Profecias do Luminus Para a Quarta Edição

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Profecias do Luminus Para a Quarta Edição

Mensagempor Deicide em 27 Fev 2008, 10:46

Lumine Miya escreveu:PVs não são ferimentos, mas sim o "desgaste" sofrido, justamente a capacidade de EVITAR ferimentos sérios. Uma espadada que retire 19 PVs num personagem com 30 não causou um ferimento grave, mas atingiu de tal maneira que acabou com parte do seu 'fôlego".

Pelo menos é assim que é descrito no livro do mestre. A mesma espadada num personagem com 20 pontos de vida foi um golpe potêncialmente letal, assumindo que o personagem em questão esteja quase caindo pelo golpe. Mas ainda em pé.

Entende o que eu quero dizer, Vincer?


Concordo.

Há muitas formas de interpretar PVs. Muita gente de fato acha que PVs são só "ferimentos". Que quando você usar "segundo fôlego" na 4a. edição, seus ferimentos se fecham.

Eu considero que PVs são uma combinação de vigor, fôlego, capacidade de tomar ferimentos e até "sorte" de escapar de ferimentos letais. É como num filme: o cara é atingido pela espadada pelas costas, mas quando você vê, ele tem apenas um corte "leve" que atravessa as costas de cima a baixo. Eu gosto das regras de "segundo fôlego" ou seja lá como vão chamar, porque é exatamente aquele negócio de filmes e desenhos: o herói apanhou e apanhou, está no chão, ferido e sem forças. De repente, ele dá um grito, ignora a dor e se levanta, lutando de novo com o vilão.

Se a gente reparar, em filme o herói nunca toma ferimentos "graves". Ele pode ser cortado ou baleado, pode estar sangrando bicas, pode ter levado um golpe potente na cabeça... ele leva o impacto, é atordoado, mas depois continua a lutar. Isso é PVs em ação! hehehe

Eltor Macnol escreveu:Olha, tu até chegou a me interessar no Races and Classes depois dessa. Eu não tinha visto ainda nenhuma racionalização explicando a filosofia das manobras "1x por encontro", que estavam mesmo me deixando com a pulga atrás da orelha. Não sabia que tinha sido mencionado lá.


O Races & Classes é divertido de ler. Fala muita coisa interessante. Não é essencial, é só um caça-níqueis, mas é um caça-níqueis bem feito.

Mirallatos escreveu:Aquela parte eu negritei por lembrar de um artigo que fala do "segundo sopro". Sei lá, acho que às vezes levamos muito ao pé da letra essa coisa de PV em números. Na verdade seria mesmo como os heróis de filmes e quadrinhos que apanham, apanham e subtamente retiram forças do nada para continuar na peleja. Algo bem diferente de uma poção de cura


Foi daí mesmo que eu tirei, desse "segundo sopro" ou "segundo fôlego". Você vê muito disso em filmes: o cara tá todo ferrado, vê a namorada ameaçada, dá um grito e volta a lutar como se não tivesse um ferimento, apesar de continuar todo ensangüentado.

(Heheh, ainda não escrevi, mas nos meus "estilos de combate" que estava fazendo, tinha um que se baseava inteiramente em ordens de comando e gritos de guerra, que davam bônus e curavam PVs de aliados e do combatente.)
Há incontáveis séculos, houve um reino, Eussey-lah seu nome, que se estendeu por todas as terras do mundo conhecido. Esse tempo acabou quando o rei-destino, Khem, enlouqueceu e quase levou o mundo à ruína. Sete heróis e um oráculo o impediram.

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Mensagempor Deicide em 27 Fev 2008, 10:49

ShinRyuu escreveu:Ainda retorço o nariz em ver essa mecânica ser chamada de artificial. Como expliquei no meu post, ela faz perfeito sentido na estória. O cara precisa de um tempo pra preparar a magia de novo, e esse tempo é impossível dentro de combate. Ele pode usar o mesmo poder várias vezes, desde que o tenha preparado (escolhido no feat ou slot ou seja lá o que for) várias vezes. Não tem nada de artificial...


É uma boa explicação também.
De qualquer forma, não se ofendam quando eu falo "artificial". Já disse que isso não é necessariamente ruim. O único motivo de retorcerem o nariz quando vêem o "artificial" é a tendência de muita gente dizer que RPGs "realistas" são menores, quando isso não é verdade.
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Mensagempor Cyrano em 27 Fev 2008, 10:53

Lumine Miya escreveu:PVs não são ferimentos, mas sim o "desgaste" sofrido, justamente a capacidade de EVITAR ferimentos sérios. Uma espadada que retire 19 PVs num personagem com 30 não causou um ferimento grave, mas atingiu de tal maneira que acabou com parte do seu 'fôlego".

Pelo menos é assim que é descrito no livro do mestre. A mesma espadada num personagem com 20 pontos de vida foi um golpe potêncialmente letal, assumindo que o personagem em questão esteja quase caindo pelo golpe. Mas ainda em pé.

Entende o que eu quero dizer, Vincer?

Hummm... Pensar assim é bem interessante.

Quanto a realismo e artificialismo, acho que a introdução de um termo pode jogar um feixe de luz (mesmo que seja a luz gerada pela chama de uma vela) sobre a discussão: verossímil. Por exemplo: um ogro gigantesco capaz de destruir uma embarcação com sua clava mágica.

Ogros não existem. Nem clavas mágicas. Sem dúvidas, o distanciamento da realidade é claro. afinal de contas, o sistema é fantasioso e permite a existência de ogros, trolls, goblins, etc. Ver um troll arrebentando cabeças na Terra Média é bastante verossímil. Agora imaginem um camponês tranqüilo que não faz parte de nenhuma profecia nem teve sua família devastada. Um cara normal, pura e simplesmente. Ele vê esse mega ogro com sua clava mágica e, por pura diversão, resolve enfrentar o bichão. Como? Oras, ele lança uma rajada de energia e, além disso, tem seu corpo transformado em um urso.

Como é? Pois é... Existem magias no mundo fantástico. E existe transmutação também. Mas essa situação é inverossímil em ambientes regidos por regras do D&D. Afinal, o camponês nunca estudou magia e não possui ligação com espíritos da floresta ou algo assim.

Quando criticam os slots de magias ou outras coisas, creio que o foco seja a verossimilhança. Confesso que não entendo a idéia de magias por dia. E até mesmo as magias por encontro soam estranho em minha mentalidade limitada. A idéia de magias "lights" ilimitadas me parece mais verossímil. Oras, um guerreiro pode dar quantas espadas forem necessárias sem sequer esgotar suas forças e seu fôlego. Entretanto, algumas manobras de nível mais alto só podem ser utilizadas em momentos específicos. Talvez porque seja desgastante utilizá-las várias vezes. O mesmo seria para o mago, que tem em magias simples seu método básico de ataque (e que não o esgotaria assim como espadadas não esgotam um guerreiro). Magias mais elaboradas exigiriam parte de seu fôlego mágico, daí a limitação.

Acho que a idéia de magias por encontro e "mana" não são assim tão diferentes, se calcularmos direitinho.
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Mensagempor Deicide em 27 Fev 2008, 11:07

Acho que verossímil não é o termo certo.
Verossímil é quando algo é aceitável e realista dentro das regras que governam seu ambiente fictício. É a capacidade de fazer o espectador suspender sua descrença e aceitar aquela regra como verdadeira.

Uma regra "realista" pode ser verossímil num ambiente similar ao mundo real, mas uma regra "artificial" também pode ser verossímil num ambiente fantástico. Ambas podem perder a verossimilhança dependendo do contexto em que são usadas.

Pensando bem, acho que o problema no termo "artificial" é que faz as pessoas pensarem: "Esta é uma regra forçada que não faz sentido e foi imposta no cenário". Se for assim, não é essa minha intenção ao usar a palavra. Para mim, "artificial" é "algo diferente da natural, mas criado para simular um propósito específico e útil".
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Mensagempor ShinRyuu em 27 Fev 2008, 11:29

Acho que a idéia de magias por encontro e "mana" não são assim tão diferentes, se calcularmos direitinho.


Não seriam diferentes se você tivesse 3 magias usáveis por encontro e pudesse usá-las em qualquer combinação 5 vezes por encontro. Seu mana então seria medido em 5 por encontro. Mas, até onde sabemos, será algo mais na seguinte linha: no 1º nível, escolha 2 poderes por encontro; você pode escolher o mesmo poder 2x, para poder usá-lo com mais frequência, mas então será o único poder que você sabe. E assim por diante. Se for assim, será até menos flexível do que os atuais slots diários, pois o número de magias aprendidas na 3.x não tem relação alguma com o número de slots diários. Espero que não seja o caso da 4e, mas é o caso de SWSaga.
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Mensagempor Cyrano em 27 Fev 2008, 12:30

ShinRyuu escreveu:
Acho que a idéia de magias por encontro e "mana" não são assim tão diferentes, se calcularmos direitinho.


Não seriam diferentes se você tivesse 3 magias usáveis por encontro e pudesse usá-las em qualquer combinação 5 vezes por encontro. Seu mana então seria medido em 5 por encontro. Mas, até onde sabemos, será algo mais na seguinte linha: no 1º nível, escolha 2 poderes por encontro; você pode escolher o mesmo poder 2x, para poder usá-lo com mais frequência, mas então será o único poder que você sabe. E assim por diante. Se for assim, será até menos flexível do que os atuais slots diários, pois o número de magias aprendidas na 3.x não tem relação alguma com o número de slots diários. Espero que não seja o caso da 4e, mas é o caso de SWSaga.

Hummm...

Caramba, se for assim é bastante inflexível mesmo. E vai diminuir bastante o poder do mago.
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Mensagempor AKImeru em 27 Fev 2008, 13:07

E vai diminuir bastante o poder do mago.



E isso não é algo ruim.
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Mensagempor Khelben Arunsun em 27 Fev 2008, 13:26

Concordo. O interessante é o mago ficar mais fortalecido nos primeiros níveis, e mais enfraquecido nos níveis intermediários / altos
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Mensagempor Fëanor em 27 Fev 2008, 13:47

O que eu disse sobre o Magic nem é crítica minha, é a realidade do que aconteceu com o jogo. Se você não vê o quanto o bloco de tempestade teve cartas poderosas "no limite", se você não concorda que o "bloco de urza" foi o mais desequilibrado da história do jogo, se você não viu o jogo perder jogadores e variabilidade com o bloco de Mirrodin, se você não viu o "empacotamento" de decks ocorrido em Ravnica... bom, então você não está discordando de mim, você está discordando do Mark Rosewater, do Mark Tedin, do Mark Gotlieb, do R&D do Magic... é só acessar http://www.magicthegathering.com e ver com seus próprios olhos.

Saga de Urza foi muito broken.
Mirrodin foi muito chato.

Agora Ravnica foi muito bom, foi um dos melhores sets de magic que eu já. Acho que é meu favorito até agora. A quantidade de decks diferentes competitivos que apareceram foi muito grande, o cara ia pros torneios sem saber o que esperar, eu achei isso muito legal.
"Tomorrow will take us away
Far from home
No one will ever know our names
But the bards' songs will remain"


http://www.valinor.wikidot.com
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Mensagempor Lumine Miyavi em 27 Fev 2008, 18:18

Eu pessoalmente gostei de Kamigawa.
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Mensagempor Mirallatos em 27 Fev 2008, 19:32

Agora me passou uma outra dúvida pela cabeça, algo bem mais preocupante que as previsões do colega Luminus.

E o Monge do D&D4? Como será?

SPOILER: EXIBIR
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...
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Mensagempor Deicide em 27 Fev 2008, 19:45

ELe não estará nos primeiros livros, só deve aparecer mais tarde. Pelo visto será um striker, mas nada está determinado ainda.
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Mensagempor Diel em 27 Fev 2008, 20:46

Acho que monge está mais para "apanhador" do que para "batedor".
Não consigo imaginar um cara batendo com as mãos nuas em um outro que veste uma fullplate.
No meu ponto de vista, o monge não deveria existir, ou pelo menos existir como um "brigão" de bar um pouco mais forte que o normal e nada mais.
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Mensagempor Deicide em 27 Fev 2008, 21:17

Archangell escreveu:Acho que monge está mais para "apanhador" do que para "batedor".
Não consigo imaginar um cara batendo com as mãos nuas em um outro que veste uma fullplate.
No meu ponto de vista, o monge não deveria existir, ou pelo menos existir como um "brigão" de bar um pouco mais forte que o normal e nada mais.


Eu discordo. Depende mais do clima que você quer dar para a campanha. Se quer algo medieval "clássico", então o monge é uma escolha estranha mesmo. Mas eu acho o conceito de um lutador super-forte desarmado muito atraente para cenários de alta fantasia (com castelos voadores, magia para todo lado, etc.). Meu personagem mais divertido era um Oathsworn (um lutador desarmado similar ao monge, mas diferente, feito pelo Monte Cook), e eu adorava o fato de que ele saia no braço enquanto os companheiros sacavam espadas e machados. O objetivo do personagem era se tornar forte até se tornar um Deus (literalmente!) para proteger todos os que eram fracos demais para se protegerem sozinhos. Era muito legal, e não destoava da campanha (em Ptolus, também do Monte Cook).

(Infelizmente, a campanha foi interrompida quando estávamos no nível 5... :frenzied:
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Mensagempor AKImeru em 27 Fev 2008, 21:23

Acho que monge está mais para "apanhador" do que para "batedor".
Não consigo imaginar um cara batendo com as mãos nuas em um outro que veste uma fullplate.
No meu ponto de vista, o monge não deveria existir, ou pelo menos existir como um "brigão" de bar um pouco mais forte que o normal e nada mais.



Estamos falando do mesmo D&D onde velhos franzinos vestindo togas derrotam guerreiros em full plates como se fosse nada?
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