido na noite, é sofrer dor extrema durante os 1 dia por semana, causando algum dano físico, e também o impossibilita de ter relacionamentos de natureza sexual)
Ele foi o único afetado. Pelo menos o único homem. Diz uma profecia, que lhe custou toda a sua herança (um título de nobreza, de Lorde, e uma mansão gótica cheia de prata), porém a profecia veio do deus menor da clériga - agora uma divindade intermediária -, agora que ele apenas encontraria paz em um(a) semelhante. Infelizmente, isso significa alguém com a mesma descendência. E não há registros escritos de outro semelhante na 20º geração, a geração afetada pela maldição. Mas há esperança: e se não foi registrado(a) ?
A vida que ele tinha antes era de treinamento de elite em batalha, e na arte da guerra, para se tornar um general. Porém, ficou fascinado pelas artes místicas e divinas. E resolveu estudar. Infelizmente, seus pais morreram, e quando ele descobriu aonde o deus da clériga estava, foi para lá com toda a vontade e determinação em ver-se livre da maldição. Porém, (- sempre há um porém -) gastou toda sua fortuna com isso.
Agora ele treina com um mestre sombrio, que ele desconhece o rosto (por sempre usar um feitiço de sombras) que o ajudará a treinar bem. Ele diz para o personagem que ele possui muito talento, e que talvez poderá ser um "Aprendiz das Artes Esquecidas" ou algo assim (o personagem não prestou atenção no título exato) de um "amigo" dele.
O personagem é altamente individualista, e opositor a tiranias ativamente. Ele, porém, é cuidadoso o suficiente para não desmerecer diretamente qualquer tirania... ele ADORA dar indiretas.
É um personagem com um olhar extremamente determinado, e uma expressão nobre. Porém, apesar de ser belo (exceto pelas suas notáveis cicatrizes), ele não possui bom carisma para interagir delicadamente. Possui altíssimo carisma quando se trata de tomar cuidado com suas palavras, e como trata seus amigos (sempre com educação e etiqueta de nobre).
Ele não tem desejo extremamente forte de viver, mas sua determinação de vencer obstáculos sempre acaba lhe convencendo de que morrer seria a saída fácil.
Ele, como clérigo, venera esse deus (agora intermediário) para conseguir poderes de cura principalmente. Ele se recusa a usar outros poderes, quaisquer que sejam, de natureza divina que não sejam de cura. Ele faz exceção quando se trata de combater mortos-vivos, na qual utiliza todo seu poder contra eles. Ele os detesta ativamente, pois seus pais foram mortos por um necromante misterioso. Porém, não é seu mestre sombrio, pois ele viu o rosto daquele necromante e ele não tinha orelhas de elfo (a única coisa visível no rosto do seu mestre sombrio, muito provavelmente algum elfo negro).
Ele diz que apenas louva esse deus por um motivo: como dívida contínua da profecia que foi revelada. A libertação da maldição nem o deus consegue revogar, pois ele conseguiu isso através de um pacto (informação que foi passado secretamente pela família, desde a sacerdotisa).
Não se sabe o porque da sacerdotisa ter abandonado a servitude divina, mas sabe-se que ela era a clériga mais importante de seu reino, e que havia "algo" (que ela nunca disse o que seria) que ele pediu a ela, mas ela recusou, e quando o deus soube que ela havia se apaixonado por outro... - um dragão de prata, ainda por cima! - a fúria foi incalculável.
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O personagem precisa ter tudo que puder para se tornar discípulo do dragão logo. Esse é o maior desejo dele. Feito isso, ele pretende continuar como feiticeiro atá aprender os mais poderosos feitiços. Mas não deseja se tornar um feiticeiro épico.
Ele pretende apenas conseguir o hálito dracônico, 3º nível de Discípulo do Dragão, e então ele vai continuar a pegar níveis de feiticeiro.
Nota: ele vai abandonar a classe de clérigo quando se livrar da maldição (ou seja, tiver encontrado uma semelhante), a menos que o deus intermediário se explique sobre a maldição por completo. (sim, ele já sabe do segredo, mas quer que o deus admita pra ele) Se ele não admitir, ele simplesmente vai sair dessa classe, porém ele antes terá chamado o "avôzinho" dracônico (ainda vivo) dele para que eles possam vingar a maldição desse deus num de seus maiores templos. (ele tem tendência caótica? é... e mesmo que vá levá-lo a morte, vou me divertir feito fanático do D&D chutando traseiro de clérigo trouxa (esses são)!
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O personagem precisa ter uma construção overpower ao máximo, com itens nobres no corpo, e nada mágico (pois tudo mágico foi entregue como pagamento).
O personagem atualmente fica hospedado numa taverna local com 200 peças de ouro que mantém num banco, como dinheiro que conseguiu vendendo livros que não estavam na mansão naquele momento.
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Obrigado por toda ajuda dispensada. Realmente, com isso poderei me divertir no D&D. E, não é Overpower somente: é Rolepower! (nossa, que termo bizarro)

Imagino quando quiser fazer um com profundidade.




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