por Eltor Macnol em 11 Set 2007, 17:41
Respectivamente:
- Limites de "x usos por encontro" são auto-explicativos. Não são muito verossímeis, mas mecanicamente funcionam muito bem.
- Recarregados por ações em batalha são aqueles poderes que você pode usar uma vez "de graça", mas pra poder usar novamente, precisa gastar uma ação pra se "reconcentrar" ou whatever. São verossímeis e mecanicamente bons, porque dá pra se balancear o poder de acordo com a ação necessária pra usá-lo novamente. Alternativamente, pode-se usar o poder APENAS depois de fazer tal ação.
- Dependendo de ações fora de batalha são parecidos com o anterior. O melhor exemplo é o Psionic Focus: você gasta um minuto pra ficar "focado" fora de batalha, e mantém esse estado até "gastar o foco" pra realizar alguma ação mais poderosa. Depois de gasto, você precisa recuperá-lo de alguma forma antes de poder usá-lo novamente (por padrão, é uma ação de rodada completa junto com um teste de perícia, se bem me lembro). Outra diferença é que algumas ações só podem ser realizadas enquanto se estiver focado (mas elas não gastam o foco em si).
- Os de poder variável que eu mencionei são usados no Magic of Incarnum: você tem um certo número de "Pontos de Essência", digamos 5, e pode distribuí-los entre os poderes que você tem. Você pode mudar essa distribuição a qualquer momento, gastando uma ação. O número de pontos que você aloca em cada poder determina quão forte ele é. Portanto, pra poder fazer uma ação mais poderosa, você precisa abdicar de um pouco de poder em outras áreas (e gastar o tempo necessário caso queira mudar isso durante uma batalha).
- Os que se tornam mais difíceis a cada uso são de um sistema de magia (apresentado a mim pelo Dregoth), onde todas as magias podiam ser usadas livremente, mas todo uso exigia sucesso em um teste de perícia, e a cada vez que uma magia era usada, acumulava-se penalidades nos próximos testes enquanto não se passasse algum tempo pra "resfriar os motores", por assim dizer.
Bom, faz tempo que eu li a maioria desses livros, então pode ter alguns dados incorretos aí, mas acho que dá pra pegar a idéia.
EDIT:
OK Vinicius, só porque você insistiu... "corrijam-me" é com J. =P